Negro e loira - casal animal

Estou com muito tesão esses dias, talvez pela fase de seca. Infelizmente essas fases ocorrem e, sendo casado, não dá para fazer igual a quando era solteiro: sair para uma balada, ir no swing etc, então dificulta bastante e o convencional de casa, não está me satisfazendo. Podem notar pelo volume de contos que estou colocando no site, das lembranças passadas e dos últimos meses. Vem uma lembrança em cima da outra e sigo postando.
Ocorreu um contato via trabalho, com um casal de Guarapari. Me convidaram para conhecer o comércio deles e pensarmos em uma parceria. Não daria durante a semana e fomos conhecê-los, para depois desse contato profissional, passarmos o dia por lá.
Tudo ocorreu normalmente e o casal de bastante contraste me surpreendeu com uma mensagem no fim do dia.
Ele é um negro de 1,70m mais ou menos, porém, com treino de academia e ela, contrastando e muito com ele, um pouco mais alta, mas, cabelos loiros e olhos claros e um óculos de armação azul, siliconada e bunda boa. A mensagem dizia:
- Na próxima vez que marcarmos, vamos tentar marcar sem a sua esposa!
Entendi o recado, mas queria ter certeza, poderia ser um convite somente dele para uma farra, querendo ir em alguma boate sem a esposa.
- Por que? Mas aconteceu algo? Ela foi me acompanhar para depois passarmos o dia na cidade! Pensei que não haveria problemas em levá-la junto enquanto tratávamos de negócios.
- Não é isso, mas o nosso convite era para depois do trabalho fazermos um convite para você! - e escreveu em maiúsculo "para você".
Respondi que achei ter entendido e que em momento oportuno falaria com eles quando desse para ir.
Demorou umas duas semanas e até daria para ir devido a viagem mensal da minha esposa para ver a família mas não mandei mensagem anunciando, porque, eu tinha receio que o cara pudesse querer algo que eu não quero e também, se ele não fosse do tipo de corno bem submisso, talvez eu não me sentisse bem, devido a tendência deles de serem roludos, mas quando as aventuras têm de ocorrer tudo conspira. Ele me mandou mensagem perguntando se tinha previsão de quando daria. Já esqueci todos os questionamentos e disse que daria, mas, preferiria que eles viessem para cá. Eu não sou de receber ninguém para essa finalidade em casa, mas como existe a relação comercial, não vi riscos. Eles toparam e chegaram com a pizza e com duas garrafas de vinho. Comemos e foi descontraído. Ele me perguntou se entendi o convite e confirmei, mas, que não tinha certeza de como seria o tipo de festa que estavam me convidando.
- Camarada, você comerá essa loira que não tem frescura, adora uma putaria e, acho que podemos apimentar um pouco, curto brincar com o parceiro também, mas nada de penetração.
- Ufa - pensei! Não estou disposto a abrir mão desse limite ao qual não tenho a menor vontade e, às vezes, ficamos meio loucos quando temos uma oportunidade com uma gostosa igual à esposa dele e acabamos ultrapassando limites, por sorte, um dos limites que tenho não teria risco.
Já estávamos somente no vinho a um tempo, sentados no sofá vendo alguns clipes. Eles passariam a noite comigo e tínhamos tempo para esquentar.
Sem cerimônias, escuto ele abrir o zíper do jeans e salta uma vara preta que nunca vi igual de tamanho e grossura até hoje.
- Meu pau estava até doendo dentro da calça, precisei colocar para fora.
Ri tentando não demonstrar no susto com a vara dele, que não sei como faz para não ficar tão evidente na calça.
A esposa começou a mamar ali mesmo no sofá. Ergueu o vestido para eu ter acesso e tinha uma bela calcinha enfiada na rabo bronzeado. Comecei a passar a mão na saboneteira cheia e carnuda e logo estava chupando a loira quase que dê quatro virada para mim e dando mordidinhas na borda do cuzinho dela.
Ela segurava com uma mão a rola e ainda ficava à mostra o que equivalia ao meu de tamanho. Começou a chupar de lado olhando para trás.
- Vem, tem bastante espaço sobrando para dividirmos!
Confesso que fiquei curioso naquela rola apesar de não ser um cara que sente atração em ficar olhando rola na praia, nos caras que passam etc. Saco grande, sem pelos e dividi a rola com a loira e mesclamos beijos entre nós dois com a rola no meio. Ela desceu a boca pelo corpo do pau para inverter comigo. Foi a minha vez de sentir a cabeçona dentro da boca.
- Ele precisa dessa primeira gozada! Depois ele vai me comer durante o tempo que quiser e consegue se segurar!
Fiquei até com pena de mim, imaginando que não faria cócegas nela com aquela rola à disposição dela.
