Foi quando a Emily quebrou o silêncio, cutucando a Karine no braço com um sorriso cúmplice e safado.
— Sabe o que não sai da minha cabeça? — a guria soltou, corando levemente, mas sem desviar os olhos. — Quando eu ouvi o barulho da tia chupando o Lucas... aquele som de saliva, o barulho molhado, o desespero dele... nossa, aquilo me deu um tesão absurdo. Ver a mulher no controle da situação daquele jeito mexe demais com a gente. Eu queria ver a Karine em cima de você, tio, fazendo a mesma coisa, para eu aprender a técnica.
A Karine abriu um sorriso largo, com os olhos brilhando de pura malícia com a ousadia da sobrinha.
— Ah, é? Quer ver o show completo? Pois então a gente faz um trato — a Karine respondeu, passando a língua pelos lábios. — Eu chupo o Lucas agora mesmo. E enquanto eu estiver com a boca cheia de rola lá embaixo, a Emily vai atras dele... e para testar, ela mesma vai enfiar os dedos no cu do Lucas para ver qual é a sensação real de um homem sendo penetrado e abrindo o cuzinho de prazer.
— Espera aí... qual é a graça disso? — o guri perguntou, rindo de nervoso e olhando de uma para a outra. — Por que vocês ficam tão obcecadas e empolgadas com essa porra de ideia? O que tem demais nisso, caralho?
A Karine soltou uma risada debochada, ajeitou o corpo no colchão e olhou direto para o sobrinho com aquela cara de quem ia explicar o óbvio para uma criança.
— Ai, Lucas, tu é muito inocente mesmo, né? — a Karine soltou, balançando a cabeça com um sorriso safado na cara. — Para a gente, ver vocês grandões, cheios de marra, perdendo o controle é a coisa mais excitante do mundo. O tempo todo é o homem que tá em cima, que tá metendo, que tá mandando na porra toda.
Ela passou a língua nos lábios e continuou, gesticulando com a mão:
— Quando a gente vê vocês ali, rendidos, com o corpinho travando, gemendo e sentindo o bagulho entrar no rabo, a dinâmica inverte total. Dá uma sensação de poder absurda ver o machão perder a pose, ficar vulnerável e implorar. Saber que o cuzinho de vocês é apertado igualzinho ao nosso e que vocês sentem o mesmo tesão e a mesma pressão que a gente sente... Poxa, ver o marmanjo desmanchar de tesão e dorzinha gostosa é um tesão do caralho, moleque. Vocês ficam mansaços, e a gente adora ver isso.
O Lucas respirou fundo, pesou os prós e os contras daquela loucura toda e deu o braço a torcer, aceitando entrar na brincadeira.
— Tá bom, caralho, mas é só o dedo, hein? Nada de exagerar — o guri murmurou, já se levantando e se ajeitando de pé no meio da sala.
A Karine não perdeu um segundo sequer. Com toda a experiência de quem comandava a dinâmica, ela já foi se agachando diante dele, abriu a boca e encaixou a cabeça do pau do sobrinho inteira, começando aquela mamada profunda e molhada de sempre, fazendo um som de sucção alto enquanto olhava para cima com os olhos cheios de malícia.
Enquanto isso, a Emily se ajeitou rapidamente logo atrás do namorado. Ela ficou de joelhos, sentada sobre os próprios tornozelos, pegou o vidro de óleo lubrificante que estava no chão e espalhou algumas gotas nos dedos. Com movimentos circulares e firmes, começou a massagear a entrada do cu do Lucas, lubrificando bem a região.
— E aí, amor? Tá bom assim? Tá relaxando? — a Emily perguntou sussurrando, sentindo a pele dele contrair com o toque.
— Até aí... até aí tudo bem, tá gostoso — o Lucas respondeu com a voz meio travada, dividindo a atenção entre a garganta da tia e os dedos da namorada.
Aproveitando que a Emily estava ali arqueada bem na minha frente, com aquela bundinha redonda empinada e ocupada com o trabalho no Lucas, decidi entrar na dança. Cheguei mais perto por trás dela e comecei a acariciar o rabinho dela também, deslizando os dedos primeiro pela buceta encharcada que ainda pingava os fluidos da foda anterior. A guria sentiu o meu toque, estremeceu, virou o rosto para trás com um sorriso de total empolgação e empinou ainda mais o rabo para facilitar a minha mão, enquanto continuava focada em mexer os dedos no cu do namorado.
