Não acreditei que isso poderia acontecer (Talvez o último dessa lembrança) - Parte 13



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Durante o fim da noite, fiquei na expectativa e com medo de a Karine ter suspeitado e ficado brava depois, mas a noite passou, o dia amanheceu e nada aconteceu. Então, durante o expediente no trabalho, me dei conta de um detalhe crucial: eu não havia transado na noite anterior e já estava quase cinco dias sem esvaziar o saco ou bater uma punheta, a ponto de sentir as bolas inchadas e pesadas. Meu receio também era que, se eu quisesse algo com a Karine mais tarde, ela pudesse desconfiar e pensar: "como é possível ele gozar tanto assim de novo, se ontem ele já tinha esvaziado tudo?". Talvez fosse bobagem da minha cabeça, mas eu não queria arriscar. Meu plano era chegar em casa antes de todo mundo, aproveitar uma janela de trinta minutos em que a Karine ainda estaria fora e o Lucas demoraria a chegar, para então tomar um banho e aliviar a tensão com uma boa punheta.

Assim que cheguei, fechei a porta principal e fiquei mais tranquilo. Liguei a TV, peguei o celular e comecei a olhar o Instagram. Logo os vídeos de cunho sensual começaram a aparecer no feed, e instintivamente comecei a acariciar o meu pau. Quando ele ficou duro para caramba, decidi tirar a bermuda e ir direto para o chuveiro.

No banheiro, eu estava procurando um sabonete novo na gaveta da pia quando escutei um barulho. Me virei para a porta e levei um baita susto: era a Emily parada ali. Ela olhou para mim, desceu o olho direto até o meu pau, colocou a mão na boca e logo saiu apressada, indo direto para o quarto do Lucas. Fechei a porta do banheiro e fui tomar o meu banho pensando "puta merda, que bosta". Toquei minha punheta, me sequei e saí. Depois, o Lucas contou que tinha saído mais cedo do trabalho, pegou a Emily e veio para cá para a gente fazer algo à noite. O estranho foi que ele não falou absolutamente nada sobre a Emily ter visto meu pau, e eu também decidi ficar na minha.
Durante a noite, fiquei com aquilo na cabeça, mas a Emily não demonstrava absolutamente nada; conversava normalmente, o que me fez pensar: "Nossa, que menina discreta, nem vermelha ela fica". Ela ficou até umas 23h, e o Lucas levou ela para casa.

Então, a Karine, pensando que o Lucas não tinha gozado por um bom tempo, teve a ideia de fazer uma sacanagem com o guri.

— Amor, você não tem noção do tamanho do fogo que eu tô acumulado desde ontem à noite — soltou a Karine, mordendo o lábio inferior e se aproximando de mim com os olhos brilhando de pura malícia. — Meu corpo inteiro ainda tá lembrando daquela loucura, e eu preciso descontar isso em alguém antes que eu surpreenda.
Dei um sorriso de canto de boca, puxando-a pela cintura para colar o corpo dela no meu, sentindo o calor imediato que ela sempre transmitia.
— Pois pode ir despejando essa energia toda, porque eu tô inteirinho à disposição — respondi, passando a mão pelas costas dela e descendo devagar até a curva da bunda. — Mas me conta logo: que tipo de sacanagem passou por essa tua cabeça tarada agora? O que você tá pensando em inventar para o guri dessa vez?

— Sei lá... eu só quero que você me foda para eu poder chupar ele um pouco também. Pode ser aqui na sala mesmo, vamos arrastar aquele colchão para o espaço entre o sofá e a TV — soltou ela, já com os olhos brilhando de pura urgência.
Não pensei duas vezes. Fomos direto para o quarto, arrastamos o colchão para a sala e o ajeitamos bem no meio do caminho, criando o cenário perfeito para a loucura que ela estava arquitetando.
Antes do Lucas chegar, puxei a Karine pela cintura enquanto ela ajeitava os travesseiros no colchão e resolvi jogar verde para testar os limites dela mais uma vez.

