Para aproveitar a noite, resolvemos preparar uma janta especial. Como a gente não tinha o costume de beber, decidimos começar a noite aquecendo com uma caipirinha leve para abrir o apetite. Só que a brincadeira escalou: logo passamos para as batidas de cachaça com frutas bem doces que a Karine preparava direto no liquidificador.
O problema é que nenhum de nós tinha cabeça para álcool. A bebida bateu forte e rápido, tomando conta de todo mundo. O clima soltou de vez, a gente começou a rir à toa e a soltar as maiores besteiras e sacanagens sem filtro na mesa da cozinha.
No meio de uma gargalhada geral, a Karine olhou pro Lucas, apontou o dedo rindo e soltou: — Ai, gente, sério... eu imagino que o Lucas vai ter um infarto verdadeiro quando enfiar a rola numa buceta pela primeira vez! O guri vai explodir antes de encostar!
Todo mundo caiu na gargalhada na hora, com o Lucas ficando vermelho que nem um pimentão, morrendo de vergonha mas com os olhos brilhando. Aproveitando a deixa e o álcool na cabeça, emendei na brincadeira, olhando fixamente para ele com um sorriso torto: — É nada... Imagina só se em vez de buceta, ele inventa de estrear num cuzinho apertado... aí que o moleque desmaia de vez!
O Lucas ria sem graça, com o rosto em brasa, confirmando com a cabeça e aceitando todas as brincadeiras sem filtro. A Karine, já bem alta por causa das batidas de cachaça, mas ainda firme em pé, deu uma risada gostosa, com os olhos brilhando de tesão acumulado.
— Ai, gente... sério, eu juro que ia adorar ver esse moleque socando a namorada dele sem dó — soltou ela, jogando a cabeça para trás. — Só de pensar nessa cena com a rola grossa dele, eu juro que já tô aqui pingando de tesão!
Sem nem pensar duas vezes na bagunça ou em quem estava na mesa, a Karine puxou a bermuda que vestia ali mesmo, deixando-a cair no chão da cozinha. Ela deu dois passos rebolando até parar bem na minha frente, puxou a calcinha de lado com os dedos, abrindo espaço, e falou com a voz rouca e manhosa:
— Vai, amor... enfia o dedo aqui e confere como eu tô encharcada por causa desse papo.
Não pensei duas vezes: meti a mão, afundei os dedos naquele calor e senti o mel escorrendo solto. Olhei bem nos olhos dela, com o cheiro de álcool e sexo misturados no ar, e elogiei sem filtro, dizendo o quanto ela estava absurda, molhada e pronta para qualquer loucura que a gente quisesse inventar naquela noite de bebedeira.
No meio daquela euforia toda, ela bateu o olho no Lucas, que tentava discretamente ajeitar o volume enorme do pau dentro da bermuda. A Karine apontou o dedo para ele e soltou, rindo alto:
— Ah, não adianta esconder, moleque! Pode tirar essa bermuda agora mesmo!
Embora a frase não fizesse o menor sentido naquele contexto de cozinha, o álcool fez a cabeça dela voar. Num rompante de bebedeira, ela correu até o guri, puxou ele de pé pelo braço e, sem cerimônia, abaixou a bermuda e a cueca dele de uma vez só.
O pau do Lucas saltou duro, latejando de tanto tesão. A Karine deu um sorriso vitorioso, agarrou a cintura e as bolas dele e apertou.
— Viu? Eu sabia, já tá duro que nem pedra, seu safado! Nossa... olha o tamanho disso, e essas bolas tão pesadas e cheias de leite!
Nesse momento, a cozinha inteira desabou em gargalhadas. A gente ria de qualquer coisa, num looping sem fim, achando que aquela cena sem pé nem cabeça era a piada mais hilária e genial do mundo, enquanto o Lucas ficava lá no meio, pelado da cintura para baixo, vermelho de vergonha mas rindo junto com a gente.
A Karine parou de repente no meio da cozinha, com os olhos arregalados e um sorriso torto de quem tinha acabado de ter uma ideia de prêmio nobel. Ela fez uma cara de quem descobriu a roda e soltou, apontando o dedo para o Lucas:
— Pera aí! O Lucas não vá sentir a minha buceta com o pau... mas eu tive uma ideia genial! Olha o tamanho desse moleque, ele é grandão e essas tuas mãos são quase o dobro da minha! Com esses dedos compridos aí, você vai é estudar a minha buceta hoje, moleque!
