Não acreditei que isso poderia acontecer (Grande Desejo Bloqueado da Tia) - Parte 12

O domingo amanheceu eu tava deitado de barriga para cima, com o corpo ainda relaxado pela ressaca leve. A Karine tava deitada de lado, com a cabeça apoiada no meu peito, respirando mansinho. Envolvi a cintura dela com o braço, puxando o corpo nu dela para colar ainda mais no meu, e resolvi cortar o silêncio para ver como a cabeça dela tava processando o estrago da véspera.

— E aí, amor... — soltei, passando os dedos devagar pelos cabelos dela. — O que achou de tudo o que aconteceu ontem à noite? Consegue lembrar de alguma coisa ou a cachaça apagou a tua memória inteira?

A Karine soltou um muxoxo manhoso, abriu um sorriso preguiçoso e deu uma mordidinha de leve no meu peito antes de levantar o rosto para me encarar, com os olhos brilhando de pura safadeza.

— Apagar o quê, meu amor? Eu lembro de cada maldito segundo daquela putaria — sussurrou ela, com a voz ainda rouca de sono e um sorriso torto na boca. — Desde a gente rindo igual a uns descompasados na mesa da cozinha, até o exato momento em que eu sentei com tudo de cu naquele pau do guri.

Ela ajeitou o travesseiro, apoiou o queixo no meu peito e continuou, com os olhos semicerrados, revivendo a cena:

— Confesso que no começo, com a cabeça cheia de cachaça, a ideia parecia uma daquelas piadas sem volta. Mas... caralho, Vitor... quando aquele pau grosso
entrou de uma vez só no meu cuzinho e ele começou a gozar quente daquele jeito lá no fundo... eu pirei. Foi uma das coisas mais intensas que eu já fiz na vida. O moleque tem a mão pesada e uma mira do cão.

Dei um sorriso de canto de boca, arqueando a sobrancelha diante da franqueza dela.

— Ah, é? Então quer dizer que a patroa aprovou a "precisão cirúrgica" do aluno? — provoquei, apertando a bunda dela de leve. — Fiquei com o pé atrás achando que você ia acordar hoje arrependida, com peso na consciência e querendo trancar o guri no quarto por um mês inteiro.

Ela deu uma risada gostosa, jogou o cabelo para trás e balançou a cabeça negativamente.

— Arrependida? De jeito nenhum! — Quando eu encaixei no colo dele e aquele pau duro entrou rasgando tudo até o talo do meu cu, o choque daquele calor foi instantâneo, mas a hora que ele travou e começou a despejar aquela porra grossa, pesada e fervendo lá dentro... nossa, Vitor, parecia que ele tava injetando lava nas minhas veias. Cada jatosão que subia latejando fazia as paredes do meu cú contraírem sozinhas, queimando de um jeito tão gostoso que parecia que eu estava dissolvendo por dentro, sentindo o estômago embrulhar de tanto tesão enquanto o leite dele estufava e inundava o meu cú.
Quer saber o que mais ficou na minha cabeça, Vitor? Quando a gente deitou para dormir ontem, eu fiquei com aquela sensação do pau dele latejando na minha memória. Mesmo depois de limpa, parecia que as paredes do meu cu ainda guardavam o formato daquela grossura, e eu passei horas na cama sentindo o eco daquele calor, me revirando de tesão no lençol sem conseguir pregar o olho direito. Aquilo mexeu comigo de um jeito que eu não esperava.
Dei um sorriso de canto de boca, deslizando a mão por suas costas nuas e apertando a curva da bunda dela com carinho.

— Fico feliz pra caralho de ver você com esse tesão todo acumulado e curtindo tanto essa nossa loucura, amor... — sussurrei, olhando bem no fundo dos olhos dela. — Mas sabe o que me passa pela cabeça? É uma pena que, daqui a um tempo, essa farra toda vai acabar. O guri vai seguir a vida dele, é bem provável que acabe firmando o namoro com a Emily, afinal ela é uma gata, toda certinha e na dele. No futuro, eles devem resolver morar juntos, ir para outra cidade estudar na faculdade, sei lá... e essa nossa rotina com ele vai ficar só na lembrança.

