Estou com fone de ouvido mas sem som, só para ouvir duas jovens conversando.
Elas falam que têm curiosidade em saber com é uma rola ao vivo, que só viram na internet e sentem vontade de ver um pau duro na frente delas
Me levanto para ir embora e escrevo uma mensagem em um papel: "hoje, às 22h em frente ao posto de bombeiros mostro meu pau para vocês".
Chego e fico esperando em um dos únicos pontos escuros da praia, o posto de bombeiros, agora vazio.
Fico olhando para os lados para ver se elas não chegam com alguém após contarem da mensagem. Elas já tem 18, mas são garotas raras, até seus olhos são virgens, nunca viram um pau.
Elas chegam e ficam afastadas, na parte clara. Vou até elas.
"Vocês nunca viram um pau? Querem ver um, bem duro gozando?" - digo e vou para o ponto escuro e protegido do olhar daqueles que passam no calçadão.
Elas se aproximam, mas não muito. As chamo para perto com o pau na mão. Elas não enxergam direito e se aproximam para ver.
Peço para elas ficarem na minha frente e passarem a mão em suas bucetinhas virgens enquanto me assistem.
Inclino a cintura para o pau envergar bem. Punheta lateral, lenta, com a ponto dos dedos para elas verem bem.
Elas se esfregam por cima do short. Peço para ver seus peitos. Elas olham para os lados. Não tem ninguém. Levantam a camisetinha. São lindos, perfeitos. Peço para colocar a mão e os beijo. Elas se excitam e recuam. Estão cheias de tesão, mas com medo. Um homem maduro com um pau grande e ereto em sua frente que temem que as machucaria se as comesse. Elas querem, mas têm medo. Um desconhecido. Não é a noite romântica que elas anseiam, mas perfeita para os hormônios gritando dentro delas.
Elas estão com os lábios abertos respirando, com tesão e olhos vidrados no meu pau.
Ofereço para darem uma pegadinha. Elas dão risadinhas nervosas, com vontade. Mal conseguem pegar e já soltam.
Peço para dar uma chupadinha nos peitos delas. Abraço as duas e com meu pau livre encosto em cada uma delas beijando os peitos lindos e com cada mão encosto em suas bucetinhas por cima do short e com os dedos firmes dou coçadas firmes.
Elas fecham os olhos. Querem fingir o desejo de romance e dou um beijo gostoso em cada boca passando a mão em seus corpos. Pego suas mãos e trago no meu pau.
Eu vou gozar. Mexam nele. Elas não tem experiência. Não sabem ainda fazer direito. Isso me dá mais tesão.
- Deixa que eu faço. Sentem-se e fiquem olhando meu pau gozar.
Elas se olham com sorrisos e imaginações e observam a punheta.
Dou uma acelerada e fico bem perto de seus rostos. Não demora e brotam jatos de porra com toda a adrenalina. Faço questão de fazer bem sacudida a punheta para que possam receber respingos de porra.
Termino e pego suas mãos e passo no meu pau ainda escorrendo.
"Passem na boca. Experimentem o que é porra de macho e não de moleques que vocês pegarão".
Elas provam, tímidas, fazendo cara de nojinho.
Não me importo. No fundo elas gostaram e no futuro, outros machos gozarão em suas bocas e elas beberão tudo.
Dou uma mijada na areia antes de ir embora e sigo meu caminho.
tiger48