Assim que pisou no piso frio e percebeu a minha sombra, ela virou a cabeça por cima do ombro, lançando um sorriso cheio de malícia e um "oi, tio" sussurrado que denunciava o quanto ela já esperava por aquilo.
Aproximei-me em silêncio, sentindo o pau latejar e despertar na mesma hora só de ver a vulnerabilidade dela. Sem cerimônia, deslizei a mão diretamente entre as pernas dela, encontrando os lábios daquela bucetinha novinha.
— E aí, guria... tá preparada para liberar o cuzinho hoje como combinado? — sussurrei rente ao ouvido dela, sentindo o corpo da garota estremecer com o toque.
A Emily soltou uma risada abafada, balançando a cabeça em negativa, mas com os olhos brilhando de pura excitação.
— Preparada eu não tô, né, tio... mas já que é o preço que eu tenho que pagar pela brincadeira da semana passada, paciência — ela respondeu com um tom de desafio gostoso na voz.
Enquanto conversávamos, senti a bucetinha dela contrair e inundar ainda mais a minha palma com um fluido quente. De repente, a guria empinou propositalmente a bacia contra a minha mão e soltou um gemido manhoso.
O calor daquela resposta bateu direto na minha cabeça, fazendo a minha respiração pesar na mesma hora. Sem perder tempo com enrolação, empurrei o corpo dela de leve para a frente, fazendo-a apoiar as mãos na bancada enquanto eu colava o meu quadril bem nas nádegas macias dela.
— Se a brincadeira tem preço, guria, pode ter certeza que o tio vai fazer valer cada centavo — sussurrei no pé do ouvido dela, sentindo o cheiro do sabonete misturado com o perfume natural daquela pele quente e nua.
Deslizei os dedos ensopados pela xota dela para cima, achando o ponto exato onde a bucetinha rosada começava a se apertar, e comecei a fazer pequenos círculos com a ponta do indicador na entradinha pulsante do seu cuzinho. A Emily soltou um arquejo estrangulado, jogando a cabeça para trás e encostando os cabelos molhados no meu peito, enquanto as pernas dela tremiam levemente contra o piso frio.
— Ai, caralho... assim você me quebra, porra...
— ela gemeu manhosa, rebolando gostoso para trás para encaixar ainda mais o meus dedos na buceta e no cuzinho dela.
Abaixei a cueca de uma vez só, deixando a minha rola já dura e latejando livre bem na mão dela. A Emily agarrou o meu pau com vontade, começando a fazer uma punheta frenética e molhada, enquanto me olhava com os olhos escuros de tesão.
— Quer tentar me fuder agora, tio? — ela provocou, ofegante, apertando a base da minha ferramenta com força.
Respirei fundo, tentando manter o mínimo de controle diante daquela delícia, e balancei a cabeça:
— Olha, guria... acho que a gente devia guardar a sua virgindade anal para fazer algo junto com eles, todo mundo reunido.
A Emily deu um sorriso safado, mordendo o lábio inferior, e rebateu na mesma hora, já se ajeitando de lado:
— Ah, quer esperar para o cuzinho? Tudo bem... mas a minha buceta você pode comer um pouquinho agora, vem logo!
Como resistir a um convite desses? Não dava.
Comecei a beijar o pescoço perfumado dela com voracidade, sentindo a pele macia e quente enquanto, por baixo, encaixava a cabeça da minha rola bem na entrada daquela bucetinha ensopada. Comecei a empurrar devagar, mas ela era tão apertada que parecia opor resistência, travando o meu avanço. Como ela estava super molhada mas a xota dela ainda não queria ceder de vez, fui com todo o cuidado para não machucar a guria: ia forçando bem de leve, acariciando e massageando a entrada com a cabeça do pau para ela ir relaxando e se abrindo aos poucos para mim.
Aos poucos, cedendo à pressão e ao tesão, a bucetinha dela foi se abrindo. Enquanto a Emily gemia baixinho, mordendo os lábios, a cabeça do meu pau foi ganhando espaço bem lentamente. De repente, com um deslize perfeito, minha rola rompeu a última resistência e afundou direto para dentro, numa das bucetas mais quentes e apertadas que eu já havia comido na vida.
Eu já estava com metade do pau enterrado nela, curtindo aquela delícia, quando escutei de longe a voz do Lucas me chamando e os passos dele vindo direto em direção à sala:
— Tio? Tá aí dentro?
— Puta que pariu... — pensei na hora, com o coração disparando no peito.