— Antes do guri aparecer, amor, prepara aquela batida de cachaça caprichada para dar um gás na noite — sugeri, dando um beijo no pescoço dela. — E aproveitando... eu sei que você fica com o pé atrás, mas quer liberar um pouco mais para o Lucas hoje? Só para ele sentir o gostinho do que espera ele quando transar de verdade pela primeira vez.
A Karine parou o que estava fazendo, soltou um suspiro divertido e olhou para mim com um sorriso de canto de boca, avaliando a proposta com aquela mistura de curiosidade e malícia.

— Você não tem jeito mesmo, Vítor... quer ver o circo pegar fogo de vez, né? — respondeu ela, rindo fraco enquanto caminhava para a cozinha para mexer no liquidificador.

A ideia de que a Emily pudesse levar o cabaço do Lucas a qualquer momento funcionava como um verdadeiro combustível para a nossa perversão, adicionando uma camada extra de urgência e proibição a cada toque. Fiquei em silêncio por alguns instantes, observando a Karine voltar da cozinha com a jarra da batida de cachaça nas mãos, enquanto minha cabeça maquinava o plano perfeito para a noite.

Eu não queria apressar as coisas e simplesmente foder com ela logo de cara. O plano era construir uma tortura psicológica e física insuportável: iniciar as preliminares mais intensas possíveis, levar a Karine à beira do colapso, fazer o tesão transbordar e, no momento exato em que ela estivesse implorando de joelhos, cortar o barato e deixá-la sedenta, apenas para ver até onde o autocontrole dela aguentaria.

A Karine voltou da cozinha vestindo um conjuntinho de renda preta que era uma verdadeira maldade. A calcinha era um fio-dental minúsculo que sumia no meio daquele rabão redondo, cavada no talo e deixando a buceta dela praticamente à mostra sob o tecido transparente. O sutiã era só uma redinha preta que mal cobria os peitões fartos, com os bicos duros estufados espetando a renda e implorando para serem chupados. Por cima de tudo, ela ainda jogou um robe de cetim vermelho aberto, que escorregava pelos ombros a cada rebolada e deixava todo aquele corpo delícia exposto na nossa frente, exalando um cheiro de puro tesão misturado com perfume doce.

O trinco da porta da frente estalou e o Lucas empurrou a entrada, soltando a mochila no chão com aquela cara de quem tava morto de cansaço. Mas o cansaço durou exatamente meio segundo. Assim que o guri cruzou a porta e deu de cara com a sala transformada num verdadeiro cenário de cabaré, os olhos dele saltaram da órbita.

A Karine tava ali parada, posando de malandra com aquela renda preta cortada no fio-dental e o robe vermelho caindo pelos ombros, exalando um cheiro de buceta molhada e perfume doce que batia direto na cara de quem chegava. O pau do moleque deu um pulo tão violento dentro da bermuda que o tecido estufou na hora, parecendo que ia rasgar.

Dei uma risada disfarçada, balancei o copo com a batida de cachaça e joguei a real para o guri, apontando com o queixo pro colchão estendido no meio da sala:
— Olha quem resolveu dar boas vindas... Chega pra cá, moleque, larga essa porra de mochila e não me venha com cara de tacho. A gente puxou o colchão grandão direto pro chão da sala para ver um filminho e espairecer. Vem deitar aqui com a gente... e adivinha quem vai ficar espremida bem no meio dos nossos paus, rebolando a noite inteira?

O Lucas engoliu em seco, com a garganta travada e o olhar completamente colado nos peitões fartos da tia e na bordinha da calcinha fio-dental que aparecia por baixo do robe. Ele fechou a porta a passos lentos, parecendo um zumbi hipnotizado, com a mão disfarçadamente na frente da bermuda para tentar abafar o volume absurdo daquela rola latejante.

— P-pensei que vocês só iam ver TV... — gaguejou o guri, com a voz falhada e as bochechas pegando fogo de vergonha e tesão.
A Karine soltou uma risada gostosa, daquelas bem cínicas e provocantes, e deu um passo rebolando na direção dele, fazendo a carne macia da bunda balançar sob a renda preta. Ela puxou o guri pelo braço sem cerimônia, puxando-o para mais perto até o peito dele encostar no seu.