A gente desabou a rir de novo, achando aquilo a sacada mais brilhante do universo, enquanto o Lucas piscava meio zonzo pelo álcool, sem saber se levava a sério ou se continuava rindo.
Sem perder tempo, ela puxou a calcinha de vez, jogou pro alto e parou em pé bem na frente do Lucas, que tinha acabado de sentar numa das cadeiras da cozinha com o pau duro ainda para fora da bermuda. Ela abriu um sorriso safado, encaixou o corpinho dela colado nele e chamou o guri para a missão:
— Vem cá... tem uma coisa que você nunca fez na vida. Pega esse teu dedão do meio, grandão, e enfia bem lentamente até o talo na minha buceta. Deixa o dedo lá dentro travado, que eu vou rebolar em cima dele para você sentir o meu suco e imaginar como vai ser quando puder enfiar tudo em uma buceta quente e umida.
O Lucas, rindo e com os olhos brilhando de tesão, obedeceu. Ele levantou a mão pesada, abriu bem os dedos e encostou o dedo do meio na entrada da buceta dela. Com um empurrãozinho devagar, guiado por ela que ia se encaixando, o dedão afundou inteiro até o talo, fazendo um som molhado abafado na cozinha.
A Karine jogou a cabeça para trás, soltando um gemido totalmente diferente e arrastado por causa da bebedeira, misturando o tesão com risadas soltas. Ali em pé, apoiada nele, ela começou a rebolar de frente, fazendo o dedo dele deslizar bem fundo no seu mel, enquanto eu assistia de camarote, rindo e curtindo cada segundo daquela loucura sem freio.
A zoeira na cozinha já tava num nível que ninguém sabia mais o que tava fazendo, tudo na base da gargalhada e do álcool subindo pra cabeça. Num pulo, levantei da cadeira, fui correndo pegar um tubo de lubrificante no armário e voltei balançando o frasco com um sorriso malicioso:
— Espera aí que a brincadeira tá fraca... Agora a chapa vai esquentar é no cuzinho!
Todo mundo caiu na risada de novo, achando aquilo a melhor ideia do mundo. Sem perder tempo, a Karine puxou o dedo que tava enfiado na buceta, lambeu a ponta toda suja de mel com um sorriso safado e já pegou o lubrificante da minha mão. Ela mesma despejou um monte de gel gelado bem em cima daquele buraquinho apertado, espalhando com o dedo e melando o cuzinho todo para preparar o terreno.
Logo em seguida, ela mandou o Lucas levantar da cadeira, deu meia-volta e se curvou de bruços direto contra a bancada da cozinha, empinando aquele rabão redondinho e perfeito bem na nossa cara.
— Vítor, vem aqui ajudar! — chamou ela, olhando para trás com os olhos cheios de tesão.
Fui correndo para perto, abaixei um pouco e afastei as nádegas dela com as duas mãos. O cuzinho rosa, totalmente lubrificado, brilhava e piscava na nossa frente, implorando. O Lucas deu um passo à frente, alinhou o dedão e foi empurrando bem lentamente, centímetro por centímetro, até afundar a mão inteira até o talo naquele aperto absurdo. A Karine soltou um gemido gostoso e pediu para ele colar mais perto dela. Com uma das mãos ela agarrou pau duro dele que tava latejando, enquanto a Karine olhou pra ele e disparou com a voz rouca:
— Isso... fode meu cu com o dedo, moleque, que eu bato punheta!
Eu tava ali do lado, já pelado da cintura para baixo, com a respiração curta e pesada, acariciando o meu pau que quase explodia só de olhar para aquela cena pornográfica na pia da cozinha. A visão era tão insana que eu mal tava conseguindo ficar em pé de tanto tesão.
Aí a loucura deu mais uma virada. A Karine puxou uma das cadeiras para perto da bancada, virou-se de frente para mim e ajustou a posição num segundo.
— Não para de enfiar o dedo no meu cu, Lucas! — ordenou ela, ofegante.
Ela levantou a perna esquerda, apoiando o pé em cima da cadeira, abrindo completamente a buceta encharcada bem na minha altura, enquanto continuava com o dedão do guri enfiado até o fundo do seu cuzinho. Olhando bem nos meus olhos, com a respiração batendo na minha cara, ela puxou a minha cintura e implorou:
— Agora vem, Vítor... enfia essa rola dura na minha buceta e me fode bem gostoso, enquanto o Lucas soca o dedo no meu cu e eu bato a punheta pra ele!
