Estava subindo a trilha da penitência do convento da Penha, aqui em Vila Velha e no meio do trajeto vi uma mulher retornando, mancando e com cara de dor. Parei e perguntei se ela estava bem. Ela havia escorregado e teve uma pequena torção. Me ofereci para se apoiar em mim e retornei com ela. Durante a demorada descida, pelo quadro dela, fomos conversando coisas banais e, ela apoiada no meu ombro e eu a segurava pela cintura, com força para que não fizesse esforço. Não podia deixar de notar e sentir sua cintura gostosa na minha mão. No final, sentei com ela um pouco e tomamos toda a água pelo esforço de ambos. Ofereci se ela queria ajuda para voltar ao seu local ou até levá-la, mesmo eu tendo ido a pé. Ela disse que conseguiria ir embora dirigindo e colocaria gelo. Por mais que estava ajudando, não podia deixar passar a chance de criar uma oportunidade, mesmo já tendo visto que ela era casada (e eu também sou). - Anota meu telefone, se até chegar no seu carro ou algo assim você tiver dificuldade, me liga e venho te ajudar. Não pedi seu telefone, até para que a oportunidade, se criada, pudesse partir dela por sentir um macho cuidando de uma fêmea, aparentemente "não a desejando", apenas sendo "gentil". No dia seguinte, pela manhã recebi uma mensagem de agradecimento e fiz questão de salvar seu contato, para que ela notasse minha foto aparecer para ela no perfil, pois configuro o whats para mostrar foto somente aos meus contatos. Respondi de forma curta demonstrando que foi algo que qualquer um faria etc. Como diz um amigo, sempre que ele entra em contato com cliente mulher e fica de orçar algo, logo a foto muda e surgem "story" demonstrando mais sensualidade. Sua foto foi alterada no mesmo dia e começaram os "story". Claro que curtia todos, pois configuro para não aparecer leitura e queria mostrar que vi. Não puxei papo durante as duas semanas seguintes, até que apareceu: "Boa noite, vamos subir o Morro do Moreno amanhã?" Respondi dizendo que era coincidência, pois estava programado de ir mesmo e marcamos o horário, mas eu não tinha programado nada, era só para criar "sintonia". Nos encontramos na Praia da Costa e seguimos a caminhada até o início e de lá, um gole d'água antes de iniciar. No trajeto ela perguntou da minha esposa e perguntei do marido. Virou uma sessão descarrego, começou a reclamar dele, que estava sempre com amigos ou viajando a trabalho e quando estava em casa, como naquele fim de semana, ou estava dormindo ou estava jogando vôlei com os amigos. - Mas ele está sempre trabalhando e viajando e quando volta não quer saber de ficar com você? Vai acabar abrindo concorrência! Ela disse: pois é, depois nos chamam de vagabunda quando traímos. Aproveitei a brecha: Eu te entendo, passo por algo parecido (mentira) e às vezes, quando vou para SP acabo dando um jeito de aliviar o estresse, não só emocional. Ela perguntou se eu tinha alguém em SP. Falei que prefiro ir direto em casa de swing, assim, já pegaria várias na mesma noite e me deixaria tranquilo por um tempo. Esse papo de swing com as casadas sempre desperta interesse, mas a resposta padrão é: eu tenho curiosidade, mas não sei se conseguiria fazer algo. Falei sobre os ambientes e algumas aventuras e me fiz de coitado que precisa procurar fora de casa. Admiramos a paisagem lá do alto, tomamos um suco e descemos lentamente, parecia que estávamos esperando um dos dois tomar a iniciativa e sempre costumo esperar ao máximo a mulher, sendo casada, para que ela não se assuste e na hora certa, como brigas em sequência etc procurem "consolo". Na esquina que ela iria entrar (mas eram algumas quadras antes do apto dela) nos despedimos e na hora do abraço e beijo no rosto, um beijo de canto de boca foi trocado. Nos olhamos sorrindo e seguimos. No mesmo dia vejo uma foto no perfil dela, uma selfie mostrando a paisagem do alto do Morro e depois story escrito: um dia muito gostoso. Dei um like. Por volta das duas, postei também uma foto na praia e como naquele fim de semana estava sozinho pela visita da minha esposa à família, em SP, escrevi: sozinho na praia com saudades do meu amor. Ela deu um like e mando uma mensagem: sua esposa não está? Respondi que havia ido visitar a família. Ela mandou: vamos tomar um café da tarde? Passo te pegar depois que sair do salão. Fui embora na hora tomar banho e passei na farmácia imaginando a possibilidade. Marcamos perto do shopping da Costa, um meio de caminho para ambos. Entrei no carro e novamente um beijo no canto da boca. - Conhece algum lugar legal para um café? Respondi: acho que uma piscina com um vinho seria melhor não? - Onde teria piscina por aqui? - Não sei, poderíamos trocar por