Logo depois de passar uns dias na casa da namorada, o Lucas voltou de cara amarrada e soltou uma bomba: contou que os pais da Emily andam pelados pela casa o dia inteiro, sem o menor pudor, com o pai desfilando de piroca balançando e a mãe circulando nua pelos cômodos como se nada acontecesse. A Karine quase engasgou com o café para não rir, enquanto o guri andava de um lado para o outro totalmente chocado com a cena, mal sabia ele que nós já estávamos sabendo. Vendo a confusão na cabeça dele, aproveitei para jogar lenha na fogueira e perguntar se ele estava achando aquilo um absurdo ou se estava era morrendo de inveja da liberdade dos sogros.
— Caralho, tio, tu não tá entendendo. O velho da Emily passa por mim com aquela tora balançando como se fosse a coisa mais normal do mundo, e a mãe dela fica desfilando de peito de fora na cozinha. No começo eu quase tive um piripaque, sem saber onde enfiar a cara. Só que, pior é que, depois de uns dias vendo aquela raba da mãe dela pra lá e pra cá e a Emily rindo da minha cara, o sangue começa a esquentar, né?. No fim das contas, aquela putaria toda acaba deixando o meu pau duro as vezes... Se todo sogro e sogra são assim, confesso que comecei a achar meio estranho no começo, mas quer saber? Não vou me meter nos costumes deles.
Disse para ele que aqui não estava sendo muito diferente, e perguntei o que ele achava se nós iriamos fazer isso aqui também. O guri coçou a nuca, olhou de relance para a Karine e deu um sorriso torto, balançando a cabeça:
— Pô, tio... mas pensando bem, a gente já tá meio que caminhando pra isso, né? Esses dias pra cá já virou uma bagunça de biquíni cavado, shortinho colado e cueca pela casa inteira. O problema real é a Emily. Se ela bate aqui em casa e dá de cara com a tia pelada, não sei se a guria vai achar graça ou se vai surtar e terminar comigo achando que a família inteira é maluca.
A Karine, que estava escutando tudo encostada no balcão da cozinha com um sorriso malicioso nos lábios, cruzou os braços e cortou a dúvida do sobrinho na hora:
— Deixa de ser medroso, moleque. Quer saber se ela aceita ou se vai dar ruim? É simples: a gente testa um dia com ela aqui na casa. Se a guria ficar brava, fizer escândalo ou não curtir, a gente para na mesma hora e finge demência. Mas aposto que ela vai é adorar e entrar na dança rapidinho.
O abafado da manhã de sábado pegava fogo com todo mundo circulando de roupa íntima pela casa. A Karine estava de calcinha fio-dental e sutiã, eu de cueca marcando a rola, e o Lucas e a Emily ali no meio. Na hora do lanche na cozinha, a Karine fingiu um tropeço tosco e derramou a batida direto na virilha do guri, encharcando a cueca dele de líquido grudento.
O Lucas deu um pulo da banqueta, assustado. A Karine já entrou em cena fingindo desespero:
— Ai, desculpa, amor! Sujou tudo. Tira logo essa cueca para eu lavar antes que empaste na sua pele!
A Emily arregalou os olhos na mesa, vidrada na cena. O Lucas tremeu, travado, mas lembrou do combinado e não ousou reagir. Vendo a lerdeza do sobrinho, a Karine deu um empurrãozinho nele e mandou a real:
— Vamos, guri, deixa de frescura!
Antes que ele pudesse falar um "a", ela mesma puxou o elástico para baixo num puxão seco, deixando o pau mole do garoto despido e balançando solto na frente de todo mundo.
Aquele episódio na cozinha serviu para quebrar a última barreira que faltava, transformando o que antes era um tabu em algo quase comum na rotina da casa.
Com o tempo, a nudez deixou de ser um choque permanente; não era como se todo mundo vivesse pelado o dia inteiro, mas a liberdade de circular sem roupas íntimas para tomar banho, trocar de roupa ou relaxar nos dias de calor passou a ser aceita com naturalidade tanto pelo Lucas quanto pela Emily.
Até que, numa tarde de calmaria na sala, a barreira caiu de vez.
