Não acreditei que isso poderia acontecer (Aproveitando o ciúmes da Emily) - Parte 15



Naquela noite deitado na cama, contei pra Karine que tinha flagrado a Emily peladinha no banho, com aquela buceta novinha e cheia de pelos ralo. Ela pirou de tesão e já lançou o plano: convencer a Emily a se depilar junto com ela no sábado à tarde.

Na sexta à noite, o clima já estava pegando fogo. A Karine saiu do banho só de calcinha, com os peitões fartos balançando e de fora, secando o cabelo na maior cara de pau pela casa.

O Lucas deu aquela secada disfarçada, olhando pra Emily pra ver se ela surtava, mas a guria nem deu bola.

Aproveitando o calor infernal, saí circulando de cueca box com a rola marcando o tecido e soltei:
— Porra, que calor do caralho. Por que vocês não tiram essa roupa pra refrescar?

O Lucas não pensou duas vezes: — Se vocês não se importam... — e arrancou a bermuda, ficando só de cueca com o pau marcando.

A Emily levantou, foi no quarto e voltou transformada numa verdadeira delícia: um sutiã de renda amarelo estourando os peitinhos e uma bermudinha preta colada que engolia a bunda inteira, curtinha deixando a polpa das nadegas de forra marcando cada centímetro daquele corpo novinho.

No sábado à tarde, a Karine colou na Emily logo depois do almoço, as duas começaram a cochichar pelos cantos e avisaram que iam trancar o quarto para fazer "coisas de mulher". Eu sabia exatamente o que estava rolando: a missão de depilação tinha começado. Horas mais tarde, quando fiquei a sós com a Karine na cozinha, ela me contou cada detalhe gostoso de como foi lá dentro.

A Karine tirou a calcinha bem na frente da Emily para servir de exemplo, abrindo as pernas na beirada da cama e mostrando aquela buceta carnuda e lisinha. Com o aparelho de barbear e muito creme de barbear nas mãos, ela começou a puxar conversa com a guria: — Senta aqui, Emily. Deixa eu cuidar dessa bucetinha nova para você ficar lisinha e pronta para o teu homem...

A Emily, morrendo de vergonha mas com os olhos brilhando de curiosidade e safadeza reprimida, sentou de frente para a tia. A Karine pegou o creme, espalhou bem por cima daquela penugem rala e macia, massageando os lábios sensíveis da guria até ela soltar um gemidinho manhoso. Com gestos lentos e provocantes, a Karine encostou a lâmina fria bem na fenda da sobrinha, raspando cada cantinho com cuidado cirúrgico, puxando a pele para esticar.
A cada passada do gilete, a Emily arqueava as costas, mordia os lábios e gemia baixinho, totalmente entregue à sensação de ter a tia cuidando da intimidade dela daquele jeito pornográfico. No fim, Karine lavou tudo com uma toalha morna, abriu os grandes lábios da guria com os dedos e declarou a obra pronta: uma buceta completamente lisa, rosinha e brilhando, pronta para foder sem restrições.

Enquanto a Karine se levantava, admirando de perto a depilação, ela passou a mão pelos cabelos da sobrinha com um carinho e soltou um elogio manhoso:
— Olha para essa obra de arte, Emily... Que coisinha mais linda, rosinha e perfeita essa tua bucetinha ficou, Dá vontade de ficar o dia inteiro olhando e cuidando dessa xotinha apertada.

Logo depois, ela deu meia-volta, foi até a cômoda do quarto e vasculhou uma gaveta até puxar um frasco pequeno. Virou-se de volta para a Emily com um sorriso cheio de malícia nos lábios e balançou o vidro no ar:

— Olha aqui, guria... Achei esse gel térmico. Ele é picante e esquenta pra caralho quando entra em contato com a pele. Imagina só a cara do Lucas se você usar isso com ele? Ele ia derreter de tesão em segundos!

Sem esperar resposta, a Karine despejou umas gotas daquele líquido denso nos dedos e voltou agachada para perto da cama. Começou a espalhar o gel carinhosamente por toda a extensão daquela bucetinha recém-depilada, massageando os lábios e a entrada com uma calma torturante. Enquanto o produto começava a agir, fazendo a pele rosinha esquentar e formigar, a tia continuava paparicando e provocando com a voz cheia de luxúria:

— Olha só para essa xotinha... Olha que coisa mais delicada, tão pequenininha e fechadinha, meu amor... É de dar dó de tão apertada. Como é que um pau grosso consegue entrar numa fendinha tão estreita assim sem rasgar tudo?

