— Amor, Eu tava pensando no Lucas — comecei, passando a mão pelos cabelos dela. — Se a gente for parar para analisar friamente, o guri já passou por uma verdadeira faculdade de putaria com a gente.
A Karine deu uma risadinha abafada, apoiando o queixo no meu peito, e concordou:
— É verdade. Pensando bem, o marmanjo evoluiu muito. Afinal de contas, olha quanta coisa ele já aprendeu a fazer com a gente.
Começamos a relembrar, um a um, os passos daquela jornada maluca.
— Pois é — Falei, sorrindo de canto. — Ele começou com o básico: Recebeu aquelas punhetas desesperadas com os braços engessados, tremendo de vergonha. Depois, passou para o nível seguinte: aprendeu a chupar seus seios, a apertar a sua bunda e a enfiar a mão na sua buceta. E na outra noite, no banheiro? O guri já chupou você inteira, depois você fez garganta profunda até sujar o teu rosto de porra que saiu pelo teu naris e ainda aguentou firme ver a gente transar na frente dele. Para um cabaço que não sabia nem conversar com mulher, ele já avançou muito.
A Karine suspirou levemente, com um brilho de orgulho misturado com safadeza nos olhos, e completou o raciocínio:
— Sim, o garoto já tem repertório. Ele já sabe fazer dar uma chupada violenta meio sem técnica, enfiar a mão, chupar peitos, fazer a gente ir à loucura... Mas, mesmo com tudo isso, ainda falta muita coisa para ele virar um homem de verdade na cama. Ele ainda é muito afobado e cru em algumas paradas.
— Exato — concordei, apertando a cintura dela. — O que falta é aprender a malícia das coisas, a ter calma e a parar de ser um desesperado.
— Exatamente — emendou a Karine, empolgada com a conversa. — Por exemplo: ele ainda não sabe como chupar uma buceta de verdade, com calma, lambendo o clitóris com jeitinho até a gente ficar louca e implorar, sem só ficar metendo a língua de qualquer jeito na pressa de gozar. Ele também não sabe controlar a porra da ansiedade dele para durar mais, nem sabe fazer uma preliminar lenta, daquelas que deixam a mulher pingando antes de encostar o dedo. O guri chega babando, querendo resolver tudo em dois minutos.
Eu ri baixinho, adorando ver que a mente dela funcionava exatamente igual à minha.
— Pois é. O guri tem o pau grande e muita vontade, mas falta o acabamento — concluí. — E sem contar que ele ainda é virgem.
— Ensinar ele a mexer a boca, a ter calma nas preliminares e a aguentar a pressão, tudo bem... mas como é que a gente vai ensinar o guri a foder sem poder penetrar? Essa parte não faz o menor sentido — soltou a Karine, franzindo o cenho e cruzando os braços no escuro.
A dúvida pairou no ar por alguns segundos, misturando o absurdo da situação com a lógica distorcida das nossas regras. Afinal, como treinar alguém para o ato principal se a linha vermelha proibia justamente o ato em si? Diante do impasse, nós dois caímos na risada e acabamos mudando de assunto, deixando a questão em aberto.
Para não banalizar a brincadeira e ver como o guri reagiria à falta de estímulo, decidimos dar um gelo nele. Combinamos de passar alguns dias sem nenhuma provocação, sem toques secretos e sem recompensas, apenas vivendo a nossa rotina normal de casal. Nos dez dias seguintes, eu e a Karine transávamos normalmente no nosso quarto, à noite, com a porta fechada, enquanto o Lucas ficava confinado ao seu papel de sobrinho comum, engolindo a seco e mantendo uma postura totalmente comportada, sem ousar reclamar ou tocar no assunto.
Até que, numa tarde de folga, a calmaria quebrou.
Eu estava na sala assistindo a um jogo na TV, com o Lucas sentado na poltrona ao lado, prestando atenção na tela, mas visivelmente inquieto. Em um momento de intervalo, ele se inclinou um pouco para a frente, engoliu em seco e falou baixinho, quase como se pedisse um favor proibido:
— Tio... escuta. Eu sei que a gente ficou um tempo sem nada, mas... será que rolaria de ver vocês dois de novo? Só assistir, igual daquela vez. Eu juro que fico no meu canto, do mesmo jeito, sem passar do limite.
