Não acreditei que isso poderia acontecer (Convivendo mais de perto com a Emily na casa) - Parte 14



A semana seguiu em um ritmo curioso, com a rotina tentando colar os pedaços da nossa realidade enquanto o eco daquela loucura ainda pairava no ar. A dinâmica na casa tinha mudado de vez, e o Lucas agora entendia que a vida adulta cobrava o seu preço: quem queria comer e foder gostoso precisava suar a camisa no trabalho para bancar as próprias escolhas. No meio da semana, o guri chegou com a novidade de que passaria o fim de semana inteiro enfiado na casa da namorada.

Na segunda-feira à noite, com o retorno da rotina e todos reunidos na cozinha — apenas com a Emily ausente —, o clima mudou assim que o Lucas cruzou a porta com um sorriso canalha de quem sabia que tinha gabaritado a prova. Enquanto a Karine colocava o jantar na mesa, perguntei como havia sido o fim de semana. O guri corou, mas ergueu o queixo com marra e começou a despejar os detalhes sem filtro, com os olhos brilhando de orgulho e luxúria. Contou que a Emily pirou geral, que depois que ele pegou o ritmo, meteu sem dó e começou a fazer tudo o que a gente ensinou — chupando até ela revirar os olhos, controlando o tempo de sola e invertendo as posições de quatro —, ela simplesmente grudou nele feito carrapato. Foderam tanto que ele perdeu a conta, com a guria implorando por mais toda hora, chocada com a energia do garoto.

O detalhe da Emily ter dado de cara com a minha rola dura no banheiro daquela vez e guardado segredo sem falar nada para o Lucas voltou com força total nos meus pensamentos. Aquela omissão não era normal: se fosse a garota puritana que tentava pintar, teria feito escândalo ou corrido para contar. O silêncio dela significava que, por trás da fachada recatada, a Emily também poderia guardar desejos reprimidos.

Nos dias úteis seguintes, combinamos a programação perfeita para o sábado: nós quatro pegaríamos a estrada para passar o dia inteiro em um rio isolado na floresta, fugindo do calor e de qualquer julgamento moral. Sob o sol forte, a Karine foi de biquíni preto cavado engolindo aquele rabo farto, e a Emily de biquíni branco de lacinho desenhando a bucetinha novinha, enquanto eu e o Lucas fomos apenas de sunga marcando tudo. Quando o estoque de cerveja e o óleo bronzeador acabaram, o Lucas se ofereceu para ir ao carro buscar os suprimentos, seguido de perto pela Karine, que foi dar uma força.

Aproveitei o silêncio gostoso com a Emily à beira da água para cortar o papo reto e perguntar se ela não tinha ficada chateada — por ter me visto pelado no banheiro naquele dia. Ela levou um susto, corou sob o sol, mas respondeu com uma naturalidade surpreendente: disse que não traumatizou, porque os pais andavam nus em casa e aquilo não era tabu, apenas pediu encarecidamente que eu não contasse nada ao Lucas para não estragar o namoro. Fiquei espantado e com o pau duro por dentro, percebendo que a brecha para corromper a guria estava escancarada. Garanti que o segredo dela estava seguro comigo, selando um pacto de cumplicidade e safadeza mútua.

De volta ao quarto à noite, deitado no escuro com a Karine recostada no meu peito e sentindo o corpo dela colado ao meu, despejei cada detalhe picante da conversa. Expliquei que, sendo mulher e tia, a Karine tinha o passe livre perfeito para se aproximar, sussurrar umas safadezas e testar o terreno sem levantar suspeita. Senti os dedos da Karine cravarem de leve na minha pele e, logo em seguida, um sorriso malicioso e pervertido desenhou-se na boca dela no escuro, pronta para dar o bote e puxar a menina para a nossa putaria.

