Citei recentemente em um conto, sobre um cara que sempre estava na casa de swing com a esposa, que era feia e totalmente submissa, passando a noite chupando rolas escolhidas pelo marido e sendo comida somente por ele. Eu não costumo perder oportunidades quando surgem, somente se situações de horário ou não conseguir dar um perdido em casa. Já sai com mulher de todo tipo: obesa, muito magra, feias, mulheres que não se preparam para a transa levando odores por descuido, enfim, procuro encontrar durante o momento, algo que possa ser o gatilho de prazer. Minha maior preferência é sair com casais, pois sei que eles querem sexo somente e evito ao máximo prestar atenção em mulheres sozinhas, exceto se forem casadas, pois não terei muitos riscos envolvidos, mas, quando encontramos uma mulher, solteira ou não, que não é o tipo cobiçada, essas costumam fazer de tudo para agradar o macho, até porque não conseguem tão fácil sexo quanto às "bonitas". Dividi uma mesa com um casal assistindo futebol em uma das distribuidoras de bebidas que vou e a mulher do cara era realmente feia. Óculos grande, lente grossa, mas tinha uma bunda bem empinada e seios grandes, que não pareciam ser muito firmes, mas não eram flácidos em excesso, pés grandes, mão grande, não era exatamente um retrato de feminilidade, mas tinha aquela pele com certa oleosidade e um batom vermelho forte, que procura desviar a atenção dos demais atributos que ela desejava esconder, mas, agindo com cautela nas falas e nos momentos de falar, parecia ser o tipo de esposa submissa, com receio de perder o marido. O marido dela sempre me chamava para ir no puteiro. Eu não curto, já fui muito, mas não tenho mais vontade. Nunca fui. Um dia ele me perguntou se eu era veado, porque todo homem vai. Falei que não, que o meu lance é mais casual, que gosto de ménage, suruba, de comer a mulher com o marido perto. Ele me disse que seria um alívio se alguém comesse a mulher dele para ele não ter de comer. Disse não entender e que ela tinha bastante atributos. Meio raivoso, com ele mesmo disse: quais atributos? Seios caídos, não depila a buceta, não deixa eu comer o cu dela. Falei que se ele se dedicasse em fazer ela gozar, que ela acabaria fazendo tudo que ele quisesse e ele disse ter nojo de chupar a buceta dela. Comentei que a maioria dos maridos que tinha contato, que até chupavam a esposa gozada e ele estava com nojo dos pelos na buceta. Perguntei se ela aparava os pelos ao menos e ele disse que sim. Respondi que talvez ele pudesse estar arrependido do casamento, mas que se ele apimentasse o sexo, que talvez se surpreendesse, pois essas recatadas são as mais fogosas quando bem conduzidas. Ele falou que se eu visse a buceta e os peitos dela que não falaria isso e falei: me manda foto então para eu ver, só que se eu falar que teria coragem, você me libera? Ele riu e parecia que a mesma confiança de antes desaparecera dos olhos dele. Ele não me enviou, mas em outro dia que estava com ela, ele me mostrou rápido, na mão dele, quando ela foi ao banheiro. Eram seios grandes e bem redondos, pelo peso, tinha certo caimento, mas bem branquinhos e pareciam ainda maiores por ela ser magrinha. A buceta, realmente tinha bastante pelo, mas era aparado dos lados e parecia que ela mantinha cortado, sem parecer uma floresta. - Cara, sinceramente, não estou vendo o mesmo que você! Eu comeria tranquilamente! Sempre acaba rolando uma conversa sentimental com cornos iniciantes e questionei a necessidade dele em ficar chamando amigos para puteiro, se ele quer trepar com outras, bastava ir, mas parecia que dependia de aprovação dos outros. Ele confessou que ambos eram da igreja antigamente, começaram a namorar pelas famílias atuando para uni-los e quando percebeu, estavam casados, mas que devido ao trabalho e várias mudanças, deixaram de frequentar e serem mais sociáveis, pois antes sequer bebiam cerveja. Falando com ele, tudo isso em outro momento, longe dela, disse que ele sentia falta de coisas que não viveu e o problema não era ela que também devia sentir falta de ter sentido outros homens na vida dela, de ser tratada como mulher e não como "esposa", entrei no assunto de swing, encontros com alguns casais na cidade e despertei a curiosidade dele que até me pediu para apresentar algum. Disse que ele teria que observar e ter realmente