A Karine parou de brincar com o meu peito na mesma hora. O sorriso malicioso sumiu do rosto dela, dando lugar a uma expressão distante. Ela suspirou fundo, apoiou o queixo de novo no meu peito e ficou em silêncio por alguns segundos, digerindo aquelas palavras enquanto fitava o teto, visivelmente pensativa.

— Pois é, Vitor... — respondeu ela, com a voz bem baixinha e um tom meio nostálgico, quebrando o silêncio enquanto traçava círculos invisíveis com o dedo na pele do meu peito. — Quer saber a verdade? Depois de ontem à noite, de ficar com aquela sensação gostosa e pesada daquela estocada lá no fundo... eu confesso que pensei em como seria desejar ele me fodendo de verdade. Só que, ao mesmo tempo, eu fico com um pé atrás. Tenho medo de tirar o cabaço dele e ele acabar perdendo a magia de ter a primeira transa oficial com a namoradinha dele, a Emily, que é boazinha, novinha e tá construindo essa historinha certinha com ele.

Dei um sorriso de canto de boca, apertei a cintura dela com um pouco mais de firmeza e decidi tirar esse peso da cabeça dela.

— Ah, amor, para com isso... — falei, rindo fraco e olhando nos olhos dela. — Para homem, essa história de "magia da primeira vez" não funciona desse jeito, não. Se o Lucas tiver a oportunidade de comer a tia gostosa que ele secou e desejou o tempo inteiro, ele vai é achar que ganhou na loteria! Ele não vai se importar com ordem nenhuma, vai adorar, vai gabar a experiência na cabeça dele e vai continuar amando a Emily do mesmo jeito — ou até melhor. Aliás, para a própria Emily vai ser lucro, porque o guri já vai chegar na relação com a prática afiada, sabendo chupar direito e como satisfazer uma mulher, em vez de ser um cabaço desajeitado.

Achei que o argumento tinha entrado na mente dela e que ela finalmente ia ceder de vez, mas a Karine balançou a cabeça com firmeza, cortando o assunto bruscamente.

— É... mas mesmo assim, não vai rolar. Melhor não esticar a corda demais — soltou ela, já se desvencilhando do meu abraço com um movimento rápido.
Antes que eu pudesse argumentar qualquer coisa, ela pulou da cama, pegou o roupão no pé do móvel e vestiu às pressas, dando um tapinha de leve na minha coxa.

— Chega de papo furado por hoje, vamos levantar. Vai tomar um banho, guri, que o café da manhã tá esperando e o povo já deve estar acordado! — chamou ela, saindo do quarto a passos largos e deixando o ar meio pesado no ar.

Fiquei deitado na cama por alguns instantes, encarando o teto e digerindo aquela recusa repentina. Pensei comigo mesmo: ela tá morrendo de vontade, mas fica com esse medo bobo de estragar a historinha dos outros; quer apostar quanto que ela vai se arrepender amargamente disso no futuro se continuar reprimindo o que quer?

Enquanto a água do chuveiro começava a esquentar lá fora e os pensamentos ferviam na minha cabeça, comecei a montar um plano. Era arriscado, podia dar totalmente errado e fazer a Karine surtar comigo, mas olhando para o jeito que ela tinha ficado na noite anterior, decidi que ia tentar mesmo assim;
A tarde caiu com um sol morno batendo na água da piscina, enquanto a Karine relaxava em uma espreguiçadeira com um óculos escuros, aproveitando o calor. Eu estava sentado na beirada, mexendo desatento nas redes sociais pelo celular, quando uma postagem ou um pensamento aleatório cruzou a minha cabeça. No mesmo segundo, o meu coração deu um salto no peito e um sorriso maldoso se formou nos meus lábios. Pensei: caralho... e se eu usar isso? Pode dar muito certo.

Disfarcei na hora para não levantar suspeitas da Karine. Me levantei, ajeitei a bermuda e olhei na direção da varanda, onde o Lucas estava sentado mexendo no celular dele também, parecendo bem mais calmo depois da ressaca da manhã.

