Tinha uma nerd na faculdade que apesar de bonita e até gostosa, era um pé no saco, ninguém a suportava, pois ela interrompia os professores a todo momento querendo fazer perguntas e as aulas não fluíam. Somente um amigo (colega) meu tinha contato com ela.
Um dia, o papo no bar em frente foi sobre ela. Ele me disse: cara, você não tem noção de quem é ela fora da faculdade e me contou uma história.
Um dia, ela chegou no sábado cedo na casa dele para um trabalho do curso, e a mãe dele a recebeu e disse para ela subir que ele estava no quarto, mas ele não havia acordado ainda, mas a mãe tinha deduzido que sim. Ela acordou com ele com um boquete, mas, nessa primeira vez, ficou só no boquete e sequer falaram sobre isso, pois ela apenas disse no final: pronto, vai escovar os dentes para fazermos o trabalho.
Sempre que tinha trabalho, era um ritual parecido e na segunda vez, ele já não deixou ficar só no boquete, mas se mantiveram somente nisso, nada de "namoro" ou ficar juntos durante as aulas ou intervalos, só casual mesmo.
Ele me disse que se estivesse afim, que organizaria para eu tentar um dia, para ver se ela faria o mesmo. Eu disse que seria difícil porque eu deixava claro que não gostava dela e não nos falávamos. Acabou organizando um dia que não teríamos as duas últimas aulas, para vários da sala irem ao bar com a gente e a convenceu a ir também. Realmente, ela era muito animada e comecei a conversar com ela.
- Está vendo como não sou tão chata? É que durante as aulas, quero ter certeza de ter aprendido tudo, mas é por isso que a maioria não gosta de mim.
Conversei depois com esse amigo, se era fato que ele não queria nada com ela, para tentar marcar um estudo ou trabalho com ela. Tínhamos a liberdade, quando não era trabalho para apresentar aos demais, de escolher ser dupla ou mais pessoas, com limite de 4 pessoas. Em um desses trabalhos, falei com ele: vamos tentar marcar lá em casa no sábado, por volta das 20h? Meus pais estarão no interior e talvez possamos pegá-la juntos se ela for safadinha mesmo, talvez possamos pedir uma pizza e ficando tarde, vocês dormem lá.
Ela ficou resistente com o horário, por parecer tarde, mas nós dois dissemos que não daria durante o dia. Cogitei que depois podíamos sair fazer algo ou até ficarmos por lá, bebendo ou vendo um filme.
No sábado eles chegaram, peimeiro ele. Ficamos nos "acertando" para caso desse certo de a pegarmos juntos ou se ela se aproximasse de um somente, que a chance seria maior dele até por já ter feito antes.
Fizemos o trabalho, mas não tudo, pois cansamos nossas vistas e paramos para comer. Pedimos uma pizza e preparei umas bebidas.
Coloquei um filme e sentamos no sofá de frente para a TV. Ela no meio, encostada nos dois, pela falta de espaço.
Dei aquela "esticada" de braço para abraça-la, mas só fiquei passando a mão no cabelo dela. Percebi a mao do meu amigo em cima da perna dela, bem sutil.
Ela jogou o corpo pra frente e disse pra ele: você contou pra ele, entendi o que está acontecendo.
Ele riu e perguntou: contei o quê?
Ela olhou pra mim e tentei disfarçar, mas acabei rindo.
- O quê? O que foi que ele contou?
Ela se encostou e ergueu sua perna esquerda sobre a minha e se inclinou até meu amigo para beija-lo.
A vadia era esperta e, sendo safada aproveitou a ocasião.
Nós dois não perdemos tempo e começamos a passar a mão pelo corpo dela. Ela abriu o zíper dele e começou a chupar. Procurou com a outra mão a minha bermuda e enfiou a mão.
Me punhetava e chupava meu amigo. Inverteu.
- Vocês tem camisinha?
Eu disse que tinha no quarto e ele também disse ter.
Ela foi pelo corredor perguntando onde era o quarto. Entrou e deitou na cama, já tirando a parte de cima da roupa. Deitamos, explorando seu corpo, cada um de um lado. A deixamos nua e passamos a revezar entre chupar a buceta e os seios dela.
Ela mamou as duas rolas juntas. Sentou nele primeiro e me pediu a rola para chupar. Depois inverteu e ficou controlando para não gozarmos com essas trocas e pausas.
Ela fozou com ele a comendo de quatro e eu gozei com ela me chupando sentado no encosto na cama, com as pernas por debaixo dela.
Tomamos um banho, um a um. Ela foi a primeira.
Começamos a combinar de tentar comer o cu dela e fazer uma DP.
Ela foi até a cozinha beber água e até me pediu um cigarro, algo que não víamos na faculdade.
Retomamos os trabalhos. Ela voltou a sentar no meu amigo e me viu voltando para o quarto.
- Vamos tentar ver se cabem os dois aqui dentro! - apontando para a buceta.
Meu amigo deu uma pausa, deixando dentro e fui colocando. Ela era bem apertada, e mesmo bem molhada não suportou as duas rolas na buceta muito tempo e pediu para tirar.
Passei o dedo no cuzinho dela e não reclamou. Enfiei o dedo e novamente não reclamou. Hora de tentar o pau.
Encaixei a cabeça e ela só pediu: vai devagar.
Ela parou de se mexer no pau do amigo para me receber.
Coloquei tudo aos poucos e comecei a tirar e colocar até perder a resistência inicial.
- Aiiii que delícia, como eu sonhei ter dois paus dentro de mim! Tô me sentindo uma vagabunda! Que tesão!!
Meu amigo ficou louco sabendo que teria o cu na sequência!
- Cara, não demora que eu também quero o comer o cu!
Eu tirei e troquei a camisinha e falei para ele ir atrás.
Invertemos os lugares. Ela estava encharcada. Fiquei mordendo os bicos dos seios dela e dando tapa na cara dela.
- Gosta de se sentir vagabunda né? Hoje você vai pagar por ficar atormentando a gente na faculdade!
Meu amigo disse que estava quase gozando com as bombadas.
Ela pediu para ele parar e segurar. A coloquei de barriga para cima e fui para o cu novamente.
Ela pediu a rola do meu amigo para chupar e mandou ele tirar a camisinha. Ela queria porra!
Fudi o cu dela com ela se masturbando. Me pediu para não gozar também. Perto de gozar tirei a camisinha e levei a rola até a boca dela. Ela ficou mamando e intercalando as rolas.
Demos um banho de porra na cara dela. Deixou as rolas limpinhas e recolheu com a língua a porra ao redor da boca.
Tudo isso enquanto ainda se enfiava os dedos na buceta e gozou pouco depois.
No domingo, como a casa estaria livre o dia todo, repetimos o sexo e almoçamos no meio da tarde.
A partir desse dia, sempre que dava, íamos ao bar quando tinha falta de professor e a gente ganhava um boquete no banheiro do bar e nos trabalhos, íamos os três transar. Começamos a marcar os trabalhos em motel, levando os notebooks e estendiamos os períodos do motel.
Ela acabou confessando que estava começando a ficar.com um cara da sala e ele queria fazer dupla com ela.
Mantivemos o segredo das putarias para toda vez que desse, ela acabar liberando um boquete no bar, escondido do corno.