Como sempre relato, em algumas experiências que tive e após início em sair com casais, seja na casa de swing ou nas oportunidades que surgem, prazeres vão sendo revelados e, como já disse antes, desde que saí com a primeira trans, é difícil explicar, mas, não é o fato de curtir homens ou rola, mas é uma luxúria que nos dá um prazer muito grande, talvez até pelo fato de não ser a "nossa praia". Eu sempre experimentei na vida, tudo que me deu vontade, algumas, tenho certeza que não terei vontade, que é ser penetrado, mas a sensação, de nós, macho comedor, ao ter acesso a uma rola para chupar, principalmente de trans, é sem explicação. Você, que curte ver sua esposa, sua namorada com outro ou, que fantasia pelo menos isso, tenha certeza, você vai acabar querendo sentir o gosto do macho nela, talvez na sua boca até, da mesma maneira, que cheguei ao ponto de assistir a um vídeo com trans pela primeira vez para analisar se isso poderia dar prazer ou não e foi uma bela punheta e pensei, que se senti prazer assistindo, poderia sentir prazer interagindo, mas, em alguma cena que o homem era penetrado, já não sentia prazer.
Já tive experiências de pequenas mamadas no marido ou até acabar sentindo o gosto de porra, mas, com casal, acabo aceitando porque sei que tenho que satisfazer o casal, seja qual for a minha participação, mas, o prazer principal, é quando o corno toma a leitada na boca ou limpa a esposa. De alguns meses para cá, explorei a possibilidade de ser mais ativo no sexo oral e resolvi que ao conhecer algum casal, iria explorar a ideia afirmando que era algo que gosto de fazer e, se não gostasse durante o ato, acabaria migrando para pegar a mulher somente e deixar o corno tomar a porra no final.
Como já sabem, faço uma leitura dos casais que vejo e analiso se há sinais, seja um pingente, uma tatuagem ou até mesmo o estilo que a mulher se veste com o marido ao lado e não é machismo, tem roupas que fogem à sensualidade e passa a ser quase um exibicionismo, quase um anúncio de sexo. Juntando isso, ou sinais clássicos de fotos exibindo o corpo, para depois postar e todos verem, principalmente os amigos do marido, quando surge a brecha e o assunto se prolonga, em algum momento uma isca é lançada por uma das partes.
Em um desses momentos, os que deram certo, porque a maioria não dá certo por não ser o momento ou eu ter feito a leitura errada, estávamos já meio altos de caipirinha e cerveja e falando abertamente putarias, até que falei: "inclusive, se quiserem apimentar, estou aqui para gozar e fazer gozar, tanto ela quanto você" - falei olhando para o marido.
Ele perguntou: é do tipo que pega o casal mesmo hein!? Respondi que sim, que prefiro dar de mamar ao marido e adoro gozar na boca do marido, mas que sei agradar também.
O cara olhou para ela e mostrou que estava de pau duro. Disse que ficou com vontade de ver se eu sabia chupar.
Bom, lancei a isca de que era experiente nisso e teria que fazer o máximo, como se fosse um dos meus gostos principais.
Perguntei para ela: você já viu seu marido chupar pau?
Ela respondeu que não, mas que tinha certeza que ele já tinha chupado na casa de swing, que ela não viu no escuro, mas que escutou barulho de boquete dentro do gloryhole. Ele riu.
E ele sendo mamado, já viu?
Ela disse que já tinha visto, no swing também.
Perguntei se ela gostou da cena e se tinha curiosidade de ver ele chupando também.
Ela disse algo, que escutei pouco até hoje, mas assim como nós homens, temos tesão em ver duas mulheres juntas, muitas também tem esse tesão.
Antes de irmos para o motel, pois o filho deles estava em casa e na minha, claro, não daria, fiz questão de falar algo para garantir: eu não como e não dou para homem, ok e, gosto de pegar forte a mulher, dar tapar, comer o cu.
Já estávamos todos bem altos para questionar algo. Fomos para o motel e direto para o banho. Lá a pegação já começou. Ficou enfiando dedos na buceta e cu dela, passando sabão e apertando o corpo dela, roçando os paus nela. Enfim, baixamos a temperatura do álcool, mas, ateamos fogo no corpo.
Fomos para a cama já sem roupa e molhados. Ele caiu de boca nela e eu, dei o pau para ela chupar.
Ela chupando e rindo falou: quero ver se você vai ter coragem de chupar esse pauzão. Dessa vez eu vou poder ver.
Ele respondeu: vou chupar, mas só se ele provar que chupa também.
Depois desse aquecimento, demos uma pausa para não gozarmos e acabarmos dormindo pela bebedeira.
Fumamos um cigarro e começamos as graças. Derrubei um pouco de cinza de cigarro na barriga e coloquei em cima do pau. Falei: Olha, caiu no meu pau, limpa para mim. Ele passou a língua na mão e depois passou a mão no meu pau. Falou: está bom? Falei: não, está bem sujo ainda, é bom passar mais saliva.
A mulher dele disse: chupar ele logo caralho. Chupa que eu quero ver você engolindo um pau.
Quando ele se aproximou eu falei: é para gozar ou não?
Ele disse para deixar para antes de irmos embora.
