ORAIS SECRETOS

Quem já teve oportunidade de transar a própria madrasta, sabe do que estou falando. É muito bom! Sentir o pau entrando e saindo daquela xota gostosa cheia de pelos, ou lisinha, deixa qualquer um, louco de tesão. Isso é melhor ainda quando ela também gosta e transa sem nenhum receio e quando é escondido também. Vou contar a vocês como foi o dia em que a madrasta de Josh e ela, iniciaram a vida sexual. O pai de Josh é separado, mas casou com outra mulher, que criou o menino desde pequeno. O jovem hoje tem vinte anos, a puta dele, quer dizer, a madrasta tem quarenta e quatro, e o corno do pai dele tem quarenta e nove anos.

Apesar do pai dele ser casado e ele ter sido criado pela madrasta desde pequeno, eles nunca foram aquela família unida, pois o jovem sempre deu trabalho pra madrasta. O pai dele, quando brigava com a esposa, os dois soltavam um dicionário todo de palavrões. É claro que ele aprendeu isso, pois afinal ele cresceu num ambiente assim. Josh mandava a madrasta tomar no cu e mandava o pai se foder. Eles também xingavam o jovem de filho da puta quando aprontava, enfim, era uma sessão de xingamento entre os três. Muitas vezes o jovem também ouviu o pai xingar a madrasta de puta na frente dele e a madrasta chamar o pai dele de corno e frouxo.

A primeira vez que Josh meteu na madrasta foi cedo. Ele chegou a casa com a camisa toda rasgada, machucado, porque tinha brigado com um cara da escola em que estudava. A madrasta dele nem perguntou se o jovem estava bem, porque já estava acostumada com as brigas constantes do jovem. Como sempre, veio chumbo grosso pro lado dele:

– Brigou de novo seu filho da puta? Agora você vai com a camisa rasgada pra escola, pois eu não ficar costurando roupa pra marmanjo nenhum, não.

– Que se foda Marylin, não estou pedindo pra você costurar! Não tem nada pra comer nessa porra aqui não?

– Tem ovo aí na geladeira, moleque imprestável. Cozinha um e come!

O pai de Josh ainda não tinha chegado do trabalho. Eram dezenove horas. Ele tirou a roupa e foi tomar banho. Mas ele deixou a porta aberta e entrou no chuveiro. Sua madrasta estava tão concentrada na TV, que nem percebeu a hora que ele foi tomar banho. Tanto que ela se levantou, entrou no banheiro e flagra ele lá peladão, tomando banho. E pra variar, o jovem toma mais bronca!

– Não tem porta não, moleque?

– E você, não percebeu que eu tava tomando banho não caralho? Até parece que tá querendo ver meu pau, porra!

– Olha o respeito comigo, seu filho da puta! Deixa seu pai chegar, que eu vou contar pra ele.

– Conta, que eu falo que você entrou no banheiro de propósito, só pra ver meu pau.

– Eu vou te dar uma surra que você nunca mais vai esquecer!

– É ruim hein? Quero ver quem vai bater em mim!

Marylin foi ao jardim de inverno que ficava na sala e arrancou uma folha, ou galho, sei lá, daquela planta “Espada de São Jorge”. Após isso ela voltou no banheiro e ameaçou bater no jovem.

– Vai, seu inútil: sai já do chuveiro, pois já ficou bastante tempo.

– Que sair o quê!

Marylin deu com tudo com aquele galho na perna de Josh, que quase acertou o pau dele.

– Ai! Tá bom, estou saindo já, caralho!

– Sai logo, projeto de corno.

Josh desligou o chuveiro e pediu para sua madrasta esperar ele se enxugar. Marylin ficou ali na porta, olhando para ele e esperando o mesmo se enxugar.

– Olha aí o que você fez, ficou vermelhão aqui!

– Onde?

– Aqui ó!

Apesar dessas brigas, o amor de mãe de Marylin a motivou a cuidar dele. Ela pegou um mertiolate, e isso arde pra caralho. Ela pediu pra o jovem mostrar de novo onde estava machucado.

– Aqui, ó.

Ela passou o mertiolate no machucado.

– Ai, porra! Tá ardendo, caralho!

– Tá ardendo nada, você é homem ou não é? Agora fica quieto para mim terminar de passar!