— Ei, Lucas... — chamei, num tom casual, mas firme. — Deixa o celular aí um pouco. Precisa me dar uma mãozinha rápida lá na garagem com umas caixas e umas ferramentas. Vem comigo.

O guri levantou na hora, meio desconfiado, mas obediente como sempre, e me seguiu até a garagem, fechando a porta de leve logo atrás da gente para ficarmos isolados do resto da casa.

Assim que a porta trancou o barulho de fora, encostei na bancada de trabalho, cruzei os braços e encarei o garoto com um sorriso de canto de boca, adotando aquele tom de cumplicidade que deixava ele mais à vontade.

— E aí, cara... me fala uma coisa — comecei, baixando o tom de voz para deixar o clima íntimo. — Como é que foi ontem depois de toda aquela loucura na cozinha? O que você fez antes de ir dormir com aquele tesão absurdo acumulado?

O Lucas engoliu em seco, sentiu as bochechas esquentarem na mesma hora, mas como já tinha uma certa intimidade e confiança comigo, acabou soltando o verbo, gaguejando um pouco de vergonha:

— Pô, tio... quer que eu minta? — confessou ele, passando a mão na nuca e corando mais ainda. — Assim que eu deitei no quarto, eu não consegui pregar o olho nem fodendo. Fiquei com a imagem da tia sentada no meu pau e daquela gozada na cabeça. Acabei batendo umas duas punhetas seguidas lá no escuro... e, pra falar a verdade, eu fiquei simulando que tava fodendo ela de verdade, socando o colchão com força e imaginando que era o cuzinho dela ali na minha frente, até eu não aguentar mais e esvaziar o saco de vez.

Assim que o Lucas terminou de falar, com o rosto ainda vermelho e a respiração um pouco presa, eu me aproximei mais dele, baixei bem o tom de voz e soltei o plano que tinha acabado de desenhar na minha cabeça.

— Escuta aqui, moleque... — comecei, encarando ele bem firme nos olhos para ver se ele entendia a gravidade da situação. — Eu sei muito bem o que você fez, e sei também que você tá com a cabeça pirada querendo ir além. A tua tia tá morrendo de tesão, mas fica com frescura na cabeça com medo de estragar a tua relação com a Emily. Só que eu percebi uma brecha. Se a gente jogar direitinho, dá para fazer acontecer.

Os olhos do Lucas se arregalaram na hora, e ele prendeu a respiração, parecendo não acreditar no que os ouvidos dele estavam captando.

— Sério, tio? — gaguejou ele, com o coração disparado e o pau já começando a dar sinal de vida dentro da bermuda. — O senhor tá falando de... de foder ela de verdade? De quebrar a regra?

— Tô falando exatamente disso — respondi com um sorriso perverso. — Mas para essa porra dar certo, vai exigir o teu controle máximo. Presta atenção no que eu vou te falar: vai ser na quarta-feira à noite. Até lá, você vai ter que fechar a fábrica. Zero punheta. Nem uma esfregadinha de leve no banho, nem pensamento solto, nada. Você vai guardar todo o teu leite e aguentar a pressão até a quarta, entendeu? E o mais importante: você vai ficar de bico calado, fingindo demência, sem falar um "A" para a Karine sobre isso. Deixa que a armadilha eu armo. Quando chegar na hora, ela vai cair direitinho.

O Lucas engoliu em seco, com os nós dos dedos brancos de tanto apertar as próprias coxas, digerindo a dimensão daquela ordem. Ele sabia que a abstinência até quarta-feira ia ser uma verdadeira tortura psicológica, mas a perspectiva de conseguir o que tanto desejava falava mais alto.

Sem conseguir formular uma frase completa, ele apenas balançou a cabeça freneticamente, concordando com tudo de boca aberta e jurando de pés juntos que ia obedecer à risca.

— Ótimo — concluí, dando um tapinha firme no ombro dele. — Agora limpa essa cara de bobo, respira fundo e volta lá pra beira da piscina fingindo que a gente só tava arrumando as ferramentas. Quarta-feira a gente vê do o que você é capaz.

Assim que o Lucas terminou de falar, com o rosto ainda vermelho e a respiração um pouco presa, eu me aproximei mais dele, baixei bem o tom de voz e soltei o plano que tinha acabado de desenhar na minha cabeça.

