Apesar de ainda não ter ocorrido um novo encontro com o casal do "sexo sujo" que relatei parte I e II, às vezes ainda nos falamos por mensagens. O marido me conta algumas aventuras novas e até me despista quando estou chegando no ponto que na maioria das vezes nos vemos tomando cerveja, quando está conversando com algum cara que fez amizade e está tentando capturá-lo para a cama deles.
Um desses dias, ele me disse que contou para um casal amigo dele, que ele se encontra sem a esposa por não ter havido afinidade dela com o casal, sobre os nossos dois encontros. O amigo dele, já foi chupado, mas nunca chupou um homem. Ele gosta de ver vídeos de corno limpando a mulher e até mamando, mas nunca fez, apenas teve a experiência de sair com um casal e ver o outro corno fazer o serviço que é de direito de todo corno.
Perguntei se o corno costuma levar a mulher em casa de swing ou se saem com mulheres também e, diante da resposta, ficou claro que o lance dele é ver a esposa com machos. Eles não são assíduos no mundo liberal, mas, a partir da primeira vez que arriscaram, como já relatei, oportunidades vão surgindo. Sempre alguém conhece alguém, que indica alguém e por aí vai, com isso, viveram algumas experiências, mas não muitas.
Pedi para tentar organizar algo com ele, uma cerveja apenas, para me impor com ele caso desse o aval para seguirmos adiante. Um dia, marcamos um almoço em um bar, em Vitória. Durante a conversa, esse meu amigo disse: ele é o cara que falei.
- Sério? Pô, você conseguiu o que não consegui. Senti um tesão na esposa dele, mas não rolou da parte dela a mesma química e não conseguimos sair os quatro.
Me fiz de desentendido sobre ele ter uma vida liberal, mesmo sem tantas experiências e falei que se fosse do agrado dele, gostaria de conhecer a esposa dele e se ela topasse, que seria interessante. A conversa virou um diálogo.
- E o que você gosta de fazer quando tem um encontro com casal?
- Antigamente, tem coisas que jamais eu toparia, como me deixar ser tocado, chupado. De um tempo para cá, tive experiências com trans, com casal sendo o oral aceito entre os homens, mas o meu lance principal é ver o marido limpar minha porra no corpo da mulher ou gozar na cara dele no final da transa.
- Eu nunca tive coragem de chupar outro homem e não sei se eu conseguiria fazer o que está propondo.
- Você já convidou ele para sair com vocês né? Ele te chupou, imagino. Você gostou? Sentiu prazer em ver um homem te chupar e foder sua esposa?
- Senti, mas receber é diferente de fazer.
- Eu entendo, já passei por isso. A primeira vez que um homem pegou no meu pau e tentou chupar, foi numa casa de swing, no gloryhole. Assim que percebi recolhi o pau, mas teve uma vez que estava com pouco movimento e a minha chance de gozar foi permitir o cara pegar no meu pau e colocar na boca, acabei conseguindo comer a esposa dele depois. Depois, assisti vídeos com homem chupando trans, acabei tentando sair com uma e foi legal, mas ficou aquela sensação de não saber se eu gostaria ou não de ir até o fim no oral e arrisquei, o máximo que aconteceria era eu cuspir ou não fazer mais. Lavaria a boca e ponto final. Pense a respeito, se topar, eu gosto de foder a esposa e ver o corno na punheta. Gosto de comer junto com o marido, gosto de dar tapas fortes, mas meu auge é quando vejo o corno limpando a esposa ou pedindo para gozar nele.
- Não sei se dá para tentar isso, sei que consigo deixar você chupar, mas não sei se vou conseguir.
- Cara, come sua esposa hoje quando chegar em casa e quando gozar, cai de boca na buceta dela e fica imaginando que a porra é de outro. Antes de eu provar a primeira vez, eu bati uma e passei na minha boca (fato).
Resumindo: marcamos uma cerveja nós 5, os dois casais e eu. Disfarçamos para evitar que meu amigo fosse descoberto saindo às escondidas de vez em quando com o casal. Ele me mandou mensagem no dia seguinte dizendo que a esposa gostou de mim. Perguntei como seria a relação, pois se fosse para participar e assistir a esposa transar, que no final, pelo menos gostaria que ele transasse sobre ela com a minha porra no corpo dela. Ele me pediu paciência para o caso de não dar certo.
Saímos a primeira vez e ele travou na hora de comer a esposa com porra na barriga e brochou de nervoso. Me pediu desculpas no momento e depois por mensagem. Disse que o entendia e era um conflito interno dele.
Ele quis tentar novamente. E LÁ VAMOS NÓS! É esse o momento que o corno assume que decidiu acabar com o conflito interno.