A Emily respirou fundo, sentiu que o Lucas tinha relaxado um pouco e decidiu avançar mais um passo na brincadeira. Com o dedo indicador já bem ensopado de óleo, ela empurrou devagar, vencendo a resistência inicial até afundar o dedo inteiro lá no fundo do cu dele.
— E aí? Tá doendo? Tá bom? — ela perguntou, com a respiração pesada, olhando para o rosto dele.
O Lucas travou os joelhos por um segundo, fechou os olhos com força, mas acabou soltando um suspiro trêmulo:
— Até que... até que não tá ruim... porra... — ele gemeu, segurando firme nos ombros da namorada enquanto a Karine continuava sugando a rola dele sem piedade lá embaixo.
Com a permissão implícita, a Emily se empolgou de vez. Ela começou a movimentar o dedo para dentro e para fora com mais ritmo, simulando estacadas e fodendo o cu do namorado com o indicador, enquanto o Lucas gemia abafado.
Enquanto isso, eu sentia o meu pau estalando de tesão na minha mão, latejando com força enquanto a bucetinha molhada e quente da Emily continuava logo ali, apertando e pedindo atenção. Não aguentei esperar mais: me levantei do colchão, fiquei de joelhos bem na frente dela e empurrei a minha rola direto para a boca da guria.
A Emily, que nunca tinha tido muita prática com o oral, logo tratou de abocanhar como deu. O jeito desajeitado dela, somado ao fato de ter uma boquinha pequena, quente e apertada que abafava a cabeça do meu pau com uma sucção desgovernada, transformou aquilo numa delícia absurda. Segurei a nuca dela com firmeza, ditando o ritmo das estocadas na boca dela, enquanto a sala inteira virava um caos completo de gemidos, dedos entrando no cu e bocas ocupadas.
A Karine interrompeu a mamada de repente, puxando a boca para fora do pau do Lucas com um estalo úmido e barulhento. Ela se levantou do chão, virou de costas para o sobrinho, empinou aquela bunda carnuda e redonda bem na cara dele e abriu as nádegas com as próprias mãos, escancarando o cuzinho lambuzado de saliva e óleo.
— Quer chupar e comer o cu da sua tia, hein, garotão? — a Karine provocou, com um sorriso de pura safadeza na voz.
O Lucas, cego de tesão e com a rola latejando, já deu um passo à frente querendo enterrar o pau com tudo ali mesmo. Mas a Karine foi mais rápida: deu um tapinha na coxa dele, riu e empurrou o peito do guri para trás.
— Calha a boca, agora não... a tia ainda quer brincar mais um pouco com você — ela disse, voltando a se ajoelhar e abocanhando o pau dele de novo com força, fazendo o moleque revirar os olhos.
Vendo a cena e sentindo o meu pau duro estalando na boca dela, a Emily parou o trabalho com o dedo no cu do namorado por um segundo, ergueu o rosto, olhou direto para mim com os olhos brilhando de luxúria e apontou com a cabeça para o Lucas.
— Tio, abre a bunda do Lucas bem escancarada para mim... assim fica mais fácil e gostoso de mexer — a guria pediu, ofegante.
Não pensei duas vezes. Porque afinal era só uma ajuda para facilitar para ela. Me aproximei por trás do Lucas, apoiei minhas mãos firmemente nas nádegas dele e afastei os glúteos com força, abrindo o anel apertado do guri de uma vez só bem na frente da Emily.
Um sorriso largo e vitorioso se abriu no rosto da novinha.
— Ah, agora sim... perfeito — a Emily comemorou, empurrando o dedo indicador de volta para dentro com facilidade. — Olha só, tia... mesmo com o dedo fino dele desse jeito, ainda entra super apertado aqui, ó!
Com uma cara de safada e louca para ver a gente perder a pose de vez, a guria deu um sorriso travesso e olhou fixamente para mim:
— Tio, agora põe a cabeça do pau aqui na portinha do cu do Lucas... quero ver ele sentir o que a gente sente!