Voltamos da garagem em silêncio, cada um com o seu segredo guardado a sete chaves. O sol já começava a baixar, pintando o céu de tons alaranjados e deixando a temperatura da água da piscina um pouco mais fresca. A Karine continuava deitada na espreguiçadeira, bebericando uma bebida leve e mexendo no celular, totalmente alheia ao complô que acabara de ser montado ali do lado.

A gente se ajeitou nas cadeiras de praia de novo, fingindo que nada tinha acontecido. O clima estava calmo, com o som da água batendo na bordinha da piscina e o vento leve da tardinha batendo no rosto.

Foi aí que o Lucas, pegando o tempo perfeito e usando a carta que tínhamos combinado na garagem — embora parecendo totalmente natural e casual, como quem não quer nada —, olhou na direção da tia e puxou assunto:

— Pô, tia... — disse o guri, coçando a nuca e soltando um suspiro leve de quem estava lembrando da agenda da semana. — Bem que o senhor podia me dar uma folga na quarta-feira com aquelas paradas da garagem que o tio pediu, né? É que eu vou ter aquele treino puxado com o pessoal da faculdade, e pelo jeito o bicho vai pegar. Acho que só vou conseguir voltar para casa lá pela meia-noite, bem tarde mesmo.

— Relaxa, moleque, sem problemas. Depois a gente resolve isso na garagem — respondi de prontidão, mantendo a postura de quem estava apenas conversando sobre tarefas domésticas, enquanto a Karine ouvia tudo deitada na espreguiçadeira.

O domingo passou no mesmo ritmo calmo, entre um mergulho e outro, com aquela tensão silenciosa pairando no ar. A semente do plano já tinha sido plantada na cabeça do Lucas, e agora faltava o passo mais importante: convencer a peça principal do jogo.

Quando a noite caiu, a casa silenciou e nós finalmente fomos para o quarto deitar, aproveitei o momento de intimidade debaixo das cobertas para dar o bote final. Puxei a Karine para perto, acariciei a cintura dela e comecei a cochichar bem no pé do ouvido, com um tom de voz lento e calculado:

— Sabe, amor... essa quarta-feira vai ser perfeita. Só eu e você em casa, já que o guri vai passar o dia fora e só volta tarde da noite daquele treino dele. E eu estive pensando no que você me disse mais cedo... sobre aquele tesão acumulado e a vontade louca que ficou de dar para ele, mas com aquele receio bobo na cabeça.

Ela suspirou mansamente no escuro, colando o corpo no meu, demonstrando que o assunto ainda estava bem vivo na mente dela.

— Durante o dia, me deu um estalo e eu lembrei de uma técnica que li há um tempo em um artigo de psicologia e fetiche — continuei, sorrindo de leve no escuro. — Dizia que, se você cobrir os olhos de alguém com uma venda bem firme por um bom tempo e souber usar as palavras certas no ouvido, o cérebro da pessoa se perde nos sentidos. Você consegue fazer com que ela imagine que está com outra pessoa... ou pelo menos sinta algo muito próximo e real o suficiente para enganar o corpo.

A Karine soltou uma risada nasalada, incrédula, mas com um brilho de curiosidade evidente na voz.

— Ah, qual é, Vitor... Venda? Imaginar outra pessoa? Duvido muito que essa loucura funcione na prática comigo — provocou ela, dando uma leve mordida no meu ombro. — Mas confesso que eu adoro quando você inventa umas novidades perversas. O que você tá tramando?

Apertei a cintura dela um pouco mais forte, colando a minha boca na curva do pescoço dela para dar o xeque-mate:

— Eu tô tramando que vou segurar todo o meu leite até quarta-feira, acumulando o máximo possível para te preencher inteira — sussurrei, com a voz grave e cheia de promessas. — E vou fazer isso de um jeito tão intenso, usando a venda e falando tudo o que você quer ouvir, que eu vou te dar exatamente a sensação de que é o Lucas te fudendo na minha pele. Você vai sentir a grossura, o calor e a porra dele te inundando, sem precisar quebrar nenhuma regra e sem peso na consciência.

