Morena carente

Estava sozinho na praia e próximo do mar e estava discretamente olhando as belas paisagens, digamos assim. Notei uma morena bronzeada, com biquíni preto, bem socado, deitada com a bunda para cima. Após algumas cervejas, o inevitável, precisava ir ao mar. Usei o pretexto de pedir para que ela cuidasse dos meus pertences. No retorno, ela questionou se a água estava fria e confirmei. Acabamos conversando, frases curtas e respostas rápidas. Ela e eu, intercalamos algumas idas ao mar algumas vezes e sempre, um cuidando das coisas do outro. Notei a aliança na mão esquerda e perguntei se o marido dela não gostava de praia. Ela disse que ele não gosta de ir devido à logística. Como não entendi, ela explicou que após um acidente, ele havia tornado-se cadeirante e não gostava de precisar de ajuda para sair da praia em caso de necessidade de ir ao banheiro, etc. Ela acabou se abrindo e disse ser complicada a situação, pois ela gosta muito de praia, mas que gostaria que ele estivesse junto, porém, como ele também sabe que ela gosta de praia, de ir ao mar, que prefere não ir para evitar que ela decida ficar no calçadão com ele. Perguntei se a família e amigos eram presentes, pois é importante para que a pessoa não fique depressiva. Ela disse que pelo isolamento que ele mesmo criou para ele, que acabou afastando todos, que haviam tentado, mas que ele acaba não se divertindo por sentir-se um estorvo. Perguntei se dentro de casa ele era mais tranquilo, se não descontava nela a amargura dele e ela disse que, por ela ter ficado com ele, que ele se sentia amado e a tratava bem, mas que de uns tempos para cá, começou com conversas para ela voltar a ter uma vida sexual, que ele permitiria. Me mostrei surpreso e pedi desculpas pela pergunta que faria: "E como ocorre quando você decide sair sem ele, para se divertir?". Ela perguntou se estava me referindo a sair com outros homens. Respondi que sim. Ela respondeu que não teve coragem de fazer o que ele sugeriu e me mostrei atencioso à sua situação. "Você é muito forte, ainda jovem, bonita e está se privando de tudo em nome do amor". Ela disse que não era bem assim, que tinha saído com duas pessoas nesse tempo todo, mas o que o marido pediu, é que teria uma condição: deveria fazer com ele presente, pois não se sentiria traído dessa maneira. Enfim, após a intenção inicial, mudei para ser um "amigo" diante do desabafo dela, mas, com essa resposta, voltei ao ponto inicial. "Desculpe a ousadia, mas, se é um pedido dele em troca de liberar você para viver seu corpo, talvez devesse repensar, quem sabe um novo amigo que conheceu na praia?". Ela riu e disse que não sabia se teria coragem, pois poderia afetar o emocional dele ainda mais caso ele se arrependesse.
Enfim, sugeri que conversasse com ele, dizendo que estava com vontade de ter relação e se realmente estava de pé a proposta dele e, caso eu fosse do agrado dela, que poderíamos combinar algo.
Encurtando: passamos a nos falar por mensagem e ela relatava que não estava conseguindo entrar no assunto, estava muito apreensiva. Surgiu uma oportunidade de ficar sozinho em casa, devido à visita mensal da minha esposa à família, em SP e disse ser a oportunidade perfeita. Ela disse que tentaria criar coragem.
No sábado seguinte, à tarde, após voltar do aeroporto, fui direto na casa deles. Estava excitado, mas ao mesmo tempo apreensivo, pois não sabia exatamente como seria a reação dele, apesar da proposta ser dele, poderia comprometer ainda mais o emocional. Entrei e cumprimentei ambos e fui discreto no cumprimento à esposa. Pedimos uma pizza e ele entrou no assunto de forma brusca:
- Você que vai comer a minha esposa então?
Demorei na mastigação, pensando na resposta. Por sorte, ela respondeu, me tirando do embaraço.
- Amor, você me fez essa proposta e não aceitei nesses dois anos que se passaram. Chegou em um ponto que meu corpo está pedindo por isso.
- Eu sei. Você podia estar saindo escondida de mim e fez como eu te pedi.
