No dia seguinte Jaqueline acordou Camila antes das sete da manhã, sacudindo o ombro dela com um sorriso largo demais para tão cedo. — Levanta, minha aluna. Hoje você ganhou um prêmio especial por ter ajudado a fechar aquele contrato milionário ontem. Vamos à academia. Camila abriu os olhos inchados, ainda com marcas de choro do dia anterior. Jaqueline já estava em pé, segurando um conjunto branco de academia completamente transparente. O top era tão fino que os mamilos escuros apareceriam na hora. A legging marcava absolutamente tudo. — Veste isso. Sem calcinha, sem sutiã, sem discussão. — Jaqueline… transparente assim? Na academia? — a voz da ruivinha saiu fraca. — Especialmente na academia. Agora veste. Vinte minutos depois elas entravam na academia privativa frequentada pela elite empresarial da cidade. O lugar estava lotado. Homens de todas as idades — executivos, advogados, personal trainers, empresários — preenchiam os aparelhos. O cheiro de suor caro e o barulho das anilhas tomavam conta do ambiente. Assim que Jaqueline atravessou a porta puxando Camila pela mão, várias cabeças se viraram. Conversas pararam. Alguns até baixaram os pesos. Jaqueline parou no meio da área de peso livre, virou-se para Camila e falou baixo, mas o bastante para a jovem ouvir claramente: — Regras de hoje: você vai se apresentar para cada homem que parar para te olhar. Sempre com criatividade. Não quero ouvir a mesma frase duas vezes. Não precisa tirar a roupa, mas tem que colocar as mãos e mostrar o corpo por cima do tecido. Tetas, boceta e rabo. Se alguém pedir pose, você faz. Se eu perguntar se alguém perdeu a apresentação, você repete. Entendeu? Camila engoliu em seco e apenas balançou a cabeça, já corada até o pescoço. O treino começou no agachamento livre. Jaqueline colocou uma barra leve só para forçar a postura. A cada descida, a legging branca transparente grudava na boceta e na bunda de Camila, deixando o formato dos lábios e a divisão das nádegas completamente visíveis. Os homens foram se aproximando aos poucos. No final da primeira série, já havia pelo menos oito deles parados em volta. Jaqueline bateu palmas, sorridente: — Pessoal, essa é a Camila, minha aluna novata. Ela ainda está aprendendo a se mostrar. Camila… se apresenta. A ruivinha, ofegante, passou as mãos por cima do top, apertando os seios, depois desceu até entre as pernas e por fim segurou as próprias nádegas, empinando. — M-meu nome é Camila… essas são as minhas tetas que ainda ficam duras de vergonha… essa é a minha boceta quase virgem que já molha o tecido… e esse é o meu rabo que a Jaqueline manda eu empinar para vocês admirarem… Alguns assobiaram. Outros bateram palmas. Um homem de uns quarenta anos, suado, gritou: — Faz de quatro no chão agora! Jaqueline riu e cutucou a aluna: — Atende o senhor, Camila. Ele está te incentivando. Camila, o rosto em chamas, ajoelhou no colchonete e ficou de quatro, a bunda empinada o máximo que conseguiu. A legging transparente marcava tudo. Outro homem pediu: — Olha para trás e abre mais! Ela obedeceu, olhando por cima do ombro com os olhos marejados. Jaqueline caminhava entre os homens como uma professora orgulhosa. — Alguém chegou agora e perdeu a apresentação? Camila, faz de novo. E inventa outra coisa. A jovem, ainda de quatro, falou com a voz trêmula: — Eu… eu ainda nunca tive um pau dentro de mim… mas a Jaqueline prometeu que logo isso muda… meu rabo está doendo de tanto empinar, mas eu não posso parar… Mais aplausos. Mais pedidos. O treino seguiu para o stiff. Camila tinha que se curvar até quase tocar o chão, a bunda esticada na direção dos homens. A cada repetição alguém pedia para ela segurar mais tempo. Jaqueline incentivava: — Segura. Mostra direito. Coloca a mão na boceta por cima da roupa e fala o que está sentindo. Camila, curvada, a voz embargada: — Estou… estou molhada de vergonha… a roupa está grudando… todo mundo está vendo o formato da minha boceta… Um personal trainer alto bateu palmas e pediu: — Agora elevação pélvica. Bem alta. Camila deitou no colchonete e ergueu o quadril. O tecido transparente colou tanto que era possível ver até a sombra dos lábios. Jaqueline se agachou perto dela e falou alto: — Apresenta de novo. Tem gente nova olhando. A ruivinha, o quadril no ar, as pernas tremendo, criou mais uma variação: — Essas são as minhas tetas que balançam quando eu subo… essa boceta ainda é apertadinha e sem uso… e esse rabo está sendo treinado para aguentar tapa e pau… A manhã inteira se arrastou daquele jeito. Homens vinham de outras áreas da academia só para ver. Alguns ficavam quinze, vinte minutos parados. Outros voltavam depois de terminar a série só para pedir mais uma pose. Jaqueline não deixava Camila descansar. A cada novo rosto, a mesma ordem: — Alguém perdeu a apresentação? Faz de novo. Criatividade. Camila já estava com a voz rouca e o corpo inteiro suado quando os primeiros começaram a se despedir. Jaqueline a puxava pela mão até cada um deles. — Vai. Agradece o incentivo, dá um beijo no rosto, um abraço e pede para voltar amanhã te ver. O primeiro foi um empresário grisalho. Camila, morta de vergonha, beijou a face suada dele, abraçou e falou: — Obrigada pelo incentivo… isso me ajuda a continuar aprendendo… por favor, volta amanhã para me ver de novo… O homem aproveitou o abraço para apertar a bunda dela por cima da legging e murmurou: — Pode deixar, gostosa. Eu volto. O segundo, um jovem de uns trinta anos, recebeu o mesmo ritual. No abraço ele comentou alto o bastante para outros ouvirem: — Que delícia de putinha em treinamento. Amanhã eu quero ver ela sem a legging. Jaqueline apenas sorriu e acenou. Assim foi com todos. Beijo no rosto, abraço, agradecimento e o pedido para voltarem. Alguns apertavam os seios. Outros passavam a mão entre as pernas dela por cima do tecido. Camila aguentava calada, apenas soluçando baixo depois que cada um se afastava. Quando finalmente saíram da academia, já era quase meio-dia. Camila mal conseguia andar. O conjunto branco estava encharcado de suor e completamente transparente. O corpo inteiro à mostra, as pernas bambas, o rosto destruído de humilhação. Jaqueline passou o braço pelos ombros dela e falou baixo, a voz cheia de prazer: — Você foi um sucesso absoluto, minha aluna. Eles amaram. Amanhã a gente volta. E da próxima vez… eu vou deixar eles tocarem por baixo da roupa. Você merece o prêmio completo. Camila só conseguiu baixar a cabeça. As lágrimas se misturavam ao suor que escorria pelo pescoço. O “prêmio” por ter fechado o contrato tinha sido a manhã mais longa e exposta da vida dela. E Jaqueline, ao lado, nunca tinha sorrido tanto.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.