Olhei para ele de canto de olho, avaliando o desespero disfarçado na voz do garoto.
— Sei não, hein, marmanjo... Você passou dez dias quietinho, mas agora tá voltando com a corda toda. Fica aí, deixa eu ver o que a patroa acha disso. Se ela quiser, a gente pensa no seu caso.
Me levantei do sofá, fui até o quarto onde a Karine arrumava umas coisas e repeti o pedido do sobrinho. Os olhos dela brilharam na hora, com um misto de surpresa e puro tesão contido pela abstinência daquelas últimas semanas. Um sorriso malicioso cruzou o rosto dela e ela bateu o martelo:
— Claro que eu topo. O guri pediu com jeitinho e já tava na hora de lembrar ele de quem é que manda aqui. Espera só um minutinho que eu vou me arrumar para o meu público particular.
Assim que ela falou que topava, nós fomos em direção ao quarto para ela se arrumar. Mas, antes de vestir qualquer coisa, ela quis preparar o terreno para receber o guri.
Quando entramos no quarto, a cena já era de tirar o fôlego: a Karine estava deitada de costas na cama, com as pernas levemente abertas. Ela usava apenas uma calcinha branca de renda extremamente fina e transparente; o tecido era tão ralo que deixava ver claramente os lábios da buceta dela bem marcados ali embaixo, molhados e convidativos, mesmo de longe.
Assim que percebeu a nossa presença — com o Lucas entrando logo atrás de mim, com os olhos vidrados —, ela se levantou calmamente, ficou de pé escorada na beirada da cama, bem de frente para nós, e assumiu o comando com aquela pose de dona de tudo:
— A partir de agora, quem dita o ritmo sou eu — avisou ela, com a voz rouca e mandona. — E já que você se comportou direitinho nos últimos dez dias, moleque, chegou a sua recompensa. Tira a roupa. Quero ver esse bicho duro.
O Lucas não pensou duas vezes. Em segundos, chutou a bermuda e ficou completamente pelado na nossa frente. O pau dele estava gigantesco, latejando de tanto tesão, apontado quase colado na própria barriga de tão duro.
Enquanto eu começava a me despir devagar ao lado deles, curtindo o espetáculo, a Karine chamou o guri com um gesto de dedo:
— Vem aqui perto, grandão.
Quando o Lucas deu o passo à frente e parou bem colado nela, com o pau a centímetros da barriga dela, a Karine não perdeu tempo. Ela abriu um sorriso de pura safadeza, envolveu a mão firme no membro latejante do sobrinho e começou a bombear para cima e para baixo, fazendo caretas de quem estava adorando o poder que tinha nas mãos.
— Tá gostando, né, seu tarado? — provocou ela, olhando fixamente nos olhos dele, que já estavam virando de tanto prazer.
Mas ela não parou por aí. Enquanto continuava a puxar a punheta no pau do Lucas com uma mão, ela pegou a outra mão dele e levou direto para o meio das próprias pernas, encaixando os dedos do garoto na calcinha transparente.
— Agora presta atenção, porque é assim que se faz — sussurrou ela, guiando os movimentos dele. — Não é para enfiar a mão de qualquer jeito na pressa. É com carinho, com malícia... Sente aqui, esfrega o clitóris devagar, faz círculos leves, do jeito que a mulher gosta...
O Lucas, totalmente hipnotizado pelo corpo dela e pela força daquela situação, seguiu o comando à risca. Ele começou a mexer os dedos exatamente como a tia estava ensinando, massageando os lábios e o clitóris dela com um toque delicado, mas firme.
A reação foi imediata. A Karine não esperava que o guri fosse pegar o jeito tão rápido: os dedos dele encontraram o ponto exato com tanta precisão e ritmo que o corpo dela deu um estalo de puro tesão. Os olhos dela se fecharam com força, a cabeça tombou para trás e um gemido alto, gostoso e descarado ecoou pelo quarto.
