Estava com uma rotina de trabalho extremamente corrida e fazia tempo que não surgia nada. Ganhei um vale night quinta passada e no bar com amigos, perto da Figueiras, notei um casal se beijando e falando coisas no ouvido um do outro e dando risadinhas. Eu já não prestava atenção na conversa dos meus amigos, comecei a observar o casal e era notável que ele a beijava, com a mão entre as pernas dela e depois davam uma olhada discreta para o lado, pois sabiam que eu já tinha afastado um pouco a cadeira para observar, pois sempre que estou com vontade de caçar, eu prefiro observar casais, se nenhum demonstrar nada, mudo minha estratégia para mulheres somente. O casal ficou e eu também, logo depois que meus amigos chamaram uber. Eu disse que ainda iria no banheiro e podiam ir na frente (não costumo contar minhas andanças para ninguém). Foi o tempo de nenhum dos 3 amigos estarem mais aguardando uber e o marido já puxou conversa: deu o horário dos seus amigos? - Pois é. Eles tem horário mais controlado. - E a sua esposa, não implica? - Não, ela sabe que sou comportado, pelo menos tento. - Posso te pagar um chopp? - disse o marido. - Claro, aceito. - e mudei de cadeira para ficar de frente para eles. - Nós ainda estamos aquecendo, vamos dar umas voltas ainda. - Vão curtir uma baladinha ainda? - Não, ficamos rodando de carro, brincando com as pessoas na rua. - Brincando como? - Pode falar? - ele olhou para ela que sorriu. - Moramos em São Bernardo e quando queremos brincar com as pessoas na rua, saímos por aqui e depois ficamos rodando nas ruas paralelas, encostamos ao lado de veículos parados no farol e fazemos a imaginação de quem está do lado querer ver o que fazemos. - Ah, entendi. Já sai com alguns casais que gostam disso. - Você está de carro? - Não. Quando saio um pouco mais longe de casa eu prefiro sair de uber para beber à vontade. - Se quiser dar umas voltas com a gente, está convidado. - Vocês me deixam em casa depois? - Na sua ou na nossa? Enfim. Fizemos esses jogos de palavras para apimentar e logo pedimos ao manobrista para trazer o carro deles. Assim que entrei, no banco traseiro, ela veio comigo e, rodamos algumas quadras e sempre que parava do lado de algum carro com um ou mais homens, ela deitava no meu colo. Os caras ficavam loucos tentando ver. Quando notamos, já estávamos a uma hora rodando entre São Caetano e Santo André e, infelizmente ficaria um pouco tarde para mim ir para a casa deles. Ele estava fazendo o trajeto até o meu local, mas alterou o caminho e parou em uma das ruas perto do parque da Dom Pedro II, um pouco mais escura e sem movimento. Como estava na visão cruzada dele, ele pôde ver sua esposinha com a minha rola na mão. Ele, rapidamente sacou a dele também e começou a bater punheta assistindo ela me masturbar e depois colocar na boca. Uma boca quente, que deslizava com delicadeza, como quem sabe prolongar o prazer do homem. Ele esticou a mão e pegou no meu mão enquanto ela chupava. Enquanto segurava o meu pau, ele aumentava o ritmo da punheta dele. Ele estava com muito tesão e falou pra ela me fazer gozar porque ele estava louco para gozar vendo a cena. Ela acelerou as chupadas, agora, não mais chupando de forma superficial, agora ela pressionava mais os lábios na rola e chupava olhando pra ele. - Sua puta. Gosta de chupar uma rola né, vai fazer ele gozar? - Vou, e você vai limpar tudo. Ele se gozou todo assim que gozei na boca dela que levou seu corpo até o banco dele para beijá-lo enquanto ele terminava de extrair até a última gota do pau dele. - Hunn, que porra quentinha, com gosto da sua bala. - Vai, lambe o pau dele, eu sei que você está com vontade. Ele me perguntou se podia e apenas acenei que sim, ainda com o pau duro, pois ver um corninho com tesão me atiça. Ele ficou ajoelhado em seu banco e deitou a cabeça na minha direção e lambeu tudo. Já a 1,5km de me deixarem em casa ele falou pra ela: dá outra mamada nele pra me beijar depois. Ela me chupou novamente e ele parou o carro na esquina para esperar eu gozar. Desci do carro com eles se beijando e andei os metros que faltavam. Quando passei pela portaria olhei na direção do carro e vi uma luz acesa e só dava para ver ele no carro. Era a vez dele ser o sortudo de ter aquela boca gostosa chupando. Trocamos telefone e espero que em breve a aventura possa ser completa.
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