O Velho Garanhão e a Esposa Certinha

Capítulo 1: A Brincadeira Que Virou Vício

Meu nome é Paulo, 55 anos, casado há 12 com a Sílvia, 38 anos, uma morena linda, olhos escuros, cabelos longos e um corpo que qualquer velho de escritório babaria. Ela é arquivista numa empresa grande, cheia de homens maduros, daqueles de 50, 60, 70 anos. E foi lá que nossa fantasia começou.

Uma noite, depois do sexo, estávamos conversando, e eu, sem querer, soltei:

— Sabe, amor... às vezes eu imagino você com outros homens.

Ela virou para mim, os olhos arregalados. Depois, um sorriso safado.

— Com quem? Tipo o seu Osvaldo, do trabalho? Aquele velho pausudo?

Meu pau pulou. Só de ouvir o nome dele.

— É... tipo isso.

Ela riu, sentou na cama, abriu as pernas.

— Então ouve essa: hoje, no almoxarifado, o seu Osvaldo me parou no corredor. Ele disse: "Sílvia, você tem uma boca que parece feita pra chupar um homem de verdade." Eu ri, mas ele continuou. "Os caras da firma dizem que você chupa bem. Eu quero provar."

Gozei em segundos, ali mesmo, sem nem tocar em mim. Ela riu, satisfeita.

— É isso, amor. Você gosta, né?

E assim nasceu nosso jogo. Toda noite, ela inventava uma história nova:

— Hoje o seu José disse que eu tenho uma bunda que pede uma pica grossa.
— O seu Manoel me chamou no canto e disse que sonhou comigo mamando ele.
— O seu Antônio falou que quer me ver de joelhos, com a boca aberta.

Eu gozava em segundos, sempre. Ela se divertia. Era nosso segredo. Morria na cama.

Até que a vida real resolveu entrar no jogo.

Capítulo 2: A Descoberta

Foi numa terça-feira. Sílvia chegou do trabalho, atrasada para um curso, jogou o celular na cama e foi tomar banho:

— Amor, me espera, eu volto já. Me ajuda a pegar um vestido no armário, depois.

— Claro.

Ela saiu. O celular vibrou. E vibrou. E vibrou.

Eu não ia olhar. Mas o perfil que apareceu na tela era a foto de um pau. Grande. Grosso. Meu coração disparou. Peguei o celular, desbloqueado, e abri o WhatsApp.

A conversa estava lá. Um contato salvo como "R. Mendes" — mas eu nunca vi esse nome. O cara tinha mandado uma foto do pau, uns 18 centímetros, grosso, veias saltadas, glande roxa. E a mensagem:

R. Mendes: "Vem, Sílvia. Tô te esperando. Vou te fazer chupar até gozar na tua garganta."

Sílvia: "Eu já disse que não vou fazer isso."

R. Mendes: "Fala isso pro teu marido quando ele assistir o vídeo do boquete no grupo dos velhos."

Sílvia: "Você não faria isso."

R. Mendes: "Manda o vídeo então. Ou melhor, eu mesmo mando."

E aí veio o vídeo. Abri. Meu mundo parou.

Era ela. Sílvia. Ajoelhada no que parecia o almoxarifado da empresa, de shortinho jeans e blusa branca. Entre as pernas dela, um velho grisalho, sentado numa cadeira, as calças arriadas. O pau dele era enorme, pelo menos uns 22 centímetros, grosso como um punho, cheio de veias. Ela abocanhou a glande, os olhos fechados, os lábios esticados. Chupava devagar, depois mais rápido, a mão enrolada na base, o saco grande pendurado. O velho gemeu, puxou os cabelos dela:

— Isso, sua putinha. Chupa inteiro, vai fundo.

Ela obedeceu. Enfiou até a garganta, engasgou, mas continuou. O velho começou a bombar na boca dela, mais rápido, mais forte, e ela segurava as coxas dele, os olhos marejando, mas o olhar... o olhar era de prazer.

— Vou gozar, sua vaca. Engole tudo.

Jatos grossos de esperma encheram a boca dela. Ela engoliu, lambeu a glande, limpou os cantos da boca com o dedo. O velho sorriu, acariciou o rosto dela.

— Boa garota. Você nasceu pra isso.

A gravação parou.

Meu pau estava latejando, uma ereção violenta, doída, como eu não tinha há anos. Minha cabeça girava. Raiva? Ciúme? Tesão? Tudo misturado.

Voltei para a conversa.

Sílvia: "Eu não posso. Sou casada."

R. Mendes: "E daí? Seu marido não precisa saber. Tá todo mundo calado lá. Só eu e você."

Sílvia: "Por que você quer tanto assim?"

