Trabalhando em SP por muitos anos e frequentando casa de swing, um dia chamei um amigo que estava chateado pelo fim do noivado para ir junto. De vez em quando íamos e antes, parávamos tomar uma cerveja uma esquina antes. Era um sábado à noite e apesar da casa abri cedo, há um segundo período, como um reinício, sem que a casa fechasse. Muitos homens sozinhos, que são casados, vão durante o dia para não passar a noite fora, mas à noite, de sábado, costuma ter mais casal após às 22h. Estávamos descendo a rua quando avistamos uma mulher da empresa saindo. Olhamos um para a cara do outro e rimos, pois poderíamos ter comido a mulher e ela se tornar nossa marmita pela confidências que criaríamos. Como o encontro não ocorreu, tentaríamos descobrir o dia que ela fosse para ir também.
O que descobrimos: ela morava em Indaiatuba, porém, como em dias de chuva forte o trânsito era intenso, ela e o marido tinham um apartamento pequeno em SP para visitarem a família, passar fim de semana etc e por ir e vir trabalhar de ônibus fretado, quando chovia, ela ficava no apartamento e para não gastar com a viagem, passava o fim de semana em SP.
Teve uma quarta feira que apesar de não estar chovendo, ouvimos ela conversando com o marido no celular, dizendo que teria reunião no dia seguinte bem cedo e que não daria tempo de chegar na hora (devido ao fretado) e depois notamos que voltou do almoço com as unhas pintadas. Combinamos de tentar segui-la para ver se ela iria no swing. Se ela não fosse tomaríamos uma cerveja ou até fossemos no swing também.
O apartamento dela era na região do Palmeiras e fomos à distância seguindo de carro. Ela foi para o apartamento. Era possível que fosse se trocar primeiro ou, tivesse algum encontro. Como não daria para saber ou ficar esperando o que aconteceria, fomos para o bar que íamos antes do swing e ficamos observando. O que queríamos ocorreu, ela chegou e entrou com passos rápidos. Pedimos mais uma cerveja para dar tempo dela colocar o roupão.
Descemos e entramos devagar, tentando descobrir se ela estava na parte de baixo ou não. A casa estava com pouco movimento, a maioria homens andando de um lado para o outro. Tomamos um banho rápido para lavar o pau e colocamos o roupão, já combinando como seria quando a encontrássemos.
Passamos pela sala de vídeo e nada. O quarto privativo estava aberto. O aquário vazio. Nos demais ambientes, ninguém. Meu amigo desceu pela escada do fim do andar para tentar ver se ela havia descido. Não tinha ninguém. Lembrei que não vimos no gloryhole, mas achávamos que não, porque se ela tivesse, teria uns dois com o pau nos buracos. Mas ela estava lá, era a única da casa. Ela subiu e deve ter entrado rápido e como estava bem escuro, ficou em silêncio esperando.
Meu amigo viu a portinha fechada e mostrou com o dedo que estava fechada. Já chegamos e colocamos o pau ainda mole. Logo sentimos a mão dela pegar e fazer endurecer. Nos olhávamos segurando o riso. Ela ficou chupando um pouco cada um depois firmou no meu amigo e fez ele gozar. Depois foi a minha vez.
Descemos e fomos beber uma cerveja no fumódromo, sabendo que ela aparecia por lá, pois fumava também.
Passou um tempo e ela chegou. Ela ficou estática. Fizemos um "oi" para ela que se aproximou devagar, sem saber onde por a cara.
- Gente, vocês sabem né, morre aqui?
Rimos e dissemos que também não queríamos que ninguém soubesse.
Ela perguntou se fazia tempo que chegamos e respondemos que era a gente no gloryhole. Ela ficou envergonhada e dissemos que tínhamos visto ela entrar antes da gente, que sempre vamos etc.