— Vamos fazer uma brincadeira para ver do que esse menino é capaz hoje... — soltou a Karine, com um sorriso malicioso nos lábios enquanto apertava com mais força o volume duro na bermuda do Lucas.

— Quero ver se você aguenta pelo menos cinco minutos sem gozar na minha frente, moleque.
Sem dar tempo para o guri processar o desafio, ela empurrou nos dois na direção do colchão estendido no meio da sala, ditando as regras do jogo com aquela autoridade tarada que deixava qualquer um maluco.

— Anda, tirando a roupa os dois, agora! — mandou ela, batendo palmas em tom de zombaria. — Lucas, você vai deitar bem no meio, espremido comigo. E você, Vítor, larga de ser folgado, pega o celular aí, vira o juiz dessa porra e cronometra os cinco minutos exatos. Quero ver se esse teu sobrinho tem autocontrole ou vai gozar e manchar o lençol antes do tempo.

O Lucas obedeceu com as mãos trêmulas, puxando a bermuda e a cueca de uma vez só e deixando aquela rola grossa, latejante e pingando à mostra. Ele se jogou no meio do colchão, com a respiração curta e os olhos vidrados na tia. A Karine tirou o robe de cetim vermelho de uma vez, ficando apenas com o conjuntinho de renda preta socado no fio-dental e os peitões fartos escapando pelo sutiã, pronta para subir em cima do guri.
Me acomodei na beirada do colchão, destravei a tela do celular e abri o cronômetro, com o meu próprio pau duro estufando a bermuda enquanto eu assumia o meu posto de camarote para assistir à tortura.

— Ah, quer saber? Se o moleque tiver a manha de aguentar os cinco minutos inteiros sem gozar, o prêmio dele vai ser o seguinte: enquanto você, Vítor, me fode de verdade, ele vai poder ficar brincando com o meu cuzinho, esfregando a cabeça do pau e dando umas empuradinhas de leve na entrada — soltou a Karine, abrindo um sorriso malicioso e dando tapinhas na coxa do garoto.

Fitei os dois com uma sobrancelha arqueada, balançando a cabeça em sinal de total desaprovação, e rebati na hora:

— Ah, qual é, amor? Essa recompensa tá muito fraca para um desafio desse tamanho — reclamei, cruzando os braços e deixando o celular de lado por um instante. — O guri já enfiou aquela tora inteira até o talo no teu cu dias atrás e fez uma festa de porra lá dentro. Se ele aguentar a pressão toda e vencer o relógio, o prêmio tem que ser bem melhor do que só ficar beliscando a retaguarda!

— Coitado do guri, pô! Deixa ele dar pelo menos uma estocada de verdade na tua buceta se ele vencer essa porra — falei, passando a mão com malícia pelas costas nuas dela e apertando a curva daquele quadril farto.

A Karine franziu a testa por um segundo, ponderando a proposta enquanto mordia o lábio inferior. Ela olhou para o Lucas, que estava com os olhos arregalados e o pau latejando de tanto tesão, e balançou a cabeça negativamente.

— Não, na buceta não, Vítor — cortou ela, abrindo um sorriso sádico e calculista. — Mas vamos fazer o seguinte para equilibrar as coisas: se ele aguentar os cinco minutos firmes e fortes sem derramar uma gota antes da hora, o prêmio dele vai ser na posição de sapinho. Eu subo em cima dele, encaixo o guri, e fico rebolando com a minha buceta encharcada bem em cima da cabeça do pau dele, esfregando e provocando até ele não aguentar mais e estourar todo em cima de mim!

— Fechado! Desafio aceito, vamos ver do que o moleque é capaz — respondi, dando o veredito enquanto batia de leve com a palma da mão na coxa dela.
Apertei o play no cronômetro do celular, jogando o aparelho na mesa de centro, e o jogo de tortura começou pra valer. A Karine não perdeu um segundo: jogou-se em cima do Lucas de joelhos, passando as unhas compridas pelas coxas trêmulas do guri até agarrar as bolas dele com firmeza, apertando e puxando devagar enquanto descia a boca bem perto do pau latejante do garoto, soprando baforadas de ar quente na cabeça vermelha e inchada, sem deixar ele encostar nela. O Lucas gemia baixinho, com os olhos revirados e as mãos cravadas no estofado do colchão, tentando lutar contra a vontade absurda de gozar nos primeiros segundos.