o gosto de sair com casal, que envolve várias coisas, não é somente transar com a mulher, que há vezes que o marido quer pegar no pau, chupar, às vezes ficar olhando somente e até, os que querem outro para transar com a esposa e vê-la sendo usada calada. - Você já imaginou essa possibilidade? Teria coragem de ver sua esposa com outro? - No atual momento, só quero sexo, não estou me importando mais com essas coisas, nosso casamento foi errado! - Pode ter sido, mas se ficaram juntos, podem fazer dar certo e descobrirem um jeito de dar prazer um ao outro, deixá-la sair com outros, mesmo que junto de você, assim, talvez não precise sair escondido também. (logo eu falando de sair escondido). Perguntou se sou paciente, que se fosse tentaria permitir e conversar com ela. Eu sugeri fazermos diferente. Tudo isso resumindo as falas e momentos ok pessoal!? Fui na casa deles, bem simples. Ela estava varrendo. Me cumprimentou discretamente. Pedi permissão para fumar no quintal. Ele me pediu para deixar dar uma tragada. Estava nervoso e a esposa não sabia de nada. Era uma tentativa apenas de tentar algo. Ele, no fundo a queria tratar como mulher e não como esposa recatada que a fazia ser, mas, durante tanto tempo fazendo o papel de "homem da igreja", deixou de tentar ser esse homem que ela precisava, mas buscava fora mulheres que fossem o que ele queria que ela fosse. Ela terminou de varrer e sentou numa cadeira perto da gente, mas não junto. Eu disse: "vamos para a praia?" Ela disse não gostar muito de tomar sol. Falei que tomaríamos uma cerveja os três, dar uma descontraída. Ele disse que topava e falou para ela colocar roupa de praia para irem um pouco. Ela voltou vestindo uma saída de praia sem deixar ver o biquíni. Quando ela chegou, ele também já tinha colocado a sunga e vestido uma regata. Falei para ela: - Vou ser sincero, eu pedi algo ao seu marido e ele disse que se você quiser, que tudo bem. Ela fechou o semblante esperando alguma situação estranha. - Eu tenho um fetiche com mulher casada e você tem um corpo muito atraente. Ela olhou séria para ele ao invés de prestar a atenção. Ele gesticulou com a cabeça afirmativamente. Ela ficou olhando com a boca meio aberta, tentando entender a "pegadinha", esperando ser uma piada de mal gosto. - Ele me mostrou uma foto sua sem roupa, ele tirou foto dos seus seios e me mostrou sua buceta, eu fiquei com muito tesão. Ela rapidamente colocou um braço na frente dos seios, como se estivesse desnuda. - Fica tranquila, não mudará nada entre vocês. Eles permitiu, mas somente se você topar. Ela chamou ele para dentro da casa e consegui ouvir um pouco. Era um início de briga, mas ele se soltou com ela e disse que queria vê-la feliz e sabia que não vinha sentido ela feliz e que ele não estava também. Eles voltaram e ele disse que ela não estava à vontade, que seria melhor eu ir embora. Levantei, peguei na mão dela e pedi permissão para fazer uma coisa. Era questionou o que seria e pedi para ela fechar os olhos e confiar em mim. Relutante ela fechou os olhos. Era um sinal pequeno de ter a possibilidade, senão ela não teria feito. Peguei na cintura dela, com a mão bem aberta e deixando o dedão tocar levemente o capô. Ela suspirou. Abriu os olhos e olhou para o marido: - Tem certeza disso? - ele gesticulou que sim. Abri sua saída de praia e deixei cair no chão. Peguei suas duas mãos, olhando nos olhos dela de frente: - Tem uma condição! Eu vou beijar você inteira, vou chupar seios seios, vou te fazer gozar com a minha boca, quando eu penetrar você, vou te tratar como uma mulher qualquer, mas o mais importante, seu marido é louco para comer o seu cu, você precisa satisfazer as vontades dele também. Ela pegou a saída de praia, enrolou em seu corpo e entrou na casa. Fomos atrás dela, o marido na frente. Ela entrou no quarto e deitou na cama. Fechou as cortinas, não por ter como alguém ver dentro do quarto, mas para ficar escuro. Tirei as peças do corpo dela e comecei de forma romântica. Ela mal sabia beijar, parecia ter se esquecido. Desci para os seios grandes e volumosos dela e depois a fiz ser uma mulher a fazendo chupar meu pau. Variava em deixar em sugando sem jeito meu pau e dando algumas enfiadas na boca dela. Ela começou a relutar em me forçar a ser mais "cuidadoso", mas tirei sua mão bruscamente para fazer do meu