A respiração da Karine falhou na mesma hora. Ela ficou completamente paralisada por alguns segundos, digerindo a proposta absurda e extremamente instigante que eu acabara de jogar na mesa.

A resposta dela veio quase no piloto automático, sem frescura:

— Ah, quer saber? Topado. Se for pra gente curtir e inventar moda, eu topo qualquer coisa — soltou ela, rindo de leve e dando de ombros, sem nem imaginar o nível real do golpe que estava prestes a sofrer.

Os dias passaram arrastados, com a tensão acumulada cortando o ar da casa. Até que a quarta-feira finalmente chegou.
O expediente acabou e nós voltamos do trabalho juntos. Assim que entramos em casa, conferimos a movimentação: o Lucas já tinha saído para o tal treino, cumprindo o combinado à risca para garantir a nossa noite livre.

Enquanto a Karine foi direto para o banho, eu entrei em ação para preparar o terreno. Coloquei uma playlist com uma trilha sonora instrumental e envolvente tocando baixinho na caixa de som, fui até a cozinha e caprichei em uma caipirinha de limão caprichada, daquelas bem fortes e docinhas. Pouco depois, ela saiu do banheiro vestindo uma lingerie vermelha rendada extremamente sexy e provocante, pronta para a brincadeira. Eu tomei um banho rápido, voltei para a sala, apaguei quase todas as luzes da casa, deixando apenas a luz indireta e um abajur fraco criando um clima intimista.

Nós nos sentamos no sofá, e antes que o clima pudesse esfriar, peguei a venda de tecido escuro e amarrei firmemente ao redor dos olhos dela, cobrindo qualquer feixe de luz.

Terminamos a primeira caipirinha e logo emendei uma segunda, um pouco mais forte do que a anterior. Com o álcool fazendo efeito, a venda isolando a visão e o corpo relaxado, o cenário perfeito estava armado.

Aproximei meu rosto bem perto do ouvido dela e comecei a falar num tom baixo, pausado e sussurrado, resgatando cada detalhe dos pequenos momentos de tensão e tesão que ela havia vivido com o Lucas nos últimos dias — desde os olhares na cozinha até o roçar de pernas na mesa. Enquanto minha voz destilava essas lembranças direto na mente dela, minha mão desceu devagar, começando com carícias leves e circulares por cima da calcinha, mapeando a curva daquele corpo espetacular.

Ela bebia um gole da caipirinha, suspirava pesadamente e se entregava ao som da minha voz, com o corpo já tremendo de expectativa.

— Sente só como você tá molhada... — sussurrei no ouvido dela, desacelerando o ritmo das palavras e detalhando, com uma riqueza de detalhes sádica e picante, o exato momento da estocada daquela noite na cozinha, o calor do corpo do guri e a pressão daquele pau grosso entrando com tudo.
Com a imaginação dela totalmente dominada pela minha narrativa e embalada pelo álcool, deslizei a mão por dentro do tecido da calcinha, encontrando os lábios da buceta dela completamente encharcados e latejando.

Em vez de focar em movimentos mecânicos ou apressados, usei a técnica exata que costuma desarmar qualquer mulher: comecei com um toque sutil e leve na parte superior do clitóris, fazendo círculos lentos e rítmicos com a polpa do dedo indicador, enquanto com o dedo médio eu deslizava suavemente para dentro e para fora do canal, simulando o ritmo exato da estocada que ela tanto desejava. Eu alternava a pressão com delicadeza, ora fazendo leves cócegas na sensibilidade máxima do clitóris, ora exercendo uma leve pressão firme na parede interna da vagina, bem no ponto exato onde a fricção gerava ondas de calor insuportáveis.

A respiração da Karine cortou o ar de repente. Ela arqueou as costas contra o encosto do sofá, soltou um gemido abafado, agarrou o meu braço com força e começou a rebolar sutilmente contra os meus dedos, completamente entregue à ilusão de que aquele toque, aquele calor e aquela voz pertenciam ao garoto.
Aproveitei o pico de sensibilidade em que ela estava, com o corpo estremecendo de tesão, e decidi dar o bote final na ilusão.
Afastei meu rosto por um segundo e sussurrei bem colado na orelha dela, mudando de tom:

— Presta atenção... agora quem tá aqui na tua frente, com a mão enfiada na tua buceta, é o Lucas. Sente só... ele aprendeu direitinho tudo o que você ensinou, né?