Enquanto ela brincava com a sanidade do sobrinho, virei a Karine de bruços na minha frente, levantando aquele quadril farto e encaixando o meu pau duro bem na entrada da buceta dela, roçando a cabeça da minha rola nos lábios molhados e quentes, provocando fricções lentas e profundas que faziam ela delirar.

— Por favor, Vítor... enfia essa porra logo de uma vez, para de graça!

— implorou ela, rebolando o rabo contra o meu púbis e empurrando a bct encharcada na minha rola, com a respiração totalmente desregulada.

— Nada disso, amor... você que quis ditar as regras do desafio do guri, agora aguenta — sussurrei no ouvido dela, mordendo o lóbulo da sua orelha enquanto continuava apenas esfregando a cabeça do meu pau na entrada dela, negando a estocada e fazendo o tesão transbordar. — Quer gozar? Quer que eu te foda fundo? Então faz o moleque aguentar os cinco minutos e mostra que você merece!

O relógio parecia que tinha quebrado de tão devagar que o tempo passava, e a sala virou um verdadeiro hospício de tesão. A Karine tava com sangue nos olhos para fazer o guri perder a linha. Ela encaixou a cabeça daquela rola grossa na boca e desceu de uma vez, engolindo o Lucas até o talo, fazendo barulho de sucção e quase se engasgando com o tamanho do bicho, enquanto o garoto gemia de cima, com os olhos brancos e as mãos cravadas no colchão para não gozar na garganta dela.

Logo em seguida, ela puxou a boca para fora, despencou em cima das bolas dele e começou a chupar e chupar com uma voracidade de quem não comia há dias, babando tudo até deixar o saco do guri brilhando. Sem dar um segundo de descanso, ela empinou e esfregou os peitões fartos na cara e no pau do moleque, lambuzando a cabeça da rola dele com o suor dos peitos, fazendo o Lucas delirar de tanto tesão.

Enquanto o guri lutava para não estourar, a pressão em cima de mim era insana. A Karine empurrou aquela raba pesada contra o meu quadril, encaixou a minha rola latejante bem na bordinha da buceta ensopada e soltou a primeira súplica:

— Vítor, porra... enfia esse caralho logo na minha buceta, eu tô pingando, me fode de jeito! — implorou ela, rebolando igual a uma cadela em cima do meu pau.

— Aguenta aí, vagaba... você que quis brincar com o guri, agora aguenta o rojão — sussurrei mordendo o pescoço dela, mantendo o pau duro roçando só na entrada, negando a estocada e fazendo ela se contorcer de raiva e tesão.

Passou mais um tempinho com o Lucas quase tendo convulsão de tanto aguentar, e ela soltou o segundo pedido, com a voz embargada e desesperada:
— Amor, pelo amor... enfia tudo, esquece essa merda de cronômetro, eu tô implorando!

— Nem fudendo... você inventou a regra, agora assume o BO e faz o moleque aguentar — rebati com um sorriso safado, dando um tapa estalado na bunda dela e continuando na punheta de coxa, só beliscando a entrada sem deixar entrar um milímetro.

A situação tava no limite absoluto. O Lucas tremia inteiro, com o saco pesando e a rola roxa de tanto segurar o gozo, e a Karine já tava quase tendo um troço de tanto tesão reprimido, soltando o terceiro pedido com a voz falhando:

— Vítor, por favor... me fode logo, eu não aguento mais ficar com essa tora só na beirada!

Dei uma risada cínica, olhei pro visor do celular vendo que faltavam segundos para acabar, e neguei com a cabeça mais uma vez, deixando a buceta dela pegando fogo enquanto o relógio se aproximava do fim.

Por incrível que pareça, com toda aquela pressão e sacanagem explodindo na sala, O Lucas conseguiu se segurar e não gozou antes da hora.

