Estava comentando em um conto, onde o corno relata ter levado a mulher para ser comida por um negro, em um lugar humilde, que cheirava cigarro e café e, o que comentei nesse conto, me fez recapitular algumas situações do tipo.
Sempre gostei de um sexo sujo, "barato", onde nos permitimos a decadência, voltar aos instintos mais crus da nossa alma.
Escolher uma mulher louca por sexo, mas que nunca está satisfeita por exemplo. Lembro, em uma balada que ía em SP, notei que uma mulher sempre estava sozinha, mas sempre saía de lá acompanhada. Certa vez a vi voltando com o carro até a porta da balada onde o macho esperava na saída. Já a vi entrando no banheiro com um e, em um dia, que não havia sequer beijado ninguém, quase cheguei antes nela. Ela não era bonita, pelo contrário. Não tinha muitos atributos físicos, mas ela estava sedenta de sexo, de ser usada e, na semana seguinte, fui pronto para notar o padrão de quando ela parava de dançar e beber e se preparava para ir embora, era o momento que ela atacava. Notei ela olhando o horário e indo ao banheiro. Quando ela saiu fui direto nela e disse: Está indo embora? Ela disse que sim. Falei: será que chegou a minha vez?
Ela se fez de santa e disse não ter entendido. Falei que estava indo embora e que a aguardaria na porta quando ela voltasse com o carro. Ela, submissa, simplesmente pagou a conta dela e foi ao estacionamento. Parou o carro na porta e entrei. Ela disse: quer fazer o que? - Vamos ali perto do Extra.
Era uma rua escura, de galpões e comércios e não tinha movimento algum durante a madrugada.
Paramos embaixo de uma árvore e abri o zíper. Eu sabia que estava frente a um "animal no cio" e tinha que agir de acordo com a sua natureza.
Abri o zíper e baixei um pouco o banco. Ela perguntou se eu tinha camisinha e respondi que não, mas que naquele dia não precisaria, pois precisava ir embora logo e seria só uma brincadeira.
Ela entendeu o recado e já debruçou no meu colo e mamou gostoso.
O ego dela devia ser ferido, pois ela me questionou o que fez eu chegar nela e respondi: sexo! Percebo que você tem um padrão, igual a mim, chega um horário você pega fogo e precisa de sexo e sempre você aborda alguém e sai junto. Hoje é a minha vez de ter sua boca na minha rola.
- Você gosta de cachorra vagabunda?
- Adoro as vadias iguais a você! Chupa, chupa gostoso que vou gozar na tua boca.
- Enchi a boca dela e depois inventei um lugar perto para ela me deixar como se eu morasse ali.
Ela perguntou se a gente podia se ver e respondi que quando estivesse com camisinha a chamaria ou, se ela não pegasse ninguém, para me chamar e eu dava leite pra ela. Enfim, mais umas duas vezes sai com ela da balada, sempre para uma mamada.
Outra situação foi com uma mulher que pegava na empresa, uns 20 anos atrás. Às sextas íamos para a casa dela e no mesmo quarto, dormia o filho dela, devia ter uns 10 anos no máximo. O quarto era uma escuridão total ao apagar a luz e como a casa era minúscula, era o único lugar para trepar. Comia a mulher com o filho a 3m da gente. Certa vez ele começou a chorar achando estranho o barulho que estava ouvindo. Ela começou a conversar com ele para acalmá-lo e me encaixei no cu dela, de lado, sem que ela pudesse falar nada para ele não perceber. Comi o cu apertando o bico dos seios dela enquanto ela fazia uma voz "normal" para falar com o filho, sem demonstrar a dor no bico do seio ou do pau no cu dela.
Às vezes a fazia me chupar sentada no chão, sempre com aquele risco do filho ouvir. Hoje, não me sinto muito bem com essa situação, lembrando, mas era um tesão fazê-la se "rebaixar" como fêmea, fazendo de tudo para ter macho e abrindo mão até de valores morais.
Uma outra história, era uma loira da faculdade. Em épocas de chuva, como o namorado sempre a buscava na saída da faculdade dele, que era perto da nossa, ela pedia para ele me dar carona, porque morava perto dela. Mal sabia ele que a pegava durante o intervalo e às vezes me chupava escondido, mas o nosso prazer, era que o cara já ia com um amigo do carro e entrávamos atrás. Ela ficava no meio dos bancos dianteiros para tapar a visão dele e ficava batendo punheta para mim e ainda dizia às vezes que sentia dó dele porque era muito bobo e nem desconfiava.
Casa de swing é outro lugar, que no decorrer do período, chega um ponto que a limpeza não vence e o cheiro de sexo, de hormônios, dos líquidos masculinos e femininos ficam no ar, dando um cheiro de sujo, de decadência, na verdade, sexo e instinto animal puro.
