A Esposa de Todos. — Litoral Sul, da Bahia. Parte Final.



LUNA.

Falando ainda no Rodrigo, (o amante do relato anterior).

Até agora mesmo, escrevendo. Lembro de cada pedacinho daquele dia com o. Rô, (o todo durinho e gostosinho). O pau, então, nem se fala, uma delícia!

Cada vez que ele me beijava e me abraçava. Sem palavras. O toque tinha um sabor diferente… intenso. O desempenho dele na cama durante a transa. Foi tudo de bom! Tivemos muita química!

Mas o Rô, não foi o único. No dia seguinte. No domingo. Nosso voo partia às 20:30. Então, nos deu tempo de aproveitar o dia com calma.

Desta vez, estávamos nas espreguiçadeiras em frente à praia. Vejam as fotos. Viram, né? Vamos contar como aconteceu… por partes.

Era em torno de 13:30. Já tínhamos almoçado no restaurante do resort e resolvemos curtir os últimos momentos no paraíso.

O sol predominante forte, pouco vento, o mar calmo. Théo e eu já estávamos com o check-out programado para o fim da tarde.

Eu que vi ele. O lindão andava, desfilava pela areia da praia, sem camisa, calção azul-escuro, óculos escuros e chinelos.

Não sei dizer se foi o jeito como ele me olhou, ou como o olhei. Senti um formigamento no clitóris, um fogo no rabo, uma atração instantânea. Foi complicado me controlar. Mas junto dela, veio também um medo: e se ele não aceitasse? E se me olhasse com reprovação, achando que eu era uma vagabunda?

Contei a Théo. Ele ouviu numa boa, e disse:
— Amor, se você quer, a gente tenta.

Eu quis, e quis muito! Théo, inclusive, que foi atrás do homem, ele havia passado por nós. Théo foi atrás dele e puxou assunto, falando que tinha uma proposta. Segundo meu marido: “O homem não queria muita conversa por não o conhecer.”

Porém, veio pela insistência do meu maridinho. Ele tinha um sotaque. Seu nome era Miguel, 36 anos. Português, do Porto, passava férias no Brasil, pela primeira vez, no calor da Bahia.

Foi simpático conosco e curioso para saber qual era a proposta.
Expliquei: disse que éramos um casal de relacionamento aberto para algumas experiências. Que, eu, Luna, havia-me interessado por ele.

Disse na maior naturalidade do mundo. O português ficou olhando desconfiado. Não era só surpresa no olhar… ele não esperava.

Seus olhos desceram pelo meu corpo, e naquele instante percebi que ele estava imaginando. A verdade… é que o deixamos constrangido… riu de nervosismo, surpreso com a nossa proposta, mas nos respondeu, com sotaque: “de que não conseguia dizer não a mim e ao convite”.

Deu-me um alívio, o sim dele. O formigamento em meu clitóris, aumentou. Os pelinhos dos meus braços se arrepiaram.

Agora é a vez de o Théo escrever. Já, já eu volto.

THÉO.

Ela não sabe, mas percebi o jeito como a Luna olhou para o Miguel.

Luna, já olhava para outros homens antes mesmo do português aparecer andando pela praia.Conheço a Luna. Conheço o olhar dela. Era o mesmo olhar do Rodrigo, no sábado, no dia anterior.

Quando ela me falou dele, o português havia passado por nós.

Como um bom corno. Levantei da espreguiçadeira, dei uma corridinha de 30 metros para alcançá-lo. O abordei com calma, para não o assustar. Miguel não me recebeu bem, estranhou o modo como abordei. Fiz um comentário simples. Uma proposta de que ele poderia gostar. Fui direto, disse o seguinte:
— Licença, posso te fazer uma proposta?… pausei. Ele ficou me olhando através da lente do seu óculo de sol e continuei. — A minha esposa. Ela está ali atrás, sentada… (apontei na direção da espreguiçadeira dela) — Ficou interessada em você. Temos um tipo de relação aberta, onde ela pode…

Não completei a frase. Ele entendeu e ficou incomodado, me olhando desconfiado, com afeição fechada, pensando que eu fosse gay, ou um maluco qualquer, falando da esposa para outro homem.

