Fiz uma viagem internacional alguns anos atrás. Férias somente e visitaria várias regiões. Fui com amigos, todos com aval das esposas. Nosso ritual não era de sair conhecer a região. No máximo uma caminhada, um café da manhã e depois, algum lugar a noite, para beber e escutar um rock. Mas cada um tinha um estilo, seu horário próprio. Depois do café, alguns voltavam aos quartos (alugamos individual / quartos menores - e o tipo de viagem e algumas informações não vou citar para evitar ser um dia reconhecido por alguém ligado a minha esposa). Independente do estilo de cada um, nos encontrávamos no bar escolhido, onde tinha mais movimento, um a um. Sempre era o primeiro a chegar e um dia, sem espaço nas demais mesas do bar, no meio da praça, uma mulher com cerca de 53-55 anos, loira, de chapéu sentou simplesmente em uma das cadeiras da mesa. Mandei mensagem no grupo contando sobre a companhia. Ela era americana e improvisamos algumas frases fáceis etc e até google tradutor. Os amigos chegaram, mas ela não deu moral, mesmo apresentado todos a ela. Ela começou a mostrar fotos de um lugar que aparenta uma fazenda, onde ela mora nos EUA. Em uma das fotos, tinha uma mais ousada dela com as duas filhas, mas não era sacanagem, eles não possuem a maldade que nós latinos temos. Rapidamente ela mudou a foto pedindo desculpas e se dizendo envergonhada. Eu escrevi no tradutor que.as filhas puxaram a mãe pela beleza. Como o banheiro do bar não era dos mais limpos e com segundas intenções, falei que se ela precisasse de usar o banheiro que poderia usar o do meu quarto, que era exatamente encostado ao bar (Airbnb). Na primeira vez que ela pediu, apenas dei a chave, acabei não agindo "com maldade". Ela me fez um convite: jantar com ela, era na mesma rua do prédio onde alugamos os quartos para comer algo típico do país (europeu - lembrando que estou omitindo várias informações). Fomos trocando mensagem e a encontrei no restaurante. Ela já me aguardava com uma garrafa de vinho. Ela também fez o pedido do prato e pensei: fudeu, está pedindo só coisas caras, já "convertendo euros em Real". Na hora de pagar a conta ela simplesmente colocou em dinheiro 90 euros e deixou pago. Olhei para ela dizendo "No! Please". Mas ela levantou e me pegou pela mão. Andamos um poucos. Ela estava uma quadra depois de mim. Chegamos na porta do meu prédio e perguntei se ela queria que a levasse até o seu hotel. Sem responder ela gesticulou que não e se colocou de frente a porta do meu prédio. Abri a porta e ela entrou. Subimos os três andares do prédio e entramos no meu quarto. Ela foi tomar banho e eu mandei mensagem no grupo "estou com a americana no meu quarto". Fui na sequência tomar banho também e já a encontrei sem nenhuma roupa. Suspendemos a comunicação para não interferir em nada. Era só ato mesmo. A chupei, como sempre inicio as transas e a sentia desconfortável com a chupada. Com meu inglês fraco perguntei se estava tudo bem. Ela disse que o marido e maioria dos americanos não dão prazer oral às mulheres. Não sei se é azar dela e de algumas amigas ou se é maioria o lance dos homens não chuparem as mulheres. Retomei e dediquei um bom tempo a chupando e a fiz gozar. Ela ficou deitada na cama, abrindo as pernas para meter. Mas pensando no que ela disse, me deitei e sinalizei para ela vir por cima e buscar o prazer do jeito dela, com a intensidade que desejasse. Enfim, mulher que goza, faz o que o homem quer. Apertei sua bunda menos empinada do que às brasileiras, chupei os seios grandes. Dei tapinhas na bunda e percebi que ela gostava de tudo que eu fazia. Intensifiquei tudo para que ela gozasse. Logo que gozou a coloquei de quatro, apoiada na cama, com as pernas no chão e como sua buceta, com força, fazendo barulho com o encontro dos corpos durante as socadas. Enrolei seus cabelos cacheados e loiros na minha mão. Continuei batendo na bunda dela. Ela parecia não sentir prazer há muitos anos, porque ela gozou em todas as posições que a coloquei, sem demora, exceto no início, durante o oral que estava se sentindo "desconfortável" por não estar acostumada. Ela foi ao banheiro mijar e tomar outro banho. Fui junto e ficamos nos beijamos e passando a mão. Com a mão ensaboada deslizei minha mão para analisar se era real que as americanas costumam gostar de anal. Ela permitiu a investida com o dedo no seu rabinho. Na cama, em uma das poucas frases, me perguntou de queria fazer algo diferente, para falar. Ou seja, estava me retribuindo o prazer e claro, querendo fazer o que queria. Ela estava sentada em mim. Só passei o dedo no cu dela dizendo que queria, logo ficou de quatro mas a chamei de volta. Falei para sentar com o cu. Eu gosto de cu, mas principalmente quando senta ou de frente, para ver as expressões da mulher. De quatro, mais quando a transa "precisa" ser "violenta". Ela encaixou e foi descendo. Entortei a mão para ficar apertando sua buceta enquanto sentava com seu cuzinho em mim. Ela cansou e quis mudar, a deitei e trouxe seus pés no meu ombro e encaixei novamente. Peguei sua mão e coloquei na buceta e movimentei sua mão para entender que era para fazer daquele jeito enquanto eu comia seu cu. Segurava seus seios com as mãos enquanto metia e ela, mais uma vez gozou. Agora sim poderia mandar ela ficar de quatro, pois a tinha feito gozar de todas as maneiras e agora eu podia me soltar e fazer com força. Encaixei de quatro e meti com força nela, vendo ela apertar os dentes no travesseiro e segurando as laterais da cama. Gozei gostoso dentro do cu dela e dormimos melados. Pela manhã fizemos um sexo mais convencional, repeti o oral e no final, ela retribuiu o oral e me deixou com o pau limpo. Essa coroa americana, sozinha na Europa, com certeza foi em busca de sexo, um sexo que a permitisse gozar. Infelizmente a maioria dos homens, em alguns países não se importam com o gozo das mulheres.
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