O Lucas olhou para trás assustado na mesma hora, com os olhos arregalados, e soltou um grito esganiçado: — O quê?! Tá maluca, garota?!
Eu mesmo fiquei na dúvida por um segundo. Afinal, eu era hétero e nunca tinha cogitado aquilo, sentindo um pé atrás com a ideia. Por isso, respirei fundo e falei ponderando:
— Olha, Emily... acho melhor não. A gente pode inventar várias sacanagens e curtir muito, mas vamos deixar essa parte de lado, né?
Então tá bom, tio, sem problemas! — ela respondeu com um sorriso malicioso, aceitando a decisão na mesma hora e voltando a atenção para o que estava fazendo.
A Emily continuou ali, mexendo o dedo com ritmo e habilidade no cu do Lucas, que gemia baixinho, completamente rendido à sensação e sem saber se reclamava ou se entregava de vez. Vendo que a atenção tinha dado uma pausa, a Karine decidiu roupar a cena e dar um show particular, virando-se para o sobrinho com os olhos brilhando de pura safadeza.
— Quer saber? Eu tenho duas novidades aqui que você vai pirar, moleque — a Karine provocou, a voz pingando tesão.
Sem perder tempo, ela se posicionou na clássica posição de frango assado, forçando as pernas totalmente para trás o máximo que conseguiu e empinando bem a bacia, deixando à mostra aquela buceta gostosa e o cuzinho que piscava na penumbra. O Lucas, que estava de pé bem na borda do sofá, travou o corpo com a visão da tia escancarada daquele jeito logo abaixo dele.
Com as mãos ágeis, a Karine pegou o frasco de óleo, espalhou bastante do produto por todo o pau do Lucas e pelas bolas dele, fazendo o membro brilhar com a luz fraca da sala. Olhando fixamente para o guri, ela deu a ordem com um sorriso dominador:
— Agora larga esse pauzão em cima da minha buceta e deixa ele ficar raspando nela!
Enquanto o Lucas encostava a grossura da rola para deslizar de leve nos lábios molhados dela, a Karine fez algo totalmente inesperado: ela pegou as bolas do sobrinho com uma das mãos e começou a forçar uma delas de leve contra a entrada do próprio cuzinho. Quando a primeira bola passou pela resistência inicial, pareceu que foi sugada para dentro com tudo, fazendo a Karine suspirar fundo com a pressão. Ela continuou tentando encaixar a segunda bola ali enquanto, com a outra mão, disparava uma punheta frenética e desgovernada no pau do guri, com uma das bolas dele esmagada e presa no seu anel anal.
Ficamos completamente alucinados assistindo àquela loucura na sala, com a cena estourando os limites da nossa imaginação e deixando o clima ainda mais pesado de desejo.
— Tá gostando, Lucas? Fala pra tia, tá gostando dessa loucura? — a Karine perguntou, com a voz abafada e o rosto virado, mantendo a postura firme no meio da sala.
O guri respirou fundo, tentando puxar o ar, mas o fôlego simplesmente sumiu diante daquela cena intensa. Ele mal conseguiu articular as palavras, balançando a cabeça de um lado para o outro enquanto soltava um gemido rouco, arrastado e estrangulado:
— Sim... caralho... tô gostando pra caralho... — o Lucas ganiu, com os olhos revirados e a respiração totalmente desregulada, quase sem conseguir falar de tanto tesão.
A Emily, que assistia a tudo de perto com o queixo quase caído, não conseguia desviar os olhos daquela dinâmica absurda que a tia tinha acabado de inventar, sentindo o próprio corpo reagir àquela atmosfera de pura adrenalina e libertinagem familiar.
O clima na sala já estava completamente fora de controle, com todo mundo respirando fundo e a adrenalina no talo. A Karine, mantendo aquela postura dominante no meio do cômodo, virou o rosto para cima e lançou o desafio direto para o sobrinho:
— E aí, Lucas? Quer saber o nível da próxima loucura que eu tô preparando? Para descobrir, você vai ter que ceder um pouquinho e deixar o seu tio colocar pelo menos a cabecinha lá atrás... Topa o desafio?