Ele começou a falar grosso: chupa, chupa meu pau, chupa!
Ele ficou uns 20-30 segundos depois dos primeiros jatos ainda expelindo porra e o pau se mantinha ali, balançando, não querendo amolecer de jeito nenhum.
Pediu para ir se lavar e falou para eu caprichar no oral que a esposa adorava ser chupada. Fomos para a cama e ela ajoelhou no meu rosto para chupá-la e ficava passando a mão no cu e se dando tapas na bunda. Ela veio e me chupou e quase me fez gozar e parou. Falou que tinha que guardar o máximo de leite para dividir com o negrão.
Na expectativa perdida, perdi a ereção, ficando meia bomba. Voltei a chupá-la. Logo o gosto dela e o jeito de se mexer com a buceta na boca me deixaram com vontade novamente. Encapei o pau e coloquei na buceta dela, consegui perceber o cu, cheio de "estrias" nas bordas, mostrando o quanto aquele cu estava acostumado o tomar rola de qualquer tamanho.
Ela disse para tirar da buceta e colocar atrás. Lembrei não ter lubrificante, mas torci que ela tivesse, mas não pedi e acho que não seria necessário. Ela só deu uma lambida na mão e passou no cu e deu uma chupada babada no meu pau. Coloquei o pau e deslizou rápido, mas ela sabia contrair como ninguém. Ela praticamente fazia tudo, estava atrás dela, mas é ela quem jogava o corpo para trás. Me sentia impotente perto desse casal, uma porque a mulher era uma máquina, outra, porque o cara era um jumento, apesar de me imaginar sendo bem dotado. Devia ter uns 10 a 12cm de circunferência no corpo e não duvido que tivesse pelo menos uns 23-25cm duro. Era um monstro que na praia devia deixar as pessoas em pânico (risos), ou alguma ex namorada mais fechadinha, talvez alguma virgem que ele tenha pego, devem ter chorado.
Ele ficou olhando ela socar o cu para trás e aqueles seios firmes de silicone quase imóveis e seu cabelo longo caindo dos dois lados. Ele pediu se podia pegar um cigarro meu e se podia fumar no quarto. Ficou olhando de perto, me olhava e falava: o cu dela é gostoso né? Pensa numa mulher que aguenta rola! Sempre aguentou sem reclamar! Ele parecia estar ali mais admirando a esposa do quê querendo uma relação a três. Ela, pelo menos gozou se masturbando com uma das mãos enquanto jogava o rabo para trás, me deixou menos preocupado em ser um zero à esquerda.
Pensei que poderia dar uma acelerada para finalmente gozar, mas ela já se recolheu novamente. Guarda mais um pouco.
- Posso usá-la um pouco amigo? - disse ele como se eu fosse o marido.
- Claro!
- Você se importaria em ficar embaixo? Nós gostamos de exibir nossa transa e ter alguém vendo de perto.
Deitei na cama e ela deitou totalmente em mim, fiquei só com o nariz e parte da boca livre, além de ter toda a visão do que aconteceria.
A espaçonave se aproximou e entrou. Eu praticamente sentia no queixo o reflexo da rola dele dentro dela. Ele socava forte, depois lento, o caldo dela escorria, o suor dela escorrendo pela bunda até a minha cara era quase sufocante, apesar do cheiro de mulher dela ser fantástico.
Fiquei mais de vinte minutos e só vendo o monstro entrar e sair, rápido, devagar, suave, forte, segurando a cintura, dando tapa na bunda dela. Ela mal gemia, mas a excitação dela mostrava o quanto gostava, minha boca tinha o gosto dela, mas eu mal consegui lamber, porque estava bem prensada em mim.
De forma simpática, ele ofereceu que se eu queria descansar um pouco e tomar uma água, porque devia estar quente ali.
Eu quis e sai do quarto um pouco. Tomei muita água e fumei uns dois cigarros seguidos. Terminei o segundo no quarto, entregando o pouco que faltava. Ele metia e terminava o cigarro.
Impressionante como ele não gozava, mesmo com tantas penetradas fortes e rápidas. Ele não pausava!
Ele perguntou se queria comer mais um pouco para ele tomar água. Ao ver como a buceta dela estava inchada e dilatada, fui direto para o cu. Comigo ela não sentiria nada diante do estrago e incrível pensar que chegou e estava bem fechadinha.
Comecei a bombar e ela disse: deita aqui!
Sentou e já começou a gozar, diante do grelo grande, se esfregando em mim provavelmente. Naquela posição, eu acaba sentindo tesão mais pelo calor que judiava do meu pau ali dentro da buceta do que pela fricção, pois ela era funda e estava formatada para o marido.
O cara voltou para o quarto, o pau continuava do mesmo jeito. Se posicionou atrás dela e fizemos uma DP. Ela parou de se mexer e meu pau só encostava nas laterais conforme as socadas a faziam balançar.