Com a curiosidade e o tesão a mil, a Karine encostou a ponta do dedo indicador bem na fenda latejante e empurrou devagar para dentro. A bucetinha da Emily agarrou o dedo com tanta força e pressão que a própria Karine arqueou a sobrancelha, impressionada com o aperto absurdo:

— Caralho, olha isso... Meu dedo mal entra e já fica trancado aqui dentro, apertado e sendo sugado.

A Emily, mesmo vermelha de vergonha e com o corpo formigando por causa do gel térmico, soltou uma risadinha manhosa. Decidida a mostrar que entendia do assunto, contraiu os músculos com um movimento rápido e certeiro da própria buceta, dando umas apertadinhas ritmadas no dedo da tia que estava lá dentro.
A Karine pirou na hora, abrindo um sorriso de orelha a orelha e sentindo o dedo ser espremido com força pela carne quente da guria:

— Caralho, que tesão! Tu é muito sapeca mesmo, guria! O Lucas deve pirar o cabeção quando você faz essa maldade com ele, né?
A Emily deu de ombros, com um brilho de pura safadeza nos olhos, e confessou, rindo baixinho:

— Pois é, tia... Às vezes, bem na hora H, ele enfia o pau todo duro lá no fundo e me pede para ficar paralisada, só contraindo e apertando ele sem fazer nenhum movimento. Ele diz que é covardia de bom... Fica lá com a rola inteira estancada, pedindo pelo amor para eu não mexer, só sentindo o aperto. E o pior é que ele aguenta um pouco assim e goza quase gritando de tesão na minha!

Terminada a depilação da buceta, a Karine passou os dedos besuntados de creme pelos lábios abertos da sobrinha e foi direto ao ponto:

— E o cuzinho, Emily? Já deixou o Lucas enfiar a piroca aí ou ainda tá virgem de rabo?

A Emily corou, balançando a cabeça negativamente com um sorriso safado. A tia mandou na lata:
Então vira de quatro aí pra tia ver essa obra de arte.

A guria obedeceu na hora: empinou a bunda redonda na cama e abriu bem as pernas. A Karine meteu os dedos, afastou as nádegas com força e deu de cara com um anelzinho rosinha, perfeitamente fechado, liso e lambuzado. Ela sorriu maliciosa: — Olha só que gracinha... Esse cuzinho tá implorando por uma rola, perfeitinho pra receber um cacete grosso.

A Emily riu de nervoso, mordeu os lábios e confessou: — A verdade é que eu morro de medo... É muito apertado. Karine, me fala, é bom mesmo? Como é a sensação de ter o rabo comido?

— Amiga, vou te falar a real: no começo exige muito cuidado, relaxamento e bastante lubrificação. Tem aquela sensação de pressão intensa, um estiramento e um leve ardor, porque a região é super justa. Parece que a gente tá preenchida demais ou que tem uma barreira que precisa ceder com calma. Mas a mágica acontece quando o ritmo desacelera e o corpo acostuma. A dorzinha inicial vira um calor profundo, porque a espessura do pau lá dentro da umas apertadas que arrepiam o corpo inteiro. É uma mistura de dor e de um tesão desgraçado, uma sensação de ser totalmente dominada que faz a alma quase sair do corpo. Quando o Lucas fincar a piroca aí e pegar o compasso, teu cuzinho vai delirar e você vai querer mais até babar.

Terminado aquela seção Karine propositalmente só deixou a menina pingando de tesão e não finalizou. A noite de sábado esquentou de vez com a bebedeira rolando solta. Desde mais cedo, a putaria tímida aos poucos se soltava e já tinha virado rotina: todo mundo ia mijar com a porta escancarada, sem o menor pudor, e a gente já trocava olhares safados pelos corredores quando cruzava de cueca ou calcinha.

O clima estourou na beira da piscina. Com a cachaça fazendo efeito e todo mundo meio aéreo mas bem lúcido, a Karine pediu pro Lucas passar creme nos peitões dela. O guri não pensou duas vezes, pegou o pote e desceu a mão com uma naturalidade absurda, massageando aquelas tetas fartas bem na frente de todo mundo, sem medo de consequencias devido ao alcool provavelmente. A Emily olhou aquilo com a cara fechada, o ciúme subindo na veia, levantou bufando da espreguiçadeira e disparou pro banheiro.