A cozinha parecia pegar fogo com aquela combinação de loucura, álcool e tesão descontrolado. Eu estava socando a minha rola dura na buceta encharcada dela, ouvindo o som dos nossos corpos colidindo, enquanto o Lucas, logo atrás, mantinha o dedão socado até o talo no cuzinho apertado dela, e a Karine acelerando a punheta no pau do Lucas.
A Karine estava completamente fora de si, com os cabelos desgrenhados, o rosto corado de álcool e prazer, e a boca entreaberta soltando gemidos cada vez mais altos e arrastados. Ela rebolava e se contorcia entre nós dois, aproveitando cada centímetro daquele duplo encaixe.
De repente, os olhos dela viraram para cima e o corpo inteiro travou num espasmo violento. Ela agarrou os meus ombros com força, cravando as unhas na minha pele, e começou a berrar em meio aos gemidos:
— Ai, caralho... tô gozando! Tô gozando muito, que tesão absurdo!
Enquanto o orgasmo a consumia por completo, ela começou a falar a mil por hora, delirando de prazer e misturando a realidade com a imaginação da bebedeira:
— Meu Deus... como é bom sentir um pau na frente e outro no cu ao mesmo tempo! Que saudades disso...
Mesmo sabendo que ali atrás não era uma rola de verdade, mas sim o dedão grosso do Lucas enterrado no seu rego, a ilusão e a intensidade daquele momento faziam ela delirar como se estivesse sendo comida por dois homens de uma só vez. Os tremores no corpo dela só aumentavam, enquanto eu continuava metendo fundo e o Lucas socava o dedo sem parar, transformando a cozinha num verdadeiro antro de perdição.
Assim que o corpo da Karine começou a relaxar dos tremores do orgasmo, eu dei mais algumas estocadas fundas e arranquei o meu pau de dentro da buceta dela, gozando em cheio e despejando um jato grosso e quente que escorreu pelas pernas dela, deixando tudo pingando.
Com a cabeça a mil por causa do álcool e da euforia, soltei a provocação no ar, rindo:
— Cuidado, hein, Lucas? Se ele vacilar, vai gozar na punheta de novo... que desperdício de porra do caralho!
A Karine ficou em completo silêncio. Ela sabia exatamente o que eu estava insinuando, e por mais que estivesse bem bêbada, aquela era a linha vermelha dela: por enquanto, ela ainda travava ali e não queria ceder à penetração real com o guri. Ela começou a dar desculpas falsas, rindo amarelo para disfarçar a tensão, enquanto a gente ria junto, tentando manter o clima leve.
Falei novamente:
— Imagina só um cuzinho desses, apertado desse jeito, sentindo uma porra grossa e quente jorrando lá dentro...
Nessa hora, ela soltou um gemido manhoso, olhou firme para o Lucas, mas de repente a expressão dela fechou. Pensei que a briga ia estourar ali mesmo, impulsionada pelo álcool misturado com a frustração da negação.
Sem falar nada, ela foi até a pia, abriu a torneira e tomou um copo da água bem devagar. Serei o olhar para o Lucas e fiz aquela cara de "puta merda, lascou tudo, acabou por hoje".
Então ela se virou de frente da pia e falou:
— O Lucas não vai me foder...
A Karine terminou de beber, colocou o copo na pia, respirou fundo e virou-se para a gente com um brilho maluco nos olhos:
— Mas eu tive uma ideia. O Lucas senta ali na cadeira. Eu vou chupar ele um pouco, ele já deve estar quase gozando de tanto tesão. E você, Lucas, vai se controlar bem.
Quando você estiver bem no ponto de explodir, você me avisa. Aí eu só vou dar só uma sentada com o meu cu nesse caralho, mas presta atenção: eu não vou mexer e você também não vai bombear. Vai ser só uma estocada só, bem no fundo. Quando eu sentir a porra espirrar e perceber que teu pau secou, eu levanto e saio fora, entendeu? Tem que ser no tempo certo e com precisão cirúrgica, se não for assim, eu pulo fora e acaba a brincadeira na hora.