Ela contou que dá perdido no marido de vez em quando, mas é mais comum quando chove. Deixamos o clima esquentar e convidamos para entrar. Fomos embaixo da escada e fechamos a porta. Os singles ficaram tentando entrar e olhando pelas janelinhas. Ela disse estar incomodada e fechamos o quarto privativo, mesmo com ela ainda querendo se manter com a imagem de "mulher certinha".
- O que vocês vão pensar de mim transando com vocês dois juntos?
Quebrei a resistência dela: quando você vem, você não dá para um e chupa outro? Não chupa mais do que um igual fez no labirinto? Fica tranquila, estamos aqui com os mesmos interesses que você.
Ela entrou no clima mas evitava se soltar muito. Tivemos que dominá-la, dar ordens para ficar quieta, para chupar, etc.
Ela começou sentando no meu amigo e me chupando ao seu lado em pé. Esbocei colocar um dedo no cu dela e ela tirou a minha mão. Eu adoro um cu e adoro uma DP, ver e sentir a mulher lutando com o prazer, com a mistura de sensações, às vezes até uma pequena dor, que na verdade é prazer e não desisti.
Fiquei passando a língua na orelha dela e dizendo baixinho:
- Não quer sentir duas rolas de uma vez? Não quer mesmo sentir meu pau no seu cuzinho e o dele na buceta?
Ela fechou os olhos e disse: "vem, vem devagar".
Debrucei ela no meu amigo e fui preparando o cu dela até ficar bem apertado dentro. Quando coloquei tudo, de joelhos no meio das pernas do meu amigo, trouxe seu corpo de volta e falei: vai, mexe no pau dele com meu pau no cu (isso falando no ouvido dela)..
Ela subia e descia devagar, em pequenos trancos, contraindo e tentando relaxar o cu até conseguir liberdade de movimentos ao se acostumar.
Apertei com as duas mãos os seios dela e dominamos totalmente.
Enrolei o cabelo dela na minha mão e meu amigo começou a segurar forte os seios dela.
- Vai vadia, rebola no meu pau! - dizia ele.
- Tá gostando da rola no cu? - eu dizia. Tá gostando vagabunda?
Ela gemia e dizia com voz rouca: vai, fode!
Conseguimos uma sincronia gostosa. Eu enfiava o pau e deixava dentro, nisso com o pau dentro, ela subia e descia no pau do meu amigo. Depois apelidamos isso de "serrote" quando perguntávamos para combinar uma transa: você vai querer o serrote emprestado?
Com o tesão a todo vapor, ela enfim se tornou uma puta na cama.
- Aperta meus bicos!
- Puxa meu cabelo!
- Bate na minha bunda!
Na cara ela não pediu, mas começamos a dar tapa na cara dela enquanto fazíamos o "serrote". Meu amigo tapa um tapa de frente e em, com a mão vindo de trás batia no outro lado do rosto. Conseguimos o prazer máximo de gozarmos ao mesmo tempo e cremos que para ela foi muito bom, porque ela tentava os movimentos próprios para chegar ao orgasmo, intercalando com os nossos movimentos egoístas de chegarmos ao nosso.
Ainda transamos mais um pouco depois de um descanso e banho no gloryhole com ela. Comemos a buceta dela, intercalando entre ele e eu a venda chupar os paus que surgiam. Ela saiu melada de porra dos machos e nossa, porque também gozamos na boca dela novamente.
Não se engane, você que é mais jovem (20-35 anos) ao ver uma mulher casada, toda séria no trabalho, ela pode ser a puta perfeita em quatro paredes. Ela pode até estar na minha atual faixa de idade 45-50, às vezes mais, mas se ela tem sede de sexo, de transar com outros machos, ela transará. Elas sentem as mesmas vontades que nós homens e nem sempre querem "sexo romântico", assim como nós, também querem FODER, e não só fazer amor. Ao encontrar sua parceira definitiva, foda ela ao invés de só fazerem amor. Ela buscará fora se for só foda ou só romance, assim como também buscamos quando já decoramos que a transa tem o mesmo repertório.