R. Mendes: "Porque eu vi o vídeo. Você chupando o seu Osvaldo. Fiquei de pau duro o dia inteiro. Quero sentir essa boca na minha rola."

Sílvia: "Ele me pagou. Foi só isso."

R. Mendes: "Eu te pago também. Te pago o dobro. Vem amanhã, no horário do almoço, no estoque do fundo. Levo dinheiro. Só você e eu."

Sílvia: "Se for rápido... eu vou. Mas ninguém pode saber."

R. Mendes: "Segredo absoluto."

Sílvia: "Então tá. Amanhã, meio-dia."

Meu coração parou. Ela tinha aceitado. Minha esposa, minha santinha, tinha marcado um encontro com outro homem. Eu, que sempre imaginei, que sempre fantasiava, de repente me deparei com a realidade.

E o pior: eu estava mais excitado do que nunca.

Capítulo 3: A Decisão

Sílvia saiu do banho, enrolada na toalha, e me viu com o celular na mão. O rosto dela empalideceu.

— Paulo... eu posso explicar...

Eu não disse nada. Apenas a puxei para perto, beijei com força, e a deitei na cama. Comi ela ali mesmo, com uma fúria que ela nunca viu. Ela gozou três vezes, gritando meu nome. No final, me olhou, confusa.

— Você... não está bravo?

— Estou. Mas de outro jeito.

Ela riu, aliviada.

— Você é louco.

— Amanhã, eu vou com você.

— O quê?

— Você marcou com o R. Mendes. Eu vou estar lá. Escondido. Quero ver.

Ela abriu a boca, surpresa, depois fechou num sorriso.

— Tá. Você vai ver. Mas não me atrapalha.

— Não vou. Só quero assistir.

Capítulo 4: O Encontro

Meio-dia. Estacionamento da empresa. Sílvia entrou pela portaria dos fundos, e eu, de boné e óculos escuros, segui a distância, escondido atrás de uma pilha de caixas no estoque. Ela me avisou pelo WhatsApp: "Ele tá chegando."

O R. Mendes apareceu. Um senhor de uns 60 anos, calvo, forte, com uma barriga de cerveja mas um braço musculoso. Vestia uma camisa social aberta, revelando um peito grisalho. Ele a cumprimentou com um beijo no rosto, mas o olhar era de posse.

— Então você veio, hein? Tava com medo de que não viesse.

— Preciso do dinheiro — ela disse, os olhos baixos. Mas eu conhecia aquele tom. Era falso. Ela queria estar ali.

— Toma. — Ele entregou um envelope. — Mas isso é só o começo. Vai ter mais, se você me tratar bem.

Ela guardou o envelope na bolsa. Ele a puxou para trás, colando o corpo nela.

— Cheira bem. Vem cá, senta aqui no banco.

Ela sentou. Ele abriu a calça, e o pau saltou — 18 centímetros, grosso, já duro, a glande brilhando.

— Chupa, minha putinha. Seu marido não vai saber.

Ela olhou para trás, como se procurasse alguém. Eu estava a três metros, escondido. Ela sabia que eu estava lá. E isso a excitava ainda mais.

Ela abocanhou o pau dele. Dessa vez, com mais gosto. Como se tivesse ensaiado a vida inteira. Ela chupou de verdade, com a mão massageando o saco, a outra apertando a própria buceta por cima da calça.

— Isso, gata. Tá vendo? Você é uma puta de velho. Toda mulher casada tem isso dentro dela. Eu sabia.

Ela não respondeu. Só chupava, olhando para cima, os olhos marejados de tesão. Ele gozou em poucos minutos, um jato quente que ela engoliu com gosto, sem reclamar.

— Delícia — ela sussurrou.

Ele a puxou para cima, deitou-a no banco, arrancou a calça e a calcinha dela.

— Agora é minha vez de te comer. Abre as pernas.

Ela obedeceu. Ele enfiou a cabeça entre as coxas dela, chupou o clitóris, enfiou dois dedos na buceta molhada. Ela gemeu, arqueando as costas.

— Me fode, velho. Me fode gostoso.

Ele se posicionou, enfiou o pau numa estocada só. Ela gritou, as unhas cravando no banco. Ele meteu com força, ritmo constante, as bolas batendo no clitóris dela. Ela gozou uma, duas, três vezes, implorando:

— Mais! Não para! Não para, pelo amor de Deus!

Ele não parou. Só acelerou. Quando gozou, foi com um urro, derramando tudo dentro dela. Ela ficou deitada, as pernas tremendo, o corpo suado.

Eu, atrás das caixas, me masturbava freneticamente, segurando o gemido.

