Depois da transa que contei com o casal Negro e Loira, estava depreciado, me sentindo uma fracote, mas tudo isso, no fundo eu sabia, que era devido ao excesso de rola que o cara tinha e, pelo estilo deles de praticamente serem exibicionistas e gostarem até de humilhar o participante. Humilhar não é bem a palavra, mas é a sensação de prazer que surge durante o coito que eleva o prazer de ambos. Não foi ruim, mas, meu ego está ferido e queria dar o troco em algum corno. Fiz contato com um casal que não tinha vontade de marcar nada, mais pelo fato do corno ficar dizendo o que podia e o que não podia fazer a todo momento, sequer relatei aqui no site isso, mas esse segundo encontro, já vale a pena relatar, apesar de não sair totalmente como eu imaginava.
Mandei mensagem dizendo que queria encontrá-los, mas que dessa vez, ele precisaria ser mais flexível e ditar menos regras. Ele topou e disse que novas experiências e conversas entre o casal havia melhorado e entendia melhor.
Cheguei no apartamento deles e ficamos conversando uma meia hora em um sábado à tarde.
- E aí amigo, já virou corninho ou ainda é diretor de transa?
Ele riu e disse já conseguir deixar a esposa se divertir mais e ela mesma dizer o que gosta ou não. Falei que faríamos um teste para ver se é verdade.
- Abre o meu zíper corno!
Ele ficou me olhando e mandei novamente. Ele abriu.
- Tira a minha calça.
Ele tirou o tênis, meias e puxou a minha calça.
- Baixa minha cueca para ela ver meu pau. - ele baixou.
- Segura para ela chupar a cabeça! - ele segurou, e isso é algo que ele não aceitava antes.
Olhei para ela e olhei para o meu pau. Ela entendeu e veio me chupar. Ela chupa devagar, apaixonada, mas, ainda não se soltava diante do corno.
- Está gostando corno?
- Estou!
- Você gosta de ver ela com uma rola na boca? - acenou que sim.
- Sempre teve essa vontade né?
- Sempre!
- Já chupou pau com ela?
- Não!
- E sem ela?
- Não!
- Tem vontade? - não respondeu. Óbvio que tinha. O pau já ficou mais duro.
- Manda ele chupar com você!
- Vem amor! - ele se aproximou e ficou dando pequenos beijinhos somente.
- Coloca a boca corno! - com pouca coragem atendeu.
- Lambe meu saco devagar enquanto ela chupa agora! Fizeram como pedi. Ele ficava tirando alguns pelinhos que iam em sua boca.
- E você putinha, o que teve vontade de fazer nas outras transas e não teve coragem de pedir ou que ele não deixou?
- Quis gozada na boca!
- O que mais? Quis sentir o pau no cuzinho também?
- Ele não deixa! - olhei para ele.
- Vai deixar ela fazer tudo dessa vez? - disse que sim com a cabeça.
- Vamos para o quarto!
Mandei ele chupar a buceta dela um pouco e fiquei com o pau em cima, fazendo ele intercalar. Ele foi bem obediente dessa vez e seguir aos comandos, até os que não eram falados.
- Vem, vamos comer ela juntos, deixa ela sentar um pouco e depois você vem.
Ela se posicionou no meu pau e começou a se mexer.
- Bate na bunda dela corno! Chama ela de vagabunda! - ele fez.
Depois que senti a buceta dela bem suculenta saí debaixo e falei para trocarmos.
- Pede para o corno para eu comer seu cuzinho!
- Deixa ele comer meu cuzinho amor?
- Ahan!
Coloquei na entrada e alguns minutos depois já me movimentava bem. Ele tinha a buceta dela no pau dele e ficava admirando seu corpo, passando a mão.
Fiquei imóvel e mandei ela se mexer até gozar no pau dele. Ela gozou e continuei me movimentando.
- Pede com força!
- Mete forte!
Meti e fiz uma das coisas que mais gosto. Tirei a camisinha e levei até o corno, que estava ainda recebendo a esposa em cima dele. Gozei na cara dele e espalhei e depois, com os dedos sujos coloquei na boca dele. Ele quis comer o cu dela também e fiquei ao lado dela, masturbando a buceta enquanto ele a comia de frente o rabo.
- Vai corno, como com força sua esposa! - ele acelerava com raiva olhando na cara dela.
Na hora de gozar, ele ficou quase que violento, tirou o pau do cu dela e veio gozar na minha direção, me melando o lado do rosto.
- Me chupa também! Me chupa um pouco!
Atendi seu pedi, ainda com o pau dele melado. Ele tentou continuar mas foi perdendo força.
Enfim, fui para dar uma humilhada no corno, mas, no final, acabei ganhando uma surpresa de um pau na boca com resto de porra.
De castigo, pedi um pouco de água para ele depois que já estava pronto para outra e quando ele saiu do quarto, tranquei a porta. Quando voltou, ficou batendo e pedindo para entrar. Não abrimos até terminarmos a segunda rodada. Gozei na buceta dela e quando entrou fiz sinal para ele ir limpá-la se quisesse meter novamente. Ele foi direto e caiu de boca na buceta melada.
Creio que nos encontros com os outros machos, ele já tenha passado a mamar os machos.
Mas essa opção que me permiti, parece não ter mais fim, nesses últimos meses, parece que só atraio maridos que também querem boquete.