Quando Marylin falou se Josh não era homem ou não, o sangue do jovem de vinte anos ferveu. Na hora ele pensou consigo mesmo: “Já vou te mostrar sua vaca”. Ele olhava a madrasta passar o mertiolate em sua perna e começou a reparar nos seios dela. Ele estava em pé e ela agachada, ou seja: ela não fazia ideia que o próprio enteado estava secando aqueles melões enormes e maduros.

O pau do jovem começou a crescer aos poucos. Ela não percebeu. O pau de Josh foi crescendo, crescendo, até que ficou esticado, com a cabeça apontando pro teto. O pau do jovem pulsava, parecendo uma cobra prestes a dar o bote. O coração do jovem também começou a acelerar, pois ele estava ficando cheio de tesão.

Marylin tinha terminado de passar o mertiolate, quando de repente se deparou com o pau do enteado pulsando. Ela arregalou os olhos e não disfarçou. Marylin sempre foi meio sem vergonha, gostava de piadas de duplo sentindo, enfim: ela tem a mente bem aberta.

– É grandão né, Marylin?

– É… Mas eu já imaginava que era assim! Você puxou seu pai, ele também tem o pau grande!

– É… Mas o meu é maior não é? Pega nele pra você ver melhor... Pega.

– Você está louco, moleque? O que você tá pensando que eu sou?

– Ah, para com isso! Você já passou a mão nele quando eu era garoto, já cansou de ver! O que tem você pegar nele agora? A única diferença é que meu pau tá maior e tem pelos! Vai caralho, na boa, pega nele Marylin. Ou vai dizer que tá com vergonha do próprio enteado, que criou como filho?

- Cala boca moleque, que vergonha o quê! Deixa eu ver então se ele é maior que o do seu pai.

Marylin começou a pegar no pau de Josh com uma mão, foi apertando ele e deslizando a mão sobre ele todo. Ela disse:

– É... Até que pegando nele com uma mão, parece ser maior sim.

– Então pega nele com as duas mãos, pra você sentir melhor o tamanho.

Marylin colocou a outra mão sobre o pau do enteado. Ele estava prestes a explodir de tesão. Ela começou a apalpá-lo com as duas mãos. Apalpou o saco do jovem, mexeu nas bolas. Josh não aguentou e deixou escapar um leve gemido:

– Ah...

– O que foi?

– Nada não Marylin, e aí? É maior ou não é? – Josh perguntou com um leve sorriso de safadeza no rosto.

– É... Eu acho que você tem razão! Seu pau é bem maior que o do seu pai e bem grosso também!

Mesmo tendo falado, a madrasta de Josh continuou com as mãos sobre o pau dele. O jovem começou a sentir novamente os movimentos da mão dela sobre ele. O pau do jovem estava lá em cima, parecendo uma barra de ferro de tão duro. A cabeçona pulsava, até que escorreu aquela “baba” que sai quando o hmem fica muito excitado. Josh colocou as mãos sobre as mãos da madrasta e iniciou uma punheta sem ela perceber.

– Vai Marylin, continua analisando se meu pau é maior mesmo!

Marylin também estava gostando daquilo, se não já tinha largado o pau do enteado faz tempo. O jovem mostrou para a madrasta os movimentos que ela tinha que fazer.

– Assim Marylin... Isso... Vai!

Josh não aguentou, tirou as mãos dele sobre as de sua madrasta e inventou uma pergunta nada a ver, como pretexto para o que ele queria fazer.

– O que é isso aí na sua boca, Marylin?

– Onde?

– Deixa eu ver, abre bem a boca!

– Ah...

Quando Marylin estava com a boca bem aberta, Josh levou ela em direção ao pau dele, sem pensar duas vezes.

- Ah... Que delícia Marylin! Vai... Agora chupa, sua vagabunda, pra ver se meu pau também é mais gostoso que o do corno do meu pai!

A madrasta de Josh até que tentou se livrar. Mas não fez muita força não. O jovem também continuou forçando com tudo, o pau na boca dela. O jovem olhava, mas ne acreditava que estava fazendo a madrasta pagar um boquete para ele! Mas o jovem continuou, porque estava tudo muito bom.

– Ah... Sua puta, continua vai! Isso! Ah... Caralho! Ai caralho! Chupa sua filha da puta, engole meu pau, sua piranha!