A tática era simples e gradual: ir soltando a corda aos pouquinhos dentro de casa. A Karine assumiu a linha de frente, começando a circular com roupas mais cavadas, shorts curtíssimos e posturas propositalmente provocantes no sofá, enquanto eu mantinha o clima de cumplicidade no ar com olhares de canto de olho e toques casuais. A ideia era ir dosando a safadeza na base da micropressão, testando cada micro-reação da Emily para ver se ela fechava o cerco ou se entregava o jogo.

Jogamos aisca para o Lucas convidar a Emily para colar lá em casa na semana inteira, metendo o caô de que a gente ia virar as noites maratonando aquela série que todo mundo amava. A tática colou rapidinho e, logo no domingo à noite, a guria já estava instalada por lá, sem desconfiar de absolutamente nada do que ia rolar.

Assim que a maratona começou na sala, a Karine decidiu que era hora de dar o start nas hostilidades e testar o radar da novinha. Ela estava de matar com um vestidinho tubinho de alça fina bem curtinho, daqueles de malha preta que colavam em cada curva do corpo e subiam nas coxas a cada passo. Por baixo, ela usava apenas uma calcinha vermelha fio-dental bem cavada que, estrategicamente, escapava e deixava o volume e o relevo da buceta marcados e levemente à mostra toda vez que ela se inclinava de propósito para pegar alguma coisa, quem olhou a foto do conto 12 sabe do que estou falando, aquela buceta preenche a calcinha de uma forma que a vontade é foder ela assim mesmo por cima da calcinha apreciando aquele volume passando no pau.

A Karine fazia questão absoluta de que a Emily pegasse cada detalhe da cena, jogando verde para ver até onde a novinha aguentava. No dia seguinte, antes de começarmos a sessão da série, a Karine puxou a Emily para o quarto sob o pretexto de mostrar umas lingeries novas de uma marca que ela tinha comprado. Mais tarde, ela me contou que ficou desfilando com os peitões fartos e soltos pelo quarto para deixar a guria bem à vontade com aquela liberdade toda.
Quando saíram do quarto, a Karine já veio trocada para dar o bote na cozinha, vestindo uma bermudinha legging estampada, extremamente colada, sem calcinha com o tecido marcando sua xota gostosa, a legging fazia aquela bunda grande e empinada ficar completamente desenhada, com o tecido enterrado bem no meio do rabo. A cada passo que ela dava na casa, as nádegas balançavam de forma pesada e gostosa, rebolando num ritmo hipnotizante. Por cima, ela jogou uma lingerie de renda que parecia mais comportada à primeira vista, mas que deixava qualquer um babando de tesão ao ver os contornos por baixo. O Lucas, sentado na sala, já me olhava de canto de olho com aquela cara de quem não estava entendendo nada, murmurando com a expressão assustada: "Ué, que loucura é essa?".

Naquele mesmo dia no sofá a Karine soltou uma reclamação manhosa no sofá, dizendo que a pele estava pinicando inteira por causa da água quente daquele chuveiro. Sem pressa, ela levantou esticando o corpo de forma propositalmente sexy e anunciou que ia procurar um creme hidratante no quarto.
Passaram-se alguns segundos de silêncio na sala enquanto a TV continuava ligada, até que a voz dela ecoou lá do corredor, com aquela malícia disfarçada: — Vítor, caralho, você sabe onde ficou o meu creme? Eu deixei por aqui! Joguei um "não sei" seco de volta, fingindo total desinteresse. Era o que faltava para a putaria começar.

A Karine desfilou para dentro da sala esbanjando aquela gostosura toda: tava só de calcinha fio-dental branca minúscula, enfiada até a alma naquela buceta carnuda, e um sutiã curtinho que espremia os peitões fartos, quase saltando para fora. Já foi chegando perto do rack da TV rebolando aquele rabão pesado e gostoso, fingindo procurar o bendito frasco. Ela empurrou o quadril para trás de propósito, curvando o corpo de um jeito que a calcinha sumia inteira no meio das nádegas, balançando aquela raba monumental bem na nossa cara para deixar todo mundo com o tesão no talo.