Capítulo 5: O Confronto

Quando o R. Mendes saiu, Sílvia se ajeitou, puxou a calcinha, e se virou para onde eu estava.

— Pode sair, Paulo. Eu sei que você tá aí.

Saí das sombras, as calças abertas, o pau ainda duro. Ela olhou, riu.

— Gostou do show?

— Você é uma puta — eu disse, a voz rouca.

— E você é um corno manso que adora. — Ela se aproximou, colou o corpo no meu. — Mas você sabe que eu só faço isso porque você gosta. Seu vício, seu fetiche.

Ela abriu minha calça, pegou meu pau, começou a masturbar.

— Agora, vem. Me leva pra casa. Me come com esse gosto de outro homem na minha boca.

Eu não resisti. Em casa, transei com ela como nunca, imaginando os dois velhos, o vídeo, a cena. Gozei com violência, gritando o nome dos outros homens.

Ela riu, satisfeita.

— Pronto, corno. Agora você sabe. Sou sua putinha de velhos. E isso não vai parar.

E não parou. Naquela noite, ela me mostrou o vídeo do boquete de novo, e a gente transou vendo. Nas semanas seguintes, ela marcou novos encontros, sempre com velhos do trabalho, sempre com meu consentimento. Eu assistia, de longe, o pau na mão, o coração acelerado.

Até que um dia, ela me chamou:

— Paulo, o seu Osvaldo quer te ver. Ele disse que quer te conhecer melhor.

— Me ver? Por quê?

— Ele disse que, depois de me comer, ficou curioso sobre o marido que deixa a esposa ser uma puta. Ele quer que você participe.

Meu sangue gelou e ferveu ao mesmo tempo.

— Participar como?

Ela sorriu.

— Ele quer que você lamba minha buceta depois que ele gozar dentro. Quer ver você chupando o leite dele de mim. E depois, se você se comportar, ele deixa você chupar o pau dele.

Eu não sabia se ria ou se chorava. Mas meu pau respondeu por mim: pulsava, doía de tesão.

— Tá. Eu aceito.

Capítulo 6: O Ápice

Na sexta-feira, fui com ela ao almoxarifado, depois do expediente. Seu Osvaldo estava lá, sentado, de calça aberta, o pau de 22 centímetros já duro. Ele me olhou, sorriu.

— Então é você, o corno manso. — Ele riu, acenando com a cabeça. — Senta aqui, cara. Vem ver como a gente trata uma mulher de verdade.

Sentei numa cadeira, a metros deles. Sílvia me olhou, um sorriso safado, e se ajoelhou diante do velho, abocanhando aquele pau enorme. Ele meteu na boca dela com força, puxou os cabelos dela:

— Tá vendo, Paulo? Sua esposa nasceu pra isso. Ela chupa como uma profissional. Você nunca vai dar prazer pra ela assim, nunca vai fazer ela gozar como eu faço.

Sílvia mamava, olhando nos meus olhos, os lábios esticados, babando. Eu me masturbava, o pulso acelerado, a mente em chamas.

— Vem cá — ordenou o velho. — Levanta, Sílvia. Senta no meu pau. Mostra pro seu marido como você cavalga.

Ela obedeceu, sentou, desceu até o talo, e cavalgou como uma égua no cio, os seios balançando, a bunda batendo na coxa dele. Eu assistia, o pau doendo, a alma se desfazendo.

Quando ele gozou, derramando tudo dentro dela, ela se virou para mim, a buceta escorrendo:

— Vem, Paulo. Chupa. Lembra do seu papel.

Eu me ajoelhei, lambi a buceta dela, sentindo o gosto do velho, a porra quente, o mel dela. Sílvia gemeu, puxou minha cabeça:

— Isso, corno. Agora chupa o pau dele. Agradece por ele ter me comido tão bem.

Eu olhei para o pau do velho, ainda meio duro, coberto de saliva e gozo. Engoli o orgulho, o ciúme, a vergonha. E abocanhei.

Foi o momento mais humilhante e mais excitante da minha vida. Seu Osvaldo acariciou meu cabelo, como quem acaricia um cachorro:

— Bom garoto. Você vai ser meu putinho também.

E eu, Paulo, 55 anos, corno manso assumido, virei o brinquedo dos velhos da empresa, junto com minha esposa. E, pela primeira vez na vida, me senti completo. ??????

Foto 1 do Conto erotico: O Velho Garanhão e a Esposa Certinha


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Comentários


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kazal Comentou em 12/10/2026

que delicia de conto! delicia a Sílvia assim entregue ao desejo.... bjos




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Velho Garanhão e a Esposa Certinha

Codigo do conto:
274456

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
12/10/2026

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