Sempre fui uma garota independente, meus pais sempre tentaram e ainda tentam me controlar em relação as minhas roupas. Porém sou uma mocinha rebelde e uso todo tipo de vestimenta. Certo dia, no trabalho, iriam realizar um sorteio para que um dos funcionários fosse comtemplado para passar um domingo em um hotel resort da cidade. Pois bem, para minha felicidade, meu nome foi retirado da urna.
Tudo acertado para o fim de semana, meu pai me acompanhou até a recepção e fiz o check-in. Era um sábado ensolarado e o dia prometia muitas aventuras.
— Gabi, tenha juízo... você chama muita atenção...então, cuidado com quem conversa!
— Relaxa, pai. Nos vemos amanhã.
Me despedi do meu pai enquanto segurava minha mala na recepção. Meu pai me olhou e balançou a cabeça.
— Quando vai parar de usar esse tipo de roupa e colocar uma decente?
Eu estava com um short jeans que deixava minhas coxas à mostra e um cropped branco. Foi ai que apareceu um dos guias do hotel.
— Permita-me ajuda-la com a bagagem. — disse o tiozinho estendendo a mão. — Me acompanhe!
Saímos andando enquanto meu pai ainda me olhava com olhar de desaprovação. Quando estávamos em um dos corredores dei uma tossida para chamar a atenção do tiozinho.
— Pois não?
— É minha primeira vez aqui. Poderia me mostrar o local? — perguntei puxando o shortinho para cima e sentindo que metade da minha bunda estava aparente.
O coroa coçou a cabeça.
— Tem problema eu andar por aqui desse jeito?
Passei por ele e dei uma reboladinha.
O coroa olhou bem para a minha bunda e sorriu.
— Não costumamos ter hóspedes assim. Não vejo problema nenhum. A senhorita pode ficar à vontade. Eu sou Gilberto e você?
— Gabi.
— Vamos até o seu quarto e depois te mostro o que quiser.
O tiozinho aparentava ter uns 50 anos, branco, cabelo ralo e grisalho. Da mesma altura que eu, mas gordinho. Usava um uniforme cinza e aquela calça?!?hummmmm... fiquei querendo ver o que tinha dentro.
— Vai ter que me mostrar tudo, hãn.
Ele continuou caminhando e o segui. Até que chegamos no quarto e abri a porta com a pulseira magnética. Entramos, havia um closet, banheiro, uma cama enorme e algumas escrivaninhas. Ainda, uma porta de correr que dava para uma pequena sacada.
— Espero que seja do seu agrado, Gabi.
Sentei na cama e sorri.
— Isso aqui é bom demais.
O coroa colocou a mala do lado da cama e abriu a cortina que cobria a porta de correr.
— Ainda pode sair por aqui, quando quiser.
Me levante e coloquei a mala sobre a cama.
— Vejo que veio preparada, hein. — falou o coroa ao ver o tanto de itens que eu levara.
Botei meus óculos e procurei pelo bolso secreto na mala.
— Espero que eles não tenham achado...hmmmm
— Oi?
— Meus pais, Seu Gilberto, eles são muito protetores. Ufa...está aqui.
Balancei um pacote de camisinha e o coroa tossiu quase engasgando.
— É sempre bom estar prevenida. A gente nunca sabe quando vai precisar. Deixa eu ver quantos tem.
Ele me olhou com uma cara de safado enquanto eu contava.
— Essas dez deve dar.
— Eita... tudo isso?!
Fui até a porta de correr, fechei a cortina, liguei a luz e sentei na cama.
— Faz semanas que larguei do meu namorado, Seu Gilberto. — Menti. — Ele disse que não aguentava uma gatinha como eu dando tanto trabalho.
Seu Gilberto ajeitou o uniforme, parecia nervoso. Porém, ficou calado. Como vi que ele não iria tomar nenhuma atitude, me movi, engatinhei no chão até ficar de frente ao coroa.