— Caralho... — gemeu a Karine, mordendo o lábio inferior e sentindo as pernas bambear. — Assim você vai me fazer gozar na tua mão, seu moleque... Tá aprendendo direitinho, hein?
Eu assistia a tudo de camarote, nu e encostado na parede, vendo o guri passar de cabaço desajeitado a um aluno aplicado que estava fazendo a própria tia gemer de verdade na palma da mão.
A Karine respirou fundo, recuperando o fôlego e piscando os olhos para espalhar a onda de tesão que quase a derrubou. Ela endireitou a postura, deu um tapinha leve na mão do guri que ainda estava entre as pernas dela e ordenou com a voz rouca e mandona:
— Agora não tira essa mão daí nem por um segundo, ou eu te castigo para o resto da vida. Deixa os dedos exatamente onde estão, fazendo o que eu te ensinei.
O Lucas, com a respiração pesada e o pau duro ainda pulsando na mão dela, apenas assentiu com a cabeça, concentrado ao máximo para não errar. A calcinha branca transparente continuava colada, encharcada com a umidade dela, e os dedos do guri faziam círculos lentos e firmes no clitóris da tia.
— Isso... bem assim — aprovou a Karine, dando um sorriso malicioso. — Agora abaixa um pouco. Vou chupar os seus mamilos para ver se você aguenta a pressão.
Ela se inclinou para a frente. O Lucas abriu um pouco os braços, arqueando o peito nu na direção dela. A Karine abriu a boca e abocanhou o mamilo direito do sobrinho com força, sugando a pele e passando a língua em voltas rápidas, enquanto a mão dela continuava ritmada no pau dele. O guri soltou um gemido abafado, revirando os olhos e sentindo o corpo inteiro tremer com a intensidade daquela chupada inesperada.
Depois de alguns segundos devorando o peito dele, a Karine subiu o olhar, cheia de malícia, e deu o próximo comando:
— Pronto. Agora é a sua vez. Quero ver se você aprendeu a chupar um peito de verdade. Vem aqui nos meus.
O Lucas obedeceu no mesmo instante. Ele se inclinou sobre o corpo dela, abocanhou o seio farto da tia e começou a chupar com vontade, revezando entre mordidinhas leves no bico e lambidas molhadas, enquanto a outra mão continuava firme e no ritmo certo lá embaixo, massageando a buceta encharcada dela.
A Karine fechou os olhos com força, sentindo a combinação perfeita da boca do sobrinho no seu peito e dos dedos dele esfregando o seu ponto mais sensível. O corpo dela balançava levemente a cada investida da língua dele.
— Isso... ai, meu Deus... — gemia ela, com a voz abafada e manhosa contra o pescoço do guri. — Caralho, moleque... você aprendeu mesmo, hein? Tá chupando gostoso pra caralho...
Eu continuava ali do lado, encostado na parede, assistindo àquela cena de pura devassidão e controle, vendo o guri executar cada comando com precisão de mestre, enquanto a Karine se derretia inteira nos braços dele.
A Karine interrompeu a pegação de repente, afastando a boca do peito dele com um estalo de saliva. Ela respirou fundo, deu um sorriso de canto de boca e ordenou:
— Espera aí. Fica exatamente onde você está, não sai daí.
Com um movimento rápido, ela subiu na cama e se ajeitou bem na nossa frente, ficando de quatro. Ela empinou a bunda com força, deixando aquele rabo farto perfeitamente à mostra para o Lucas. Através da calcinha branca transparente que ela ainda usava, dava para ver perfeitamente o pacote da buceta dela bem destacado e marcado ali embaixo, inchado, todo molhado e brilhando com os fluidos que escorriam, convidativo até não poder mais.
Como o Lucas era muito alto e a nossa cama tinha uma altura normal, a posição encaixou perfeitamente. A Karine olhou para ele por cima do ombro e deu a instrução com a voz rouca e mandona:
— Agora chega bem perto. Larga esse teu pau duro bem no meio, em cima da minha bunda. Quero você coladinho em mim... e faz favor de colar bem pertinho, porque eu quero sentir as tuas bolas encostando na minha bunda, seu moleque tarado.