Por mais que a gente já estivesse cruzando todas as fronteiras possíveis naquela casa, o pânico de ser pego ali, longe dos outros e cometendo aquela traição direta com o sobrinho, falou mais alto. Gelei na hora e congelei os movimentos, obrigado a parar exatamente onde estava, com a respiração presa na garganta.
Mais tarde... com aquele tom alaranjado e pesado que anunciava o fim de tarde, o clima na casa voltou a esquentar de vez. O susto com a aproximação do Lucas tinha evaporado, substituído por um rastro de adrenalina pura que deixava os nervos de todo mundo à flor da pele.
Aproveitando que o guri tinha voltado para a área externa para terminar de limpar os equipamentos da piscina com a Karine, a Emily continuou ali na sala, com os olhos escuros de desejo e a respiração ainda desregulada pelo que quase aconteceu. Ela se aproximou devagar, passou as mãos trêmulas pelo meu peito e mordeu o lábio inferior, deixando claro que a conta daquele momento interrompido ia ser paga com juros antes que a noite caísse de vez
A água da piscina tava morna, com o sol de fim de tarde batendo em cima e uma somzeira rolando na caixa de som lá da varanda. Eu e o Lucas ficamos só de camarote na borda, olhando a cena. A Karine e a Emily pareciam que já tinham ensaiado o baile: a Karine afundou um pouco, deixando só aqueles olhos azuis brilhando por cima da água, e começou a caminhar devagarzinho, parecendo uma gata pronta para o bote, direto em direção à guria.
Assim que encostou na Emily, a Karine levantou, puxou a novinha pela nuca e enfiou a língua com tudo na boca dela, num beijo estalado e molhado que dava gosto de ver. As duas grudaram peito com peito, com a água batendo na cintura, e a mão da Karine já foi direto rasgando nas costas nuas da guria, descendo até apertar aquela bundinha firme.
— Quer mais, sua safada?
— a Karine sussurrou bem no ouvido dela, com a voz pingando tesão.
A Emily só gemeu baixinho, com os olhos revirados de tanto tesão, já pegando fogo. E aí a putaria comeu solta: sem parar de se beijar, a Karine puxou o cordão do próprio biquíni e jogou longe, deixando aqueles peitões fartos boiando na água, com os bicos duros que nem pedra apontados pro vento frio da tarde. A Emily não ficou atrás; num piscar de olhos, desamarrou a parte de cima do biquíni dela com uns peitinhos jovens e pequenos.
Ver aquelas duas gatas nuas, com os corpos grudados, escorregando na água e se pegando com aquela fúria toda fez o meu pau pulsar duro dentro da bermuda. O Lucas, do meu lado, tava com a boca aberta, babando e respirando fundo, sem conseguir desviar o olho daquele mar de peitos frescos e molhados na nossa frente.
A Karine não precisava falar nada para comandar o show. Sem tirar os olhos da gente, ela pegou a Emily pela mão e guiou a guria para fora da piscina. Eu e o Lucas continuamos ali dentro, com a água na cintura, segurando nossos copos e com os olhos grudados nelas, secando cada movimento.
A Emily deitou de costas na espreguiçadeira, esticando o corpo bronzeado, com os peitos empinados para cima e as pernas levemente abertas bem na direção da borda onde a gente tava. Ficou ali com aquela carinha de safada, ofegante, só esperando a próxima cartada.
E a Karine sabia como deixar qualquer um maluco. Ela ficou de pé, coladinha na espreguiçadeira, virada de costas para nós com aquele rabão redondo e empinado. Ao som da batida da música, ela começou a rebolar devagarzinho, com uma malícia que dava gosto. Segurava os próprios peitos fartos com as mãos, apertando os bicos duros, enquanto descia o corpo rebolando até quase encostar o rabo no chão, bem na nossa linha de visão.
Quando ela agachava até embaixo, entregava aquela visão surreal: as laterais da calcinha do biquíni mal conseguiam conter os beiços, espremendo aquela buceta carnuda e molhada da piscina, escancarada bem na nossa cara. Dava para ver perfeitamente a água que ainda pingava do corpo dela e escorria pelo tecido ensopado, pingando no chão bem no meio daquele pacote delicioso que ficava mais grande quando ela se abaixava forçando para baixo. O Lucas do meu lado tava com o pau duro tensionando a bermuda, respirando fundo e quase babando, enquanto eu sentia o sangue ferver na veia só de olhar para aquela putaria explodindo na nossa frente.
