— Nós dois vamos deitar lá. Você vai ficar no meio, deitada de lado, e o Lucas vai ficar bem do seu lado, assistindo a tudo de camarote.
A Karine prendeu a respiração, entendendo onde eu queria chegar.
— A gente vai começar a transar ali na sala, bem na frente dele, deixando o guri ver e pirar com cada detalhe — continuei. — E quer saber mais? Eu mesma vou combinar com o Lucas o que ele vai poder fazer durante o ato, tudo dentro daquelas regras estritas que você gosta. Assim você não perde o controle, mas a adrenalina vai lá no teto. O que acha?
A Karine mordeu o lábio inferior com força, sentindo o calor subir pelo corpo inteiro. A ideia de ser tomada por mim com o sobrinho ali do lado, assistindo e babando sem poder ultrapassar a linha vermelha, era a fantasia mais perversa e excitante que ela poderia imaginar. Ela abriu um sorriso safado, jogou os braços no meu pescoço e concordou na hora:
— Eu topo... Fechado. Quero ver até onde esse moleque aguenta segurar a onda.
A casa estava completamente silenciosa. Já passava da meia-noite quando apagamos as luzes do corredor e arrastamos o colchão de casal da nossa cama para o centro da sala. O facho prateado da lua entrava pela janela da varanda, iluminando fracamente o ambiente.
O Lucas já estava na sala, sentado no chão encostado na poltrona, com um travesseiro e um lençol, vestindo apenas uma bermuda moletom folgada. Antes de trazer o colchão, eu tinha conversado rapidamente com ele na cozinha, relembrando as regras estritas da noite: ele poderia assistir de pertinho, tocar levemente onde fosse autorizado, mas a penetração ou qualquer avanço fora do combinado significaria o fim imediato da linha para ele. O guri havia engolido em seco e aceitado cada palavra, com os olhos fixos e o peito arfando de puro nervosismo.
A Karine e eu nos deitamos no colchão. Ela ficou deitada de lado, virada de frente para onde o Lucas estava posicionado, vestindo apenas uma calcinha de renda preta bem fina e uma blusa aberta. Eu me posicionei atrás dela, abraçando a sua cintura com firmeza, sentindo o calor e o tremor leve no corpo dela — a adrenalina daquela situação era palpável.
— Pronto? — sussurrei bem perto do ouvido da Karine, roçando meus lábios na nuca dela.
Ela apenas assentiu com a cabeça, mordendo o lábio inferior e soltando um suspiro trêmulo, olhando diretamente para o sobrinho que estava a menos de um metro de distância.
Com cautela e movimentos lentos para aumentar o suspense, comecei a me despir. Tirei a bermuda devagar, deixando o meu corpo completamente nu no escuro da sala. O Lucas acompanhou cada movimento meu com os olhos arregalados, a respiração pesada cortando o silêncio da sala. O volume enorme marcando a bermuda dele denunciava o quanto ele estava à beira de um colapso.
Aproximei o meu corpo nu por trás da Karine, colando o meu peito nas costas dela e posicionando o meu membro já rijo bem na entrada da sua buceta. A Karine arqueou levemente as costas, soltando um gemido abafado e manhoso que ecoou baixinho pela sala.
— Vai, amor... começa... — sussurrou ela, fechando os olhos e esticando o braço de relance para trás, permitindo que o Lucas, que estava ali do lado com a mão esticada, pudesse tocar de leve o seu ombro e o braço, exatamente conforme o combinado.
Segurei os quadris fartos da Karine com as duas mãos e dei uma estocada funda, preenchendo-a de uma vez só. A Karine jogou a cabeça para trás, apoiando o rosto no meu ombro, enquanto um gemido mais alto e gostoso escapava da boca dela.
O Lucas congelou no chão. Com os olhos vidrados na cena, ele viu o exato momento em que eu comecei o ritmo das investidas, fazendo o corpo da tia balançar e os seios dela sacudirem sob a luz fraca. Ele obedeceu rigorosamente às regras: não tentou avançar além do que foi permitido, mantendo apenas a mão trêmula levemente apoiada na coxa da Karine, sentindo o calor do momento enquanto assistia, paralisado e em completo silêncio, a gente transformar a sala em um cenário de puro pecado.
Enquanto eu continuava estocando a Karine de lado no colchão, olhei de relance para o canto e pisquei para o Lucas. Era o sinal verde que eu tinha combinado com ele mais cedo.
O guri entendeu na hora. Ele se aproximou um pouco mais, passou o dedo de leve pelos lábios da tia e ela deu uma chupadinha rápida, soltando um gemido manhoso. Logo em seguida, a mão dele desceu para o peito da Karine, apertando e massageando os seios que balançavam forte com o ritmo das minhas investidas, enquanto a outra mão escorregava por baixo da calcinha preta para massagear o clitóris dela com carinho. Para completar, o Lucas avançou e começou a mamar vorazmente o outro peito dela.
Aquela combinação de toques e estímulos foi demais. A Karine estava louca de tesão, com o corpo retorcendo de puro prazer, e ela gozou com força direto no meu pau, apertando-me todinho por dentro, enquanto o Lucas continuava com a mão no clitóris dela e a boca colada no seu seio.
