BBW sub

Tinha amizade em um trabalho antigo, com um casal de um departamento vizinho. Rolava um boato que o cara batia nela, pois ela sempre estava com marcas, que, apesar de disfarçadas pela roupa, acabava dando para notar. Um dia, tomei coragem e falei com o cara, sem a presença dela na hora do almoço na sala que almoçávamos: "amigo, rolam alguns boatos e se for verdade, acho que você deveria rever". Ele quis saber quais eram os boatos e citei que sobre as marcas que apareciam no corpo da mulher dele. Ele riu e respondeu: "vou te contar porque confio em você, eu amo a minha gordinha e jamais faria algo que ela não gostasse, entendeu?". Fiquei um pouco confuso, sem saber se havia entendido o que ele quis dizer e, por ele não falar de forma totalmente aberta, mesmo aparentando ser algo óbvio, fiquei com dúvidas, talvez curioso, mas não entrei mais no assunto. Um dia, almoçando os três, ela tirou o casaquinho e apareceu uma marca no braço dela. Ele, notando, disse: "amor, se entrar alguém, coloca o casaquinho, porque vão dizer que estou te maltratando". Ela riu e me olhou, me fazendo perceber que ele havia contado a nossa conversa. Não satisfeito e não suportando mais a curiosidade, mandei email no retorno do almoço: aquele assunto que falamos e que hoje veio à tona, é o que estou pensando? Ele respondeu que provavelmente era o mesmo que eu estava pensando sim, mas que falaria em outro momento. Mandei nova resposta dizendo que tinha curiosidade no assunto, pois apesar de já ter tido experiências mais "ousadas", nunca tive amizade com pessoas que gostassem daquilo e ele me disse que em um dia qualquer, que decidissem, me convidariam para me explicar melhor. Foram alguns meses que procurei respeitar o espaço deles e quando falávamos algo, era de forma muito breve e enigmática. Nunca ficou realmente claro para mim a prática deles, apesar de no fundo, sentir como certo que eram fetichistas.
Em um happy hour, em lugar comum dos nossos departamentos, toda quinta, ele me seguiu até o banheiro e disse que precisávamos conversar.
- Se você fosse convidado à nossa casa, toparia entrar no nosso jogo?
- Depende, como é esse jogo?
- Fora do quarto eu sou o alfa, mas dentro do quarto, tanto ela quanto eu, somos submissos e às vezes, fica um vazio e procuramos pessoas para preencher isso, mas precisa ter o perfil dominador.
Perguntei abertamente: você está me convidando para transar com vocês?
- Sim, mas, terá de me tratar como corno manso e ela, como sua puta obediente, que terá de fazer tudo que você mandar, e eu também farei, gostando ou não, só não querendo me comer, está tudo certo. - e riu.
- Não, não, eu não iria querer fazer isso, não curto.
- Você já saiu com casais?
- Já.
- Já esteve com casal submisso?
- Mais ou menos, o mais próximo foi a mulher ser submissa realmente e o marido também ser dominador, mas já sai com casal bi e o marido gostava de chupar, de ficar só olhando, ser xingado, coisas assim.
- Eu curto ficar algemado em uma cadeira perto da cama, com uma máscara e com o pau engaiolado e se você curtir, pode me colocar para chupar, pode mijar em mim, senão, ficarei só olhando.
- Da minha parte tudo bem isso e ela, o que ela gosta?
- Ela gosta de fazer o que o macho mandar. Se você pode fistar ela, pode comer o rabo, encher de tapa na cara, morder, pode humilhar como quiser, ela gosta.
- Como combinamos?
- Se quiser ir lá em casa esse fim de semana, passamos o sábado fazendo um churrasco, bebendo e vamos deixando acontecer. Se não der em nada, deixamos para o domingo para brincar e você dorme lá.
No sábado, não rolou nada. Comemos e bebemos bastante e nenhum dos três estava com disposição suficiente para fazer nada. Foram muito transparentes e até estava torcendo para não estarem prontos, pois eu estava estufado de beber e comer. Ficamos no sofá, tentando assistir um filme, mas dormimos sentados. Acordei sozinho no sofá e, quando acordei, escutei eles no banho e pelos sons, estavam transando. Ele também era um pouco gordinho, mas ela era mais, porém, não era uma gordinha com estrias ou pelancas, era bem cheinha mesmo, mas com a pele bem lisinha, seios bastante firmes apesar do tamanho e cabelos longos e ruivos, natural.
Fui ao banheiro. Tomei banho, fiz o que tinha que fazer e fiquei aguardando a decisão deles. Durante uma conversa mais animada, com eles contando sem muitos detalhes algumas aventuras, ele me disse:
- Eu te disse que fora do quarto eu sou o alfa, lembra, mas quando entro no quarto, fico igual a ela?
- Lembro.
- Então como eu sou o alfa aqui fora (e fez uma pausa olhando para ela).
Enfiou um tapa na cara dela que a fez ter o rosto lançado para o lado.
- Vai colocar uma roupa sexy sua puta, tem um macho aqui para você agradar.
Ela estava caminhando para o quarto quando ele mandou:
