Essa amiga, conversando por email, contou que estava sedenta por "dor", mas, causar nela mesma estava exaustivo e sem o prazer que ela queria, pois precisava estar nas mãos de alguém.
Eu estava em uma fase de pouco sexo também e unimos o útil ao agradável.
Falei que inventaria algo para fazer com ela e sairíamos no fim de semana, em um motel depois de bebermos algo. Ela sugeriu levarmos as bebidas e bebermos lá mesmo e pernoitar. Como ela disse que iria depilar no sábado de manhã, a ideia veio na hora que me contou isso e pedi: não se depile, quero você do jeito que está,.entendeu?
Chegamos no motel como amigos que éramos, conversando, falando do dia a dia etc. Bebemos, fumamos e fomos para o banho.
Fiz questão de dar banho nela, limpar ela em cada canto do corpo. Fomos para a cama. Ela abriu a bolsa e jogou seus acessórios na cama.
O que me veio em mente na hora, foi usar as velas que ela levou. Pinguei por todo seu corpo, nas melhores áreas para não machucar, mas sim, causar reações somente. Algemei suas mãos na cama, de quatro, usei seus chicotezinhos, seu haste de "palmatória" na bunda e sola dos pés. Coloquei o rabo de coelho no seu rabinho. Introduzi brinquedos na sua buceta peludinha. Usei bastante seu corpo.
Passei um creme no seu corpo todo e principalmente na buceta e cuzinho. A mantive algemada, mas deitada de frente e vendada.
- Vou fazer algo que você me deu ideia e nem sabe.
Cheguei em um ponto mais sensível, perto dos labios da buceta e puxei um pelinho. Outro. Outro. Fiquei quase uma hora nesse jogo e até os pelinhos do cuzinho tirei. Ela estava inchada, vermelha, muito sensivel com a depilação. Sorte a dela (?) que as laterais estavam raspadas, senão seria mais uma hora pelo menos depilando com a pinça.
Terminei com uma bela chupada, mordendo e chupando, ela se contraindo pela sensibilidade e dolorida que estava pela pinça. Insisti nas chupadas.
Deixei ela bem exausta de chupar e gozar. Cheguei no ouvido dela e, lembrando a cena de um filme que vimos juntos (os homens que não amavam as mulheres) disse: preciso perguntar, você gosta de anal, eu gosto.
Ela riu por associar a referência e logo fiz como ela dizia gostar: a seco, judiando, sentindo o corpo "rasgar", mas claro, quem pratica sabe que é a sensação que deve ser criada e não, como resultado. Ou seja, dar a sensação de machucar somente.
De frente, me apoie e fui forçando o pau no cuzinho dela, algemada, vendada e ela, entrando no jogo: eu não quero, para seu estuprador, não mete no meu cu. Bati na cara dela mandando ficar quieta senão enfiaria com força. Ela continuou: para, eu não quero que você enfie esse cacete em mim.
Adoro esses jogos e sabíamos o que era "não" de verdade pelo combinado de segurança.
Forcei mais e empurrei mais. Até ganhar dilatação e velocidade. Meti como um ex presidiário há 10 anos sem ver mulher.
Enchi seu cu de porra e ainda levei o pau para ela limpar. Chupa vagagunda, sente o gosto do seu cu.
Continuei mandando ela chupar até ficar no ponto de novo e gozei na boca dela.
Fui tirar as algemas e ela pediu para dormir daquele jeito. De manhã, transamos mais "convencionais" depois de um banho, mas selvagens, com tapas, xingamentos, puxão de cabelo, boquete, oral na buceta, anal e uma gozada simultânea com ela sentando no meu pau.
Era uma amiga muito boa essa que eu tinha, mas que casou e ficou "recatada" e "certinha".
Votado com certeza, agora esqueça amigo, recatada e dertinha NUNCA, já ouviu que o lobo ou no caso a loba,perde o pelo, mas não perde o vício? ..se o marido não satisfaze-la...ela irá atraz de vc ou outro.
tiger48