Passando esse episódio no dia seguinte aquela quinta-feira de feriado, o calor de matar transformou a casa numa verdadeira panela de pressão. Eu já circulava o dia todo de sunga com a rola marcando, a Karine desfilava com seu biquíni cavado engolindo a raba, e o Lucas com a Emily tentavam manter a pose de recatados.

Quando fomos para a piscina, a putaria engatou de vez. O guri entrou na água de sunga enquanto as meninas deitaram de barriga para cima nas espreguiçadeiras, empinando o corpo de propósito para tomar sol. Do nada, começaram a cochichar e rir safadamente. A Karine não perdeu tempo: desamarrou o biquíni e jogou para o lado, exibindo aqueles peitões grandes, fartos e com os mamilos super bicudos apontados direto para o teto. A Emily olhou, deu um sorriso culpado e, cedendo à pressão da putaria, tirou a parte de cima também, revelando uns peitinhos pequenos, redondos e lindos, com aquele ar de novinha gostosa que deixava qualquer um louco.

A Karine gargalhou e disparou para nós: — Relaxa, guris! Eu e a Emily só combinamos um topless pra refrescar! Agora quero ver vocês aguentarem a visão!
O Lucas travou na água, com a boca aberta e a rola dando pulos na sunga ao ver a namorada com os seios nus ao lado da tia. Antes que ele gaguejasse, botei pilha: — Tá maluco? O que é gostoso é para ser mostrado mesmo! A risada estourou na beira da piscina.

Deitada na espreguiçadeira de frente para a piscina, a Karine resolveu humilhar: ergueu os joelhos, abriu as pernas de propósito e meteu a mão na calcinha para ajeitar o tecido, esfregando os dedos bem no meio da fenda para deixar aquele capô de fusca carnudo e estufado saltando aos nossos olhos. Não demorou nada e a situação ficou insustentável: meu pau já estourava a sunga de tão duro, e o Lucas do lado afundava na água com a piroca latejando. Toda vez que a gente saía para buscar cerveja, o contraste da água escorrendo nos corpos deixava o clima no talo, enquanto as duas davam aquelas olhadas disfarçadas, secando com fome os nossos volumes marcados.

Antes do almoço, aproveitando que a Emily já tinha entrado no chuveiro para tirar o cloro e o protetor. Enquanto a gente arrumava as coisas na sala e o Lucas mexia na TV para colocar um som, a Karine brotou do nada por trás dele.Ela tava só com um biquíni fio-dental socado até o talo naquele rabaço enorme, rebolando de um jeito que deixava qualquer um maluco.

Olhou em minha direção e falou baixinho vou te judiar um pouco Lucas, Ela abraçou o guri colando o corpo, esfregando de proposito aquelas tetas bicudas e quentes nas costas dele, meteu a mão cheia de fogo na cueca dele, lambendo a orelha do moleque e sussurrando safadezas enquanto o pau dele ficava mais duro. Começou a apertar e massagear as bolas dele com força e malícia; com a outra mão, já pegou a rola latejando e engatou uma punheta ritmada, subindo e descendo com o punho fechado apertado enquanto o guri gemia baixinho, completamente rendido e com as pernas bambas pelo tesão.

O Lucas travou na hora, sem saber se gozava na mão dela ou se morria de infarto olhando pro corredor, rezando pra Emily não sair do banheiro do nada. Mas a Karine não tava nem aí pro nervosismo do moleque; pegou a mão trêmula dele e socou de uma vez na própria calcinha, ensopada de ponta a ponta, e sibilou no ouvido dele:

— Tá sentindo o pacote da minha buceta nessa calcinha apertada? — ela provocou, colando a boca nele. Com a voz toda manhosa e o fôlego curto, ele respondeu sussurrando: — S-sim, tia... tô sentindo... — Então ela respondeu — Olha como ela está com os lábios inchados e quentes. Se eu te falar que ela tá pingando de tesão e doendo nessa calcinha apertada, louca para receber esse teu cacete duro e sentir essas bolas batendo na minha bunda? — ela continuou, rebolando na mão dele contra a própria buceta. O Lucas deu um gemido abafado, quase sem ar, e balbuciou: — M-mas e a Emily...?

