"À força" na rua escura

Por um bom tempo saindo sozinho porque meus amigos estavam todos compromissados, comecei a "bater ponto" em uma balada perto de casa, em SP.
Fiz amizade com uma turminha e nossa amizade eram somente na balada, sequer tínhamos os telefones um do outro.
Esse grupo acabava, de acordo com o dia ou afinidade do dia, do tipo de banda e música, formando "casais" por essa afinidade e, tanto os demais homens desse grupo quando eu, acabamos ficando com todas as mulheres do grupo da balada.
Sempre surgia entre os homens as histórias de até onde conseguimos chegar. Um boquete no banheiro, uma enfiada de dedo em um canto discreto da balada, uma punhetinha etc. Não era sempre que algo surgia e até onde sabia, ninguém tinha arrastado para motel, carro etc....
Um dia o grupo estava fragmentado e estávamos somente eu, outro cara e uma mestiça, que tinha começado a ficar mais sério com um cara que não era da balada, mas ela havia ido sozinha. Eu sempre tive o fetiche ao saber que alguém estava namorando ou casada e resolvi investir nesse dia. O outro cara logo ficou com uma moça aleatória e fiquei ali com a mestiça vendo a banda e bebendo.
Chamei para pegar algo no bar e chegando lá pedi: duas tequilas por favor.
- Tequila!? Hunn, não presta quando bebo tequila.
Pensei: a tática para facilitar e por a culpa na tequila.
Antes de virarmos o shot disse: ao seu namorado que não veio.
Ela já se fez de "ai bateu".
Pedi mais duas e ela disse: você quer me deixar bêbada né?
Eu não costumo responder quando fica evidente, até para gerar domínio da situação.
Nessa época, pelo fato de irmos de metrô, podíamos beber a vontade sem risco de dirigir bêbado e, sempre acompanhamos as mulheres até a estação quando iam embora, muitas vezes até saíamos antes do desejado para a segurança delas.
Ela disse depois de darmos uns amassos nos intervalos da banda, tocando eletrônico com as luzes mais apagadas, só iluminação de balada mesmo: "você vai precisar me levar até a estação, porque tenho medo de alguém me seguir pela rua, messa escuridão e me pegar a força e me fazer dar no meio da rua".
Percebendo o joguinho perguntei: você gosta né? Vamos pagar a conta e você vai embora sozinha então.
Ela saiu da balada e dobrou a esquina, pela rua mais escura. Fui atrás e ela olhando para trás. Apertou o passo e eu também até que dei uma pequena corrida.
Cheguei nela a pegando pela cintura.
- Por favor, não me mate, é só isso que peço!
Coloquei o pau pra fora dizendo: então chupa vagabunda, chupa e te deixo ir embora.
Ela disse: não, por favor, eu vou gritar! - e fingiu que ia pedir socorro.
Dei um tapa na boca.dela a ameaçando e empurrei a cabeça dela para me chupar.
Ela chupava falando: promete que não fará nada comigo!
Tirei o pau da boca dela e a coloquei de costas na parede a segurando pelo pescoço e forçando seu rosto na parede. Ergui sua saia jeans e puxei sua calcinha até conseguir rasgar e joguei no chão.
Enfiei dois dedos na buceta molhada dela, gostando da simulação de violência e já me encaixei na mestiça baixinha e meti forte. Mudei a posição e a coloquei de frente pra mim, com a saía erguia até a cintura, protegidos pela noite e pela árvore ao lado. Como de frente enfiando um dedo no cu dela e apertando sua bunda com os outros dedos.
- Se eu te pegar de novo por aqui vou comer seu cu vabagunda!
Ela dizia: pelo amor de Deus, me deixa ir embora moço! Eu tenho família!
Estava quase gozando com a fantasia que realizavamos e sentindo ela soltar seus líquidos do prazer no meu pau. Tirei a coloquei agachada para amamenta-la.
Gozei na boquinha pequena engolindo o que conseguia.
Guardei o pau e, como sempre, a mulher tem que gozar, isso é regra. Enfiei dois dedos na buceta dela, de frente e a comi com os dedos, beijando seu pescoço, mordendo sua orelha.
- Gosta que te peguem a força né vagabunda!
Com os dedos fazendo o trabalho, com a provável exibição aos mais atentos, mesmo no escuro e o teatro que criamos, ela gozou nos meus dedos.
Lambi os dedos e dei o resto pra ela, ainda rebolando involuntariamente.
Na semana seguinte, ela estava com o namorado e ela disse: na semana passada ele estava com uma garota, mas foi super legal, me levou até o metrô para eu não ir sozinha.
O cara: obrigado man! Obrigado mesmo!
Eu: imagina, se fosse minha namorada gostaria que alguém fizesse o mesmo, é muito perigoso para mulheres a noite, sozinhas na rua.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico tiger48

Nome do conto:
"À força" na rua escura

Codigo do conto:
251584

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
10/01/2026

Quant.de Votos:
3

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