Capítulo 18: As compras e a humilhação pública

Assim que saíram do prédio, Jaqueline puxou Camila pelo braço com um sorriso animado demais.
— Agora a parte boa, linda. Vamos às compras. Seu guarda-roupa de freira acabou hoje.
Camila andava de cabeça baixa, o vestido vermelho curto ainda colado ao corpo, as pernas trêmulas. O rosto continuava inchado de tanto chorar na reunião. Jaqueline a levou primeiro a uma loja de roupas femininas caras, no shopping de luxo a poucos quarteirões dali. Assim que entraram, já começou a escolher sem pedir opinião.
— Isso aqui. — jogou no braço da ruivinha uma microsaia preta que mal cobria a bunda. — Essa daqui também. E essa transparente. E essas blusinhas que não escondem nem o mamilo. Ah, e salto alto. Bem alto. Você vai aprender a andar de salto mesmo se doer.
Camila só conseguia balançar a cabeça, morta de vergonha enquanto a vendedora olhava de canto. No provador, Jaqueline entrou junto e não deixou a porta fechar direito. Fez a novata provar cada peça, puxando o tecido, ajustando, criticando em voz alta:
— Empina mais. Isso. Essa saia fica perfeita porque sobe quando você anda. Os homens vão ver a bunda inteira. E essa lingerie aqui… — mostrou um conjunto de renda preta tão ínfimo que a calcinha era só um fio. — Vai usar amanhã. Sem discussão.
Depois foram à seção de meias 7/8 e meia-arrastão. Jaqueline escolheu várias, inclusive algumas com cinta-liga.
— Você vai usar isso embaixo da saia. Quando sentar, vai aparecer. E eu quero que apareça.
Camila já estava vermelha até o peito quando Jaqueline anunciou a próxima parada:
— Agora o sex shop. Vamos.
A loja ficava em uma rua lateral, com vitrine discreta. Assim que entraram, o sino bateu e dois vendedores homens — um mais velho e um jovem tatuado — levantaram o olhar. Jaqueline não perdeu tempo. Puxou Camila para o meio da loja e começou a falar alto, propositalmente:
— Essa aqui é minha aluna. Ainda é virgem, tímida pra caralho, mas olha esse corpo. Pele de leite com sardas, peito grande, bunda pesada… vou transformar ela na putinha mais usada do escritório. Preciso de lingerie bem puta, algumas roupas transparentes e… uns brinquedinhos para treinar ela em casa.
Camila quis morrer. Tentou esconder o rosto, mas Jaqueline puxou a mão dela para baixo. Os dois vendedores se aproximaram na hora, os olhos passando direto pelo corpo da ruivinha.
— Caralho… — murmurou o mais jovem. — Com licença, mas que delícia de mulher. Essa bunda é real?
— É real e ainda está intocada — respondeu Jaqueline, rindo. — Quer ver de perto? Camila, vira e empina um pouco para o moço.
— Jaqueline, pelo amor de Deus… — soluçou a ruiva.
— Empina. Agora.
Camila, as lágrimas voltando, virou de lado e empinou de leve. O vendedor assobiou baixo. O mais velho riu e comentou:
— Se eu tivesse uma funcionária assim no meu trabalho, não fazia mais nada o dia inteiro. Só usava ela. Essa carinha de santinha com esse corpo… os caras vão pirar.
Jaqueline pegou várias peças: calcinhas fio-dental transparentes, sutiãs que não escondiam nada, um vestido de tule preto que deixava tudo à mostra, coleiras finas, uma mordaça discreta e até um plug anal pequeno de iniciante.
— Isso aqui você vai usar amanhã no escritório — disse, mostrando o plug para Camila na frente dos homens. — Vou enfiar em você antes de sair de casa. E essas calcinhas… você vai passar o dia inteiro sentindo o fio no meio da bunda. Vai lembrar o tempo todo que agora é vadia.
Os vendedores não disfarçavam. Um deles até pediu para Camila girar de novo, e Jaqueline fez a jovem obedecer. Cada elogio sujo (“que boceta deve ser apertada”, “essa bunda pede tapa”, “cara de quem vai chorar na primeira foda”) fazia Camila encolher mais, as lágrimas escorrendo em silêncio.
Quando finalmente saíram da loja, as sacolas estavam cheias e Camila mal conseguia andar de tanto constrangimento. Jaqueline estava eufórica.
À noite, em casa, ela se jogou no colo de André ainda com o cheiro das lojas e o sorriso de quem tinha passado o dia inteiro no poder. Abriu as pernas sobre ele e começou a contar, exagerando cada segundo de propósito:
— Amor… hoje foi surreal. Primeiro eu botei a ruivinha nua na frente de todos os diretores. Fiz ela mesma se apresentar. Cada vez que ela falava “seios” eu corrigia: “é tetas, sua putinha”. Cada vez que falava “vagina” eu dava tapa e mandava falar “boceta”. No final ela estava de joelhos pedindo desculpa pelos erros, chorando, falando “me desculpem por ter chamado meu rabo de traseiro”. Os homens aplaudiram. Aplaudiram, André.
Ela riu, rebolando no colo do marido.
— Depois eu levei ela para comprar roupa. Microsaias, salto alto, meias 7/8, lingerie que não cobre nada. E aí a gente foi no sex shop. Eu falei alto, na frente dos vendedores, que ela ainda era virgem e que eu ia transformar ela na puta do escritório. Os dois caras vieram olhar. Eu mandei ela empinar a bunda para eles. Um falou que se tivesse uma funcionária daquele jeito não trabalhava mais. Outro ficou babando na boceta dela. Ela chorava de vergonha, André… chorava e mesmo assim obedecia. Eu comprei até um plug anal para ela usar amanhã. Vou enfiar em casa antes de a gente sair.
Jaqueline beijou o pescoço do marido, a voz embriagada de excitação e vaidade:
— Eu nunca me senti tão no controle. Ela me olha como se eu fosse a única amiga que tem… e ao mesmo tempo treme só de ouvir minha voz. Amanhã eu vou colocar a roupa mais puta nela, enfiar o plug e levar para o escritório. E você vai ouvir tudinho quando eu voltar. Cada detalhe. Cada lágrima. Cada vez que ela me chamar de chefe.
Ela guiou a mão de André entre suas pernas, já encharcada só de relembrar.
— Me fode pensando nisso, amorzinho. Pensando na sua mulher transformando uma virgem tímida em vadia na frente de todo mundo. Porque eu estou adorando cada segundo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Capítulo 18: As compras e a humilhação pública

Codigo do conto:
275944

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
30/10/2026

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