O guri obedeceu sem pensar duas vezes. Ele deu o passo à frente, encaixando o corpo no dela. O pau gigante e latejante ficou deitado bem em cima das nádegas da tia, e o saco pesado dele encostou em cheio, colado na pele da bunda dela, criando um atrito direto que fez os dois arfarem.
Assim que sentiu o peso, a textura e o calor das bolas do sobrinho encostadas na sua bunda, a Karine soltou um gemido manhoso e começou a rebolar. Ela rebolava gostoso, como uma verdadeira putinha, mexendo os quadris de um lado para o outro de forma ritmada, fazendo o pau dele deslizar por cima da bunda enquanto o rabo dela esfregava direto no saco do guri.
A cena era absurda e de dar água na boca. O pau grosso do Lucas escorregando por cima daquela bunda redonda, a calcinha molhada marcando todo o pacote da buceta dela, e ela rebolando sem vergonha nenhuma, tirando o pouco de juízo que ainda restava ao garoto.
Eu estava ali do lado, assistindo a tudo com o pau duro na mão, vendo a minha mulher guiar o sobrinho em uma putaria descarada e deliciosa.
A Karine deu mais algumas reboladas frenéticas, soltando gemidos altos que ecoavam pelo quarto, até que parou o movimento de repente. Ela apoiou os cotovelos no colchão, virou a cabeça para trás e olhou fixamente para o Lucas, que estava ofegante e tonto de tanto tesão.
— Chega de brincadeira — disse ela, com a voz rouca e mandona. — Agora você vai aprender a chupar uma buceta de verdade. Presta bem atenção no que eu vou te ensinar.
Ainda de quatro, ela puxou o guri para mais perto, pegou o pau duro e latejante dele com a mão e levou até a boca. Para mostrar exatamente o que exigia dele, a Karine abriu bem os lábios, abocanhou a glande do sobrinho e começou a chupar e lamber com uma técnica impecável: passava a ponta da língua bem devagar fazendo voltas na cabeça do membro, depois fazia uma sucção forte e ritmada, subindo e descendo com a boca enquanto olhava nos olhos do garoto para garantir que ele estava absorvendo cada detalhe da aula.
O Lucas soltou um gemido estragulado, com as mãos cravadas no lençol, quase perdendo o controle com aquela demonstração explícita.
Depois de alguns segundos chupando o pau dele com vontade para deixar o guri completamente fora de si, ela soltou o membro, deu um tapinha de leve na perna dele e ordenou:
— Pronto. Agora deita eu aqui e faz exatamente o que eu acabei de te mostrar lá embaixo. Quero ver se você tem jeito para a coisa.
A Karine se ajeitou rapidamente, deitando de costas na cama com as pernas abertas e empurrando a calcinha transparente para o lado, deixando a buceta totalmente exposta, inchada e encharcada.
O Lucas não perdeu um segundo. Ele se aunciou de joelhos entre as pernas dela, respirou fundo e abaixou a cabeça. Aplicando exatamente a lição que acabara de receber, ele começou a passar a língua com calma e precisão pelos lábios da buceta da tia, focando diretamente no clitóris com lambidas longas, firmes e intercaladas com leves sucções.
A reação foi instantânea. Na primeira passada de língua bem feita, a Karine estremeceu dos pés à cabeça, arqueou as costas com força e soltou um gemido agudo e desesperado que encheu o quarto. O toque dele, agora refinado e sem a afobação de antes, atingiu em cheio o ponto exato que ela gostava.
— Ai, caralho... — gemia ela, puxando o cabelo do guri e enterrando os dedos na cabeça dele para mantê-lo colado ali. — Isso... aí mesmo... Caralho, você aprendeu, seu safado! Tá chupando gostoso demais...
Eu continuava encostado na parede, assistindo à cena com um sorriso de orelha a orelha, vendo o guri executar a lição com perfeição enquanto a Karine se derretia inteira, totalmente rendida ao talento recém-descoberto do sobrinho.