– Hum… Que delícia de pau! Ah… Josh… Seu cachorro safado! Vou chupar esse pau gostoso até você gozar, seu moleque pilantra, safado!

- Oh… Hum… Ai, ai! Isso minha puta, chupa mais vai! Não para… Chupa até o final, sua putona!

Josh nem deixava a madrasta respirar direito e já enfiava o pau todo de novo na boquinha daquela mulher amadurecida de quarenta e quatro anos.

– Ah, minha puta! Não para, caralho! Que gostoso essa boca no meu pau! Ai que delícia!

Marylin chupava o pau do enteado sem parar. Engolindo ele todo!

- Ah... Madrasta! Isso! Isso! Vai cachorra! Chupa vai! Engole meu pau todo sua vagabunda! Vai que eu quero gozar! Oh! Ah… Ah! Vou gozar, ai… Estou gozando sua puta, chupa mais… Hum… Hum… Sua puta velha! Ah!

Josh gritava gozando:

– Ah... Chupa sua puta! Toma minha porra! Ah… AH… Ah!

Josh gozou como um louco na boca da madrasta. A boca de Marylin estava cheia de porra. Quando ela cuspiu, parecia uma cachoeira. Aquele boquete para o jovem foi o melhor do mundo, principalmente porque sua madrasta ainda continuava chupando e lambendo todo o pau dele.

– E aí, Marylin? Meu pau é mais gostoso também? – Josh perguntou, debochando da madrasta.

– Ah... Ah... Calma aí... Deixa eu recuperar o fôlego! Ah! É moleque... Seu pau é bem mais gostoso que o do seu pai. E vou querer ele sempre, seu cachorro!

Mal Marylin recuperou o fôlego, Josh já estava de pau duro de novo — porque vinte anos não perdoam, e porque aquela boca experiente de quarenta e quatro tinha reacendido nele algo que boquete nenhum de namoradinha da mesma idade jamais acenderia.

Ela se levantou do chão do banheiro, limpou a boca com as costas da mão, e ficou olhando pra ele com aquele olhar de quem já tinha decidido tudo antes de falar.

— Seu pai chega às oito e meia — disse ela, baixinho, como se o corno pudesse ouvir do trabalho. — Temos uma hora e meia.

— Uma hora e meia dá pra muita coisa, né, madrasta?

— Dá pra você me mostrar se esse pau grandão aí serve pra algo além de encher a minha boca, seu moleque atrevido.

Não houve tempo pra conversa. Josh agarrou-a pela cintura, empurrou-a contra a pia do banheiro, e Marylin, sem tirar o short, só abaixou ele — aquele short de moletom folgado que ela usava pra ficar em casa, sem calcinha por baixo, como ela mesma sempre dizia: "em casa, minha xota tem que respirar."

Josh passou a mão por entre as pernas dela. Estava encharcada. Encharcada de verdade, não de mentirinha. Quando os dedos dele deslizaram por aquela xota lisinha, quentinha, molhada de tesão e não de chuveiro, Marylin soltou um gemido que ela tentou engolir e não conseguiu.

— Olha aí, hein, Marylin? — debochou ele, com os dedos lá dentro, mexendo. — Parece que a senhora tava com saudade do meu pau desde a primeira vez que me viu pelado.

— Cala a boca, seu filho da puta, e me come logo. Seu pai não vai demorar.

Foi o suficiente.

Josh virou ela de costas pra ele, contra a pia. Marylin apoiou as duas mãos na bancada, olhou pra própria imagem no espelho — quarenta e quatro anos, cabelo preso, boca vermelha, olhos acesos — e viu, atrás dela, o enteado de vinte anos posicionando o pau. Ela viu no espelho o momento exato em que a cabeça roçou a entrada.

Ela fechou os olhos. Ele empurrou.

— Aaaaaah... — escapou dela, alto demais. — Ai, caralho, Josh!

Entrou devagar, centímetro por centímetro, porque ele queria que ela sentisse cada um. Quando enfiou tudo, Marylin abriu os olhos de novo, encontrou o olhar dele no espelho, e sussurrou:

— É... é bem maior mesmo, seu desgraçado.

Josh riu e começou a meter. Primeiro devagar, pra ela se acostumar. Depois mais forte. Depois forte de verdade, com aquela pia rangendo a cada estocada, com a água escorrendo do chuveiro que ninguém tinha fechado direito, com o barulho do corpo batendo no corpo ecoando pelo banheiro todo.