Estávamos na cama, sem roupa, conversando e criando novamente intimidade. Ele começou a beijar a esposa e a passar os dedos na buceta dela. Me aproximei e peguei na mão dela e coloquei no meu pau. Segurando sua mão, mostrei que seriam movimentos lentos. Ele ficou olhando. Peguei a mão dele e coloquei por cima da mão dela. Ele estava respirando forte com o momento.
Pedi para ela ajoelhar ao lado da cama e para ele ficar do outro lado da minha perna vendo a esposa chupar, para sentir o cheiro.
Ele observava com o pau duro a esposa me chupando. Tirei o pau da boca dela e pedi que ela o beijasse. Ele a beijou com a respiração forte, com isso, soltava gemidos. Voltei a colocar na boca dela e ficamos nisso durante um tempo até eu notar que poderia dar o comando.
- Experimenta o pau do macho da sua esposa!
A esposa ficou olhando com um sorriso na cara dele e notava-se o prazer que ela sentia em ver o declínio do marido cedendo ao prazer.
Ele ficou chupando devagar, sem jeito, sem abocanhar tudo, mas não parava de bater punheta e acelerou até gozar enquanto me chupava.
Terminou e saiu rápido do quarto, talvez com vergonha dele mesmo.
Quando ele voltou, a esposa já galopava no meu pau ganhando tapa na bunda e gozando. Falei para ele ficar onde quisesse. Ele ficou olhando de perto e tirou foto do meu pau dentro dela. Ficou lambendo o cuzinho dela enquanto ela sentava em mim. Ele estava tentando aos poucos retornar ao seu papel, sentindo o cheiro de sexo perto do nariz dele, vendo a rola entrar e sair.
Ela gozou e pedi para sair de cima. Ela se deitou e falei para ele:
- Vem cá, deita a cabeça na barriga dela que você verá meu pau gozar.
Ele obedeceu e ficou com a cabeça encostada nela, mexendo na buceta melada dela e esperando enquanto eu acelerava a punheta perto da cabeça dele.
Olhei para ela e disse: é para gozar em que lugar?
- Goza nos meus seios.
- Sobe mais a cabeça corno, vou gozar nos seios da sua vagabunda.
Ele se posicionou e ficou chupando um mamilo e ela gemendo.
- E o que você fará com a porra puta?
- Vou deixar para o corninho limpar!
- Ele vai limpar como?
- Com a boca né corninho.
Ele não respondia nada, apenas estava aceitando seu papel, aceitando seu desejo, se permitindo ser submisso à esposa e aos machos dela.
Gozei segurando no pescoço dele, para não sair e esfreguei nos dois seios.
Falei para ela mandar ele limpar.
- Limpa corno! Limpa meu peito!
Ele sugou os dois seios, segurando com as duas mãos, numa mistura de lambidas e puxadas de ar com o nariz para sentir o cheiro. Ficou de pau duro novamente e a colocou de quatro. Bombou forte nela e me pediu:
- Você me limpa com ela?
- Se você a fizer gozar também eu limpo!
Ele diminuiu o ritmo para não gozar e procurou estimular os seios dela, puxar o cabelo, dar tapa, xingar, até que ela chegasse no ponto de tesão que o gozo fosse inevitável.
Ela gozou e ele disse: agora é minha vez. Tirou o pau e deixei a esposa ir na frente.
Esperei a primeira esguichada antes de dividir a chupada com ela. Deixamos ele com o pau limpo.
Ela tinha um pouco de porra no rosto e recolhi com um dedo e fiz um gesto para ela me imitar, colocando a língua para fora.
Deixei a porra na língua dela e pedi uma última visão: beija ela agora, sente sua porra na boca dela.
Também não saímos mais, mas, é mais um casal no repertório. De alguma forma, um deles acabará contando algo para uma amiga ou amigo. Se um deles tem esse desejo, provavelmente eu ou meu amigo do outro casal acabará sendo convidado.
Esse fetiche de conduzir o corno para ele se aceitar no papel dele é fantástico e como eu disse, quanto mais liberal consegui ser, de menos de dois anos para cá, mais oportunidades surgem nesse sentido. Nós homens, temos uma guerra com os demais. Queremos demonstrar poder e fazer o cara chupar ou limpar, é uma vitória e para quem é o terceiro elemento, ceder e dar essas vitórias, é o mesmo que aceitarmos perder a batalha para vencer a guerra, que é trepar com a esposa do corno.
Sinceramente: não tenho vontade de sair sozinho com outro homem para fazer o mesmo que faço quando estou com um casal, mas, quando rola de estar com casal, é muito gostoso essa troca de prazeres entre todos.