— O senhor sabe, né. Uma gatinha precisa tomar leite de vez em quando.
— Eu não posso te ajudar... sou casado e...
Enquanto ele falava, fui subindo a mão pela perna dele.
— Isso não se faz, mocinha. Tenho idade para ser seu pai...
Passei a mão sobre a rola.
— O seu avô.
Abri o zíper e já cai sugando o saco do tiozinho.
— AINNNN NOSSAAAA HMMMMM
A rola branquinha ficou acomodada no meu rosto a ponta na minha testa e eu mamando aquele saco enrugado e lisinho.
— Não acredito que isso estááá ainnn..acontecendo comigoooo ohnnn
Passei a língua por toda extensão até a cabeça rosada. Era apenas 15 centímetros, deduzi, que encheriam toda minha boquinha.
GLUB, GLUB, GLUB, GLÃN, GLÃN
— Gabiiiii...ainnnn..uinnnn — O coroa gemeu colocando a mão na minha cabeça. — Se é isso que você querrrr...ainnn.. estou aqui para lhe servirrrr..ainnn caralhoooo!
Segurei a rola, passei a língua contornando a cabeça e olhava para ele com cara de puta safada.
— Tá gostando do boquete, Seu Gilberto?
— Se sua boca faz isso, imagina o que sua buceta não faz.
Ele me puxou pelo cabelo me fazendo ficar de pé. Me puxou pela cintura e me beijou. Nossas línguas rodopiavam enquanto ele alisava minha bunda.
— Sua biscate... seus pais tem razão quando querem te controlar. Ficou apenas alguns minutos sem supervisão e já tá querendo levar piroca. Tira essa porra. — disse puxando meu cropped. — Que seios maravilhosos.
O coroa lambeu meus seios com vontade até que me empurrou para a cama e, como um lunático, tirou meu shortinho e minha calcinha.
— Que bucetãoooo..nossaaaa!
Pensei que ele fosse me chupar, mas já abriu uma embalagem do pacote.
— Se demorar muito aqui, vão me procurar. — disse botando a camisinha na rola e, em seguida, encaixando na minha buceta.
— Quer pica, gatinha?!
— SIIMMMM AINNNN HUUMMMM UINNNN AIINNN SEU GILBERTOOOOO
PLAU, PLAU, PLOC
O coroa nem tirou o restante do uniforme, meteu do jeito que estava.
— TOMA PIRANHAAAA. VAGABUNDAAA HANNNN
PLAU, PLOC, PLAU
Cruzei as pernas sobre a cintura do coroa, coloquei as mãos cruzadas na nuca dele e apenas apreciei o desempenho.
— Que Rita me perdoeee..hannn..mas vai saber quando aparecerá uma novinha tão gostosa querendo me dar assimmm hmmmmmmm
PLAU, PLAU, PLOC
— ISSOOO ASSSIMMMM FODE A NOVINHAAA HMMMM.
— PORRAAAA, CARALHOOOOO.... Vou gozar, cachorraaaa!
O coroa tirou a rola, subiu na cama já tirando a camisinha e gozou na lente dos meus óculos.
— TOMAAAAAA ARGHHHH HMMMMMMM.
Senti a porra quentinha escorrer até minhas bochechas. Quando o coroa sentou na cama, tirei os óculos.
— Tanto lugar pro senhor gozar e...
— Eu sempre quis fazer isso.
Foi ali que percebi que deveria usar mais meus óculos. Pois, Seu Gilberto disse que novinhas de óculos deixam coroas como ele ainda com mais vontade de fuder. O safado deixou a camisinha comigo, guardou a rola e subiu o zíper.
— Aonde o senhor vai? Pensei que iria me mostrar...
— Gabi, se você já é mulher o suficiente pra fuder, vai saber se virar sozinha no hotel. Preciso dar as caras por ai, antes que desconfiem de algo. Mas, não se preocupe, a noite eu passo aqui e vai ser bem melhor. Meu turno termina às nove e venho aqui pra comer seu rabinho.