Adorava quando percebia no gloryhole, algum casal que subia e logo ali se instalava. O cara ficava comendo a mulher sem parar, devia tomar algum remédio claro, enquanto ela chupava uma infinidade de rolas que iam se revezando. Ao colocar o rosto para ver a cena do corno comenda a mulher no cubículo, dava para sentir o suor e o cheiro de porra no ambiente. Era uma puta sedenta de rola e um macho que não conseguia ficar saciado enquanto a mulher tivesse forças para continuar. Quando a mulher estivesse assada de tanto levar rola e com a boca seca e grudenta de porra, com a língua áspera como lixa, ali seria o ápice dele.
Tinha um cara, com uma mulher feia, mas gostosa e ele, era feio também, com óculos fundo de garrafa, que ele adorava comê-la na frente de todos e vê-la mamando, eles não iam no gloryhole, porque notava-se que ele queria ficar vendo. Quando ele via, andando pela casa, alguma rola que chamasse sua atenção, logo ele parava e a fazia chupar. Às vezes ele socava o pau junto na boca dela e notava-se que ela ficava cansada e pedia para parar, mas ele mandava ela terminar de chupar. Quando acabava ele agradecia aos machos e saiam. Quase todas as vezes que fui nessa casa eles estavam e, era o mesmo padrão. Já sabia que se desse azar de não ter movimento, uma mamada da esposa dele já era garantida. O detalhe, é que ele a colava para chupar e nunca para dar para outros, ela apenas aceitava e, quando reclamava e ele mandava ela terminar, ela simplesmente fazia, obediente.
Tive uma namorada, na época de faculdade também, que tinha alguns fetiches de ouvir e ser ouvida transando, se desse para ver algo, ela gostava de ver também. Tinha um "hotel" perto da faculdade, que matávamos aula às vezes para irmos lá antes. Pegamos amizade com a recepcionista e um dia, falei para ela pedir um quarto perto de onde tive alguém já. Afinal, mulher com mulher, se entendem. A partir desse dia, a moça já dava uma chave sabendo o nosso gosto. Abríamos a janelinha do quarto, que dava visão, caso abrissem também, no quarto ao lado, era um vão, como em lugares que tem elevador. Mesmo que não desse para ver nada, dava para ouvir tudo. Ela se excitava ouvindo os gritos de prazer e mandava eu ir no ritmo do cara, só que o nosso combinado, era eu fazer igual, se o cara comesse o cu da mulher, eu comeria o cu dela, se percebesse que ele estava gozando na boca, eu gozaria na boca dela. Às vezes, dávamos sorte de pegar algum casal que correspondia, porque essa minha namorada começava a ficar escandalosa quando percebia que iam gozar no quarto ao lado. Como não tínhamos carro, a nossa alternativa era aquela, mas o que nos excitava, era o lugar barato, simplório, cujas pessoas que íam, não íam somente por não ter carro como a gente, iam porque era barato e muitas vezes, o nível das pessoas que iam era questionável (víamos entrando e saindo) do hotel.
Uma outra vez, na mesma balada, final da noite, peguei uma coroa, que o problema não era a diferença de idade, mas sim, a feiura e o cheiro de perfume e maquiagem baratos. Ela pegava trem para ir embora e caminhava até a estação com ela, rua escura clara, e antes de chegar na estação, parávamos e a fazia mamar. Ela odiava porra e cuspia. Ainda me dizia que eu não a levava a sério, que só a queria em final de noite. Perguntei se ela gostava de chupar na rua. Ela riu dizendo que eu sabia que sim. Perguntei: quer que eu te leve a sério para termos local e horário para fazer isso? Eu acho perfeito dessa maneira. Algumas vezes quando a esnobava porque ficava com alguém, ela ficava de cara fechada e na semana seguinte, fazia jogo duro, mas eu só ficava perto quando estava chegando ao fim da balada. Ganhava uma mamada, ia para a minha casa e dormia com o cheiro de "mulher barata".
Podem me julgar, mas, pessoas e locais com esses cheiros "deprimentes", nos transformam em animais do sexo.
Por isso gosto tantos dos cornos, principalmente aqueles que estão no início da aceitação, que estão loucos para serem capachos da mulher e do macho durante o sexo, mas não tem coragem suficiente de pedir rola e porra na boca.
Um dia, postei um conto e teve um comentário que não liberei, pois era de alguém que não entendia esse instinto de querer fazer coisas que me depreciam (na minha mente, não que seja um fato geral) e preferiu pegar pesado no comentário. Podia ter mandado uma mensagem e questionar o que ele pensava antes de postar comentário sem sentido.
Galera, eu gosto quando cheiros diversos transformam o ambiente. Seja do suor do sexo ou da suruba, cigarro, bebida barata, enfim, entendedores entenderão risos.