A Karine afastou o Lucas de cima dela com um empurrãozinho leve, ofegante e com os olhos brilhando de tesão.
— Chega, aluno exemplar. Agora descansa a boca um pouco e fica em pé, bem na beirada da cama, olhando para nós dois — ordenou ela, ajustando a posição.
O guri, com o rosto corado, a respiração pesada e o pau duro como pedra, obedeceu na mesma hora, plantando-se de pé bem na frente da cama. Por causa da altura dele e de como a cama ficava em relação ao corpo dela, o membro latejante do Lucas ficou apontado bem na altura do rosto e dos peitos da Karine, que se ajoelhou no colchão, ficando de frente para ele.
Ela olhou para mim, que ainda estava ali assistindo a tudo com o pau em brasa, e chamou com a voz mandona e tarada:
— Vitor... chega mais. Olha para esse guri, ele tá com as bolas inchadas e cheias até o talo.
O Lucas confirmou com a cabeça, os olhos vidrados na tia, enquanto já começava a bater uma punheta rápida no próprio pau, fazendo a cabeça do membro pingar pré-sêmen.
A Karine virou para mim com um sorriso perverso, mordendo o lábio:
— Então faz o seguinte, amor... Vem por trás de mim. Mete esse teu pauzão no meu cu, mas bem devagar. Eu vou ficar de joelhos aqui na cama, de frente para ele, masturbando a minha própria buceta enquanto ele bate essa punheta violenta. Quando o moleque gozar, vai ser épico: eu quero sentir o peso dessa porra grossa dele explodindo e batendo direto nos meus peitos. Vem logo!
A proposta era uma verdadeira insanidade de cabaré, daquelas que misturavam tudo o que a gente mais gostava. Não pensei duas vezes.
Dei a volta na cama e me posicionei logo atrás dela. A Karine apoiou os joelhos no colchão, empinou a bunda fartamente para mim, enfiando os próprios dedos na buceta encharcada para se masturbar, enquanto olhava fixamente nos olhos do Lucas. Do outro lado, o guri estava de pé, bombardeando o próprio pau com a mão em um ritmo frenético, com a respiração cortada.
Aproximei meu pau duro da entrada do cu dela. Com todo o cuidado do mundo para ir devagar, fui empurrando a cabeça do membro contra a pele sensível. A Karine soltou um arquejo agudo, fechando os olhos por um segundo e rebolando o quadril para me encaixar melhor, enquanto o cu apertado e quente ia engolindo o meu pau centímetro por centímetro, até eu estar completamente enfiado nela por trás.
— Isso... caralho... — gemia a Karine, com os dedos enfiados na própria buceta e a boca aberta, olhando para o sobrinho. — Continua, Vitor... mexe devagar...
Comecei a estocar bem lento por trás, enquanto a Karine se esfregava com a própria mão e o Lucas, na nossa frente, babava de tesão vendo a cena enquanto socava a mão no próprio pau, que já estava prestes a explodir de tanto acumular carga.
— Tá quase... tia, eu tô quase! — gemia o Lucas, com a voz falhada, balançando o corpo de um lado para o outro.
— Vai, moleque! Goza na minha cara, goza nos meus peitos! — instigava a Karine, rebolando contra mim e acelerando os dedos na buceta, enquanto eu intensificava as estocadas no cu dela.
Foi o limite. Com um grito abafado, o Lucas arqueou as costas, travou as pernas e descarregou tudo de uma vez só. O jato de porra grossa saiu espirrando com força do pau dele, voando direto e batendo em cheio nos peitos da Karine, escorregando pelo colo dela exatamente como ela tinha planejado. No mesmo instante, com o baque daquela cena e o ritmo das minhas estocadas por trás, a Karine travou os olhos, soltou um urro de puro prazer e gozou junto, contraindo o cu apertado no meu pau enquanto o quarto inteiro parecia pegar fogo.