Ele me pediu para inverter novamente e ela veio por cima. Percebi que já acontecia diferente com ele. Ela se mexia com menos facilidade, apesar de subir e descer rápido no pau. Ficou apoiada com os pés na cama e segurando as duas mãos dele. Ela subia até a ponta e descia. Ela gozou várias vezes. Eu já tinha trocado de camisinha pelo menos três vezes e nada de gozar porque ela sempre me interrompia quando achava uma posição.
Voltei para o quarto, com uma cadeira e sentei para assistir, porque não estava muito afim de participar mais, eles eram um furacão e ele, era um egoísta que só ele queria ter rola para causar impacto na cavala dele.
Fiquei fumando, dando pequenas punhetadas.
- Amor, quero um orgasmo!
Eu não entendi até ele me pedir. Era para encher ela de tapa enquanto cavalgava nele. Não era para ter dó.
Ele colocou os braços atrás da cabeça e ficou assistindo. Nessa hora descontei toda a quase frustração, apesar de todo tesão que tinha desde o início.
Bati na bunda nela com força. Ela olhou para mim e cuspiu na minha direção, querendo me deixar irritado e bater mais forte. Esbofeteei o rosto dela com força. Ela arreganhava os dentes e grunhia.
- MAIS!
Enfiei três dedos no cu dela enquanto batia com a outra e nada do orgasmo. Ela só grunhia com cara de raiva, com os dentes à mostra.
Apertei e dei tapas nos seios, puxei os cabelos, mordi os bicos grandes, voltava a bater na bunda dela então, pensei numa gozada esguichando que ela deu. Lavou o cara, o corpo transbordando de suor. Nesse momento eu estava a mil querendo gozar. Coloquei a camisinha e fui para o cu, queria meter forte.
Enquanto eu metia ele olhava sorrindo embaixo da loira e fazia gesto com o dedo indicador aponta a boca dele.
Eu estava com raiva, com tesão, tinha que despejar meu esperma.
Saí novamente, queria gozar nela, mas tinha que deixar minha marca no corno.
Ela ficou olhando para trás quando estava saindo.
- Vai dar leitinho pra ele vai? Dá de mamar para o meu maridinho!
Eu enfiei meu pau na boca dele, ele chupava fazendo bico e meti na boca dele. Gozei forte, mas nem isso parecia fazer muito efeito neles.
Ele ficou com a boca aberta mostrando a porra à esposa que foi compartilhar com ele.
- Hun, está bem grossa hein!? Acumulou bem!
Já era mais de 3h da manhã e o cara transou, me deu lugar, bombou forte e realmente não gozou mais.
- Preciso tirar um cochilo para pegarmos a estrada!
Falei para ficarem à vontade que iria para o meu quarto.
- Não, antes de tirar esse cochilo, preciso terminar, não gozei mais e estou com o saco doendo já.
- Pode vir aqui que agora é a vez de vocês ganharem leitinho!
Gente, o cheiro do suor dele pelo quarto estava fortíssimo, o cheiro das gozadas dela e também do suor, dos hormônios, era para embriagar qualquer um, mas ainda tinha porra vindo.
Ela pegou na minha mão e me puxou: - Vem, me ajuda que não vou dar conta de tudo!
Pensei: na primeira vez, para começar ele ficou quase meio minuto derrubando porra, agora, que ficou bombeando petróleo, virá um litro.
Entrei no papel da submissão e foi a vez dele socar na minha boca. Intercalou com a dela e a minha, mas na hora de gozar, fez questão de mandar nós dois abrirmos a boca e posicionou o rosto dela colado no meu, ela ainda ficou com a língua para fora procurando a minha boca.
Ele se masturbou com uma mão, mas sobrando mais da metade de acordo com o tamanho da mão dele. Eu só torcia para ele não gritar na hora do gozo porque a vizinhança toda do prédio ouviria.
Ele acertou pelo menos uns 5 jatos muito fortes de porra entre as bocas. A loira bebia tudo e vinha me ajudar. Eram jatos fortes e em grande quantidade, depois, pequenos esguichos em menor quantidade, mas, novamente muito tempo gozando.
Fui para o banho, porque eu estava me sentindo fedido, o cheiro em mim era mais forte do quê na casa de swing no final da noite, no quarto coletivo em dia de alto movimento. Parecia não ser suficiente banho, listerine.
Ao irem embora pela manhã ele me deu um abraço e disse ter gostado muito da companhia, que foi gostoso a interação e se eu quisesse um dia marcar sozinho com ela, que ele permitia.
Me mantive à distância para não ter o risco dele ir abrir a mulher ao ponto de não sentir as paredes dela e sair banhado de porra novamente.

Bom, pelo menos essa é a intenção e nesses dias de seca, por mais que esteja procurando aventura, também torço para determinadas pessoas não mandarem mensagem.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Negro e loira - casal animal

Codigo do conto:
260265

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
24/04/2026

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