Depois que ele saiu do quarto, arrumei minhas coisas, tomei um banho e fui para as piscinas. Estava com um biquini e percebi olhares maldosos em minha direção. Como estava de óculos escuros, disfarçava meus olhares para alguns homens. Encostada na parede de uma das piscinas vi um casal de idosos com o netinho, o coroa usava uma sunga azul florida e só pensei em como seria pular nele.hahaha
— Bom dia. Podemos ficar aqui, mocinha?
— Bom dia. Claro que sim! — respondi abrindo um baita sorriso.
Ele retribuiu até que a esposa o chamou.
— Cuida bem do Carlinhos. Eu já volto!
Ficamos nós três afastados dos outros hóspedes. O coroa era moreno, cabelo curtinho com alguns fios grisalhos. Corpo todo peludinho, uma delicia. Conversamos brevemente e falei que estava sozinha.
— Você já tem um desses, mocinha?
— Não..não..sou muito nova pra isso.
Enquanto o coroa brincava com o netinho, percebi que ele olhava em meus seios.
— Quando for mamãe, seu filho não vai passar fome.
Aquele comentário arrancou uma risada minha e suspirei.
— Dizem que depois que engravida fica ainda maior, é verdade Seu...
— Caio e você?
— Sou a Gabi.
Eles se afastaram por um instante quando a senhora retornou. Fiquei surpresa quando o netinho saiu com a senhora e logo, o coroa voltou até mim.
— Carlinhos quis ir brincar no parquinho. Agora só saem de lá para almoçar.
— O senhor não quis ir brincar com ele? — perguntei subindo os óculos prendendo deixando-o sobre a testa.
Seu Caio olhou ao redor e se aproximou passando os braços por debaixo das minhas axilas para segurar na borda da piscina. Aquele movimento me fez levantar fazendo com que minhas pernas passassem ao redor da cintura do coroa.
— Prefiro brincar no seu parquinho.
Fiquei sem graça e passei os braços sobre os ombros do coroa.
— E se sua esposa voltar?
— Eu me viro com ela.
O coroa me beijou e retribui. A pica já pulsando em contato com meu corpo.
— Nossa, o senhor é muito safado.
— E você é muito gostosa. Já trepou na piscina antes?
— Jamais e... quer ir pro meu quarto? Tenho camisinha lá.
Ele deu uma risada antes de dizer:
— Como que eu saio daqui assim?... minha pica está quase explodindo.
Abaixei as pernas.
— Assim não dá.
Ele me soltou, tirei os óculos, me virei e coloquei os óculos sobre a borda da piscina. Me apoiei com as mãos sobre a borda e dei uma empinadinha.
— Assim tá bom?
O coroa me agarrou, passou as mãos em meus seios e beijou minha nuca.
— Só não pode gemer alto. Se controla!
Senti quando o coroa puxou meu biquini e já encaixou a vara na entradinha da minha buceta.
— Prometo que vai ser rapidinho. Já estou quase gozando mesmo!
PLAU, PLAU, PLAU
Ele meteu bem devagar no começo, olhávamos em volta e, de vez em quando, ele dava uma leve afastada quando chegava gente perto, mas sempre mantendo a rola na minha buceta.
— Ela só está um pouco enjoada. — disse quando uma senhora se aproximou pensando que eu estivesse passando mal.
Ele voltava a meter bem gostoso e então me virou.
— Vamos namorar assim!
Ele me ergueu do chão, me botando novamente com as pernas cruzadas na cintura e era só pirocada que rolava.
— AINNNN.UUUINNNN... CAIOOOO HUMMMM...QUE CACETE DUROOOO OHNNN
— Aguenta, novinha. Vovô já encher sua bucetinhaaa ahnnnn hmmmm.. com meus 17 centimetrooosss ohnnnn
Gemíamos baixinho, abraçados. Parecíamos um casal em lua de mel.