A intensidade daquela cena foi tanta que o quarto inteiro parecia vibrar. Com o corpo mole de puro prazer, a Karine nem esperou muito: logo após soltar o seu orgasmo e contrair o corpo inteiro, ela deixou o tronco cair para trás, nos meus peitos, ofegante e completamente rendida.
Ela olhou para baixo, abriu um sorriso malicioso e me chamou, apontando para o próprio corpo:
— Olha isso aqui, Vitor... O guri tava guardando munição há dez dias mesmo. Olha quanta porra grossa tá espalhada nos meus peitos, pingando direto do bico na cama... Um verdadeiro estrago.
A cena era inacreditável. Os jatos espessos e fartos do Lucas cobriam todo os peitos dela, escorrendo lentamente pela pele suada e acumulando nos mamilos eretos, formando pequenas poças brancas que manchavam os lençóis.
O Lucas estava parado na nossa frente, respirando fundo, com o pau ainda duro, latejando e todo lambuzado de pré-sêmen e saliva da última lição. Vendo o membro do sobrinho daquele jeito, a mente da Karine deu mais um estalo de pura perversão.
Apoiando os joelhos no colchão, ela virou de quatro na minha frente, empinando aquele cuzão farto, redondo e ainda úmido, e soltou com a voz rouca e tarada:
— Espera aí... Deixa eu limpar o Lucas do meu jeito.
Sem perder tempo, ela rastejou em direção ao guri. Com o rabo empinado bem na minha cara — me servindo daquele “rabão” maravilhoso enquanto eu ainda estava duro e latejando —, a Karine abriu a boca e encaixou o pau do Lucas inteirinho de uma vez só, fazendo uma garganta profunda violenta para chupar até a última gota de porra que ainda restasse ali, limpando o garoto com uma voracidade de verdadeira devassa.
Ver a minha mulher ali, rebolando o cuzão para mim enquanto engolia o pau do sobrinho com tanta safadeza, foi o estopim definitivo para o meu cérebro.
Segurei firme na cintura dela, puxando-a com força contra o meu quadril, e comecei a estocar no cu dela em um ritmo violento, sem piedade. A cada estocada funda, o corpo dela tremia e ela gemia abafada com o pau do Lucas na boca. A combinação daquele cenário — o guri sendo chupado na nossa frente e eu comendo o rabo da Karine com tudo — me levou ao limite absoluto em questão de segundos.
— Caralho, Karine... — rugi, cravando os dedos na carne dela.
Com um último empurrão fundo e certeiro, meu corpo travou. Descarreguei tudo o que tinha guardado, gozando gostoso e profundamente dentro dela, sentindo as paredes do cu dela apertarem o meu pau latejante a cada jato quente que eu mandava para dentro, selando aquela noite insana de treinamento e perversão.
A Karine se levantou e foi até o banheio se limpar, Lucas e eu aguardavamos, ela voltou rapida com um tubo de oleo e pediu para o Lucas passar pelo corpo todo dela. Quando estava bem lambusada caminhou até a cama e se jogou de bruços bem ao meu lado, com o corpo completamente brilhante, besuntado no óleo perfumado. Ela virou o rosto na minha direção, me encarou com um sorriso malicioso de orelha a orelha e soltou uma frase que fez o quarto inteiro congelar por um segundo:
— Amor... O Lucas agora vai chegar bem pertinho de uma penetração.
Eu virei o rosto, surpreso, e encarei a Karine com os olhos arregalados, digerindo o tamanho daquela provocação. O Lucas, que estava ajoelhado ao lado da cama com o pau duro e as mãos ainda meladas de óleo, travou na mesma hora. Ele parou com os dedos no ar, boquiaberto, sem acreditar no que acabara de ouvir. A linha vermelha sagrada estava prestes a ser testada no limite absoluto.
A Karine continuou, com a voz rouca e autoritária, olhando direto para o sobrinho:
— É isso mesmo que você ouviu, moleque. Já que você se comportou, aprendeu a chupar direito e tá com esse pau implorando para fazer estrago... eu vou te dar um gostinho do que é uma penetração, mas com as minhas regras. Eu tô com a bunda e as coxas completamente meladas de óleo. Você vai alinhar o seu pau bem no meio das minhas nádegas, apertar bem firme e me foder ali, escorregando entre as minhas pernas e o meu rabo.