— O teu tio fica vigiando aqui na porta e avisa assim que o chuveiro desligar!

Ela saiu de trás dele, deu um passo à frente na sala, ficou de quatro no chão, e empinou aquele rabão tudo o que deu, rebolando com uma malícia absurda. Com os próprios dedos, puxou a calcinha molhada para o lado, escancarando aquela buceta completamente estufada, inchada e brilhando de tanto que estava melada. Olhando direto nos olhos do sobrinho, que já estava com a cara de quem ia desmaiar de tanto tesão, ela mandou a ordem, sibilando baixinho:

— Bota logo esse pau pra dentro e fode a tia rápido! Soca devagar e gostoso para ela não escutar...

O guri não aguentou a pressão, chegou perto da tia, abaixou a cabeça para conferir o mel que já escorria e cravou a piroca dura até as bolas de uma vez só. Começou a estocar com todo o cuidado para não fazer barulho, enfiando tudo e puxando devagar até a cabeça quase sair, antes de mandar para dentro de novo. Karine olhava ele por cima do ombro com cara de putinha safada. Com as pernas bem abertas, as bolas dele balançavam soltas no ar a cada estocada funda.

Vendo a cena, decidi agir para plantar a semente do próximo passo do nosso plano. Peguei o vidro de creme que estava na escrivaninha, passei bastante nas mãos para deixar tudo escorregadio e fui por trás dele bem na hora em que ele enterrou o pau no talo da Karine. Segurei firme as bolas dele com uma das mãos cheias de creme. O Lucas deu um pulo de susto, travou com a tora inteira enfiada na tia e me olhou com os olhos arregalados. Sussurrei no ouvido dele, mantendo o controle: — Continua. Imagina só como seria se a Emily estivesse aqui embaixo, apertando e chupando essas tuas bolas enquanto você fode a tua tia.

Ele continuou socando o pau na tia, soltando gemidos abafados e com a cara de quem ia gozar a qualquer segundo. Foi aí que, com o chuveiro ainda ligado, a Emily gritou de dentro do banheiro: — Lucas! Amor, você tá aí? Esqueci a toalha, traz pra mim, por favor!

Enquanto os dois davam uma travada de susto sem parar de transar, eu agi na hora. Fui correndo no quarto, peguei a toalha e testei a porta do banheiro. Por sorte dos deuses, o trinco tava aberto. Empurrei e entrei sem frescura. A Emily tava bem na porta do box, peladinha, pingando água. Ela deu um pulo de susto e tentou tampar a buceta com as mãos, mas não deu tempo: bati o olho naquelas coxas abertas e numa buceta novinha, perfeita, com uns pelos ralinhos e bem cuidados.

Minha sunga já estava com o volume estufado, a rola latejando de tesão da trepada na sala, e ela — na porta do box — deu duas secadas com os olhos vidrados no meu pau apontado para ela.

Mandei o papo reto disfarçando: — Foi mal, o Lucas tá ocupado ali fora, achei que você já tava dentro do box e que não ia ter problema.

Ela ficou vermelha que só vendo, puxou a toalha da minha mão gaguejando um "tudo bem" e fechou o box na mesma hora.

Voltei correndo pra sala. A cena era uma putaria descarada: o Lucas já tinha tirado a piroca da tia e tava se masturbando igual a um tarado para gozar. Cheguei por trás dele, encaixei a mão cheia de creme direto nas bolas do guri e comecei a apertar e massagear sem dó bem na hora da gozada. O moleque revirou os olhos, soltou um gemido grosso e despejou um jato de leite porra grossa na cara da Karine, que abriu a boca lambendo tudo lambuzada e com um sorriso de safada. Quem já gozou com as bolas apertadas e massageadas no talo sabe exatamente o pico de tesão que é essa sensação.

