Fui usado

Aqui em Vila Velha ocorreu uma situação, a princípio, com um casal que se apresentou como namorados. Eles tinham menos de 30 anos e me disseram que estavam juntos fazia bastante tempo. Tudo começou com uma amizade, como quem mora aqui na cidade sabe, você faz uma amizade no calçadão durante o fim de semana e passam a se ver. Eles trabalhavam na mesma empresa, em Vitória.
Um dia, o cara me manda mensagem e diz que teve uma consulta médica e que estava voltando para casa, se topava uma cerveja. Fomos em uma distribuidora de bebidas, perto de ambos. Ele disse que havia conversado sobre as coisas que contei para ele e que estavam curiosos para experimentar, mas que ele não tinha certeza se estava disposto a ceder a namorada. Perguntei quais eram os limites dele e o que estava em mente fazer. Ele dizia que sempre teve vontade de provar o gosto de um pau e de ser chupado por um homem. Eu disse que se desse certo, que isso poderia ocorrer, mas que não saio com homens, sou flexível em permitir e interagir enquanto a mulher está no mesmo ambiente. Ele disse, se você provar que realmente chupa, eu armo para você comer ela.
Eu disse que ele teria que confiar e se eu não fosse flexível com eles, que poderiam encerrar o encontro.
Ele disse: vamos fazer assim, eu ligo para ela, para ver se ela chegou. Se ela chegou, vou falar que o assunto que falamos, que estava combinando com você e que você topou e se ela estiver no clima, vamos ao nosso apartamento. O que acha?
Eu respondi que toparia e ele disse que antes teria que passar no teste. Pensei em recuar, mas já estava com tesão imaginando a mineirinha ruivinha.
Perguntei para ele: ela realmente tá engajada? Ele pegou o telefone e fez uma ligação de vídeo para ela.
- "Ei, estou aqui tomando uma cerveja com o nosso amigo. Estou querendo levar ele para casa, tá de pé o que você me disse?"
- "Vou tomar banho, podem vir".
Ele perguntou se queria perguntar algo para ela e disse que sim.
- "Completinho mesmo? Gosto de judiar completo, sem frescuras"
- Ela disse que estaria pronta.
Ele falou para ela: "mas aquilo que falei que não teria coragem na sua frente, estou pensando em fazer antes".
Ela respondeu que se por mim tudo bem, que por ela também.
Desligando ele disse: vou pedir para o fulano (dono da distribuidora) se podemos usar a sala lá do fundo para uma ligação do trabalho, eu tenho vontade de ser chupado e de chupar, mas não estou pronto para fazer na frente dela.
Fiquei pensando que no final das contas, talvez não rolasse nada com a namorada e eu teria chupado por chupar, mas depois que o pau dá sinais de vida, entramos em qualquer negócio por uma metida.
Fomos lá para o fundo e olhamos para ver se não tinha câmera. Ele falou para eu colocar para fora o pau. Ele abaixou e já colocou na boca. Eu sempre soube que ele tinha um perfil de talvez não ser "hetero" e achava que estava com a moça para arrumar rola para ele.
Me concentrei na imagem dela, daquele corpinho branquinho que devia ter pelinhos avermelhados para me manter com tesão.
Ele falou que queria mostrar para ela o meu pau e fez chamada de vídeo. Parou de me chupar e disse que estava satisfeito, mas que era a vez dele. Ficou em pé e ficou me mostrando chupá-lo durante a ligação. Ele arregaçava bem o pau para ficar maior. Aquele cheiro de pau, com cheiro de cerveja no chão, como disse no relato anterior, era decadente para mim, isso ajudava. Ela ficou olhando eu chupar e começou a instigá-lo a gozar para ela ver.
Ele acelerou me mandando ficar com a boca aberta enquanto batia punheta.
- Para passar no teste, não pode sobrar nada hein, senão não terá a ruivinha depois.
O desgraçado quase na hora de gozar enfiou o pau na minha boca e gozou tudo, tive que cumprir o combinado.
Enfim, paramos na farmácia comprar camisinha e fomos ao seu apartamento. Eu estava com a mamadeira cheia porque ele não chupou até o fim. Seria tudo para a namorada dele.
Chegamos e fui surpreendido por uma bela visão. Aquele cabelo ruivo, liso e longo, com sua pele clarinha, com algumas sardas, sentada em uma cadeira, com uma taça de vinho, com um babydool preto, luz baixa e fumando um cigarro. Um tesão, uma miragem.
Ajoelhei na frente dela e ergui seu babydool e a chupei ali mesmo na sala. Ele ficou olhando um tempo e foi tomar banho.
Quando saiu do longo banho, já havia a feito gozar sendo chupada e a comendo deitada na cama. Ele entrou no quarto e ficou olhando quando ela mudava de posição e vindo sentar em mim. Encaixou a buceta apertadíssima e apertou meu peito agarrando os pêlos. Disse que queria me fazer gozar e fez.
Falou para eu ir me lavar para continuarmos, para dar o que eu mais queria.
Tomando banho e lembrando daquele corpo quase angelical, mas de olhar e sorriso diabólico, fiquei com tesão novamente.
Entrei no quarto e ela veio me chupar. Ela chamou o namorada para perto e disse. Chupa um pouquinho para eu ver. Ele se aproximou e chupou um pouco.
- Pronto, acho que já está no ponto para te comer!
Ela pediu para eu ir devagar no início, porque não dava o cu sempre.
Lambuzei o pau com a camisinha. Notei que o cara havia saído da quarto. Perguntei se ele não participaria e ela disse que não, que eram irmãos, mas que sempre aprontavam junto.
Eu fiquei puto da vida. Me senti usado.
- Porra, quando saio com um casal, não me importo de interagir com o marido, mas isso que foi feito é sacanagem. Vocês me usaram.
Ela me olhou e começou a balançar a bunda: e o que você pretende fazer sobre isso?
A raiva e a visão me incendiaram. Coloquei a ponta da cabeça no cu dela e disse: esquece que me pediu para ir devagar.
Forcei a entrada e segui forçando até entrar. Sentia as paredes dilatando e se contraindo, com resistência, mas forcei e o cu se abriu.
A comi de quatro, mas ela fez joguinho e a imobilizei com meu corpo sobre o dela. Segurei seus cabelos pela nuca e com uma mão sua cintura enquanto enfiava forte.
Senti desconforto na coxa e a virei de frente. Posicionei novamente, agora de frente e enfiei. Ela dava gemidinhos de dor, misturado com risadas e sorrisos.
Começou a dizer com cara de pouco caso que estava fraco. Eu socava e ela dizia ainda estar fraco.
Ao mesmo tempo a via fazendo cara de dor e contraindo os lábios.
Comecei a socar forte no cuzinho que já dava para notar estar bem abertinho conforme eu quase tirava o pau.
Perto de gozar, dei pancadas com o pau, mas sem velocidade, só quando enterrava.
Tirei a camisinha e ajoelhei no rosto dela e a fiz engolir toda a porra.
Depois fui embora, saciado, mas meio bravo. O cara ficou na sala sorrindo quando passei, pedindo para não ficar bravo. Fui embora.
Depois de alguns dias ele insistiu com pedido de desculpas e acabei entendendo que já ganhei vários boquetes mexendo no ego das putinhas por aí e até convenci maridos a chupar. Acabamos rindo e eles me contaram que já haviam feito isso algumas vezes.

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Ficha do conto

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Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
20/04/2026

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