Jaqueline chegou em casa quase às nove da noite, ainda com o vestido preto justo e o sorriso de quem carregava um segredo gostoso demais para guardar. André estava no sofá, inquieto, exatamente como ela gostava de encontrá-lo. Assim que a porta se fechou, ela chutou os saltos, caminhou até ele e se sentou no colo de frente, as pernas abertas sobre as dele. — Hoje teve novidade, amorzinho… e eu preciso te contar tudo. André já estava com as mãos na cintura dela, esperando. Jaqueline começou devagar, a voz baixa e provocante, exagerando cada detalhe de propósito. — Contrataram uma menina nova. Camila. Vinte e dois anos, ruiva de cabelo acobreado natural, pele branquinha cheia de sardas, corpo… delicioso. Peito grande, cintura fina, bunda redonda. Mas, amor… ela é o oposto de mim. Tímida pra caralho. Fala baixo, fica vermelha se alguém olha demais, e se vestia igual uma freira. Blusa fechada até o pescoço, saia longa, sapatilha. Parecia que tinha saído de um convento e ido direto pro escritório. Ela riu baixinho, sentindo o pau de André reagir debaixo dela, e continuou, ainda mais safada: — Os chefes me chamaram na sala e falaram que eu agora sou a supervisora dela. Eu, André. Vou ter que treinar a ruivinha. Ensinar como se vestir, como se portar, como sorrir, como se oferecer… e se eu der conta, eles me deram autorização para mandar nela. Do jeito que eu quiser. Jaqueline se inclinou, beijou o pescoço do marido e sussurrou bem perto da orelha, a voz embriagada de poder: — Imagina só. Eu posso decidir a roupa que ela vai usar. Posso mandar ela ir sem calcinha. Posso fazer ela ajoelhar na minha frente e treinar a boca. Posso usar ela na minha frente enquanto os diretores assistem. Posso transformar aquela freirinha vermelha de vergonha na segunda putinha mais usada do escritório… e tudo sob o meu comando. Ela se mexeu no colo dele, esfregando a buceta já úmida contra o volume duro da calça. — Eu fiquei molhada só de ouvir, amor. Porque pela primeira vez não sou só a que obedece. Agora eu também mando. E o melhor de tudo… é que eu vou te contar cada detalhe. Cada vez que eu humilhar ela, cada vez que eu obrigar ela a se abrir, cada vez que eu a fizer gemer… você vai ouvir. Eu quero te deixar louco com isso. André apertou as mãos na bunda dela com força. Jaqueline sorriu, satisfeita com a reação, e deslizou a mão para dentro da calça dele, envolvendo o pau quente. — Eu posso fazer tanta coisa dali pra frente, amorzinho… — murmurou, a voz cheia de vaidade e excitação. — Posso moldar ela do zero. Posso fazer ela me chamar de chefe. Posso decidir quem fode ela primeiro. E enquanto isso, eu continuo sendo fodida por todos… só que agora com uma novinha tímida me obedecendo. O poder, André… o poder é delicioso. Ela acelerou o movimento da mão, olhando nos olhos do marido com aquele brilho safado e dominante que ele já conhecia tão bem. — Agora me fode. Me fode pensando na sua mulher mandando numa ruivinha de vinte e dois anos. Porque a partir de amanhã… a Jaqueline não é só a putinha do escritório. É a supervisora. E eu pretendo usar esse poder até o talo.
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