Quem me acompanha sabe que sempre cito Maresias. Eu sempre que podia ia e tinha até um combinado com a velinha que cuidava da pousada, pois, fora de temporada era vazia e era uma das últimas a ser procurada porque não era divulgada.
Como tinha feito amizade com ela, ligava e perguntava como estava de reserva. Ela me dava o ok e eu pagava metade direto pra ela.
Às vezes ficavamos bebendo e jogando baralho a noite. Era vazia. Às vezes um ou outro casal.
Um dia chegou um casal e ela disse que o cara sempre ia com mulher diferente e que ele era avantajado (pelo.que ela notava na sunga dele na pequena piscina) e pelo que ela ouvia as mulheres que ele levava gritando.
Meu lado voyeur falou mais alto e perguntei se era a noite que ocorria. Ela disse que saiam jantar e na volta ele começava o jogo dele.
Meu quarto não era no mesmo andar, mas fiquei na rede com a sacada apagada e meio enrolada para tentar ouvir algo. Realmente era brutal o sexo, porque a mulher gritava muito e ele, quando gozava, parecia usar um megafone.
Contei pra ela que gostava de ver ou ouvir e que tinha ouvido na noite anterior. Ela me deu o macete: o quarto que eles estão, a fechadura é antiga e é vazada. Dá para ir lá, mas com cuidado pra não dar problema pra mim. Sábado a tarde, estava na piscina a tarde, eles chegaram da praia e ficaram um pouco ali também. Logo que escureceu eles subiram. Fecharam a janela. Ela notou e me chamou: eles fecharam a janela, acho que vai acontecer. Fiquei no andar de baixo, na sacada de um quarto e comecei a prestar atenção. Escutei sons de beijo e alguns sussurros. Logo alguns gemidos da mulher. Subi as escadas descalço e fui me aproximando, passo a passo, lentamente e até passei agachado pela fechadura para não dar nenhum reflexo ao passar. Todo voyeur sabe se camuflar.
Peguei o final da chupada dele e ela se contorcendo e fozando. Ele baixou a sunga e realmente era monstrao.
Ela chupava sem engolir inteiro. Ele a puxou para a beirada da cama e ergueu suas pernas no peito dele. Puta que pariu, que cena, ele socava devagar procirando entrar tudo, aos poucos, até ganhar dilatação suficiente. Forçou com gosto e ela começou a gritar, como na noite anterior. A virou de quatro, ele em pé, ela no mesmo local da cama. Fodia com força e batendo na bunda dela. O cara era um cavalo e não gozava. Eu já estava com a perna cansada de ficar meio agachado espiando. Ele a fez gozar de novo, ela praticamente chorava pela rola gigante dele. A cena principal foi servida: ela começou a chupar a bunda dela e eu torcendo: cu, cu, cu, cu, cu. Minha oração deu certo. Fez ela dar uma mamada de novo e já a virou. De quatro ela arqueou e fugiu. Ficou de frango assado e ele posicionou. Ouvi ela dizendo: devagar, por favor, por favor. Ele fez devagar, mas empurrando até chegar ao fundo e ela, devia segurar a respiração para se conter. Tirou. Colocou. Tirou. Colocou. A cada enfiada: aiiiiiii, aiiiiii. O cavalo aumentou o ritmo. Chegando perto do gozo, acelerou e aumentou a força. Começaram os urros. O cavalo relinchou. Berrou. Tirou e gozou nela com toda a força. Que gozada, gozei junto, já era a minha segunda, a dele, ainda a primeira. Quase uma hora. Puta que pariu!!!!
Ele não foi egoísta e a fez gozar chupando sua buceta.
Ela gritou mais do que a transa toda também e gozou.
Essa foi, se não a mais, uma das mais tesudas que assisti. Fui para o meu quarto. Eles ainda transaram bastante, com esse cara na pousada, é certeza que ninguém dorme nos quartos ao lado. As mulheres que ele leva, devem passar dias ardendo.