— Acabou o tempo! Deu os cinco minutos! — gritei, pegando o celular do chão e jogando o visor na cara dos dois.

A Karine despencou para o lado, respirando fundo com o peito subindo e descendo descontrolado, ajeitou o cabelo suado e me olhou com uma mistura pesada de tesão acumulado e muita raiva por eu ter negado a foda o tempo todo. Mas o acordo era o acordo. Sem perder um segundo, ela se ajeitou em cima do Lucas na posição de sapinho, abrindo bem as pernas.

— Segura firme essa porra agora, moleque, porque o prêmio chegou — sibilou ela para o guri.

O Lucas, com a rola roxa, latejante e pingando pré-gozo, agarrou o próprio pau com a mão, firmando a tora erguida bem no meio das pernas. A Karine despencou o quadril, encaixando a buceta carnuda e ensopada bem em cima da cabeça da rola dele, e começou a rebolar de um jeito desgraçado, deslizando os lábios inchados para cima e para baixo, esfregando o clitóris direto na ponta do pau do garoto. O Lucas revirou os olhos, soltando um gemido abafado que quase parecia um choro de tanto prazer.

Me arrastei para o lado deles, encaixando o corpo no ritmo da safadeza. Meti a mão por trás daquele rabo pesado da Karine e afundei o dedo médio direto no cuzinho dela, que já estava contraindo de tanto tesão. Comecei a bombear o dedo com carícias circulares na entrada apertada enquanto ela gemia alto, jogando a cabeça para trás. Aproveitei a bobeira, puxei o rosto dela pelos cabelos e enfiei a minha língua na boca dela, beijando com força e gosto de cachaça, fazendo a vagaba delirar e rebolar ainda mais rápido em cima do pau do sobrinho, pronta para fazer o guri estourar tudo.

O tesão da Karine subiu tanto que o corpo dela começou a vibrar inteiro. As pernas que travavam a cintura do Lucas tremiam de exaustão, mas o guri continuava firme, segurando o rojão e se recusando a gozar. No meio daquela pegada toda, uma pulga atrás da orelha me cutucou: será que a Emily já andava esvaziando o saco desse moleque escondido por aí? Ele jurava de pés juntos que ainda não tinha tirado o cabaço dela, mas com o pique do guri, tudo era possível, até poderia estar boqueteando ele lá no quarto aquela hora que ela me pegou no banheiro.

— Pera aí, Vítor, minhas pernas não estão aguentando, deixa eu respirar um segundo — pediu a Karine, arqueando as costas e tentando aliviar o peso em cima do garoto.

— Descansar o caralho, continua rebolando aí, sua putinha gostosa — resmunguei, colando a minha boca na dela de novo e enfiando a língua com força, enquanto mantinha os dedos dedilhando o cuzinho dela sem dó.

De repente, notei que os espasmos nas coxas dela não eram só cansaço. Enfiei os dedos rapidinho na frente, descendo da retaguarda para a buceta, e levei o maior susto: a cabeça roxa e gigante daquela rola já tinha engolido a metade para dentro dos lábios carnudos e ensopados dela. A bct tinha engolido pedacinho do pau do guri sem a gente ver!

Não deu tempo nem de raciocinar se foi a força do tesão ou se a perna dela simplesmente cedeu de vez. A Karine soltou um gemido agudo, grave e rasgado que ecoou pela sala inteira e desabou com tudo para baixo.

O som úmido e estalado ecoou alto na sala. Os dois soltaram um urro de puro prazer quando o impacto bateu. O Lucas finalmente tinha tirado o cabaço, enterrando aquela rola grossa e latejante bem no fundo da primeira buceta da vida dele

— e que buceta quente, apertada e destruidora era a da tia.

Dei uma olhada mais de perto na bunda dela e pude confirmar o estrago: o pau tava cravado até o talo, sumido lá dentro, e só dava para ver as bolas do Lucas sendo espremidas com força contra as nadegas dela. A Karine travou em cima, ficando por alguns segundos totalmente imóvel e sem falar nada, soltando apenas aquele bafo quente e a respiração ofegante, com os peitões fartos balançando bem pertinho da boca do guri.