De repente, o Lucas parou, se afastou um pouco, respirando fundo, e começou a tirar a própria bermuda, ficando completamente nu na nossa frente.
A Karine arregalou os olhos, olhou assustada para mim e sussurrou:
— Vitor... isso não tá no combinado!
— Relaxa, amor... deixa ele tocar uma, é o prêmio dele por ter se comportado — sussurrei de volta.
Ela respirou fundo, relaxou o corpo e, com os olhos vidrados, começou a assistir ao guri pelado ali do lado, puxando o próprio pau de forma desesperada. Ver a cena crua fez o tesão dela subir ainda mais a mil por hora, a ponto de ela perder a linha e começar a sussurrar bobagens safadas baixinho, olhando fixamente para o Lucas:
— Tá gostando, né, seu moleque safado? Tá gostando de ver a tua tia dando pro teu tio, hein? Olha só... olha como eu gozo para ele, ouvindo você bater essa punheta...
Enquanto o Lucas se masturbava desesperado no chão da sala, colei minha boca no ouvido da Karine e sussurrei com um sorriso malicioso:
— Vai lá, amor... avança mais um pouco. Toca uma punheta pra ele enquanto eu te como. Afinal, você já fez isso mesmo.
A Karine arregalou os olhos por um segundo, mas o tesão falou mais alto. Ela mordeu o lábio, virou o rosto para o sobrinho e esticou o braço. Enquanto eu continuava socando a buceta dela de lado, a mão da Karine desceu, envolveu o pau duro e latejante do Lucas e começou a bombear com força, acompanhando o ritmo das minhas estocadas. O guri revirou os olhos, soltando gemidos abafados de puro delírio.
Vendo que o clima tinha esquentado de vez, decidi mudar a dinâmica para o ápice da cena:
— Quer saber? Muda de posição — sussurrei para a Karine, ajustando o ritmo.
Mantendo o meu pau enfiado nela sem perder a conexão, fiz ela se ajeitar de joelhos ali mesmo no colchão. Puxei o Lucas para a frente dela, fazendo o guri ficar de joelhos, mas de costas para a tia.
— Agora continua batendo essa punheta — mandei, firme.
Com a Karine de joelhos no colchão e o Lucas bem na frente dela de costas, encaixei-me por trás dela de novo, segurando firme nos quadris e recomeçando a enrabar com força total. A cada estocada funda, os seios fartos da Karine balançavam e batiam direto nas costas nuas do guri, enquanto a mão dela passava por baixo do braço dele, batendo a punheta no pau duro do sobrinho de forma frenética, transformando a sala em uma loucura total de prazer compartilhado.
Eu não resisti por mais tempo e acabei gozei fundo dentro dela, preenchendo a buceta da Karine com tudo. Mas o Lucas continuava ali, de joelhos e ainda firme, resistindo bravamente sem soltar a carga.
Dei um sorriso em meio aos rastros de fôlego e falei rindo para ela:
— Eita, o moleque é forte... Vai ter que inovar aí, amor, senão ele não vai gozar nunca.
A Karine abriu um sorriso desafiador e matreiro:
— Ah, é? Então me dá aquele óleo de massagem que tá ali na mesinha da frente da TV. Deixa que eu acabo com a marra dele agora.
Peguei o frasco de óleo e entreguei para ela. A Karine se ajeitou, puxando o Lucas para sentar no sofá bem encostado de frente para ela. Ela despejou um pouco do óleo quente nas mãos, passou generosamente por todo o comprimento do pau duro e latejante do guri e também espalhou nos seus próprios seios fartos.
Com uma das mãos, ela segurou firmemente as bolas dele, enquanto com a outra, deslizando com o óleo, aumentou drasticamente o ritmo da punheta. O som da pele estapeando e o líquido lubrificando preenchiam a sala. Enquanto acelerava os movimentos, ela começou a sussurrar bobagens bem sujas no ouvido dele, provocando-o para que ele perdesse o controle de vez:
— Vai, seu moleque gostoso... goza na mão da tua tia, bota tudo pra fora, olha o estado que você deixou a gente... quero ver esse pau jorrar todinho...
Sentindo que o Lucas estava à beira do colapso e prestes a estourar, a Karine fez um movimento rápido: tirou a mão do pau dele no último segundo e encaixou a rola latejante bem no meio dos seus seios oleosos e fartos. Ela apertou os peitos com força, fazendo o pau dele deslizar no vale quente, e deu algumas bombeadas rápidas e firmes.
O guri não aguentou. Soltou um gemido estrangulado, revirou os olhos e o gozo espesso explodiu, sujando todo o peito e o colo da Karine.
Apoiada na respiração ofegante, a Karine deu um tapinha leve no rosto dele, levantou-se do sofá, começou ajeitar a roupa e disse com um sorriso cúmplice:
— Bom... acho que hoje a gente passou um pouquinho do limite das regras, né? Mas foi merecido, porque você se comportou direitinho. Agora chega, vamos recolher tudo.

vitor35