Continuei vendendo a Luna, e disse a ele:
O nome dela é Luna. Ela está bem ali, atrás. Ela é incrível. E não estou falando só de beleza…, mas de alegria. Se você quiser, podemos voltar e conversar todos juntos.

Miguel soltou um riso, falando que eu era doido, cobrindo a boca com uma das mãos, me respondeu assim: “E você ficaria ali… a ver?”

Olhei pra ele e respondi: Sim, quero ver. E mais… autorizo você a beijá-la, se quiser.

Quase desisti desse cara, porque era ranzinza e questionador. Sei lá, mas de alguma forma. Foi aqui que tudo mudou. Que ganhei a sua confiança. Houve uma pausa no português. Ficou matutando, o olhar dele mudou. Riu da situação. Pensou, me respondeu: “Então sim.”

Voltamos juntos para onde a Luna estava. Sentei na minha espreguiçadeira. Miguel ficou em pé. Aí foi a vez da Luna conversar com ele, conquistá-lo. Fiquei ao lado, ouvindo tudo, como nas fotos publicadas abaixo.

Naturalmente, o clima entre a minha esposa e Miguel, modificou-se… sorrisos, olhares profundos. Tanto que a Luna tirou essas fotos. E eu, no fundo da imagem, de óculos escuros, em segundo plano. Como um bom corno, sem questionar, bem-comportado.

— É tão lindo, vê-la beijando outro homem. Olhem a mão boba do português nos seios dela. A felicidade no rosto da minha princesa. E a mão dela no rosto dele durante o beijo?

Convencido de que não era balela. Miguel aceitou vir conosco. Fomos os três para a nossa suíte. Eu caminhava atrás, observando ambos rindo, abraçados, trocando beijos e carícias.

Segundo Miguel: Esse tipo de situação era comum na EUROPA.

… e pensando: “Essa viagem para o litoral baiano me convenceu: eu nasci para ser corno.”

Agora é a vez da Luna escrever.

LUNA.

— Obrigada, meu corninho favorito.

A atitude do maridinho ir atrás de Miguel e me oferecer pra ele, me deixou tão excitada. Quase tive um orgasmo ali. Minha boceta ficou ensopada. Meu corpo reagiu antes mesmo que eu processasse.

Disse para Miguel: que ficasse tranquilo, que era só um fetiche nosso, uma transa sem compromisso.

Ele me olhava de cima a baixo, os olhos por trás das lentes, do óculo de sol. Miguel fez-me elogios. E eu, a ele. Théo estava ao lado, ouvindo cada palavra. Eu percebia seu comportamento, como ele reagia, sua respiração, o tremor nas mãos. E isso… me dava mais combustível, mais prazer. Não só a vontade de transar, era a de me expor, meu marido ao seu próprio jogo. Eu queria humilhá-lo, o colocar como: um homem sem valor.

Miguel se aproximou, e a primeira coisa que senti foi o cheiro dele. Quando ele me beijou, suas mãos vieram direto nos seios, sem solicitar licença, apertando-os. Senti meu corpo responder e, de canto de olho. Vi Théo nos encarando, imóvel, sorrindo, gostando daquilo.

Tiramos fotos. Uma, com Miguel me beijando com vontade. Outra, com ele apertando meus seios e me beijando, e mais uma, em que suas mãos já estavam um pouco mais ousadas.

Quando começamos a caminhar até o quarto. Eu e o Miguel parecíamos um casal. Pegou na minha mão. A gente se beijou.

Se tinha alguém olhando? Sim, várias pessoas viram, reviram e observaram. Porém, não sabiam qual era o rolo, o que acontecia ali, e isso só me deixava mais acesa. E o Théo atrás de nós, levando os nossos pertences.

E pela tradição, Théo abriu a porta para nós, entrando por último, trancando a porta.