Esperei uns segundos para não dar na vista e fui atrás, pensando em amenizar a situação se ela tivesse brava. Quando cheguei lá, a porta estava aberta e ela estava na pia se lavando. A bebida mexeu com a minha cabeça e me deu uma ideia totalmente sem freio. De cueca box, passei por ela na maior naturalidade, encostei no vaso, tirei a rola para fora e comecei a mijar fazendo barulho.

A Emily deu aquela secada de rabo de olho no meu pau e voltou a se olhar no espelho. A cachaça me deixou sem filtro e mandei a brincadeira na maldade: — Pô, guria... não vai dar uma moral e segurar aqui pro tio mijar não?

Ela fechou a cara na hora, virou as costas e saiu pro corredor. Na mesma hora pensei: puta que pariu, agora fodeu tudo.

Passaram-se poucos segundos e ela voltou com a cara fechada de raiva, marchando reto até mim. Antes que eu pudesse reagir, ela meteu a mão com força e apertou meu pau duro com tanta violência que levei um susto do caralho, achando que a maluca ia arrancar a minha rola fora.

Aguentei firme, terminei de mijar com o bicho espremido na mão dela, e a guria ainda deu duas balançadas secas no meu cacete antes de me soltar, virar as costas e sumir em direção ao quarto. Fiquei parado ali no banheiro, zonzo com a cena e pensando: será que foi troco?

Voltei para a beira da piscina e a Karine logo perguntou pela Emily. Respondi que ela tinha ido ao banheiro e sumido para o quarto, deixando a Karine com uma cara de interrogação.

Mas o mistério sumiu num segundo quando a Emily voltou andando rebolando, de calcinha branca de tecido fininho e transparente, sem sutiã nenhum e com os peitinhos empinados e durinhos por causa do vento fresco da noite. Ela sentou na espreguiçadeira, pegou o pote de creme e soltou na lata: — Tio, passa creme em mim?

A Karine deu uma risada maliciosa, olhando direto para o Lucas que ficou com aquela cara de coio, sem saber onde enfiar a cara de ciúme. Para disfarçar o climão, a Karine cortou rápido:
— Nada mais justo, amor. Já que você passou na minha teta antes, agora o tio vai cuidar dela.
— Com todo o prazer do mundo — respondi já pegando o pote.

Me aproximei por trás da Emily e joguei uma boa porção de creme gelado nas minhas mãos, espalhando rápido antes de colar nos peitos dela. Comecei a massagear com firmeza, apertando aqueles mamilos durinhos e eretos que pareciam pedir mais. Minhas mãos escorregavam pelos peitinhos redondos, beliscando os bicos sensíveis enquanto ela arqueava as costas e soltava um gemidinho manhoso de tesão. Passei o creme descendo pela barriga lisa, contornando a cintura e esfregando os dedos que raspavam as vezes na calcinha.

Terminada a massagem, deixei a guria respirando fundo e relaxada, depois a Karine puxou a Emily e o Lucas para dentro da água da piscina. Fiquei sentado na espreguiçadeira fingindo mexer no celular, mas só de olho na muvuca.

Pouco depois, a Emily saiu da água caminhando direto na minha direção. Assim que ela começou a andar, meu pau deu um pulo na cueca e ficou duro instantaneamente. A calcinha branca de tecido fino, completamente encharcada, virou uma transparência total. Aquela bucetinha depiladinha estava emoldurada ali: pequenininha, rosinha, com os lábios carnudinhos saltando à mostra.

Ela percebeu na hora que dava para ver tudo, parou bem na minha frente e fingiu a maior inocência do mundo:

— Tio, cê acredita que o meu piercing do umbigo caiu lá dentro da piscina?

Com a Karine e o Lucas distraídos nas costas dela e sem ver absolutamente nada, a safada empinou a bacia de propósito, abrindo um pouco mais as pernas para ter certeza absoluta de que eu estava devorando com os olhos aquela buceta peladinha e encharcada bem na cara dela.