O guri arregalou os olhos, incrédulo com a ousadia da tia, e balançou a cabeça negativamente enquanto gania: — Ah, qual é... Eu não acredito que você tá me pedindo isso!
Antes que o Lucas pudesse processar direito a proposta, a Emily decidiu roubar a cena com uma ousadia inesperada. A guria deu um sorriso travesso, subiu direto no sofá e empinou o rabinho bem na minha frente, olhando para mim com os olhos brilhando de puro desejo:
— Quer saber, tio? Esquece ele por um instante e me chupa aqui agora! — pediu a guria, com a voz carregada de malícia.
Não pensei duas vezes diante daquela provocação escancarada. Aproximei o rosto sem cerimônia e comecei a chupar aquela delícia com vontade, fazendo a Emily soltar um gemido agudo e rebolar em cima do sofá. No meio da chupada, a safada levou a mão rapidamente até o meu pau, agarrou a extensão inteira e o puxou para perto, direcionando a cabeça grossa bem contra o cuzinho dela. Ela começou a deslizar e passar a ponta da minha ferramenta bem no meio daquele anel apertado, enquanto sussurrava com um tom desafiador:
— Tio... você quer mesmo tirar a minha virgindade anal agora? Fala a verdade.
Com a respiração completamente quebrada e o sangue fervendo, respondi sem hesitar: — Poxa, guria... o tio quer muito, você não tem noção!
Nesse exato segundo, a Emily parou o movimento, trocou um olhar rápido e cúmplice com a Karine — deixando claro que aquilo já estava combinado entre as duas — e soltou a cartada final:
— Quer mesmo, tio? Então fechou o acordo: só se você for lá e colocar pelo menos a cabecinha no cu do Lucas como a tia pediu... Se fizer isso, eu deixo você me foder onde você quiser, do jeito que tiver vontade!
A pressão daquela situação insana, somada ao calor do momento e ao tesão que já transbordava por todos os poros da sala, finalmente quebrou a última barreira de resistência do guri. O Lucas respirou fundo, fechou os olhos por um segundo e cedeu à chantagem coletiva:
— Tá bom... caralho, tá bom! Só a cabecinha, hein? Não ousa passar disso! — o guri resmungou, derrotado pelo próprio desejo e pela cumplicidade das duas.
Então a karine ajeitou-se sentada direto no colchão, apoiou a cabeça na borda estofada do sofá e abriu a boca bem embaixo.
— Lucas vem cá e fode a boca da tia. Não é seu prêmio ainda, mas você vai curtir isso.
O Lucas, já no limite da sanidade com a pressão do momento, deu um passo à frente, arqueando o corpo um pouco para a frente para encaixar o ritmo perfeito em cima da tia.
Assim que ele se inclinou e começou a descer a rola melada na boca da tia, o esforço físico fez o quadril esticar e a bunda dele empinar ainda mais para trás, escancarando completamente aquele anel apertado e lubrificado bem na nossa altura.
A Emily, que estava logo atrás dele com os dedos ainda sujos de óleo, viu a oportunidade perfeita. Ela abriu um sorriso de pura malícia, fez uma cara de total safadeza e pegou o frasco de lubrificante. Em vez de passar no próprio dedo, ela despejou umas gotas generosas direto na cabeça e no comprimento do meu pau, que já estalava de tanto tesão.
Olhando fixamente para mim, ela levou o dedo indicador aos lábios, fazendo um sinal silencioso para eu ficar quieto e não estragar a surpresa. Logo em seguida, com a mão firme, ela agarrou a minha rola e começou a direcionar o meu pau bem para a entrada do cuzinho do Lucas, enquanto olhava para trás e me fazia outro sinal de silêncio, segurando o riso e combinando o golpe surpresa nas costas do próprio namorado.
Assim que a cabeça do meu pau encostou na entrada fechada e começou a forçar a barreira, o corpo do Lucas travou na mesma hora. Ele deu um pulo para a frente, sentiu a pressão inédita invadir o seu espaço e resmungou assustado:
— Espera, porra... caralho, tá apertado demais, calma! — o guri reclamou, tensionando os músculos das costas e ameaçando fechar as pernas.