- Engatinhando!
Ela ajoelhou, apoiou as mãos no chão e saiu engatinhando. Ele me disse: percebeu como deve tratar a gente né? Me dá licença que eu preciso me preparar também!
Aquele tapa que ele deu na cara dela e o jeito que falou me fez ficar de pau duro. Acendi um cigarro e fumei rápido, com um certo nervoso. Fumei outro e na sequência fui no banheiro passar um enxaguante bucal. Deixei camisinha no jeito e aguardei me avisarem que estavam prontos.
Os dois apareceram na sala, de mãos dadas. Ela com um prendedor em cada bico do peito e uma pequena correndo unindo as pontas e uma calcinha enfiada na buceta e no rabo, além de uma máscara de mulher gato. Ele, com uma máscara estilo balaclava e o pau engaiolado, como já havia me contado. Em uma das mãos estavam as algemas. Ele estendeu na minha direção e eu sabia que era para algemá-lo na cadeira do quarto. Na cama, enquanto colocava as mãos dele para trás para imobilizar, vi na cama alguns acessórios para castigar a ruiva gordinha, como pequenos chicotezinhos e outros, mas, me deixaram à vontade para usar se quisesse.
No início, ainda não estava muito à vontade e ela foi me dando algumas dicas. Estava um pouco estranho, porque com as mulheres de perfil submisso que estive, elas queriam descobrir as coisas enquanto esse casal, já tinha certa experiência e gostos.
Ela pedia para apertar as presilhas no peito dela, dar tapa nos seios, na cara, apertar a boca dela e cuspir na cara. Em algum momento, diante de vários estímulos que ela me pediu, entrei no automático e comecei a querer fazer ela realmente viver algo mais real, criando estímulos que ela não estivesse esperando. Pedi que ela ajoelhasse e me chupasse. Assim que ela foi baixar o corpo para se ajoelhar, dei um tapa igual ao marido havia dado na sala que a fez cair de costas na cama. Montei em cima dela na cama e segurei seu pescoço e comecei a dar tapas contínuos nos dois lados do rosto.
- Quer apanhar vagabunda? Não estou ouvindo?
- Me bate caralho!
E assim continuei, deixando seu rosto branquinho e com pequenas sardas todo avermelhado e com a marca dos meus dedos. Olhei para o marido, patético, sentado, com a boca aberta respirando e gemendo com o pau todo apertado. Cheguei por trás dele, segurei no encosto da cadeira e puxei para trás, praticamente tombando a cadeira, mas era só para deixá-lo bem reclinado e com a cabeça para trás, na altura do meu pau.
Ele deu um gripo contínuo e monossílabo de susto "oohhoohhh". Enfiei o pau na boca dele.
- Chupa corno! Chupa esse pau para eu comer essa vaca depois.
Assim que tirei o pau da boca dele e estava indo para a cama, vi aquele corpo gordinho, branquinho, se introduzindo dois consolos grossos. Eu tirei e vi o tamanho que ficou a buceta, aberta, pulsante.
Enfiei quatro dedos facilmente na buceta dela e fiquei fistando até ela gozar esguichado. Coloquei os paus do lugar que os tirei e a virei olhando para ele. Vi aquela bunda que já era grande ainda maior, gigante. Eu senti uma necessidade enorme de enrolar seu longo e ruivo cabelo na minha mão e dar muitos tapas naquela raba branca e, acabei pisando no rosto dela também. Dei muito tapa na bunda dela, deixando tão vermelho quanto o rosto havia ficado. Ela gemia, gritava, ficava em êxtase, chorava, ria, pedia mais, pedia para parar.
Peguei o corno pelo cangote e o trouxe todo curvado, com a cadeira nas costas e o fiz chupar o cu dela.
- Chupa corno imprestável. Chupa que vou comer esse cu agora. Ela alargou demais a buceta, vou deixar pra você.
Ele lambeu o cu da esposa e o coloquei de volta em seu lugar. Dei o pau para ela chupar um pouco mais e a mantive na mesma posição, mas de lado na cama e próxima dele, assim podia ver bem o pau entrando no cu dela.
Não tive pena e enterrei o pau e meti até gozar em cima e fazer o corno limpar com a boca. Como ele tinha mencionado sobre mijo, deu aquela vontade pós transa e levei o corno e a gordinha no box do banheiro e os coloquei sentados no chão. Mijei na cara e corpo dos dois.
Demos uma pausa depois ri dele tentando fazer o pintinho conseguir comer a buceta alargada. Mesmo meu pau sendo maior e mais grosso, não tinha condições devido ao tamanho dos paus que ela se enfiou. Comi o cu novamente. Me convidaram para pernoitar novamente e irmos juntos ao trabalho. Pedi para ela não se colocar mais nada pra buceta fechar e comê-la pela manhã antes do trabalho.
No dia seguinte, ela estava ainda com umas marquinhas vermelhas no rosto, aparentando micro espinhas, mas eram os tapas que devem ter gerado pontos de quase sair sangue pela pele ser muito fininha e branca.
Foi um casal gostoso de trepar e "humilhar". Me ensinaram bastante. Faz tempo e infelizmente não tenho contato depois que desabilitei algumas redes sociais.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


