Jaqueline acordou antes do sol. Foi direto para o banheiro, ligou a água quente e se depilou com uma atenção quase ritualística. Passou a lâmina devagar, deixando a pele lisinha, brilhante, sem um fio de cabelo. Quando terminou, ainda molhada, saiu do box e foi até a cama onde André ainda dormia. Puxou o lençol, abriu as pernas na frente dele e, com os dedos, abriu os lábios da buceta. — Acorda, amorzinho… olha pra mim. André abriu os olhos, ainda sonolento, e travou. — Ficou gostosa assim, raspada desse jeito? — perguntou ela, a voz baixa e provocante. — Hoje eu tenho uma surpresa no escritório. O Ramos mandou eu estar pronta. Bem pronta. Ela se inclinou, beijou a boca dele e sussurrou: — Quero que você veja como eu vou sair de casa. E quando eu voltar… se eu conseguir andar… você vai ouvir tudinho. No escritório, Jaqueline não economizou. Desde o momento em que entrou no elevador, já estava no modo mais promíscuo que já tinha se permitido. O vestido escolhido era curto, transparente e sem nada por baixo. Assim que as portas do último andar se abriram, ela foi recebida por Ramos, Veiga, Silveira e os dois empresários de São Paulo que tinham voltado especialmente. A surpresa era simples e devastadora: ela seria a “atração principal” de uma reunião fechada de quase o dia inteiro. E Jaqueline se entregou como nunca. Ficou de joelhos no meio da sala enquanto os homens conversavam negócios, chupando um após o outro sem pausa. Depois foi colocada de quatro em cima da longa mesa de reuniões e usada por todos, em rodízio, sem descanso. Gemia alto, pedia mais, se oferecia, se espalhava, se abria. Quando Leo chegou, ela mesma o puxou e se empilhou nele, cavalgando com força enquanto os outros a preenchiam pela boca e pelas mãos. O vestido virou trapo. O corpo ficou coberto de marcas, saliva e gozo. Ela ria entre os gemidos, se sentindo a vadia mais desejada do prédio. No fim da tarde, quando finalmente pararam, Jaqueline não conseguia mais ficar de pé direito. As pernas tremiam. A buceta latejava, aberta e sensível. Ramos a segurou pela cintura para ela não cair e falou baixo, perto do ouvido: — Você foi excepcional hoje. A melhor que já tivemos. Por isso… tem direito a um pedido. Qualquer um. Pensa com carinho e me avisa. Ela só conseguiu sorrir, ofegante, e acenar com a cabeça. Em casa, horas depois, André a encontrou cambaleando na porta. Jaqueline se jogou no sofá, as pernas abertas, o corpo ainda sujo e marcado. Pegou o celular com a mão trêmula e digitou uma mensagem para Ramos, enquanto André observava em silêncio: “Patrão… meu pedido é simples. Quero mandar em alguém. Quero escolher um homem e decidir o que ele pode e não pode fazer comigo. Eu quero sentir como é ter o controle por um dia. Me avisa se pode ser.” Mandou a mensagem, largou o celular no peito e olhou para André com um sorrisinho exausto e luminoso. — Mandei o pedido, amorzinho… — murmurou, a voz rouca. — Agora me ajuda a tomar banho. Eu nem consigo andar direito. Mas… valeu cada segundo.
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