Cinco anos haviam se passado desde que as portas do inferno se fecharam atrás de vocês. O destino, movido pela força e pela determinação do seu filho, levou-os para longe da cidade, para o litoral, onde o sol beija a areia branca e o som do mar abafa qualquer julgamento do mundo exterior. Lá, vocês construíram mais do que um negócio; construíram um santuário. A pousada, um refúgio de madeira e palha cercado por coqueiros e jardins exuberantes, tornou-se o símbolo da independência e da prosperidade de vocês.
Você floresceu naquele lugar. A brisa do mar e a liberdade de ser amada transformaram seu corpo. Você continuava voluptuosa, com curvas que agora eram celebradas abertamente em biquínis pequenos e vestidos transparentes que deixavam pouco para a imaginação. A maturidade dos seus quarenta e poucos anos, somada à aura de felicidade, tornava-a irresistível. Você não era apenas a dona da pousada; era a rainha de um território onde a luxúria era a lei.
Amanda cresceu em um ambiente de total liberdade. Uma menina radiante, com os olhos intensos do pai e a doçura da mãe. Para ela, o amor não tinha regras ou tabus, pois ela via a paixão entre vocês transbordar em cada toque, em cada beijo roubado na cozinha ou em cada carícia pública. Vocês a criaram sem as amarras da moralidade repressora, ensinando-a que o corpo é fonte de prazer e que o afeto deve ser vivido plenamente.
A tensão sexual entre você e seu filho, no entanto, nunca diminuiu; ela se tornou a fundação da casa. O sexo era constante, visceral e desavergonhado. Muitas vezes, enquanto Amanda brincava com suas bonecas no tapete da sala ou no jardim, vocês se entregavam ao desejo ali mesmo, a poucos metros dela. O risco, a exposição e a naturalidade com que lidavam com aquilo apenas alimentavam a libido de ambos. Ele continuava sendo aquele homem imponente, com músculos que pareciam esculpidos em pedra e aquele pau gigante que, cinco anos depois, ainda conseguia fazer você tremer e implorar por misericórdia.
Em uma noite quente de verão, com a lua cheia iluminando o quarto, a atmosfera estava carregada de eletricidade. Vocês haviam acabado de colocar Amanda para dormir, mas a fome de pele era tanta que vocês não conseguiram esperar.
Você estava de joelhos no tapete felpudo, com o cabelo caindo sobre os ombros, entregue totalmente ao prazer de servir ao homem que a libertara. Você envolvia o pau colossal dele com as mãos, sentindo a temperatura escaldante da pele e as veias pulsando sob seus dedos. Com os olhos fechados e a respiração pesada, você deslizou a língua pela glande larga e rubra, antes de envolver todo o comprimento do membro com sua boca.
O gemido dele foi gutural, um som de puro êxtase que vibrou por todo o quarto. Ele segurava a sua cabeça com firmeza, guiando o ritmo, enquanto você sugava com avidez, sentindo o gosto salgado e masculino daquele homem que era, ao mesmo tempo, seu filho e seu amante. O prazer era tão intenso que você sentia seus próprios mamilos endurecerem sob a camisola de seda, clamando pelo toque dele.
Foi então que a porta do quarto se abriu silenciosamente.
Amanda, com seu pijama de algodão e os cabelos bagunçados do sono, entrou no quarto. Ela não estava assustada; para ela, ver os pais em momentos de intimidade era algo comum, mas a cena daquela noite era diferente, mais detalhada. Ela parou a poucos passos, observando com a curiosidade pura e honesta de uma criança de cinco anos a imagem da mãe, curvada e entregue, com o pau gigante do pai desaparecendo dentro de sua boca.
O silêncio caiu sobre o quarto, interrompido apenas pelos sons úmidos da sucção e pela respiração ofegante de vocês dois. Você parou por um instante, olhando para a menina com os olhos nublados de luxúria, enquanto ele permanecia rígido, o membro latejando intensamente diante da pequena observadora.
Amanda inclinou a cabeça para o lado, os olhos arregalados de curiosidade infantil. Ela não via pecado; ela via um ritual de prazer que parecia fascinante.
— Mamãe... — ela perguntou com a voz doce e inocente, apontando para onde a carne se encontrava. — O que você está fazendo? É gostoso aquilo?
A pergunta pairou no ar, carregada de uma honestidade brutal que poderia ter sido chocante em qualquer outro contexto. Mas ali, naquele paraíso particular de vocês, a resposta não veio acompanhada de vergonha.
Você sorriu, deslizando a língua mais uma vez pelo comprimento do pau dele antes de retirá-lo da boca com um som sugestivo. Você olhou para sua filha com um brilho de cumplicidade, sentindo o calor do sêmen dele prestes a explodir.
— É a coisa mais gostosa do mundo, minha linda — você respondeu, a voz rouca e carregada de desejo. — É assim que a mamãe e o papai mostram que se amam muito.
O filho soltou uma risada baixa e possessiva, puxando você para cima dele com um movimento brusco, derrubando-a na cama. Amanda, satisfeita com a resposta, sorriu e voltou para o seu canto, pegando uma boneca e começando a imitá-los de maneira inocente ao lado da cama, enquanto vocês recomeçavam a transar com uma ferocidade renovada, celebrando a liberdade total de seus corpos e de suas almas.