— Caralho... eu vou gozar, tia! Não aguento mais! — anunciou o Lucas, com o rosto vermelho e os olhos virados.

Antes que o guri pudesse derramar tudo lá dentro, a Karine foi mais rápida: ela levantou o quadril num bote só, tirando aquela rola roxa e latejante de dentro da buceta com um som úmido, e despencou sentado direto em cima da barriga do sobrinho. O pau do moleque deu um pulo violento, saltando livre no ar ficando bem no meio das nádegas dela.

Com o pau na bunda dela ele deu um gemido rasgado, arqueou o corpo para cima e soltou uma gozada razoavel, espalhando jatos quentes de porra por todas as costas e pela bunda redonda da Karine.

Peguei a camiseta do Lucas que tava jogada no chão e limpei a porra que tinha espalhado pelas costas e pela bunda da Karine. Ela desabou para o lado, esgotada, enquanto o guri se limpava também , mas continuava com aquela rola roxa e apontada para o teto, sem abaixar um centímetro.

— Ei, moleque, levanta aí. Senta de joelhos no chão na frente do sofá, bem nos teus calcanhares, igual jogador de futebol comemorando gol, deslizando no campo — mandei, dando um tapinha nas costas dele.

A Karine levantou meio cambaleante, limpando o suor da testa, e me olhou com a sobrancelha arqueada.

— Que porra de ideia é essa agora, Vítor? — perguntou ela, desconfiada.

— Sobe aí na frente dele, mas sem sentar. Fica com as pernas abertas, mirando essa buceta encharcada direto pro pau do guri — instruí, empurrando ela de leve.

A Karine recuou de costas até encostar no estofado do sofá, ficando com o corpo suspenso bem acima do Lucas. O sofá ficava uns dois palmos mais alto, o que deixava a buceta dela perfeitamente alinhada na rola do garoto. O Lucas, ajoelhado e apoiado nos calcanhares, encaixou o quadril para frente, mirando aquela tora latejante direto na entrada molhada, enquanto punhetava o pau.

Ela foi descendo o quadril devagarzinho, controlando o peso nas coxas para testar a resistência das pernas, até a bordinha da buceta carnuda encostar bem na cabeça roxa do pau dele. A Karine soltou um sorrisinho safado, sentindo o calor da ponta da rola roçando ali de novo.

O Lucas começou a estocar o ar de leve, brincando com a cabeça do pau na entradinha melada dela, fazendo bolhas de lubrificante estalarem. Sem perder tempo, me ajeitei sentado logo atrás dela no sofá, passando os braços por cima dos ombros da minha mulher e começando a apertar e acariciar aqueles peitões fartos, beliscando os mamilos duros enquanto ela gemia com a rola do sobrinho batendo bem na beirada.

— Minhas pernas não vão aguentar, Vítor, tá pesando demais... — gemeu a Karine, jogando a cabeça para trás contra o meu peito enquanto os braços tremiam.

— Essa é a ideia exata, sua peituda gostosa, deixa as pernas tremerem — sussurrei no ouvido dela, mordendo o lóbulo da sua orelha e apertando ainda mais os peitões dela com as duas mãos, enquanto o Lucas mantinha a punheta frenética lá embaixo.

Tomada por aquela onda pesada de prazer, ela começou a delirar e perder o controle, soltando frases entrecortadas com a respiração totalmente desregulada:
— A gente não pode... caralho, Lucas, Vítor, a gente não pode fazer isso... para, não dá... — murmurava ela na alucinação do tesão, balançando a cabeça em sinal de negação, mas implorando por dentro para que o pior acontecesse.

Foi o empurrãozinho que faltava. As pernas da Karine simplesmente cederam de vez, perdendo a força nos joelhos, e ela despencou com o peso do corpo inteiro para baixo. O som da estocada foi seco e estalado quando a buceta dela engoliu a rola grossa do Lucas de uma vez só até o talo, fazendo o guri soltar um urro de contentamento lá de baixo.

