Estava no interior de SP alguns anos atrás com uma pessoa que retomei contato, da época de faculdade e, no primeiro dia que estava lá, fomos no shopping e escolhi um filme, que devido aos lançamentos, provavelmente seria uma sessão com menos pessoas.
Pela escolha dos lugares no monitor, contatei ter poucas pessoas mesmo. Escolhi a última fileira, no canto.
Durante o trailer, já estávamos aos beijos, recordando o passado, quando ficamos durante um semestre da faculdade juntos, na época, nós dois namorávamos, mas mantínhamos essa vida dupla na faculdade.
Já com as luzes apagadas, vieram os amassos e por ela estar ao lado da parede, com meu corpo podia proteger a visão dos poucos que estavam na sala e aproveitar mais do seu corpo. Notei que um casal que estava duas fileiras abaixo, mas na parte do meio subiu até a última fileira, na parte central. Cinema vazio, quem vai para o fundo, quer privacidade.
Não estavamos assistindo ao filme, às vezes disfarçava para tentar ver se o casal estava se pegando. Estavam como a gente, só nos beijos e passadas de mão, mas em determinado momento, notei que o cara estava com a blusa em seu colo enquanto a namorada ou esposa o beijava com a mão por debaixo da blusa. Devia estar rolando uma punheta.
Pedi para trocar com meu par, alegando incômodo de ficar na mesma posição. Eu queria ver a cena do casal também.
Como não era da cidade, comecei a enfiar a mão embaixo da blusinha dela enquanto a beijava. Sempre com um canto de olho vendo o casal. O cara também olhava discretamente.
Peguei o balde de pipoca e coloquei na frente e abri meu zíper.
- Sente como estou com tesão.
Ela colocou a mão e ficou ali segurando enquanto eu retribuía nos seios dela.
Falei pra ela: lembra aquela vez quando matamos aula para pegar um filme? Lembra o que você fez?
- E se alguém ver?
- Não tem ninguém perto, só lá pra baixo.
Por ingenuidade ou fingindo, ela acreditou sem verificar e foi debruçando mais o corpo. Tirei o balde da frente. Ela me cobria com seu corpo inclinado. Ficou masturbando e dando beijinhos rápidos e levantando. Percebi que o cara estava olhando e como seu par estava também na mesma posição que a minha e de costas pra gente, ele também retirou a blusa do colo. Ele queria se mostrar também e começou a passar a mão na bunda dela, que estava bem virada pro meu lado.
Nosso jogo masculino foi de ficar copiando um ao outro, mas a dele já estava mais avançada e debruçou sobre ele o chupando, mas tentava cobrir com o corpo. Mesmo assim dava para ver dependendo da iluminação da tela a cena e às vezes a boca no pau.
Eu precisava do boquete e precisava garantir o sucesso. Mandei ela erguer um pouco o vestido e chupando seu pescoço e orelhas enfiei minha mão na calcinha dela e passei a enfiar o dedo e a masturbá-la.
Ela me perguntava às vezes: Será que ninguém vai ver?
- Não, fica tranquila, estou de olho.
A adrenalina e nossa mente voltando anos da nossa vida, nos rejuvenescendo ajudou e logo elas estava enxarcada e me ajudando com a mão dela, intensificando e guiando nos seus pontos preferidos. Puxei um dos seios dela e fiquei mamando. O cara estava vendo tudo e fazendo praticamente igual, mas mulher dele estava de calça jeans, ou seja, eu tinha vantagem.
Fiz minha namoradinha de faculdade gozar no meu dedo enquanto chupava seu seio.
Como toda boa mulher, após gozar, sempre sabe como retribuir.
Ela se abaixou e ficou com um joelho no chão e caiu de boca. Que boquete! Como era bom recordar o sabor da sua boca pequena e lábios finos. Pedi para ela chupar devagar. Após cansar da posição, ela praticamente deitou sobre a poltrona que ela estava e a do seu lado direto, após erguer o encosto de braço. Chupou lentamente. Subindo e descendo.
Lembrei de ver o casal. Ela estava chupando ele ainda na mesma posição. Ele olhava o boquete que eu recebia e eu, o dele.
Coloquei o braço esquerdo atrás da nuca para me inclinar um pouco e com a outra mão direcionei a intendidade do boquete. Dava pequenas pausas a segurando e depois a trazia e forçava meu pau para dentro.
Ela disse: vamos precisar fazer algo esse fim de semana para terminar isso!
Eu só pensava na gozada do momento. Senti o pau inchar mais e o canal se estufar, preparando para sair tudo.
Dei uma gozada muito gostosa sentindo o boquete e assistindo um boquete. O cara gozou pouco depois de mim, pois notei a mulher dele se erguendo e passando e passando a mão na boca. A minha, idem, ficamos abraçados vendo o final do filme.
Para variar, elas sempre precisam de banheiro após o cinema. A minha entrou e logo depois chega o casal. Ficamos ele e eu na porta do banheiro esperando. Quando a dele entrou, ele se aproximou e deu aquele toque de "super gêmeos". Sorrimos em confidência do que trocamos durante o filme e ficou nisso.
Se fosse um casal liberal, provavelmente surgiria um convite nesse momento, mas tanto ele quanto eu, estávamos só curtindo nossas mulheres e, é bem capaz que a dele também não fosse nada fixo.
Gozar no cinema é muito bom!