Eu estava sentado no sofá, assistindo de olho em um jogo na TV, quando o barulho do chuveiro desligando ecoou pelo corredor. Segundos depois, a porta do banheiro se abriu e a Emily saiu de lá caminhando na minha direção, completamente nua, com a pele ainda úmida e pingando algumas gotas pelo corpo. Ela passou pela sala com a maior naturalidade e parou bem em frente ao espelho de corpo inteiro que ficava fixado na parede lateral.
Sem se importar muito com a minha presença, pegou o secador de cabelo na bancada, ligou o aparelho no máximo e começou a passar os dedos pelos fios molhados para secá-las. Naquele ângulo, de pé e ligeiramente virada de costas para o sofá, a bundinha redondinha e empinada da novinha ficava perfeitamente emoldurada, com as pernas naturalmente um pouco afastadas por causa da postura relaxada diante do espelho. O espaço entre as coxas deixava à mostra a parte daquela bucetinha pequena e delicada, com os lábios carnudinhos levemente entreabertos e visíveis bem ali na minha cara.
Bastou olhar de relance para ver a cena para o meu pau dar um pulo violento dentro da cueca, estufando o tecido com uma ereção instantânea e latejante.
Naquela mesma noite, puxamos o colchão para o chão da sala de novo para assistir à série, esticando todo mundo no espaço estreito entre o sofá e a tela. Nós quatro deitamos de roupas íntimas, bem apertados debaixo da mesma coberta pesada, formando uma única fileira de corpos colados.
A ordem no colchão se alinhou perfeitamente: o Lucas estava deitado na ponta, logo atrás dele vinha a Emily de conchinha, grudada nas costas do namorado; logo atrás da Emily estava a Karine, e eu fechava a fileira bem colado nas costas da minha mulher.
A meio capítulo da série, a Karine reclamou que o sutiã estava apertando, meteu a mão por baixo da blusa e arrancou a peça ali mesmo, deixando aqueles peitões livres. Ela se ajeitou bem firme contra as costas da Emily, encostando o peso do corpo e deixando os peitos nus pressionados de leve contra a pele da guria, sem chegar a roçar ou fazer movimentos maliciosos, mas mantendo aquele contato direto e quente.
Sentindo o calor da cena, o Lucas e a Emily se mexeram um pouco mais, enquanto eu colei de vez na Karine, encaixando meu pau duro direto no meio da bunda dela.
Sob a segurança da coberta escura e o barulho da TV, fui empurrando a calcinha da Karine para o lado com cuidado, deixando a bucetinha dela molhada e exposta bem na entrada da minha virilha. Comecei a encoxar de leve, empurrando o pau duro centímetro por centímetro contra o lombo dela com movimentos curtos e calculados para não levantar suspeitas.
A cada estacada sutil que eu dava, a Karine acompanhava o ritmo e empurrava o corpo para a frente, encostando de propósito os peitões fartos e nus direto nas costas da Emily. Para garantir que a guria não escapasse, a Karine colou a boca no ouvido dela e soltou um gemido abafado e manhoso, deixando claro o que estava rolando ali no meio da fileira.
Sentindo que a Emily não hesitou e absorveu o baque da situação sem protestar, a Karine desceu a mão por baixo do cobertor, achou a mão da menina e a guiou direto para a cueca do Lucas. O guri estremeceu na mesma hora, mas não falou um "a". Ajudada pela Karine, a mão da Emily fechou no pau duro do namorado, e juntas elas começaram uma punheta dupla e cadenciada, transformando o colchão numa orgia silenciosa e entalada debaixo do mesmo pano.
A Karine tirou a própria mão de cima do membro do guri, deixando a Emily assumir o controle e continuar a punheta sozinha, com o Lucas respirando fundo e gemendo baixinho de boca fechada contra o travesseiro. Com as mãos livres debaixo da coberta escura, a Karine deslizou os dedos pelas coxas da namorada do sobrinho até achar a calcinha da guria.
