Jaqueline ainda observava do corredor quando decidiu intervir. Aproximou-se devagar, parou atrás de Camila (que continuava ajoelhada entre as pernas de André) e falou com a voz meiga, quase maternal: — Camila… chega mais perto do meu marido. Agora você vai seguir exatamente o que eu vou ditar. Voz docinha, cara de menina burrinha e curiosa. Sem choro. Só obediência. A ruivinha ergueu o rosto, os olhos ainda úmidos, e acenou. Jaqueline começou a ditar, baixo e claro: — Pede para ver o pau dele. Diz que é só para olhar. Fala que nunca viu um de verdade. Camila engoliu em seco, forçou o sorriso infantil e falou com a voz aguda e meiga: — Seu André… por favor… posso ver o seu pau? Só para olhar… eu prometo que não vou mexer. É que… eu nunca vi um de verdade de pertinho… só em figura… e eu fico com tanta curiosidade… André soltou uma risada rouca, claramente excitado. Abriu o zíper da bermuda sem pressa e puxou o pau já semi-duro para fora. A peça era grossa, veiuda, e cresceu rápido sob o olhar da ruivinha. Camila abriu a boca num “o” silencioso, os olhos arregalados de verdade. — Nossa… — sussurrou ela, a voz ainda no tom burrinho. — É… é bem maior do que eu imaginava… e fica duro assim só de me olhar? Que coisa… Ela inclinou o rosto, admirando de perto sem tocar, como Jaqueline tinha ordenado. Ficou longos segundos só observando, o peito subindo e descendo rápido. Jaqueline ditou de novo, atrás dela: — Agora fala que precisa aprender mais… porque você quer logo foder bastante. Camila assentiu levemente e continuou, a voz doce e fingindo ingenuidade: — Eu… eu preciso aprender mais coisas, seu André… porque eu quero logo foder bastante… a Jaqueline falou que eu tenho que parar de ser tão certinha… e eu quero ser boa nisso… quero aprender a gostar… André passou a mão no pau devagar, se exibindo de propósito. — Então aprende olhando. Fica à vontade, putinha. Jaqueline sorriu e ditou a próxima parte: — Agora se apresenta de novo. Mostra cada parte do corpo, fala o nome e pergunta para que serve. Camila se levantou um pouco, ainda de joelhos, e puxou o vestido vermelho para cima, ficando com os seios à mostra. Segurou um com cada mão e falou, olhando para André: — Essas são as minhas tetas… seu André… para que elas servem? É para os homens chuparem e apertarem… é isso? André balançou a cabeça, a voz grossa: — Serve para chupar, morder, gozar em cima e fazer você gemer. Suas tetas são gostosas pra caralho. Camila soltou uma risadinha boba e desceu as mãos até entre as pernas, abrindo os lábios da boceta com os dedos por cima do tecido (que já estava úmido). — E essa é a minha boceta… quase virgem… para que ela serve? É para colocar o pau dentro até doer… e para gozar dentro… é assim? — Exato — respondeu André, masturbando-se mais rápido. — Serve para ser arrebentada, esticada e usada até não aguentar mais. Sua boceta vai chorar quando levar o primeiro pau. Camila empinou o quadril, virou de lado e deu um tapa leve na própria bunda, mostrando. — E esse é o meu rabo… grande e macio… para que ele serve, seu André? É para levar tapa… e para colocar pau também…? — Serve para apanhar até ficar vermelho, para ser aberto e para você pedir mais enquanto chora. Seu rabo foi feito para ser fodido. Jaqueline estava visivelmente satisfeita. Aproximou-se mais e ditou a última parte, a voz cheia de prazer: — Agora pede para ele te ensinar nomes novos e bem gostosos para cada parte. Repete várias vezes para não esquecer. Vai mostrando enquanto pergunta se está certo e se ele acha gostoso. Camila, ainda forçando o sorriso meigo e a voz infantil, falou: — Seu André… me ensina nomes mais gostosos para as minhas partes? Eu sou burrinha e esqueço fácil… eu quero falar direito… por favor… André riu, o pau agora completamente duro na mão. — Suas tetas podem ser chamadas de “pares de leite”, “peitinhos de puta” ou “almofadas de gozo”. Sua boceta é “xota molhada”, “buraco virgem” ou “cabrinha apertada”. Seu rabo é “bundinha de bater”, “cu de estreia” ou “rabo de arrebentar”. Camila foi repetindo tudo com a voz doce, mostrando cada parte enquanto falava, parando para perguntar: — Pares de leite… peitinhos de puta… almofadas de gozo… — apertava os seios. — Está certo, seu André? Você acha minhas tetas gostosas assim? — Acho. Continua. Ela desceu as mãos de novo: — Xota molhada… buraco virgem… cabrinha apertada… — abria os lábios. — Estou falando certo? Você acha minha boceta gostosa desse jeito? — Muito. Repete mais. — Bundinha de bater… cu de estreia… rabo de arrebentar… — empinava e dava tapinhas. — Assim está bom? Você acha meu rabo gostoso para usar? André estava quase gozando só de ouvir. A mão ia e vinha rápido. — Perfeito, sua putinha burrinha. Repete tudo de novo. Mais alto. Camila obedeceu, a voz ainda no tom infantil e meigo, mostrando o corpo inteiro enquanto repetia cada nome sujo várias vezes, sempre terminando com: — Estou repetindo para não esquecer… está certo, seu André? Você acha gostoso? Jaqueline, atrás dela, passava a mão nos cabelos acobreados da aluna com carinho falso, o olhar brilhando de puro poder e excitação. André se deliciava abertamente, o pau latejando na mão. A lição no sofá estava sendo longa, detalhada e deliciosamente humilhante. E nenhuma das três pessoas na sala queria que terminasse tão cedo.
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