— Calma, amor, relaxa, curte a vibe, tá tudo bem... — a guria sussurrou apressada, acelerando os movimentos para distrair a atenção dele.
Aproveitando a distração que as duas criaram — com o Lucas com a boca cheia de ar e o cérebro zonzo entre a chupada profunda da tia —, o meu próprio tesão assumiu o controle. Sem hesitar, aproveitei o embalo e fui empurrando o meu pau para a frente, cedendo à gravidade daquela loucura.
A Emily, agachada bem pertinho e com os olhos vidrados na cena, mordeu o lábio inferior em pura excitação e sussurrou bem baixinho no meu ouvido:
— Isso, tio... coloca só a cabecinha primeiro, vai devagar para ele acostumar...
Ela se inclinou ainda mais, aproximando o rosto a poucos centímetros para observar de pertinho. Os olhos dela brilhavam de luxúria enquanto a cabeça grossa do meu pau vencia a resistência natural, esticando e abrindo o cuzinho do Lucas centímetro por centímetro sob o olhar fascinado da guria.
A cada resmungo de dor ou reclamação que escapava da boca do Lucas, as meninas intensificavam o ritmo para abafar o protesto: a Karine aprofundava a chupada, sugando e se engasgando. Sob essa pressão coordenada, senti o anel muscular dele ceder, abraçando e abocanhando a metade da cabeça do meu pau com uma contração quente e apertada.
Empurrei devagar, centímetro por centímetro, embalado pelo som molhado das lambidas e dos estalos de saliva da Karine que ecoavam pela sala. Em poucos segundos, impulsionado por aquele cenário totalmente insano, meu pau começou a deslizar até que toda a cabeça entrou de uma vez, e eu já me preparava para puxar de volta, afinal esse tinha sido o trato combinado.
Enquanto sentia aquela pressão inédita, fechei os olhos com força, sem conseguir acreditar que estava fazendo aquilo tudo e cedendo àquela loucura só pela promessa de explorar o cuzinho apertado e virgem daquela novinha safada.
Mas, bem na hora em que pensei em recuar, a Emily foi mais rápida: ela pegou a minha mão, guiou o meu dedo indicador e o enfiou com firmeza na entrada do cuzinho dela, começando a pressioná-lo contra o próprio corpo exatamente do mesmo jeito que havia feito antes com o dedo da Karine durante a depilação. Para mim, ver aquilo e sentir o calor do cuzinho da guria apertando meu dedo e se abrindo ali na minha frente foi simplesmente demais, fazendo o meu autocontrole ir totalmente pelos ares.
Em um descuido meu pau afundou até o talo dentro do cu dele. Mesmo não sendo uma preferência pessoal, a ideia distorcida de que aquilo era o "preço" para tirar o cabaço da Emily dava uma carga extra de adrenalina à situação. Lucas não protestou, e com os olhos fechados continuei o vai e vem levado mais pelo dedo no cú apertado da Emily.
O ritmo do quarto inteiro acelerou rumo ao clímax. Comecei a sentir os primeiros sinais de que ia gozar, e a Emily, percebendo a mudança na minha respiração, agarrou minhas bolas com as duas mãos e apertou com firmeza, intensificando o atrito. No mesmo instante, o Lucas soltou um gemido estrangulado e ininteligível. A Karine engoliu o pau dele inteiro de uma só vez, e o guri, tomado por um delírio misturado de dor e prazer ao sentir o próprio cu preenchido pela minha rola, despejou uma gozada violenta e espessa. A pressão foi tanta que, mais uma vez, o porra subiu com força e saiu escorrendo pelo naris da Karine, que continuou sugando sem parar.
O cúmulo daquela putaria me arrancou um gemido grave, e eu gozei fundo, despejando meu leite quente lá dentro enquanto mantinha o quadril travado. Aos poucos, fui puxando o pau para trás, retirando-o devagar do cu do Lucas. A Emily ficou ali ao lado, com os olhos brilhando fixos na minha rola lambuzada de porra e lubrificante escorregando para fora, completamente hipnotizada pela cena.