Começou a massagear a bucetinha novinha e encharcada por cima do tecido, fazendo movimentos circulares e firmes bem no clitóris da novinha. A Emily deu um arqueada leve nas costas, presa entre o corpo do Lucas e os peitões da Karine, mordendo os lábios com força para não gritar enquanto a calcinha colava de tanto tesão Enquanto isso, eu continuava socando meu pau duro e molhado direto na buceta da Karine, mantendo o ritmo caducado e silencioso para ninguém de fora desconfiar da putaria que comia solta debaixo daquele cobertor.
A barreira final desabou de vez quando a Emily não aguentou mais a fricção abafada. Com um puxão rápido debaixo da coberta, ela arrancou a própria calcinha e se virou completamente, saindo da conchinha tradicional com o namorado para ficar de frente para a Karine. Num movimento ousado e tomado pelo tesão, a guria pegou o próprio pau do Lucas, que já pulsava de ansiedade, e o direcionou com a mão direto para a entrada da sua bocetinha apertada.
O Lucas engoliu em seco, mas a temperatura do ambiente não permitia hesitação; ele encaixou o quadril e começou a foder a namorada bem devagar, com estacadas curtas e profundas que faziam a Emily morder o lábio inferior para abafar os gemidos.
Com as duas agora de frente uma para a outra, o fogo cruzado explodiu de vez. A Karine não perdeu tempo: enfiou as mãos nos peitos da novinha, apertando e massageando, enquanto a Emily agarrava os ombros da minha mulher. Tudo ainda parecia O atrito das bocetas molhadas se esfregando com o movimento fez o clima pegar fogo, e num instante as duas se atracaram em um beijo profundo, fafando-se de língua com desespero.
Com as duas agora de frente uma para a outra, o clima entre elas começou a esquentar de vez, mas tudo bem abafado e na base da dissimulação para ninguém de fora desconfiar de nada. A Karine aproveitou a penumbra da coberta e enfiou as mãos direto na blusa da novinha, massageando os peitos dela bem de leve e com cuidado para manter as aparências. No começo, a Emily deu uma travada, assustada com a ousadia e com o nervosismo daquela novidade, mas bastou sentir o toque para o tesão falar mais alto e arrancar dela uma respiração ofegante. Aos poucos, as barreiras invisíveis entre as duas foram ruindo: a Karine puxou de leve a perna da Emily para o meio das suas pernas, encaixando-as perfeitamente, e o toque da coxa raspando direto contra as bucetas úmidas foi aumentando o tesão a cada segundo. A respiração de ambas se misturou na penumbra, transformando aquele disfarce em uma verdadeira provocação mútua debaixo dos cobertores.
Aproveitando o caos de gemidos abafados e corpos entrelaçados, apertei o ritmo nas costas da Karine. Continuei enrabando a minha mulher sem dó, afundando meu pau duro e socando com força na buceta dela, enquanto ela gemia abafada na boca da Emily, criando uma sinfonia perfeita de foda dupla ali no meio da sala, escondidos apenas pela penumbra e pelo cobertor.
O Lucas perdeu o fôlego com a cena e decidiu mudar de ângulo. Ele puxou a Emily pelas mãos, arrastando os dois para a outra ponta do colchão para ter uma visão ainda mais privilegiada. A guria deitou de costas, abrindo bem as pernas, e o Lucas se ajeitou de joelhos no meio delas, encaixando o quadril e voltando a comê-la com estacadas mais firmes e ritmadas.
Vendo a movimentação, a Karine se virou de quatro bem na nossa frente, com a bunda empinada e a buceta lambuzada de leite e fluidos apontada diretamente para mim. Ela começou a engatinhar lentamente na direção de onde o Lucas e a Emily estavam fodendo, deslizando os joelhos pelo colchão.
Quando encostou na dupla, a Karine manobrou o corpo até ficar deitada sobre a Emily em sentidos opostos — as cabeças viradas para direções contrárias. Num bote rápido, a Karine desceu a boca e deu um beijo longo, pesado e cheio de baba na boca da guria, antes de escorregar o rosto um pouco mais para baixo e abocanhar com vontade os peitos durinhos da novinha, chupando e mordiscando os mamilos com vontade.