O silêncio na cozinha durou apenas um segundo antes que a tensão da proposta tirasse o fôlego de todo mundo. A Karine estava ali, com o corpo ainda brilhando de suor e sujo de fluidos, o cabelo preso de qualquer jeito e os olhos semicerrados pelo álcool e pela adrenalina daquela negociação maluca.
O Lucas engoliu em seco, com o coração disparado no peito e o pau latejando de uma forma que ele mal conseguia conter. Sem perder tempo, ele puxou a cadeira da mesa de jantar e sentou desajeitado, abrindo bem as pernas enquanto o pau duro e pingando ficava balançando.
A Karine respirou fundo, deu um passo à frente e se ajoelhou no chão de ladrilho da cozinha, bem entre as pernas dele. Ela olhou fixamente para o guri, mordeu o lábio inferior e abriu a boca, encaixando a cabeça daquela rola grossa. Com movimentos lentos e gulosos, ela começou a chupar, puxando o líquido pré-ejaculatório com a língua e fazendo um som estalado e molhado que ecoava pelo cômodo. A cada lambida, as mãos dela apertavam as coxas do Lucas, sentindo o garoto tremer e morder os lábios para não gozar antes da hora.
Eu encostei na bancada, cruzando os braços, com a respiração pesada, assistindo àquela cena de filme pornográfico ao vivo. O Lucas estava com os nós dos dedos brancos, segurando nas bordas da cadeira, com os olhos revirados de tanto prazer.
— Tá... tá quase, Tia... juro que vou gozar! — gemeu o guri, com a voz falhando de tesão, o corpo inteiro tencionado.
Ao ouvir o aviso, a Karine parou na mesma hora. Ela tirou a boca de cima do pau dele, que reluzia de saliva, levantou-se rapidamente e ficou de costas para o Lucas. Com as mãos trêmulas mas decididas, ela se posicionou bem em cima do colo dele, alinhando o buraquinho do cuzinho — ainda melado de lubrificante — com a ponta daquela rola dura e latejante.
— Lembra das regras... — Sem me mexer. Só uma estocada no fundo.
Ela apoiou as mãos nos joelhos do Lucas e, controlando cada centímetro com precisão cirúrgica, Quando sentiu a cabeça acertar o anel e entrar um pouco ela sentou com tudo!
O impacto fez um barulho molhado e o Lucas deu um grito abafado, com os olhos saltando das órbitas, quando a rola virgem entrou inteira naquele cuzinho apertado, quente e molhado, batendo lá no fundo rápido e com força. A gozada foi iminente: a Karine travou o corpo na mesma hora, soltando um gemido rouco, longo e arrastado que misturava dor, surpresa e um tesão descomunal, sentindo o calor escaldante daquele pau grosso preenchendo cada milímetro do seu rabão gostoso.
— Caralho... — ela falou, com o rosto contraído de prazer, sentindo a ereção latejar pulsando dentro dela.
O Lucas não aguentou mais nem meio segundo. Com um gemido estridente que ecoou pela casa toda, o corpo dele deu um espasmo violento e com o pau latejando ele descarregou no mesmo instante.
Uma rajada de porra grossa, pesada e quente começou a jorrar com uma pressão absurda lá no fundo do cuzinho dela, enchendo e estufando as paredes internas daquele burraco com o leite quente do guri. A Karine gemia sem parar, sentindo cada jato pulsante queimar e expandir dentro dela, com a cara de como se tivesse sentada em uma bacia de agua quente de puro prazer aliviada.
Eu não podia perder nenhum detalhe daquela cena e me posicionei logo atrás do Lucas, com a visão perfeita do pau dele enterrado e entalado até o talo no cu dela. Quando o Lucas soltou um suspiro longo de alívio e a pressão do clímax começou a ceder, a Karine sentiu que a gozada dele havia passado e começou a puxar o corpo para cima, tirando o cuzinho bem devagar de cima daquela rola.
Conforme ela se desencaixava, a cabeça do pau apareceu melada, e a porra acumulada começou a pingar pesada direto no piso da cozinha. Ela ficou ali arqueada por um instante, deixando os últimos pingos caírem enquanto gemia baixinho pela última vez, encerrando aquela loucura!
Ela saiu cambaleando foi em direção ao banheiro sem falar mais nada, parecia com culpa e arrependimento, mas talvez só culpa do alcool.
CONTINUA...

Muito bom