A Emily não ia ficar assistindo ao show da tia sem entrar na dança. Decidida a roubar a cena, ela tirou o restinho do biquíni que ainda cobria seu corpo, fazendo poses lentas e provocantes para valorizar cada curva. Logo depois, virou-se de costas na espreguiçadeira, empinou bem o rabinho e juntou as pernas com força, espremendo as coxas uma contra a outra enquanto arqueava as costas, deixando a gente babando com aquela visão detalhada por alguns segundos.
Aproveitando o embalo da masturbação da Emily, a Karine não perdeu tempo. Ela se ajoelhou bem na frente da espreguiçadeira, posicionou-se de quatro na nossa direção — empurrando aquele rabão carnudo para o alto — e encaixou o rosto na virilha da novinha. Sem cerimônia, enfiou a língua com força na bucetinha da guria, que arqueou as costas de imediato, soltando um gemido alto e agudo que cortou o som da música.
Eu e o Lucas ficamos parados ali atrás, colados na borda da piscina, completamente hipnotizados pelo espetáculo. Com uma das mãos segurando os copos, a outra já tava afundada dentro da bermuda, puxando o tecido e batendo uma punheta frenética e desgovernada, com os paus latejando de tanto tesão.
No meio da lambida, com a língua comendo solta na Emily, a Karine parou por um segundo, olhou pra trás com os olhos azuis brilhando de malícia e sibilou para o sobrinho:
— Lucas... tira a calcinha da tia agora.
O guri engoliu em seco, com a respiração pesada e a mão soltando o pau por um instante para obedecer à ordem. Ele deu a volta na espreguiçadeira, ajoelhou-se bem atrás da Karine e, com os dedos trêmulos de ansiedade, segurou os elásticos da calcinha do biquíni. Devagar, arrastando o tecido molhado pelas coxas fartas dela, Lucas puxou a peça para baixo até liberá-la de vez, jogando-a na grama.
A visão que se abriu bem na nossa cara foi de fazer qualquer um perder a cabeça. De propósito, a Karine mantinha uns pelinhos loirinhos bem aparados, ralinhos e charmosos cobrindo o topo daquela carne, criando um contraste excitante com a pele bronzeada e os lábios carnudos da buceta. Os pelos estavam levemente úmidos da água da piscina e dos fluidos, dando um aspecto natural, safado e extremamente delicioso de ver.
O Lucas travou na hora, olhando fixamente para aquela xota escancarada e peludinha bem na frente do seu nariz, com o pau latejando e pingando pré-gozo. A Karine deu um sorriso de canto de boca, voltando a enfiar a cara na Emily enquanto gemia abafada, sabendo perfeitamente que tinha deixado a gente completamente à mercê daquela putaria.
Depois de um tempo, saímos da piscina e ficamos de pé logo ao lado, assistindo de perto enquanto a Karine finalizava aquela chupada voraz na Emily, que gemia com o corpo todo trêmulo na espreguiçadeira. Elas se aproximaram de nós ainda de joelhos, rastejando com uma fome absurda de tesão, e a troca de alvos aconteceu num piscar de olhos.
A Karine avançou direto na minha direção, abriu a boca e encaixou a minha rola inteira, fazendo um barulho de sucção estalado e gostoso, enquanto a Emily se abaixava para fazer o mesmo com o Lucas, tentando acompanhar o ritmo da tia. Logo em seguida, os papéis se inverteram e eu pude sentir mais uma vez a boquinha quente, macia e desajeitada da novinha envolvendo o meu cacete, num contraste delicioso com a pegada experiente da Karine.
Enquanto isso, a Karine desceu a atenção para o Lucas. Ela começou a chupar as bolas do guri com vontade, lambendo e mordiscando a pele sensível, até que, segurando o saco dele com firmeza em uma das mãos, engoliu aquela vara inteira de uma maneira profunda que só ela sabia fazer. O Lucas estremeceu dos pés à cabeça, com as pernas bambas, e despejou uma gozada violenta e espessa na garganta da tia.
Exausto, o Lucas recuou e sentou na cadeira, ficando de camarote para assistir ao resto do show. A Emily tentava imitar cada movimento da tia na minha rola, chupando com vontade e tentando engolir tudo o que podia, enquanto a Karine alternava a atenção para as minhas bolas, chupando e apertando com uma violência gostosa que me deixava à beira do colapso. Num movimento rápido, a Karine puxou a Emily para perto e ofereceu o meu saco para a guria tentar chupar também, ensinando a novinha a pegar o ritmo.