Tirei a mão dela por dois segundos exatos — tempo suficiente para o cérebro dela processar a troca imaginária — e voltei a deslizar os dedos, retomando o ritmo quente e molhado, agora fingindo ser o toque do garoto.

Enquanto os meus dedos faziam o canal dela contrair e o corpo dela se arquear no sofá, continuei a sessão de sussurros, resgatando a lembrança daquele dia em que ele havia chutado/comido a buceta dela na cozinha, elevando a temperatura ao máximo.

— Quer saber o que vai acontecer agora? — falei, com a voz grave e autoritária, simulando o comando perfeito. — Eu vou ordenar que o Lucas chupe essa tua buceta agora mesmo. Abre as pernas para ele, Karine...

Mesmo o Lucas nem estando na casa, a imersão da venda, da caipirinha forte e das minhas palavras fez o cérebro dela desligar da realidade. A Karine, completamente entregue à fantasia e achando que era o guri ali na sua frente, obedeceu instantaneamente: abriu as pernas escancaradas no sofá, empurrando o quadril para cima com a respiração totalmente desregulada.

Deslizei para baixo e, no exato segundo em que minha boca colou na buceta dela, comecei a chupar com vontade, alternando lambidas longas no clitóris inchado e sugando o suco dela com voracidade. A Karine soltou um grito abafado de puro êxtase, agarrou meus cabelos com as duas mãos e começou a rebolar descontroladamente na minha cara, gemendo alto o nome do Lucas, enquanto com a outra mão ela pegava o copo com o resto da caipirinha na mesinha de centro e bebia goles apressados, aproveitando cada segundo daquela loucura sem freios.

Sem perder o ritmo e aproveitando que ela já estava completamente entregue ao delírio da caipirinha e da venda, parei de chupar a buceta dela de repente, deixando a Karine ofegante e faminta por mais. Segurei nos quadris dela e a levantei do sofá.

— Chega de sala... vem comigo para o quarto, amor — sussurrei, guiando ela pelo braço.

Entramos no quarto escuro. Empurrei a Karine de leve até a cama e ordenei:

— Fica de joelhos na beirada da cama, de costas para a borda, empinando essa bunda para mim.
Era um espetáculo de pacote de buceta, aquela calcinha de renda vermelha marcava todo contorno da sua buceta, confesso, umas das visões mais espetaculares.

Então ela tirou a calcinha e começou a se masturbar, lembrando de como é a sensação daquele pau grosso do Lucas entrando fundo em você.
Ela, obediente e completamente flutuada pelo álcool e pela fantasia, deitou o tronco sobre os travesseiros, empinou a bunda redonda para fora e começou a se masturbar furiosamente, deslizando os dedos na própria buceta encharcada enquanto gemia baixinho, imaginando o garoto.
Aproximei-me por trás dela. Com um movimento rápido, desabotoei e tirei o sutiã dela, deixando os peitos fartos totalmente livres. Peguei o frasco de óleo corporal que estava no criado-mudo, esquentei um pouco nas mãos e comecei a massagear os seios dela com firmeza, apertando e beliscando os mamilos endurecidos, enquanto sussurrava no ouvido dela para ela continuar se tocando forte.

No meio da massagem, soltei a frase combinada, fingindo um tom de frustração e surpresa:
— Puta que pariu, amor... eu e o Lucas esquecemos o plug anal na sala. Droga... fica aí se masturbando e curtindo o som, não para nem por um segundo, que vamos lá buscar rapidinho.

Assim que falei isso, saí da cama na ponta dos pés, mantendo o som tocando baixinho. Fui até o corredor e fiz um gesto rápido.