— Que bucetão apertadooo ohnnnn!
PLAU, PLAU, PLAU
Comecei a me mover, rebolando na pica do coroa.
— Vou gozar Seu Caioooo não aguentoooo ainnnn
Ele tapou minha boca com uma mão, olhou bem no fundo dos meus olhos.
— Vou encher sua buceta de porra... vai ser agoraaaa...
Revirei os olhos ao sentir a pica dele inchando e gozando dentro de mim. Minha buceta contraiu e dei espasmos enquanto gozava loucamente. Só não berrei porque estava com a boca tampada.
Quando paramos, olhamos em volta e, para nossa sorte, ninguém tinha percebido a sacanagem que fizemos.
— Vovô...vovôoo...
Seu Caio me largou, ajeitou a sunga e saiu nadando em direção ao neto.
— Oi...oi... oi...
Fiquei lá parada, em êxtase, assistindo eles se distanciarem. Depois de um tempo, voltei para o quarto, me arrumei e fui almoçar. Nada demais aconteceu, além de um gordinho me comendo com os olhos. Ao lado, uma moça com a filha pequena. Era um jovem casal, deviam ter um pouco mais de 30 anos. O gordinho olhava disfarçadamente para mim e eu piscava, provocando-o. Enfim, depois voltei para o quarto e esperei alguns minutos. Acabei dormindo e acordando umas quatro horas da tarde. Seu Caio tinha acabado comigo..hahaha... Andei pelo hotel, estava com um biquini e fui até o spa.
— Boa tarde.
— Boa tarde.
O local era bem pequeno e estava cheio de vapor e mal conseguia ver quem era. Até que percebi, era o mesmo gordinho que estava de olho em mim no almoço. Ele usava sunga preta que contrastava com seu pele clara e suava devido ao calor.
— Como conseguem ficar aqui?
Ele me sorriu.
— Muito quente, né. Minha esposa mesmo detesta. Você é aquela mocinha do almoço, não?
— Sou Gabi e...
— Cara, só não bati uma punheta ainda porque não tive tempo.
Comecei a rir.
— Sério, você me deixou de pau duro só com o olhar. Nunca tinha visto isso..hahaha
Me aproximei dele ficando coladinha.
— Corre o risco de alguém nos pegara aqui?
— É claro que sim.
Passei a mão na sunga dele e comecei a massagear.
— Pelo jeito, tá doidinha pra chupar um cacete.
— Não tem coisa melhor que um pau gozando na boca! — falei abaixando a sunga e já me encurvando.
GLUB, GLUB ,GLUB
Ele botou a mão na minha cabeça.
— CARALHOOOOO HUMMMMM... PORRA. VADIAAAA OHNNN CHUPAAAA!
Ele movia minha cabeça e eu fiquei com dificuldade em respirar.
— Sua vagabunda, só te meto a varaaaa ahnnnn..arghhhh
Suguei com força e o gordinho pressionou minha cabeça fazendo a rola ir até o fundo.
— Engoleeee..issssoooo ahnnnn... caralhuuuu
O cacete pulsou e o gordinho me amamentou com leite quente e docinho.
— Vadiaaaa hmmmm.
Ele me soltou e então a porta se abriu, o gordinho levantou a sunga.
— Oi amor.
— Quem é essa?
Rapidinho me levantei e passei por ela. Depois, caminhei pelo hotel até o jantar e, a noite, me deitei de pijama esperando por Seu Gilberto. Mas, o coroa não apareceu. Enfim, no outro diz fiz o check-out e fui embora com o meu pai.
Jamais esqueci daquele lugar e nas três picas que pude provar.hahahah
Quem sabe um dia eu encontre um de vocês em algum hotel resort...
Se gostaram do meu primeiro conto, comentem... estou louca para saber o que acharam.
Até mais, sakaninhas!