Olhando para mim com aquela cara de pura malícia e domínio, a Karine engoliu o meu pau até o talo, armando o cenário perfeito para aquele boquete duplo e sincronizado das duas.
A Karine sumiu por um instante e logo voltou de dentro da casa com um frasco de óleo corporal. Deitei de costas na borda da piscina sobre um tapete emborrachado que amaciava o chão, com o pau duro apontado para o alto, enquanto me batia uma punheta leve e ritmada, só de olho no que elas iam inventar.
A Karine virou para a Emily com um sorriso conspiratório e avisou:
— Deita aqui que eu vou te ajudar a preparar o terreno.
Com a agilidade de quem sabia exatamente o que tava fazendo, a Karine espalhou o óleo nos dedos e massageou os buraquinhos da guria, caprichando na lubrificação para deixar tudo lisinho. Em seguida, segurou o braço da novinha e a puxou até que ela ficasse de pé, montada exatamente em cima de mim.
— Preparada? — a Karine perguntou, com a voz firme. A Emily, com os olhos arregalados de tensão e tesão, balançou a cabeça confirmando.
— Então vai descendo bem devagar...
Enquanto a guria começava a se abaixar com cuidado, olhei para o lado e vi o reflexo perfeito no vidro do quiosque: as nádegas dela empinavam para trás de um jeito escandaloso enquanto ela descia o corpo, uma visão que fez meu pau pulsar e engrossar ainda mais na hora. A Karine se posicionou firme por trás, segurando nos quadris da Emily para garantir que a descida acontecesse em linha reta.
Assim que a cabeça da minha rola encostou na entrada daquele cuzinho virgem, um gemido misturado de dor e prazer escapou fundo da garganta da Emily, enquanto eu soltava um roncado abafado de tesão. Ela tentou encaixar de primeira, fazendo força para baixo enquanto gemia, mas a musculatura ainda tava muito apertada e oferecia resistência. Depois de duas tentativas em que o corpo dela travou, a Karine deu o toque de mestre: — Espera um pouco.
A Karine pegou o frasco, derramou mais óleo direto na minha rola e no cuzinho da menina, e enfiou o dedo indicador ali dentro, abrindo e massageando o anel com firmeza para relaxar os tecidos, enquanto a Emily gemia manhosa, mordendo os lábios e sentindo o dedo preparar o caminho para o que tava prestes a acontecer.
A Karine se posicionou firme, olhou para mim com aquela autoridade de quem comandava o show e ordenou:
— Segura o teu pau bem firme com a mão, deixa ele apontado retinho, que eu vou pegar nas nádegas e abrir essa bundinha.
Abracei a base da minha ferramenta com força, mantendo a rola latejando e brilhando de óleo bem na mira do alvo. A Emily respirou fundo, apoiando as mãos trêmulas no meu peito para tentar relaxar o corpo em cima de mim.
Com as duas mãos espalmadas nas nádegas fartas da novinha, a Karine abriu espaço com firmeza, puxando os glúteos para os lados para escancarar de vez aquela entradinha virgem e reluzente.
— Agora vai descendo devagar, guria... No meu comando — a Karine sussurrou, controlando o ritmo.
A Emily começou a abaixar o quadril milimetricamente. Assim que a cabeça grossa do meu pau encostou na parede daquele anel hiper apertado, a guria soltou um gemido abafado, mordendo o lábio inferior com força até o sangue quase aparecer. Aproveitando o embalo e a lubrificação generosa, a Karine empurrou o quadril dela para baixo com precisão.
Senti a musculatura ceder com uma resistência quente e viciante; o anel dela foi abrindo e abraçando a cabeça da minha rola, até que ela rompeu o limite foi afundando lentamente aos sons de gemidos. A Emily arqueou as costas de um jeito sexy, soltando um grito abafado que misturava o choque da dor com a onda de prazer, enquanto eu travava os dentes no tapete emborrachado, sentindo meu pau ser esmagado pelo calor daquele cuzinho apertado e recém-conquistado.
A sensação de ter a rola completamente engolida por aquele anel virgem, quente e apertado desafiava qualquer lógica de prazer. A Emily continuava apoiada no meu peito, com as unhas cravadas na minha pele para descarregar a tensão, enquanto a Karine mantinha as mãos firmes na cintura da novinha, ditando o ritmo de cada movimento.