— Ah... Ah... Josh... Mais forte, seu puto! Mete mais forte nessa sua puta!

— Toma, madrasta! Toma, sua safada! Quem é que tá te comendo agora, hein? Quem?

— Você! Você, seu moleque! Ah, caralho... Ai que delícia, ai que delícia!

Josh segurava os quadris dela com as duas mãos, e a cada estocada puxava Marylin de encontro ao próprio corpo. Ela gemia sem disfarçar mais nada. O espelho embaçou. A pia rangia. E os dois já não ligavam pra barulho, pra vizinho, pra nada — só pro pau entrando e saindo daquela xota molhada, apertada, gostosa.

— Vira de frente — ordenou ele, arrancando o pau e virando a madrasta com as próprias mãos. — Quero ver sua cara quando você gozar.

Ele a levantou. Marylin passou as pernas em volta dele, e Josh, com força que só vinte anos têm, segurou-a pela bunda e a empalou no ar, contra a parede. Ela agarrou o pescoço dele, o cabelo dele, o que podia.

— Ai... Ai... Não para, Josh, não para!

— Fala que é meu! Fala, sua puta!

— É seu! Essa xota é sua, seu cachorro! Só sua! Ah... Ah... Vou gozar, Josh, vou gozar... Não para, não para, NÃO PARA!

Ela gozou. Gozou com o corpo todo tremendo, com as unhas cravadas no ombro do enteado, com um gemido longo e preso que saiu todo de uma vez. Josh sentiu aquela xota apertando o pau dele em espasmos, e não aguentou.

— Ai, caralho, Marylin... vou gozar também... vou gozar dentro!

— Goza! Goza dentro, seu puto! Eu tomo pílula, goza tudo nessa sua xota!

Josh empurrou-a até o fundo, segurou firme, e gozou — gozou como quem solta o que guardou a vida inteira. Um jorro quente, grosso, dentro da madrasta que o criou desde pequeno. Ele ainda deu duas estocadas lentas no final, sentindo o pau pulsar, sentindo o corpo dela ainda tremendo no colo dele.

Ficaram assim. Colados. Suados. Sem falar nada, só respirando juntos, com o chuveiro ainda aberto ao fundo.

Depois, quando ele finalmente a colocou no chão, Marylin olhou pra ele e riu — uma risada safada, de quem tinha acabado de descobrir uma coisa nova no meio da própria casa.

— Seu pai chega em vinte minutos — disse ela, pegando o short do chão.

— Dá tempo de tomar banho?

— Você toma. Eu digo que já tomei.

Josh entrou no chuveiro. Marylin ficou na porta, olhando, agora sem nenhuma vergonha nenhuma. Quando ele saiu, ela entregou a toalha e disse, baixinho, com aquele sorriso:

— Daqui pra frente, moleque, quando eu falar que vou tomar banho, você sabe o que significa, né?

— Sei.

— E se seu pai perguntar por que a gente tá demorando tanto no banheiro, a gente fala o quê?

Josh pensou por um segundo. Depois sorriu de volta.

— A gente fala que é por causa da "Espada de São Jorge".

Quando o pai de Josh chegou em casa, às oito e vinte e sete, encontrou a esposa e o filho sentados no sofá, assistindo TV em silêncio, como se nada tivesse acontecido.

— Tudo bem aqui? — perguntou ele, tirando o sapato.

— Tudo — respondeu Marylin, sem tirar os olhos da tela.

— Tudo — respondeu Josh, no mesmo tom.

O pai de Josh foi tomar banho. Os dois se entreolharam por cima do sofá. Marylin piscou. Josh piscou de volta.

E naquela noite, quando o pai de Josh dormiu, Josh ainda ouviu — baixinho, do quarto ao lado — a madrasta se virando na cama, e teve certeza absoluta de que ela sorria.

Porque o corno nem imaginava: sua casa, sua cama, sua mulher — tudo, agora, tinha um segundo dono.

E o segundo dono tinha vinte anos, pau grande, e toda a paciência do mundo.

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Ficha do conto

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luteciofalu854

Nome do conto:
ORAIS SECRETOS

Codigo do conto:
275319

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
22/10/2026

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