Em seguida, a Karine terminou de se posicionar bem em cima da Emily, formando um clássico meia-nove, com os corpos colados e invertidos, enquanto nós dois continuávamos fodendo as duas ao mesmo tempo. Eu me encaixei por trás da Karine, afundando meu pau na buceta dela enquanto ela se apoiava sobre a sobrinha. O visual era uma loucura total: deitada ali por baixo, a Emily olhava para cima e via perfeitamente o meu pau estocando e saindo da buceta molhada da tia bem em cima de seu rosto. Na outra ponta, a Karine tinha a visão perfeitamente alinhada para observar de camarote o pau do Lucas se espremendo e sumindo na bocetinha da Emily a cada socada do guri. O som sincronizado dos corpos batendo e essa visão cruzada da nossa putaria fizeram o tesão da sala chegar ao limite.
O ritmo na sala virou uma verdadeira sessão de cabaré particular. No meio das estocadas fundas, o Lucas de vez em quando puxava o quadril para trás, tirando todo o pau de dentro da Emily. A Karine, esperta e com a boca livre aproveitava o segundo em que a rola do guri passava perto e abocanhava a cabeça do pau dele inteira, dava aquela estocada funda na garganta fazendo o moleque revirar os olhos, e logo em seguida empurrava o membro de volta, direcionando-o para a buceta molhada da Emily, que gemia forte com a reentrada do pau na sua xota.
Vendo a safadeza rolando solta e sem querer ficar para trás na competição de quem dava mais prazer, a Emily decidiu entrar na brincadeira comigo. Começou a massagear as minhas bolas com carinho, abrindo a boca tentando abocanhar e chupar elas.
Apertei os quadris da Karine para segurar o ímpeto e, no instante em que a Emily abriu a boca para encaixar a cabeça do meu pau, tirei ele de dentro da buceta da minha mulher. A guria não perdeu tempo: abocanhou a minha rola com vontade, chupando e fazendo um barulho de sucção gostoso, enquanto eu segurava a nuca dela e sentia a saliva quente lambuzar tudo. Deixei ela mamar gostoso por alguns segundos, curtindo a sensação da novinha engolindo meu leite pré-gozo, antes de agarrar a cintura dela de novo, puxar meu pau para fora da boca dela com um estalo e afundar tudo de uma vez só na buceta da Karine, que soltou um gemido estalado e abafado contra o corpo da sobrinha.
O calor do momento e o ritmo frenético foram acumulando uma pressão insuportável na base da minha espinha, até que o meu corpo deu o sinal de alerta final. Não consegui segurar mais: empurrei o quadril com toda a força, afundando o pau até o talo na buceta da Karine, e soltei a porra toda lá dentro, sentindo espasmos intensos enquanto despejava todo o meu leite quente nas profundezas dela.
A Karine arqueou as costas, sentindo o líquido quente encher o seu interior e escorrer levemente pelas laterais, gemendo abafada contra o corpo da sobrinha.
Quando o pico do clímax começou a passar, puxei o meu pau para fora de uma vez só com um estalo úmido. Como a Emily estava logo abaixo na posição invertida, o excesso de sêmen que tinha sobrado na minha rola e o que transbordou da buceta da Karine acabaram pingando direto, escorrendo em fios grossos e brancos bem pelo rosto da novinha. O líquido espesso desceu pela bochecha dela, passou pelo canto da boca e parou no queixo, mas a guria estava tão entorpecida pelo próprio orgasmo e pelo tesão acumulado que nem se mexeu para limpar; ficou com os olhos meio cerrados, respirando fundo e paralisada de puro prazer, absorvendo cada detalhe daquela cena.
O Lucas puxou o corpo para trás, puxando a Emily consigo, e se ajeitou sentado bem no meio do sofá. A guria não perdeu um segundo: subiu direto no colo dele, encaixando-se com tudo e começando a cavalgar com aquela bundinha redondinha, rebolando num ritmo frenético enquanto os peitos pequenos balançavam no ar.
Enquanto isso, eu recostei no colchão no chão, com a respiração ainda pesada, massageando meu pau que já começava a endurecer de novo diante daquela visão. A Karine, vendo o saco do Lucas balançando livremente bem atrás da Emily, engatinhou para a frente do sofá, enfiou a cabeça no meio das pernas do sobrinho e abocanhou as bolas dele com força.