jeito. Desci para a buceta dela e chupei com força, rápido, sugando, lambendo até conseguir com muito trabalho que ela deixasse colocar um dedo no cuzinho. Ela demorou para gozar por estar em um momento novo, desconfortável para a moral sendo questionada, mas gozou, gozou em silêncio, gemendo muito baixinho. Deitei e falei para ela vir por cima. Era uma buceta cremosa, mas um pouco apertada, perfeita, gostosa. Bunda com pelinhos arrepiados. Os gemidos ficaram menos abafados porque estimulava seus seios, passava a mão em seu corpo, procurei não manter padrão nos toques e estímulos para o corpo dela descompensar. Quando a vontade de gozar veio, parei os estímulos, para que ela é quem buscasse se satisfazer e chegar ao orgasmo. Ela gozou e continuou dentro, meu pau, sem gozar, permanecia quente e duro dentro dela, pulsando, implorando pelos movimentos. O marido dela estava com cara de satisfação, ele esqueceu que era maridinho da igreja, estava satisfeito vendo uma mulher sendo possuída na cama, se soltando, gozando. Mesmo sendo adorador de cuzinhos, presenteei o marido. - Agora é a sua vez de satisfazer ele, lembra? Ela esboçou sair de cima e a segurei. - Não. Você fica aqui! Vamos nós três aproveitar esse momento. Ele se posicionou e ficou nervoso que forçava e ela contraía. - Eu sabia! Falei para ele relaxar e pegar leve, para ir aos poucos até ela acostumar. Peguei nas costas dela por detrás dos ombros e a trouxe para mim, chupando seus peitões, lambendo seu pescoço e falando baixinho: - Libera esse rabinho para ele comer, vai, relaxa, vai deixando entrar, você vai gostar! Deixa ele te comer que depois ele vai trazer outros para te comer, você vai ficar viciada em tanto dar o cuzinho. Aos poucos ele conseguiu entrar e ficava urrando conforme entrava: ahh, isso, ahhh que delícia. Ela franzia o rosto e apertava os lábios, dizia estar doendo e eu a segurava forte para deixar seu corpo firme para ele forçar. Cada vez que ele tirava devagar e colocava lentamente, porque estava bem apertado ainda, ela soltava um gemido de dor. Voltei a estimular seus sentidos. - Mexe no meu pau, mexe, mexe gostoso. Sente os dois paus dentro de você! Você vai gozar gostoso se relaxar, vai gozar com dois paus dentro de você putinha. Ao falar "putinha", a santinha da igreja começou a se soltar e a subir e descer discretamente no meu pau. Apertei um dos bicos enquanto chupava o outro seio e fiquei olhando aquele rosto diferente, com pouca beleza, criando a aura de prazer e até surgindo uma beleza, a beleza de um corpo de mulher quando começa a sentir prazer. Ela começou a se mexer mais rápido e os seios balançavam na minha cara, grandes e pesados. Segurei nas costelas tela, com as mãos firmes e pressionando com força com os dedões e ergui bem minha cabeça para me manter chupando os seios grandes. Goza no meu pau putinha. Dei um tapa na bunda dela com o marido estocando ainda devagar. Ela começou a gemer e disse: estou quase, meu deus, eu vou gozar de novo, o que é isso? Quando ela falou que estava quase gozando, falei para o marido: fode o cu dela que ela vai gozar. Aquele era o momento perfeito para ele foder do jeito que ele queria, porque quando o gozo vem, o corpo não responde mais a nada. Ele segurou na cintura dela, apertou os dentes e começou a comer forte o cuzinho da esposa que tentava a qualquer custo subir e descer no meu pau. Ela gozou e ele urrou gozando no cu dela. Senti a porra escorrendo nas minhas pernas e também, molhada com o gozo dela escapando. Ele saiu e ela também, enfiou a cara no travesseiro e começou a chorar. Ele se preocupou tentando se desculpar, perguntando se machucou. Ela disse que estava gozando porque não imaginava que um dia faria aquilo e que teria sentido tanto prazer. Eu não tinha gozado porque quase não teve movimentos no meu pau, mesmo que enfiado. Enquanto ele a abraçava e a beijava, em clima de romance e união, eu me posicionei rápido por trás e enfiei rápido o pau na buceta e gozei, com ela ainda chorando e o beijando. Esse relato é praticamente recente, ainda estou tentando colher os frutos para um novo encontro e agora, ao invés de convencer a esposa, convencer o corno a se entregar e ser nosso submisso. Quanto mais ela se libertar, mais ela forçará o novo estilo dele de ser corno.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.