Nesse momento pensei: nem tanto amigo.
Ele me olhou e disse: Algum problema eu estar junto no quarto?
Respondi não haver nenhum problema e perguntei como seria sua participação.
- Como serei o corno assumido aqui, você pode fazer como faria em outras situações.
Ele disse: "Alexa, tocar música sensual".
Começou tocar "Love is a bitch".
Ele a chamou para perto e a beijou. Deu um tapa na bunda dela e disse: vai namorar.
Ela se aproximou e sentou em uma das minhas pernas, me abraçando para se apoiar. Passei a mão em seus seios e olhei para o corno. Ele estava com olhar fixo na minha mão nos seios da esposa, com um sorriso no rosto, mas não notou que percebi. Baixei a alça da blusinha e fiquei passando a língua. Afastei um pouco a cadeira e fui levantando seu vestido e, reclinado na cadeira, lambendo o pescoço dela enfiei a mão dentro da calcinha. O corno estava com um sorriso impagável olhando. Me levantei e fui até o sofá. Baixei minha calça e fiquei somente de cueca boxe. Ela, só de calcinha, ajoelhada no sofá, ficou me beijando e eu passando a mão na bunda dela, para o marido ver. Ela puxou meu pau para fora e foi descendo com aqueles beijinhos que fazem virar uma eternidade ao invés de descer logo e engolir o pau. Notei que o marido havia esticado o pescoço para ver a cena, pois estava encoberta a visão com o corpo da mulher na frente. Fiquei de pé, pensando na visão dele e a deixei mamando. Falei para ela ir devagar, para os três desfrutarmos mais e olhei na direção dele e pisquei. Ele fez um sinal de joia.
Perguntei se continuaríamos ali mesmo ou se iríamos para o quarto. Ele foi na frente e ficou perto da cabeceira da cama esperando. Entramos e tiramos a última peça que vestíamos. Propus que ela tirasse a calça do marido para facilitar a punheta dele. Acabei ficando com certa dó, pois era uma ereção muito fraca e entendi a razão dele a liberar.
Chupei aquela morena bronzeada linda e a fiz gozar. Sua buceta era daquelas que você precisa trabalhar para se abrir e somente depois da primeira gozada dela é que facilitou para colocar um dedo dentro enquanto a chupava. Na segunda gozada, por estar demorando fui para o plano b, ou seja, com o dedo bem molhado da buceta dela, comecei a pincelar seu cuzinho. Ela teve certa resistência, o mantendo fechado, mas durante as lambidas, ela acabou aliviando um pouco e a ponta do dedo entro. Conforme ocorria a contração, enfiava um pouco mais até o dedo todo estar dentro. Perguntei se estava gostando do dedo no cu e se ela gozaria com meu dedo enfiado, falei isso fazendo movimentos de giro para a esquerda e para a direita. Seu cuzinho começou a morder meu dedo, isso significava que o gozo estava chegando e chegou, senti sua buceta extremamente melada com seu orgasmo. Tirei o dedo e fiquei percorrendo com a mão, suavemente em seu corpo, ela tendo espasmos de olhos fechados. O corno estava batendo punheta com a ponta dos dedos com uma das mãos e com a outra segurando, tentando ajudar na mínima ereção.
Me deitei na cama e fiquei mexendo no pau e dizendo: Quando estiver pronta, é só montar. Ela se aproximou e percebi que o corno estava com o braço esticado dando uma camisinha. Ela pegou e colocou em mim.
Ela foi se encaixando e mesmo com a lubrificação, dava para perceber que fazia tempo que não sentia um pau dentro. Ficou uns dois minutos com pequenos movimentos, até que entrou tudo. Ela estava com a buceta fervendo e reclinada com os seios lindos na minha cara, sendo chupados, se movimentava apoiada com as mãos na parede. Dei uns tapas na bunda dela e logo posicionei meu dedo no seu rabo dizendo para ela gozar gostoso em mim. Ela parou com o sobe e desce e ficou movimentando o corpo para frente e para trás, esfregando sua carne em mim e a ponta do meu indicador na borda do cuzinho, fazendo pressão, mas sem enfiar. Ela gozou duas vezes, quase que seguido. Tinha muito acumulado dentro dela.