O Lucas estava lá, escondido no quarto de hóspedes exatamente como combinamos na garagem dias atrás. O guri saiu de lá pisando em silêncio, totalmente pelado, com o pau estourando, duro como uma rocha, latejando e tremendo dos pés à cabeça de puro medo e excitação por estar prestes a cruzar a linha final.
Fiz um sinal para ele ficar em absoluto silêncio, entreguei o plug anal de silicone na mão dele e sussurrei bem baixinho no seu ouvido:

— Falei para ela, fica de quatro e empina esse rabão o Lucas vai colocar o plug em você agora.

O Lucas engoliu em seco, com o coração quase saindo pela boca, e deu os passos finais em direção ao nosso quarto, pronto para executar a ordem sob a venda e o delírio da Karine, que continuava rebolando e se masturbando na cama de quatro, achando que eu tinha saído apenas para buscar um brinquedo.

Com as mãos trêmulas, o guri pegou o plug anal lubrificado e encostou na entrada do cuzinho dela. Com todo o cuidado do mundo, fazendo um esforço supremo para não vacilar, ele foi empurrando devagar. A Karine soltou um gemido abafado, arqueando as costas e contraindo as paredes do cu ao sentir o objeto frio deslizar para dentro.

Assim que o plug encaixou perfeitamente, fiz um gesto discreto com a cabeça, indicando o próximo passo do plano.
O Lucas se inclinou um pouco mais, colando o rosto na pele macia da bunda dela. Ele obedeceu à risca: abriu os lábios e deu um beijo estalado, longo e cheio de reverência bem na nádega redonda da tia. Em seguida, desceu a boca e beijou bem de leve a região ao redor do plug, sentindo o calor e o perfume dela de perto.

A Karine nem desconfiou de nada. Acreditando piamente que era eu quem estava ali bajulando o corpo dela, ela soltou um gemido longo, rebolou ainda mais forte contra a cama e deixou escapar um sussurro arrastado:

— Aíí, Lucas... continua... lambe e beija essa tua puta, não para não...

Fiz um sinal firme para o Lucas parar um instante.

Aproximei meu rosto bem perto do ouvido da Karine, fingindo que eu ainda estava ali comandando tudo, e sussurrei com a voz rouca e cheia de malícia:
— Sabe de uma coisa, amor? Sabe o que eu acabei de pensar aqui? Quer sentir a cabeça do pau do Lucas encostando no teu cuzinho?

A Karine parou de se masturbar por um segundo, a respiração disparou de um jeito violento e ela soltou um gemido quase imperativo, trêmula e desesperada:
— Quero... porra, amor, eu quero muito... coloca logo...

Foi o sinal verde. Em silêncio absoluto, fiz um gesto rápido para o Lucas. O guri tirou o plug anal com cuidado, deixando o cuzinho dela escorregador e aberto. Peguei o frasco de óleo corporal, despejei uma boa quantidade direto na cabeça do pau grosso dele e espalhei bem na entrada do cu da Karine, garantindo que estivesse totalmente lubrificado para não machucar.

O Lucas se ajeitou bem no centro, respirou fundo para controlar a ansiedade e mirou a cabeça do pau exatamente no rabinho dela.

O Lucas encostou a cabeça do pau a Karine travou a respiração por um segundo, os olhos tapados pela venda se arregalaram no escuro e ela soltou um grito abafado que virou um gemido longo e estridente.

Acreditando com toda a força da alma que era eu fazendo aquilo, ela tirou a mão de cima da própria buceta encharcada e, num reflexo de puro puro tesão, começou a rebolar o quadril com força.

Com a força do rebolado dela, eu via de perto a cabeça grossa do pau do Lucas tentando se acomodar na entrada, pressionando o tecido do cu. Olhei para o guri, que estava de olhos arregalados, paralisado de adrenalina, e sussurrei rápido para ele:

— Agora Lucas... força só um pouquinho para entrar a cabeça inteira, vai!

O Lucas obedeceu e empurrou o quadril de leve. Assim que a glande passou por completo, esticando as paredes do cuzinho dela, a Karine soltou um grito alto e abafado, arqueando as costas com violência na cama.