A cada subida e descida milimétrica, o atrito era uma tortura deliciosa. Quando ela erguia o quadril, o meu pau parecia quase escapar, raspando a cabeça grossa e cheia de óleo contra as paredes internas que se contraíam sozinhas num espasmo involuntário. E quando ela despencava de volta, sentando com tudo, o impacto comprimia minhas bolas contra o meu próprio corpo, fazendo o sangue ferver na veia.
Era uma mistura insana de dor contida e puro desbunde. A Emily fechava os olhos com força, mordendo o lábio inferior até arrancar um gemido abafado e arrastado que vinha lá do fundo da alma, oscilando entre o choro contido e a luxúria mais descarada. Por dentro, o cuzinho dela parecia ter vida própria: era um abraço de carne extremamente quente, pulsante e implacável, que espremia o meu cacete com tanta força que parecia arrancar pedaço.
Cada centímetro daquela estocada lenta fazia a minha cabeça rodar. Eu sentia as pregas do esfíncter se esticarem ao limite máximo para acomodar a espessura da minha rola, gerando uma pressão colossal na base da espinha. O suor escorria pelos nossos corpos, colando a pele dela na minha, enquanto a Karine assistia a tudo de camarote, puxando os cabelos da guria para trás de vez em quando para forçá-la a encarar a cena e absorver cada segundo daquela humilhação gostosa. Estar ali, enterrado até o talo no primeiro buraco anal daquela novinha, com a cumplicidade sádica da minha mulher, transformava cada puxada de ar num delírio coletivo de pura putaria.
Se no início daquela loucura toda a nossa maior preocupação era se o Lucas ia acabar perdendo a cabeça e se apaixonando pela tia, naquele exato segundo eu percebi que o perigo real era eu mesmo cair nessa armadilha. Afinal, como era possível não se apaixonar?
O que me jogou de vez no ápice do clímax foi quando a Emily, já totalmente adaptada ao ritmo e com a expressão transformada pelo vício daquele prazer, parou por um segundo e, sem me dar nenhum aviso prévio, despencou o quadril com tudo, enterrando meu pau inteiro de uma só vez lá no fundo.
O baque foi tão forte que o Lucas, que assistia a tudo bem de perto, travou o olhar na cena, boquiaberto. Por uma fração de segundo, pensei: "Ué, por que parou?" Mas a resposta veio na mesma hora, de forma avassaladora.
A guria começou a contrair aquele cuzinho que já era naturalmente apertado de um jeito criminoso. Ela prendia a minha rola com uma força absurda, comprimindo cada milímetro do meu cacete com as paredes daquele anel, soltava um pouco, e apertava de novo num ritmo ritmado e cruel. Aquela habilidade inédita e totalmente instintiva foi demais para o meu sistema; o cérebro simplesmente apagou diante daquela onda de calor e pressão.
Sentindo que eu estava prestes a explodir, a Emily olhou bem nos meus olhos, com um sorriso de pura safadeza nos lábios, e cravou a sentença:
— Só vou parar de apertar agora quando você pedir!
Não deu tempo nem de pensar Com mais três apertadas profundas e coordenadas que pareciam sugar a minha alma, perdi o pouco de autocontrole que ainda restava. Abri a boca num gemido estrangulado, tencionei as costas contra o tapete emborrachado e despejei tudo o que tinha, mandando jatos grossos e quentes bem no fundo daquele cuzinho apertado, enquanto ela continuava se contraindo em cima de mim, saboreando cada gota da minha porra.
A Emily foi erguendo o corpo bem devagar, centímetro por centímetro, fazendo com que a minha rola fosse escorregando para fora daquele anel ainda contraído, que resistia a cada milímetro da partida. Assim que a cabeça do meu pau finalmente despencou para o ar livre, a gravidade fez o seu papel: uma quantidade impressionante de porra espessa e misturada com óleo começou a escorrer e pingar pesadamente direto do rabinho dela.
Aquela imagem foi o resumo perfeito de tudo o que a gente tinha construído. A partir daquela noite, os dias que se seguiram viraram uma verdadeira rotina de excessos sem freio. A casa inteira parecia ter virado um território livre onde as regras do mundo comum simplesmente não existiam. Entre a piscina, a sala e a espreguiçadeira, emendávamos tardes e madrugadas de sexos intensos, com trocas de casais, gemidos abafados e penetrações duplas deliciosas que pareciam nunca ter fim. Cada encontro puxava o outro para um nível ainda mais pesado de perversão, transformando a nossa realidade num vício coletivo do qual nenhum de nós jamais quis sair.