— Ai, tia... Caralho, que delícia de chupada — o Lucas gemeu alto, arqueando as costas e afundando o quadril com mais força na namorada.
— Gostou, meu amor? Sente a boca da sua tia na suas bolas — a Karine falou com a voz abafada pelo saco dele, antes de dar uma lambida longa e estalada.
Ela soltou o Lucas por um instante, olhou para mim encostada no chão e depois voltou os olhos cheios de malícia para a Emily, que gemia rebolando no colo do namorado.
— Ei, guria... O tio quer dar uma olhada de perto. Deixa ele ver o seu cuzinho? — a Karine perguntou, com a voz pingando tesão.
A Emily parou a cavalgada por um segundo, olhou para mim com os olhos semicerrados de prazer, mordeu o lábio inferior e corou, mas o fogo falou mais alto.
— De-deixo... Pode olhar, tio... — a guria gaguejou, respirando fundo e abrindo um sorriso safado.
A Karine não perdeu tempo. Com as duas mãos firmes, ela afastou as nádegas da Emily com força, escancarando aquela carne rosada e virgem bem na minha direção.
— Olha só para isso aqui, amor! — a Karine disse, virando-se para mim com um sorriso de orelha a orelha, enquanto exibia a abertura — Olha que cuzinho virgem, apertadinho e cheinho de tesão.
— Porra, tia... Assim vocês me deixam doido! — o Lucas falou, caindo na gargalhada e enfiando o pau com mais raiva ainda na namorada.
Olha bem para isso, meu amor... Vê se aguenta ver uma coisinha tão apertadinha assim — a Karine provocou, olhando fixamente para mim com um sorriso cheio de malícia.
Com o cuzinho da Emily completamente escancarado entre as nádegas afastadas, a Karine passou a ponta do dedo indicador lambuzado de fluidos direto na entrada rosada, fazendo a guria dar um arqueada violenta no ar.
A Emily, totalmente entregue ao ápice da excitação, virou o pescoço por cima do ombro, olhando diretamente para trás. Os olhos dela encontraram os meus e os da karine, vidrados na cena, admirando cada centímetro daquele corpinho novinho e exposto. Ver a gente encarando com tanta fome fez o tesão dela explodir ainda mais, e ela começou a rebolar com o dobro de força no colo do namorado, gemendo alto enquanto a Karine continuava a enfiar o dedo com cuidado.
O ritmo da foda no sofá virou uma frenesi total, com o Lucas empurrando o quadril com força e a Emily cavalgando em cima enquanto os corpos se chocavam com um som úmido e abafado.
— Caralho, amor, eu vou gozar! Não para, não para! — o Lucas ganiu, arqueando as costas e afundando o pau até o talo.
— Vai, Lucas, goza dentro de mim, porra! — a Emily gritou, jogando a cabeça para trás e arranhando as costas do namorado enquanto o corpo dela começava a tremer nos primeiros espasmos do orgasmo.
Em segundos, o Lucas deu mais três estocadas fundas e travou o quadril, soltando um gemido rouco enquanto despejava todo o seu leite quente dentro da namorada. No mesmo instante, o clímax atingiu a Emily em cheio; ela soltou um grito abafado, esvaziou o fôlego e desabou para o lado, caindo de costas encostada no braço e no estofado do sofá, bem na minha direção.
Com as pernas abertas e o corpinho ofegante, ela mal conseguia respirar direito. O sêmen do Lucas escorria levemente pela coxa dela, misturado com os próprios fluidos, mas a guria nem se importou. Ela levou a mão trêmula direto entre as pernas, começando a acariciar a própria buceta toda gozada com movimentos lentos e circulares, enquanto olhava para mim com os olhos semicerrados de puro tesão acumulado.
Aproveitando o fôlego curto de todo mundo na sala, a Karine se ajeitou no chão, olhando fixamente para o sobrinho com um sorriso cheio de segundas intenções.
— Sabe, Lucas... bem que você podia agradecer seu tio por tudo que ele fez até hoje, né? — a Karine soltou, a voz pingando malícia pura enquanto apontava a cabeça na minha direção. — Deixa ele tirar o cabaço desse cuzinho apertado da Emily. E aí, Emily, você topa o seu tio te estrear aí atrás?