Dessa vez, ela não deu trégua nem tentou escapar. Dominada por um tesão animalesco e pela sacanagem da cena, a Karine engoliu o pau do guri inteirinho e começou a rebolar de leve, fingindo que tentava se ajeitar, mas rebolando de propósito para fazer aquela tora raspar em cada centímetro das paredes quentes e apertadas da sua buceta.

— Minhas pernas tão travando, tá doendo pra caralho nessa posição — reclamou o Lucas, fazendo careta e tentando aliviar o peso no chão.

— Dá um jeito aí, põe as pernas para frente, vamos — ordenei, dando um empurrãozinho de leve nas costas da Karine para ajudar a ajeitar o encaixe.

Em um movimento rápido, ela abriu mais as coxas e se encaixou direitinho no corpo do guri, sentando os dois na clássica posição de flor de lótus, com as pernas cruzadas e trançadas uma na outra. Fiquei sentado logo atrás, tendo a visão perfeita da cena: a Karine de costas para mim, com a bunda redonda e pesada bem em cima do quadril do Lucas, enquanto ele mantinha as mãos firmes na bundona dela, guiando e ditando o ritmo daquela pequena rebolada que ela tentava fingir que era acidental.

A buceta dela continuava engolindo aquela tora inteira, latejando de tanto calor. Com o rosto corado, os olhos vidrados e a respiração pesada, a Karine sibilou entredentes, tentando manter a pose:

— Não mexe, Lucas... só deixa aí dentro quietinho, não faz força... — murmurava ela, negando com a cabeça, mas com o corpo inteiro traindo a própria voz.
Ela dizia que não queria, que era só para estacionar, mas a verdade é que já estava sendo fodida , rebolando gostoso lentamente e encaixando cada centímetro daquele pau grosso bem no fundo da sua alma, enquanto o sala inteira cheirava a puro suor e tesão reprimido.

Para botar ainda mais fogo na brincadeira, levantei do sofá e parei de pé bem do lado dos dois, segurando o meu pau duro e latejando na altura do rosto dela.

— Chupa — falei, oferecendo a minha rola.

A Karine nem pensou duas vezes: abriu a boca e bocanhou a minha cabeça de uma vez só, puxando o meu pau com uma vontade animalesca e fazendo um barulho de sucção delicioso que ecoou pela sala. Enquanto ela se empanturrava da minha rola com a boca cheia de saliva, o corpo dela ia cedendo de vez ao tesão. Entre gemidos abafados pelo meu pau e uma expressão de incredulidade misturada com puro delírio, ela esqueceu o papo de ficar quieta e começou a aumentar a rebolada em cima do Lucas, encaixando e desencaixando com um ritmo cada vez mais safado.

Depois de alguns minutos com aquela troca insana de fluidos e prazer, a Karine tirou a minha rola da boca, limpou os lábios lambuzados e sentiu que o esquema na posição de flor de lótus já estava pequeno para o tamanho da loucura. Ela começou a dar uns pulinhos ritmados para cima, despencando o peso da bunda para aumentar a pressão e fazer o pau do guri entrar ainda mais fundo.

Vendo que o ritmo tava pedindo mais, gritei por cima dos gemidos:

— Deita Lucas! Deita reto agora!

O guri obedeceu na hora, esticando as costas no colchão. Foi o sinal verde que a Karine precisava: ela se soltou de vez, abriu as pernas na clássica posição de sapinho e desabou em cima do sobrinho, socando aquele rabão pesado com força total, em estocadas fundas, rápidas e desesperadas. Ela descarregou todo o tesão acumulado e reprimido no corpo do guri, transformando a sala num verdadeiro pandemônio de carne batendo e gemidos estourados. Que cena magnifica, meus amigos.

Com o meu pau latejando e pedindo socorro de tanto ver aquela baixaria, decidi que era a minha vez de entrar de sola na brincadeira. Dei a volta por trás da Karine, que continuava montada em cima do Lucas e socando o rabo sem parar, e encostei bem nas costas dela.

