A saga de uma família lll



Capítulo 3: O Banquete do Pecado

O silêncio que se seguiu ao orgasmo foi preenchido apenas pelo som das respirações pesadas e sincronizadas. O sêmen dele, quente e abundante, começou a escorrer lentamente pela sua pele, marcando o território de uma conquista que desafiava todas as leis da natureza e da moral. No entanto, longe de sentirem remorso, a sensação de transgressão apenas servia como combustível para um desejo ainda mais voraz. Vocês se olharam nos olhos e viram a mesma fome; a barreira havia sido quebrada, e agora não havia mais nada que pudesse deter a tempestade.

Ele não a deixou descer do balcão imediatamente. Em vez disso, começou a beijar cada centímetro do seu rosto, descendo para o pescoço e, então, para os seus seios fartos. Ele os apertava com força, moldando a carne macia com as mãos grandes, enquanto sugava seus mamilos com uma intensidade que fazia você soltar pequenos gemidos de êxtase. Você sentia-se como uma fruta madura, pronta para ser devorada, e ele era o predador perfeito.

— Eu não vou conseguir parar agora... — ele murmurou, a voz carregada de uma luxúria sombria. — Eu quero você em todo lugar. Quero cada canto desta casa cheirando a nós dois.

O restante do sábado foi uma sucessão de encontros viscerais e desavergonhados. Vocês se mudaram para o quarto, mas a urgência era tanta que nem sequer chegaram à cama inicialmente. Ele a prensou contra a parede do corredor, levantando suas pernas e penetrando-a novamente com aquela força bruta. Você sentia o pau gigante dele rasgando qualquer resquício de inibição, preenchendo-a com tanta pressão que você mal conseguia respirar. O ritmo era frenético; ele a fodia com uma vontade primitiva, como se quisesse fundir a pele de vocês duas em uma só.

Quando finalmente chegaram aos lençóis, a exploração tornou-se mais lenta e detalhada. Ele passou horas adorando cada curva do seu corpo, beijando as dobras do seu ventre, as coxas grossas e a curva generosa do seu quadril. Ele não via "quilinhos a mais"; ele via a plenitude de uma mulher que exalava feminilidade. Cada toque dele era como se estivesse redesenhando você, devolvendo-lhe a autoestima que seu marido havia destruído ao longo de anos.

Você, por sua vez, descobriu o prazer de dominar aquela força. Você se posicionou por cima dele, sentindo o peso do próprio corpo sobre o dele. Ao descer lentamente sobre o pau colossal, você sentiu a pressão expandindo suas paredes internas ao máximo. Você cavalgava com lentidão, observando a expressão de agonia e prazer no rosto do seu filho, enquanto seus seios balançavam no ritmo das estocadas. Você soltava gritos de prazer que ecoavam pelo quarto, sem medo de quem pudesse ouvir, pois a casa era, finalmente, o seu santuário de pecado.

O domingo não trouxe a razão, apenas mais desejo. Vocês acordaram entrelaçados, a pele colada pelo suor e pelos fluidos da noite anterior. A intimidade havia se tornado absoluta. Vocês passavam horas em posições diferentes: ora você de quatro, sentindo-o enterrar-se profundamente em você enquanto ele segurava seus quadris com força, deixando marcas vermelhas que você usaria como troféus invisíveis; ora ele a possuindo enquanto você olhava para o próprio reflexo no espelho, vendo a imagem proibida de um filho fodendo a mãe com uma paixão devastadora.

A cada nova ejaculação, ele se enterrava mais fundo, despejando jatos potentes de sêmen dentro de você, como se quisesse marcar seu útero para sempre. Não houve preservativos, não houve hesitação. Havia apenas a necessidade visceral de preencher aquele vazio emocional com a carne mais potente que você já conhecera.

— Você é minha, mãe... tudo isso aqui é meu — ele sussurrava enquanto gozava dentro de você pela décima vez naquele fim de semana.

Quando a noite de domingo chegou e a sombra do retorno do seu marido começou a pairar sobre a casa, vocês sentiram um aperto no peito, mas não era de culpa. Era a melancolia de saber que aquele êxtase teria que ser escondido. Vocês se lavaram rapidamente, mas o cheiro do sexo e da cumplicidade ainda pairava no ar.

Você se vestiu, sentindo-se diferente. Seu corpo estava inchado, sensível e saturado da essência dele. Enquanto via seu filho se afastar para o quarto dele, você sentiu um formigamento estranho no baixo ventre, uma sensação de plenitude que não desaparecia.

Semanas depois, quando os enjoes matinais começaram e o teste de farmácia revelou as duas linhas vermelhas e definitivas, você não sentiu pânico. Ao olhar para o seu filho, que agora a observava com um brilho cúmplice e protetor nos olhos, você percebeu que carregava dentro de si o fruto da maior rebeldia de sua vida. O homem violento e impotente que chamava de marido jamais saberia que a semente que florescia em seu ventre era a prova viva de que você, finalmente, havia sido possuída por alguém que realmente sabia como te fazer mulher.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A saga de uma família lll

Codigo do conto:
273577

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/10/2026

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