Capítulo 22: A visita em casa

Assim que saíram da academia, ainda no estacionamento, Jaqueline parou Camila na frente do carro e estendeu a mão.
— Tira essa roupa de academia. Agora.
Camila olhou em volta, assustada. Ainda havia homens saindo do prédio.
— Aqui… na rua?
— Aqui. Você já ficou nua no corredor do escritório e dançou em cima de uma mesa. Parar o trânsito é o menor dos seus problemas. Tira.
Com as mãos trêmulas, a ruivinha puxou o top transparente e a legging suada. Ficou completamente nua no meio do estacionamento por longos segundos, enquanto Jaqueline abria a mala do carro e tirava uma das sacolas das compras do sex shop. Escolheu um vestido vermelho curtíssimo, de tecido fino e justo, sem nenhum forro. Jogou na direção de Camila junto com um par de saltos altos.
— Veste. Sem calcinha, sem sutiã. A partir de agora, quando estiver comigo, você se veste como uma puta de verdade. Entendeu?
Camila obedeceu em silêncio, o rosto em chamas. O vestido subia demais se ela apenas respirasse fundo. Jaqueline a examinou de cima a baixo, satisfeita, e abriu a porta do carona.
— Entra. Vamos na minha casa. Meu marido precisa te conhecer.
A viagem foi curta, mas suficiente para Camila ficar ainda mais nervosa. Quando o carro parou em frente ao prédio de Jaqueline, a ruivinha já estava com as mãos suando.
André abriu a porta antes mesmo que elas batessem. Estava de camiseta e bermuda, o olhar imediatamente grudado no corpo de Camila. Os olhos dele brilharam de puro entusiasmo.
— Então essa é a famosa Camila… — disse ele, a voz já rouca de excitação. — A ruivinha que minha mulher não para de falar.
Jaqueline beijou o marido de passagem e empurrou Camila para dentro.
— É ela. Ainda um pouco travada, mas está aprendendo rápido. Camila, se apresenta direito para o meu marido. Do jeito que eu te ensinei. E sorrindo. O tempo todo.
Camila engoliu em seco. Forçou um sorriso trêmulo, puxou o vestido para cima o bastante para mostrar que não usava nada por baixo e começou, a voz falha:
— M-meu nome é Camila… essas são as minhas tetas que ficam duras quando me olham… essa é a minha boceta quase virgem que já molha de vergonha… e esse é o meu rabo que a Jaqueline manda eu empinar…
André soltou uma risada baixa, claramente deliciado. Andou em volta dela devagar, como quem aprecia uma escultura.
— Caralho, Jac… você não exagerou. Ela é ainda mais gostosa pessoalmente. E essa carinha de quem quer chorar enquanto fala putaria… perfeita.
Jaqueline se encostou na parede, braços cruzados, observando a cena com um sorrisinho de dona satisfeita.
— Ela ainda tem vergonha de se expressar direito na frente das pessoas. Fica engasgando, fica vermelha, esquece as palavras. Estou pensando em um exercício novo para quebrar isso de vez. Algo que obrigue ela a falar putaria sem parar, olhando nos olhos, sorrindo, sem poder baixar a cabeça.
André se aproximou mais de Camila, o olhar faminto.
— E o que você está pensando em fazer com ela?
Jaqueline passou a língua nos lábios, já calculando.
— Ainda estou decidindo. Talvez eu coloque ela de joelhos no meio da sala e faça ela descrever, com todos os detalhes, o que gostaria que fizessem com cada parte do corpo dela. Ou talvez eu chame alguém… o Leo, ou o Marcelo da academia… e obrigue ela a pedir para ser usada enquanto sorri. Preciso de algo que tire o resto da vergonha dela de uma vez.
Camila estava parada no meio da sala, o sorriso forçado ainda colado no rosto, as lágrimas ameaçando cair de novo. André não disfarçava a ereção marcando a bermuda. Ele olhava para a esposa e depois para a ruivinha como se não acreditasse na sorte.
— Você é incrível, Jac… — murmurou ele, a voz carregada de desejo. — Transformou essa menina em tempo recorde. E ainda me traz ela em casa para eu ver de perto. Eu poderia ficar o dia inteiro só ouvindo ela se apresentar.
Jaqueline se aproximou por trás de Camila, segurou os ombros dela e obrigou a jovem a empinar um pouco mais.
— Então aproveita. Manda ela repetir. Muda o que você quer ouvir. Ela tem que sorrir e obedecer.
André não precisou de mais convite. Parou na frente de Camila e falou com a voz rouca:
— De novo. Mas agora fala que sua boceta está pedindo para ser arrebentada. E não para de sorrir.
Camila forçou o sorriso ainda mais, a voz embargada:
— Minha… minha boceta está pedindo para ser arrebentada…
— Mais alto. E olhando nos meus olhos.
— Minha boceta está pedindo para ser arrebentada! — repetiu ela, as lágrimas finalmente escorrendo mesmo com o sorriso colado no rosto.
André riu, satisfeito, e olhou para a esposa com puro desejo.
— Eu adoro isso, Jac. Adoro ver você mandando nela. Adoro ver ela sofrendo e mesmo assim obedecendo. Pode trazer ela aqui sempre que quiser.
Jaqueline beijou o marido de novo, dessa vez mais fundo, enquanto ainda segurava os ombros de Camila.
— Eu trago. E da próxima vez… talvez eu deixe você participar do treinamento. Mas por enquanto ela ainda é só minha aluna. E eu ainda não terminei de quebrar a vergonha dela.
Camila continuava parada entre os dois, o vestido subido, o sorriso falso e as lágrimas escorrendo. Jaqueline já pensava no próximo passo. André, visivelmente excitado, não tirava os olhos da ruivinha.
O poder nunca tinha sido tão gostoso para os dois.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Capítulo 22: A visita em casa

Codigo do conto:
276393

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
04/11/2026

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