A ficha caiu: o ciúme que a Emily sentia do Lucas com a Karine era descontado em mim daquele jeito provocante. Na cama, eu e a Karine decidimos explorar essa brecha ao máximo.

O domingo amanheceu com um calor infernal. Sem precisar combinar nada, a Emily já levantou circulando pela casa só de calcinha. Vendo aquilo, a barreira caiu de vez: eu, a Karine e o Lucas fomos na mesma onda e a casa virou um antro de libertinagem logo cedo.

As provocações rolaram soltas o domingo todo, mas o ápice aconteceu quando a Karine jogou verde com um sorriso malicioso: soltou para a Emily que, vez ou outra, também ajudava a depilar o Lucas, assim como tinha feito com ela no dia anterior. O guri estava distraído e não ouviu nada, e a Karine ainda emendou pedindo segredo absoluto.

A Emily se roeu inteira de raiva, com os olhos faiscando de ciúme, e já começou a arquitetar o troco na hora. Com um tom desafiador, virou para a tia e perguntou como era depilar um homem, dizendo que devia ser complicado. A Karine descreveu por cima como era.

Mas a guria, inconformada pediu — Eu quero aprender. Me ensina? A Karine ponderou, dizendo que o Lucas provavelmente não ia gostar. Foi aí que a Emily olhou direto para mim, sorriu de canto e soltou a bomba: — E no tio, não pode ser?

A Karine caiu na gargalhada com a ousadia da sobrinha, achou a ideia genial e topou na hora: — Pode sim! Mas vamos fazer o seguinte: quarta-feira à noite o Lucas não vai estar em casa, aí a gente aproveita para treinar, Fechado?

A Emily confirmou com a cabeça, com um sorriso de canto a canto, e a partir dali a maldita quarta-feira virou uma eternidade para chegar. O tempo parecia se arrastar, mas o dia finalmente virou e, no finalzinho da tarde, o portão bateu anunciando a chegada dela.

Saí do banho apenas de cueca box, com o pau já latejando e duro de antecipação. A Karine saiu do quarto bem na hora, dei um abraço apertado na Emily e fui direto me sentar na poltrona de couro da sala. A Karine olhou fixamente para a guria e deu a letra: — Tira esse vestido, guria, fica bem à vontade.
A Emily não pensou duas vezes: desabotoou o salto, puxou o tubinho preto pela cabeça de uma vez só e ficou exibindo um conjunto de calcinha e sutiã de renda vermelha que destacava perfeitamente o corpo depilado e novinho.

A Karine assumiu o comando da aula prática na hora:

— Beleza, vamos começar. Tira essa cueca, amor.

Baixei o tecido de uma vez e deixei o cacete totalmente exposto. Obedecendo às instruções da Karine, afastei as pernas e apoiei os pés nos braços da poltrona, deixando a virilha e os testículos completamente à mostra para a Emily.

A guria deu um passo à frente, vermelha de vergonha mas com os olhos fixos na minha rola grossa ainda meia bomba. A Karine pegou o frasco de gel de barbear, esguichou uma quantidade generosa direto na base do meu pau e passou para a mão da sobrinha: — Espalha bem o gel por cima desse pau, Emily. Senta o dedo nos ovos dele e não tenha medo de apertar, porque homem gosta é de pressão.

A Emily engoliu em seco, com as mãos trêmulas de tesão, e começou a espalhar o produto. Os dedos macios dela deslizaram pela minha extensão, massageando a glande inchada e descendo para envolver os meus testículos. A Karine orientava cada movimento de perto, colada nela: — Isso, agora estica a pele da base com uma mão e passa a lâmina bem devagar com a outra, descendo rente. Cuidado para não cortar, mas raspa tudo para deixar esse pau lisinho.
A Emily encostou a ponta da gilete fria logo acima da base, sentindo o calor absurdo da minha pele. Com o coração batendo forte, ela começou a puxar a lâmina para baixo, cortando os pelos pubianos enquanto a Karine supervisionava, passando os dedos livres para conferir se não restava nada. A cada passada do metal raspando perto da raiz, o atrito fazia o meu pau dar uma fisgada . A Emily lambia os lábios secos de nervosismo e tesão, vendo de pertinho o meu volume , totalmente entregue àquela putaria controlada pelas mãos da tia.