Foto 1 do Conto erotico: Não acreditei que isso poderia acontecer (Convivendo mais de perto com a Emily na casa) - Parte 14

Foto 2 do Conto erotico: Não acreditei que isso poderia acontecer (Convivendo mais de perto com a Emily na casa) - Parte 14

Foto 3 do Conto erotico: Não acreditei que isso poderia acontecer (Convivendo mais de perto com a Emily na casa) - Parte 14


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario kamilete

kamilete Comentou em 31/08/2026

Que delícia de conto. Louca pra saber mais da história desses quatro. As ilustrações são uma delícia a parte hein! Amando!!!




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


270955 - Não acreditei que isso poderia acontecer (Talvez o último dessa lembrança) - Parte 13 - Categoria: Incesto - Votos: 26
270848 - Não acreditei que isso poderia acontecer (Grande Desejo Bloqueado da Tia) - Parte 12 - Categoria: Incesto - Votos: 12
270819 - Não acreditei que isso poderia acontecer (A Estocada Cirúrgica da Tia) - Parte 11 - Categoria: Incesto - Votos: 12
270814 - Não acreditei que isso poderia acontecer (Aniversário e o Banho de Porra) - Parte 10 - Categoria: Incesto - Votos: 12
270737 - Não acreditei que isso poderia acontecer (Que lourura inédita e maravilhosa) - Parte 9 - Categoria: Incesto - Votos: 15
270726 - Não acreditei que isso poderia acontecer (Nova Regra Liberada) - Parte 8 - Categoria: Incesto - Votos: 13
270723 - Não acreditei que isso poderia acontecer (Tesão na casa começou a aumentar) - Parte 07 - Categoria: Incesto - Votos: 13
270660 - Não acreditei que isso poderia acontecer - Parte 6 - Categoria: Incesto - Votos: 16
270633 - Não acreditei que isso poderia acontecer - Parte 5 - Categoria: Incesto - Votos: 15
270632 - Não acreditei que isso poderia acontecer - Parte 04 - Categoria: Incesto - Votos: 15
270553 - Não acreditei que isso poderia acontecer - Parte 03 - Categoria: Incesto - Votos: 19
270550 - Não acreditei que isso poderia acontecer - parte 02 - Categoria: Incesto - Votos: 17
270546 - Não acreditei que isso poderia acontecer - Parte 01 - Categoria: Incesto - Votos: 31
270533 - Viagem com amigos para Balneario Camboriú - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
264895 - Primeira troca de casal - Parte 09 - FINAL - Categoria: Cuckold - Votos: 7
264893 - Primeira troca de casal - Parte 08 - Categoria: Cuckold - Votos: 4
264891 - Primeira troca de casal - Parte 07 - Categoria: Cuckold - Votos: 3
264846 - Primeira troca de casal - Parte 06 - Categoria: Cuckold - Votos: 5
264845 - Primeira troca de casal - Parte 05 - Categoria: Cuckold - Votos: 5
264844 - Primeira troca de casal - Parte 04 - Categoria: Cuckold - Votos: 6
264724 - Conto: Primeira troca de casal - Parte 03 - Categoria: Cuckold - Votos: 7
264722 - Primeira troca de casal - Parte 02 - Categoria: Cuckold - Votos: 9
264718 - Primeira troca de casal - Parte 01 - Categoria: Cuckold - Votos: 8

Ficha do conto

Foto Perfil vitor35
vitor35

Nome do conto:
Não acreditei que isso poderia acontecer (Convivendo mais de perto com a Emily na casa) - Parte 14

Codigo do conto:
271173

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
31/08/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
3