— Ai, que tesão da porra! — disparou ela, ofegante, com a voz embargada pelo delírio. — Coloca tudo logo, amor, não aguento mais, enfia de uma vez!
Acreditando piamente que era eu ali comandando a situação, ela implorava sem saber quem estava de fato segurando a sua cintura. Com o susto de ouvir o pedido e a pressão da tia, o Lucas travou na mesma hora, congelando com o pau enfiado só na cabecinha e sem coragem de dar o próximo passo sozinho.
Vendo que o guri ia estragar o momento por puro medo, dei a volta rápido por trás dele, apoiei minhas mãos firmes nos quadris do garoto e dei um empurrão seco para a frente.

— Ahh, porra! — gritou a Karine gostoso, sentindo o pau grosso rasgar de uma vez só e entrar fundo, estufando o cu dela. — Isso... fode, fode, não para!
O impacto e o grito de prazer da tia tiraram o Lucas do transe. Ainda meio impressionado e respirando fundo, ele começou a dar as primeiras estocadas devagar, socando o cuzinho dela com um ritmo desajeitado, mas quente. A Karine, com a mão enfiada na própria buceta encharcada e completamente louca de tesão pela ilusão, rebolava com força e gemia sem parar.

— Isso, guri... fode mais rápido, caralho! — exigiu ela, achando que conversava iá comigo.

O comando foi o estopim que faltava. Ao ouvir a tia pedindo daquele jeito, o Lucas perdeu o medo, o cérebro desligou e ele enlouqueceu de vez. O guri firmou as mãos nos quadris dela e começou a bombar com força total, descarregando em cima dela todo o tesão acumulado dos dias de abstinência, enquanto o quarto inteiro ecoava com o som abafado dos tapas de carne e dos gritos estridentes de prazer da Karine.

O ritmo das estocadas estava frenético, com o quarto inteiro preenchido pelo som abafado dos corpos se chocando e pelos gemidos descontrolados da Karine. De repente, o Lucas travou o quadril por um segundo, respirando fundo e ofegante, e fez um sinal rápido para mim, indicando que o limite tinha chegado e que ele estava prestes a estourar.

— Agora, amor... o Lucas vai te encher de porra novamente... Prepara aí.

Assim que dei o toque, o guri engoliu em seco, puxou o fôlego e desferiu mais quatro bombadas violentas e profundas no cuzinho dela. Na última estocada, ele afundou o pau com tudo até o talo e travou, sentindo o corpo inteiro estremecer enquanto jorrava aquela porra grossa, pesada e fervendo bem no fundo dela.
A Karine arqueou as costas com uma violência absurda, soltando um grito estridente de puro êxtase na venda:

— Ai, meu Deus! Que porra gostosa! — gemia ela, completamente fora de si. — Fode mais amor, ... que eu vou gozar também!

Ele continuou fodendo a porra começou a escorrer o estímulo foi o empurrão final que faltava. Com as paredes do cu contraindo ferozmente ao redor do pau latejante do Lucas, sentindo a inundação de leite quente preencher cada centímetro, a Karine soltou um grito prolongado, anunciou o próprio orgasmo e desabou de vez com o tronco esticado sobre a cama, totalmente entregue e tremendo dos pés à cabeça.

O Lucas, exausto, com as pernas bambas e o fôlego curto, esperou alguns instantes até o ápice passar. Com o pau já amolecendo e diminuindo de tamanho, ele foi puxando devagar de dentro dela, enquanto uma quantidade generosa de porra misturada com óleo escorria pelas coxas e pelo cuzinho escancarado da Karine, que continuava respirando fundo, com os olhos ainda vendados, saboreando o rescaldo daquela loucura sem saber quem de fato a havia levado ao paraíso.

Chamei o Lucas para forra do quarto e disse para ele vazar e voltar só a meia noite.

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Comentários


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vidanacabana- Comentou em 27/08/2026

Convence ela a dar pro Lucas. Fala que ela já virou puta dele e só falta a penetração A propósito, que bunda linda hein. Pqp

foto perfil usuario casualsomente

casualsomente Comentou em 27/08/2026

Tia gostosa demais




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Ficha do conto

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vitor35

Nome do conto:
Não acreditei que isso poderia acontecer (Grande Desejo Bloqueado da Tia) - Parte 12

Codigo do conto:
270848

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/08/2026

Quant.de Votos:
4

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