Ela fez uma pausa dramática, estreitando os olhos com severidade para o guri:
— Mas presta muita atenção na regra, Lucas: é entre as nádegas e nas coxas, raspando no meu cu e na minha buceta. Se você tentar enfiar de verdade e cruzar a linha da minha buceta ou do meu cu sem permissão, a brincadeira acaba agora e você passa os próximos seis meses de castigo. Entendeu?
O Lucas engoliu em seco, com a respiração disparada, o coração batendo na garganta e o pau latejando de um jeito que parecia que ia explodir. Ele balançou a cabeça positivamente, sem conseguir pronunciar uma única palavra, totalmente hipnotizado pela proposta indecente.
— Ótimo. Então sobe aqui e mostra se você aguenta o tranco — ordenou a Karine, ajeitando o quadril e empinando a bunda farta e oleosa para cima.
O guri subiu na cama com os joelhos tremendo, encaixando o corpo logo atrás dela. Ele posicionou o pau grosso e escorregadio bem no vinco das nádegas da tia, que já estavam ensopadas de óleo. Assim que ele encostou a cabeça do membro ali, a sensação foi de pura eletricidade.
— Isso... Empurra devagar, sente o calor — sussurrou a Karine, virando o rosto para mim com um olhar de pura devassidão enquanto o Lucas dava a primeira investida.
Ele empurrou o quadril para a frente. O pau escorregou com uma facilidade absurda no óleo, afundando com tudo entre as nádegas carnudas e a fenda da bunda dela, roçando milimetricamente a entrada do cu e os lábios da buceta. A textura era de uma maciez e um calor indescritíveis.
— Caralho... — gemeu o Lucas, fechando os olhos com força, sentindo aquela pressão absurda.
— Isso, moleque! Me fode aí! — instigou a Karine, arqueando as costas e afundando o rosto no travesseiro.
O Lucas começou a estocar. Como o óleo reduzia todo o atrito, ele conseguia ir e vir com uma velocidade e uma profundidade insanas. A cada estocada, o pau dele entrava e saía com um som úmido e estalado, batendo direto na base da bunda dela.
E a forma como a Karine gemia fazia parecer que ela estava sendo penetrada de verdade. Cada investida arrancava dela um gemido alto, agudo e rasgado, rebolando o quadril em sincronia com os movimentos do guri, fingindo e entrando tanto no personagem que o Lucas estava completamente enfeitiçado, achando que estava comendo a tia de fato.
Eu estava deitado ao lado, assistindo a aquele espetáculo erótico com o pau duro de novo, vendo o guri suar em bicas, descontrolado de tesão.
— Tia... Tia, eu tô quase! — gritou o Lucas com a voz embargada, com o corpo inteiro tremendo e as pernas bambas de tanto esforço. — Eu vou gozar!
Assim que ouviu o aviso de que o limite tinha chegado, a Karine não perdeu tempo. Com um reflexo rápido, ela levou as duas mãos para trás, agarrou as próprias nádegas com força máxima e forçou o cu e as coxas para dentro, esmagando o pau do Lucas com tudo o que tinha, criando um aperto brutal, sufocante e extremamente justo ao redor do membro dele.
— Então goza aqui dentro, seu maldito! Goza na minha bunda! — gritou a Karine, esmagando o pau dele com as mãos.
Foi o sinal que faltava. Com um urro estragulado, o Lucas travou os quadris, arqueou as costas em um sobressalto e descarregou uma quantidade absurda de sêmen quente, que espirrou com força, lambuzando ainda mais o óleo, as coxas e a bunda da Karine, enquanto ele desabava exausto sobre as costas dela, com a respiração falhada e a sensação de ter chegado ao paraíso.
Depois tomamos banho e fomos para a piscina como se nada tivesse acontecido e aproveitamos a tarde na agua.
CONTINUA...

Pelo jeito logo logo ele consegue