A Karine conferiu cada centímetro da pele raspada, aprovando o resultado com um sorriso malicioso, e já emendou o próximo passo da brincadeira: — Ficou perfeito, lisinho. Agora vamos secar bem e passar esse óleo especial para aliviar e deixar a pele macia.

Peguei uma toalha e sequei o excesso de umidade enquanto a Emily, ainda ofegante e com as bochechas coradas pelo tesão da proximidade, pegou o frasco de óleo corporal que a tia estendeu para ela. O aroma forte e gostoso subiu no ar assim que ela derramou algumas gotas na palma da mão e esfregou uma na outra para esquentar o produto.

Com o pau já completamente limpo, a fricção da pele seca e a visão daquela guria de lingerie vermelha colada em mim fizeram o sangue correr mais rápido. Aos poucos, bem debaixo dos olhos da Emily, meu cacete começou ficar duro, apontado direto para o teto da sala.

A Emily percebeu a ereção subindo na mesma hora. Ela engoliu em seco, parou com o frasco na mão e viu o volume latejar.

Assim que a Emily viu a minha rola esticando e ficando dura debaixo da mão dela, deu um pulo para trás assustada, largando o frasco de óleo no sofá com os olhos arregalados. A Karine caiu na gargalhada com o susto da sobrinha e logo tratou de tranquilizar a guria: — Relaxa, guria, isso é super normal, é só o efeito da massagem. Pode continuar sem medo.

Aproveitando a deixa, a Karine chegou mais perto e pegou a mão da Emily, guiando os dedos dela de volta para o meu pau que latejava. Ela mostrou exatamente como fazer, espalhando o óleo por toda a extensão do meu cacete com firmeza e descendo para massagear as bolas com vontade, ensinando a guria a apertar e deslizar os dedos na base enquanto o meu corpo inteiro tremia de tesão com a aula prática.

O atrito daquelas mãos pequenas e macias, foi uma bomba para o meu autocontrole. Eu não precisei de nenhum movimento de vai e vem, nenhuma pegada bruta; a própria sensação daquelas mãos pequenas massageando e apertando com carinho fez o meu corpo tremer.

Antes que eu pudesse avisar ou segurar o ímpeto, soltei um gemido abafado e o meu corpo deu o sinal de alerta máximo. A primeira golfada de leite quente explodiu direto nas mãos dela, seguida por jatos grossos e sucessivos que começaram a espirrar para todos os lados, cobrindo os dedos, a palma e subindo rápido por todo o antebraço da guria antes que ela pudesse afastar a mão.

A Emily arregalou os olhos de susto com a rajada inesperada. Quando percebeu o que tinha acontecido e olhou para as próprias mãos e braços completamente lambuzados de sêmen branco e espesso, ela deu um pulo rápido para trás, levantando-se com o rosto corado de vergonha e o coração disparado. Ficou ali parada, olhando assustada para o meu pau que continuava pulsando e esguichando os pingos finais livremente no ar, sem saber onde enfiar a cara.

Após passar o tesão pedi desculpas:

— Desculpa, guria... É que você mexe demais comigo, não deu para segurar desse jeito... — pedi, respirando fundo, com a voz ainda rouca de prazer.

A Karine, que assistia a tudo com um sorriso vitorioso e divertido estampado no rosto, não perdeu tempo. Pegou um maço inteiro de lenços umedecidos na cômoda e chamou a sobrinha, que estava vermelha de vergonha:

— Vem cá, sua boba, deixa a tia te ajudar a limpar essa bagunça.

Juntas, a Karine e a Emily se abaixaram ao meu lado e começaram a passar os lenços umedecidos com todo o cuidado, removendo cada gota de sêmen das minhas bolas, da minha barriga e dos braços e mãos da guria. O toque suave dos lenços frios na minha pele sensível, aliado ao alívio do orgasmo recente e ao carinho cúmplice daquelas duas, me deixou em um estado de relaxamento e satisfação total, deitado ali no meio da sala com a sensação de dever cumprido.

Foto 1 do Conto erotico: Não acreditei que isso poderia acontecer (Aproveitando o ciúmes da Emily) - Parte 15

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Comentários


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kamilete Comentou em 01/09/2026

Eita que essa história está ficando cada vez mais gostosa. Hahahaha




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Não acreditei que isso poderia acontecer (Aproveitando o ciúmes da Emily) - Parte 15

Codigo do conto:
271179

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/09/2026

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2

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