Ela sentiu o volume da minha rola encostando na retaguarda e, esperta do jeito que é, nem esperou eu pedir: parou o ritmo em cima do guri por um segundo, arqueou as costas para trás e empinou aquele cuzinho guloso e piscando bem na altura do meu quadril, abrindo espaço para a invasão final.

— Ah, caralho... era isso que eu tava querendo, vem logo, Vítor! — gemeu ela, babando e com os olhos revirados.

Encaixei a cabeça da minha rola na entrada apertada e, sem dar tempo para ela respirar, empurrei com força, afundando o pau inteiro naquele cuzinho quente, macio e apertado. A Karine soltou um grito abafado que misturava dor e puro delírio, jogando a cabeça para trás no meu ombro enquanto gemia sem parar:

— Por que eu fui tão idiota de recusar isso antes?... que delícia, me fodem! — repetia ela, se lamentando por ter tentado resistir àquela putaria no começo.

Ficamos nessa sincronia insana por um minuto inteiro: o Lucas fudendo a buceta dela por baixo, e eu estocando fundo no cuzinho dela por trás, transformando a minha mulher numa verdadeira puta. A pressão subiu de um jeito que ficou insustentável. Com um último empurrão fundo e certeiro, alcancei o ápice, contraí o corpo e descarreguei uma gozada grossa, quente e espessa bem no fundo do cu dela. No mesmo segundo exato em que a minha porra explodiu lá dentro, a Karine travou o corpo, deu um espasmo violento e gozou junto, gritando o nome do Lucas enquanto as paredes do corpo dela apertavam os nossos paus com força total num orgasmo duplo e animalesco.

Assim que o furacão do orgasmo duplo passou e a respiração na sala começou a baixar, a Karine nem esperou muito. Sem dizer uma única palavra, ela apenas apoiou os joelhos no colchão, empinou aquele bucetão arrebentado, inchado e escorrendo de tanta porra e suor, oferecendo o prêmio final de bandeja.
Olhei para o guri, que ainda respirava fundo tentando recuperar o fôlego depois de ter aguentado o tranco todo, e mandei a letra:

— Vai lá, moleque. Mete a rola nessa buceta com toda a vontade que você passou bom tempo desejando. Mostra que aprendeu a lição.

O Lucas não pensou duas vezes. Com o pau de novo duro e tinindo, ele se encaixou por trás, segurou firme nos quadris fartos dela e desceu o braço, metendo com uma violência e uma vontade que pareciam vir direto da alma. Eram estocadas fundas, rápidas e barulhentas que faziam o corpo da Karine balançar inteiro no sofá, acompanhadas pelos gemidos roucos dela que voltavam a estourar no ambiente. O guri escorregou o pau sem dó, rasgando aquela buceta macia até não sobrar mais nenhuma energia no corpo.

— Vou gozar, tia! Vou gozar tudo! — gritou o garoto, dando mais três estocadas fundas e desesperadas.

Ele arqueou as costas, travou o quadril bem no fundo e despejou o resto do estoque dele lá dentro, preenchendo o que ainda faltava daquela buceta gulosa com o último jato de porra da noite.

Com o serviço mais do que feito e o cansaço batendo forte, a Karine despencou de bruços no estofado do sofá, e o Lucas desabou por cima dela, completamente esgotados, suados e realizados com a obra de arte que tinham acabado de protagonizar. Estava encerrado o treino intensivo do guri: depois de uma maratona dessas, o menino finalmente estava carimbado, cascudo e apto para qualquer foda que aparecesse na vida.

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Foto 1 do Conto erotico: Não acreditei que isso poderia acontecer (Talvez o último dessa lembrança) - Parte 13

Foto 2 do Conto erotico: Não acreditei que isso poderia acontecer (Talvez o último dessa lembrança) - Parte 13

Foto 3 do Conto erotico: Não acreditei que isso poderia acontecer (Talvez o último dessa lembrança) - Parte 13


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Ficha do conto

Foto Perfil vitor35
vitor35

Nome do conto:
Não acreditei que isso poderia acontecer (Talvez o último dessa lembrança) - Parte 13

Codigo do conto:
270955

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/08/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
3