O corno deu um belo boquete e a esposa ficou batendo uma siririca assistindo. Logo ela trouxe para eu chupar, me tirando a visão da mamada. Seios pequenos, mas não muito, bunda carnuda, não tão dura, uma mulher de verdade, sem muitos artifícios.
Chupei sugando e apertando a bunda dela. Quase não consegui falar que ia gozar. Deu tempo e o marido parou a mamada.
Ela deslizou o corpo e foi dando lugar para ele. Encaixou a buceta e escorregou. Ficou ali esfregando para me deixar com tesão. Agora é a vez dele, chupa bem o pau dele.
Fiquei mais sentado na cama, encostado na cabeceira e ela sentada em mim, só mantendo a ereção. Ele chegou com um pau, mais ou menos do tamanho do meu, um pouco mais fino, mas, mais cabeçudo. Aproximou da minha boca e falou: "quero ver se sabe mesmo".
A mulher também falou: mama ele. Quando fui pegar na boca, ele disse: é para gozar?
Pensei: depois ou agora, dá na mesma, quem sabe ele fique meia bomba depois e sobre mais a esposa para mim.
- Pode gozar!
Peguei no corpo do pau e segurei com a ponta dos dentes a cabeça do pau dele. Ele deu uma arqueada de corpo. "Caralho, que tesão"
Ele começou a se mexer e nisso comecei a bater a cabeça na madeira. Falei: espera ai, deixa eu afastar senão sairei com galo daqui.
A mulher dele passou a segurar o meu pau com a mão para poder vir de perto assistir.
- Goza na boca dele amor, dá leitinho pra ele para eu sentir na boca dele.
O cara se excitou e senti o pau pulsando. Segurou a minha nuca para deixar o pau dentro, costume nosso para garantir a porra dentro da boca (risos) e ficou rebolando com o pau sendo sugado, mamado...
O leite veio quente e grosso. O cavalo urrou punhetando até a última gota.
A esposa veio me beijar e dividir comigo. Engoli um pouco, mas ela pegou mais.
Comi o rabo dela como anunciado que iria querer e ela fez o joguinho que gosto: "ai, está doendo, tira por favor". Mas esse joguinho enquanto esfrega a buceta entrega o charme. Ela queria era rola no rabo e cumpri o prometido. Bati na bunda com gosto e galopei nela, usando o cabelo com rédeas.
Falei para o marido: "bate na cara dela corno, chama ela de puta, manda ela pedir leite no cu".
Ele bateu e fez ela gritar para o motel inteiro ouvir: "goza no meu cu filho da puta".
Gozei com gosto e metendo forte e fundo.
O marido pegou o meu lugar e comeu um pouco o rabo dela também, mas ele não curte muito o anal. Quando recompostos, fizemos uma DP com ela, com ela encaixada em mim, imóvel e ele por trás, ficamos raspando o pau dentro da buceta dela, na DPV. Fizemos lentamente, para ela curtir bem os dois paus e ter um belo orgasmo. Quando senti ficando mais laceado, por causa da gozada dela, logo senti esquentar, era a gozada dele. Esse é o ruim de ser o terceiro elemento, fora de casa temos que usar camisinha e as sensações, infelizmente mudam um pouco.
Ele tirou o pau meia bomba e ficou assistindo ela galopar.
Falei segurando os seios dela: goza mas não me faz gozar, porque será a vez dele beber leite.
Ela pediu para deixar ela maluca então. Falei que cada tapa que desse dela seria mais forte, até ela gozar.
Dava um tapa na bunda e dizia: goza. Dava outro tapa, agora mais forte: goza vagabunda. Quando percebemos ela estava gritando de prazer e com a bunda ardendo de tapas. A fúria do corpo querendo gozar para se livrar do ardor, ao mesmo tempo, que os tapas a faziam declinar. Um tesão que seria compensado com um orgasmo fantástico. Gozou forte e desfaleceu gemendo.
Era minha vez. Coloquei o corno com a cabeça na barriga dela e coloquei o pau para ele mamar. Apoiei minha mão embaixo da cabeça dele para ficar mais inclinada e facilitar, mas estava ruim a posição. Sentei na lateral da cama e falei: ajoelha aqui putinha. Ele ajoelho e começou a fazer o movimento com a cabeça, parecia ter boa experiência pelo jeito que segurava o pau e fazia movimentos circulares de sobe e desce com a mão e engolindo o pau.
Olhei para a esposa e falei:
"Vem ver seu corninho tomar leite, veja como ele tem experiência, ele deve mamar sempre".
Ela olhou e disse: "nossa, parece chupar melhor que eu.
Na hora que fui gozar, fiquei rapidamente em pé. Ergui o corpo segurando sua cabeça e soquei o pau na boca dele com força. Ele engoliu quase tudo. Falei para ele cuspir na minha mão o que sobrou. Passei na buceta da esposa e falei: vem, toma tudo e já deixa ela bem sequinha.
Como disse: quando você se permite algumas coisas, surgem muitas outras. Não é que gosto de chupar pau, mas, creio que ao sair com casal, é fato que o corno em algum momento vai querer pegar ou mamar você e você precisa deixar e, alguns homens, casados ou com namorada, que apimentam suas relações, às vezes querem usar o macho também. Um boquete não vai te matar. O importante é curtir no seu limite, nunca entre para fazer uma coisa sem ter decidido a aceitar.