O Lucas engoliu em seco, mas abriu um sorriso largo e culpado, sem a menor condição de recusar depois de toda a liberdade e o festão que a gente estava bancando ali.
— Ah, cara... por mim, com certeza depois de tudo que eu recebi da tia não posso negar.
A Emily, que ainda estava deitada de costas no sofá com a mão limpando a porra, travou na mesma hora. Os olhos arregalaram de susto e ela começou a negar com a cabeça, puxando as pernas levemente para perto.
— Calma aí... o cuzinho não, gente... eu tenho medo, vai doer... — a guria gaguejou, espantada e claramente acuada com a ideia de dar o passo final.
A Karine, vendo a resistência da novinha, engatinhou para perto dela com toda a calma do mundo, subindo no sofá e segurando os joelhos da guria para impedi-la de fechar as pernas.
— Deixa de ser bobinha, sua frouxa — a Karine falou com aquela voz mansa e persuasiva de quem sabia manipular o tesão alheio. — Fica tranquila, amor. Eu mesma vou preparar o teu cuzinho, vou relaxar bem ess e anelzinho com o dedo e bastante lubrificante. Quando o tio entrar, você nem vai sentir dor, só vai pedir por mais. Topa dar esse presente para a gente?
A Emily olhou para a Karine, depois cruzou o olhar comigo, vendo meu pau duro pulsando e esperando a resposta, totalmente encurralada pelo próprio tesão e pela pressão gostosa daquela dinâmica.
O Lucas coçou a nuca, olhou para a namorada com uma expressão de quem estava dividido entre o tesão e a vontade de agradar a todos na roda, e decidiu dar aquela empurrada final.
— Ah, amor, relaxa... vai ser bom pra caralho, confia no tio — o guri tentou argumentar, abrindo um sorriso meio sem graça. — A gente tá aqui junto, curte a vibe.
A Emily arqueou a sobrancelha, fuzilou o namorado com o olhar e soltou a resposta na lata:
— Como é que você sabe que é bom, hein? Nunca deu o cu na vida! Por que você não dá o teu primeiro para ver se é bom mesmo? — a guria retrucou, cruzando os braços com um bico desafiador.
A sala inteira caiu na gargalhada com a tirada dela. O Lucas ficou com o rosto vermelho, balançando a cabeça e rindo alto enquanto se defendia:
— Pô, aí tu me quebra, caralho! Tô falando por lógica, porra!
A Karine riu gostoso, dando um tapinha de leve na coxa da sobrinha para cortar a brincadeira e voltando a focar na safadeza, com as mãos já prontas para começar a preparação.
A piada da Emily cortou o clima de um jeito que pegou todo mundo de surpresa. O Lucas tentou insistir mais um pouco, porque no fundo ele ainda alimentava a fantasia secreta de ver se conseguia convencer a Karine a entrar na roda de vez por trás também, mas a guria não cedeu um centímetro.
— Tá falando sério? — o Lucas perguntou, franzindo a testa e olhando fixamente para a namorada, tentando entender se ela estava blefando.
— Tô, ué. Se é tão bom assim, por que você não experimenta? — a Emily respondeu com a cara mais séria do mundo, cruzando os braços.
O silêncio durou dois segundos até que ela mesma abriu um sorriso maroto e soltou o golpe final:
— Mas quer saber? Eu ia adorar ver a sua cara e te ouvir gemendo de dor se o seu tio te comesse também. Aí com certeza eu iria liberar o meu apertadinho também.
A gargalhada que ecoou na sala foi inevitável, mas o fôlego da orgia já tinha se esvaído com aquela inversão de papéis inesperada. A tensão sexual deu lugar a um cansaço gostoso, misturado com o choque daquela cutucada certeira do Lucas.
Aos poucos, o ritmo frenético da noite foi morrendo ali. Nós nos ajeitamos no sofá e no colchão, puxando as cobertas para cobrir os corpos suados, enquanto o resto daquela conversa estranha e hilária encerrava a nossa maratona de prazer.



Sempre que colocam o colchão na sala, por der certeza que vem coisa boa por aí. Hahahaha