Ela caiu de lado na cama, com as mãos enfiadas no cabelo. Fiquei lambendo seus seios e me encaixei nela. Movimentos lentos até o fundo e retirando por completo. Logo ela estava pronta novamente.
Olhando nos olhos dela perguntei, posicionando meu dedo na buceta e escorregando até o cuzinho: Está pronta?
Ela olhou para o marido e perguntou: "Pode amor?"
Ele sorriu e balançou a cabeça afirmando.
Coloquei dois dedos na buceta dela para lubrificar bem e fui passando no rabinho para deixar molhado. Notei que ela havia relaxado e não estava mais contraindo o cu. Era hora de tirar o dedo para enfiar o pau.
Ainda perguntei se ela queria de frente ou de quatro. Ela pediu para ficar de frente e para ir devagar.
Posicionei a cabeça e a via apertando os lábios para fazer força e facilitar a entrada. Fiquei passando a mão na buceta dela enquanto forçava e aquela sensação única de sentir o rabo inflamado, sem espaço no início, antes de começar a bombar me deixou com muito tesão. Comecei a movimentar, lentamente para ela se acostumar. Logo ela estava se masturbando para aumentar a excitação. É um tesão ver a mulher gozar, mas ver a mulher gozar tomando no cu não tem comparação. Ela mordeu meu pau com gosto enquanto gozava. Resolvi arriscar ver se o corno estava com tesão mesmo de ver tudo aquilo e lambuzei minha mão com o mel dela e estiquei até a boca do corno. Ele abriu levemente a boca para receber três dedos melados e chupar.
Olhei para ele e disse: se prepara, porque você disse que era para fazer como faria em situações que o corno participasse e o que é seu está guardado.
Ele não disse nada. Apenas acenou com a cabeça. Olhei para ela e mandei ela deitar com a bunda para cima. Era a minha vez de gozar.
Troquei a camisinha e comecei na buceta, mas, logo tirei e posicionei novamente no rabo. Fui enfiando até o fundo e coloquei meus braços por debaixo dela até segurar em seus ombros e ficar mordendo seu pescoço e orelhas. Falei no ouvido dela: enfia o dedo na buceta, goza comigo de novo.
Senti seu corpo erguer um pouco. Era sua mão procurando a buceta. Logo os gemidos começaram. Fiquei com o corpo mais ereto, com o pau indo só até a metade para dar uns tapas na bunda dela. Comecei a ficar em transe. Segurei seus cabelos, dava uns tapas na bunda e dizia: vai ter bastante leite pra vocês.
Ela gozou e, incrivelmente não consegui gozar junto, mas foi perfeito porque queria dar aquela "humilhação" gostosa para o corno.
Falei para ela sentar no colo dele, na cadeira e fiquei em pé, do lado, mandando ela chupar e o beijar. Enquanto intercalava entre me chupar e levar gosto de pau na boca do marido, a vontade veio e gozei neles se beijando. Como ele se manteve com a mente aberta e a beijava com a minha porra escorrendo pelo rosto, apoiei um pé na cama para me erguer mais e coloquei o pau entre as bocas. "Deixem bem limpinho". Ficaram se beijando e limpando meu pau. O tesão que estava me fez engatar uma ereção rapidamente. Voltamos para a cama e voltamos a foder. Dessa vez fomos mais selvagens e procurando mais rápido o gozo. Fui mais bruto com ela e ela, mais falante. Pediu para bater na bunda dela e não fiquei só na bunda, dei um tapa no rosto dela também e gozamos quase juntos, mas o meu, deu tempo de sair e colocar o pau na boca dela para gozar. Se o marido tinha intenção de beber com ela, dessa vez se deu mal, porque ela engoliu tudo, sobrou só o gosto na boca para ele ganhar um beijo dela.
Na semana passada estava caminhando na calçada, pela manhã e os vi. Ela estava sentada em um banco e ele ao lado, na cadeira de rodas. Sorriram ao me ver e conversei um pouco com eles. Na hora de ir embora falei: "quando estiver afim de tomar leitinho, não esqueçam de mim". Ele disse que em breve marcaríamos.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico tiger48

Nome do conto:
Morena carente

Codigo do conto:
259859

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
20/04/2026

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