banheira. Ela já entendeu e seguimos para um motel, sem debatermos ou falarmos algo. Nesse tempo já coloquei a mão na sua perna e ela na minha. Entramos na suíte e nos agarramos. Uns beijos e amassos. Parei e pedi um vinho e enchi a banheira durante a espera do vinho. Falei que levaria o vinho e para ela ir aproveitando a banheira. Como sei que, quem não é acostumado, fica "chapado" com Gudang Garan, acendi um e levei com o vinho até a banheira. Ela estava coberta pela água e espuma na banheira e deixei o cigarro com ela para se soltar. Tirei minha roupa e o pau meia bomba na cueca foi avaliado pelos seus olhos. Fiquei pelado e entrei. Nossas pernas roçaram embaixo d'água e nos aproximamos com as pernas entrelaçadas e nos beijamos. A ergui entre as pernas e beijei seus seios. Ela disse: não sei se é o vinho ou esse cigarro, mas estou meio alta e isso não é bom. Perguntei a razão de não ser bom. - Eu costumo fazer coisas que não faria se estivesse sóbria. Saí da água na mesma hora, com o pau duro e estiquei a mão para ajudá-la a sair. - Então me mostre o que você faz quando não está sóbria. Nos secamos, excitados e fomos pra cama. Ela me empurrou na cama e me chupou. - Eu vou te chupar muito. Vou dar muito pra você. Me come igual a uma puta, faz o que quiser comigo! UAU! Segurei sua cabeça e forcei: ah é, então chupa vagabunda, putinha, chupa minha rola. Vou comer você inteira! Chupa até eu gozar que depois vou judiar de você! Ela chupou. Chupou e engoliu toda a porra. Era a minha vez. Coloquei ela de quatro e chupei a buceta dela debaixo pra cima até chegar com a língua no cu. Toda vez que chegava no cu eu dizia: esse cuzinho rosa hoje será meu! Ela gemia toda vez. Coloquei ela deitada e chupei a dazendo gozar duas vezes com o indicador no cuzinho e dando pequenos giros com o dedo. Ela quis se lavar. Fui também. Na volta ela quis sentar no meu pau. Aquela bunda redondinha, com seus 35 anos. Bunda branquinha, pelos contornando os lábios vaginais, aquele tapetinho lindo de pêlos. Os seios roliços e auréolas rosinhas balançando durante a galopada. Ela gozou mais duas vezes, gozou rápido, o que pra mim é delicioso ver. Pediu para bater na bunda dela durante a sentada, bati com gosto, puxava os cabelos dela mandando ela gozar e mordia seu pescoço, com alguns tapas na cara. - Isso, me trata como puta seu cachorro! Faz assim que eu gozo, me bate! Assim foram as duas gozadas dela. Eu queria o cuzinho e falei: agora é a minha vez. Fica de quatro. Passei seu gozo no cuzinho dela. Lambi e cuspi nele e peguei um gel disponível para compra que estava no quarto. Passei no pau e posicionei. Ela não pediu para ir devagar e fez força somente para aguentar a entrada. Fui movimentando e colocando gel para encharcar bem o rabo dela e facilitar. Ganhei velocidade e fui abrindo aquele rabo e batendo na bunda dela. Enlacei seu cabelo loiro na minha mão. - Vai vagabunda (batendo na bunda e segurando o cabelo). Vai vagabunda, força esse cu contra o meu pau, enfia com força esse cu no meu pau. Ela vinha de ré, de quatro batendo a bunda contra meu abdômen. Mas, como sabem, gosto de comer um cu de frente, para ver as expressões da mulher. A coloquei deitada de frente e encaixei o pau. - Se masturba pra eu ver. Quero você gozando com o pau no cu! Ela seguia tudo que pedia. Apertei seus seios com as duas mãos e metia gostoso no cu. Ela apertou meu pau e gozou forte, gritando e falando as coisas sem nenhum nexo. Tirei a camisinha e fiz ela se ajoelhar nos pés da cama. Segurei seu cabelo pela nuca e enfiei o pau na boca dela. Estava quase gozando. Tirei e gozei na cara dela dizendo: olha que rosto lindo, cheio de porra. Toma tudo. Fui trazendo até sua boca a porra e nos beijamos ainda com um pouco de porra na boca dela. Antes de ir embora, durante o banho, demos mais uma rapidinha. Na volta, para fazê-la confessar que é putinha disse: esse papinho de marido eu não acreditei, você é bem safadinha. Ela confessou que o marido viaja sim, mas que é ela quem acaba fugindo dele, pois descobriu tarde que o que gosta é putaria e acaba não sobrando vontade para dar ao marido quase, pois quando ele está em casa, ela já se aliviou bastante com vibradores ou com alguém. Disse que poderia contar comigo quando precisasse se aliviar, mas ela disse que prefere evitar repetir para não ter riscos emocionais. Nos vimos uma vez, durante a trilha, ela estava com um rapaz, evidente era que se tratava de turista. No mesmo dia ela mandou mensagem e repetimos, depois dela ter dado pro cara, pois ele era muito "romântico". Não repetimos mais, mas às vezes nos esbarramos pela orla.
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