276154 - Uma amiga e uma trans - Categoria: Travesti - Votos: 8
275669 - Putinha casada - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
275011 - Fazia tempo - Categoria: Cuckold - Votos: 6
260483 - Talvez exibicionistas no prédio - Categoria: Exibicionismo - Votos: 5
260414 - A primeira leitada de um casal - Categoria: Cuckold - Votos: 9
260348 - Casal alternativo - Categoria: Bissexual - Votos: 4
260276 - Mulher perfeita, rola também. - Categoria: Travesti - Votos: 7
260270 - Corno aprendendo seu lugar - Categoria: Cuckold - Votos: 3
260265 - Negro e loira - casal animal - Categoria: Cuckold - Votos: 2
260252 - Casada com porra - Categoria: Fetiches - Votos: 3
260246 - Bukkake - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 1
260245 - Fizemos a esposa gritar - Categoria: Cuckold - Votos: 4
260242 - Fetiche com feias - Categoria: Cuckold - Votos: 5
260225 - Casada do trabalho sozinha no swing. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
260222 - Casal indicado - Categoria: Cuckold - Votos: 2
260157 - Dividindo as sensações com os cornos - Categoria: Cuckold - Votos: 1
260141 - Sexo sujo - Parte II - Categoria: Cuckold - Votos: 3
260138 - Sexo sujo, uma delícia - Categoria: Cuckold - Votos: 6
260058 - Casal DF - Categoria: Masturbação - Votos: 1
260026 - O corno a deixou no bar - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
259900 - Sexo que rebaixa - Categoria: Fetiches - Votos: 3
259895 - Fui usado - Categoria: Fetiches - Votos: 3
259873 - Permita-se chupar para ser chupado - Categoria: Cuckold - Votos: 3
259869 - Gostam de atiçar o macho - Categoria: Cuckold - Votos: 2
259859 - Morena carente - Categoria: Cuckold - Votos: 3
258403 - Os vizinhos - Categoria: Cuckold - Votos: 3
252733 - Acabando com um casamento - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
252515 - Só na lambida - Categoria: Cuckold - Votos: 6
252276 - Serviço completo da americana - Categoria: Coroas - Votos: 5
252147 - A chata da faculdade - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico tiger48

Nome do conto:
BBW sub

Codigo do conto:
276381

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
04/11/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0