Miguel me pegou pela cintura, no meio do quarto, seu corpo colado no meu na frente do Théo. A gente deu outro beijo na boca, dessa vez, com direito a carícias: dedo na boceta, mão nos seios, coxas e bunda. O português, só faltou me devorar ali mesmo!

Gemi baixinho no beijo, pegando no seu pau sob o calção, notando que já estava duro. Meu marido, que via tudo. Sem desviar o olhar, não dizia nada… observava sem dizer uma palavra.

Era a prova de que ele aceitava ser humilhado. Miguel soltou um comentário, dizendo: Se Théo gostava de me ver com outro homem? — Confirmei, respondendo: dele ser corno e gostar de me ver chupando e transando com outro homem. E ainda perguntou para Théo se era verdade. Meu marido confirmou enquanto abria a tampa de uma latinha de cerveja na maior naturalidade.

— Ele gosta de ver, não é? — Miguel murmurou contra a minha boca, com um sorriso de provocação.
— Gosta… — sussurrei, olhando de relance para o Théo, que nos

A resposta do Théo, me deu ainda mais encorajada, mais excitada.

Logo após, deixou o óculo escuro, a carteira, o celular sobre a mesa, e pediu para tomar banho comigo. Achei ótima ideia, porque precisava e fazia calor. Aceitei e o português foi vindo atrás de mim, abrindo o fecho do meu biquíni, sem ligar para Théo, meio apressado, despindo a parte de cima, deixando meus seios nus à mostra. Passou as mãos por eles e deu uma risada debochada, olhando para o Théo, como se dissesse:

— Ei, otário? Você deixa outro homem tocar a sua mulher assim…?

Théo, em pé, deu pau duro, ficou parado, os olhos fixos em nós, com uma mão no interior da sua bermuda, sem conseguir desviar o olhar. Miguel, inclinou-se para baixar a parte de baixo do meu biquíni, passando os lábios pela minha pele enquanto descia o tecido… eu segurava nos ombros dele para me equilibrar, gemendo baixinho, mas com o olhar no meu marido, deixando claro, que ele era um merda de homem, e um corno conformado.

Chamei Miguel para tomar banho comigo, pegando na sua mão, levando-o até o banheiro, sem me importar com o Théo.

Lembro ter olhado para meu esposo, nua e de mãos dadas com outro homem. Vi meu marido parado, segurando a latinha com cerveja, sem saber se nos seguia ou ficava ali, fazendo papel de otário.

THÉO.
Está me humilhando até aqui, amor?

Fui acompanhando-os até o banheiro, mas sem entrar no box. Observei de fora. Tirei minha bermuda preta, coloquei a latinha sobre a pia, iniciando uma punhetinha.

O português só faltou engolir minha esposa. Era cada beijão, fora as mãos passeando no belo corpo dela. Vi a Luna tirar o calção dele. A vi pegar no pau do amante. Vi os dedos dele roçando a xereca rosadinha da amada. Vi os dedos dele sumindo entre suas nádegas, e a água quente caindo sobre seus corpos nus. Escorrendo pelas cabeças, cabelos, ombros, descendo ao chão.

Em seguida, Luna se abaixou, encostando Miguel na parede, tateando as mãos pelo peitoral do português, descendo pela barriga, chegando no membro, onde ela pegou firme com suas mãos macias.

Vi a minha esposa colocando o pênis do português em sua linda boca, e a movimentação da sua cabeça, indo para trás, vindo para frente. Vi as mãos do amante sobre a cabeça dela. Ouvi ele gemendo, ouvi aquele som de chupada. Luna não tinha pressa, ela se divertia enquanto mamava naquele rapaz.

Ele elogiou a minha esposa, dizendo: “que a Luna era deliciosa, que eu era um… abécula, que significa: idiota e palerma. Naquele

Naquele momento, eu não sabia o significado de: abécula. Mas sorri, me sentando no vaso sanitário para me masturbar melhor.

O vi inúmeras vezes erguendo o rosto, para me olhar através da porta de vidro embaçada. Eu, Théo, estava imóvel, como um mero espectador, olhando a minha esposa chupando outro homem.

Quando a Luna parou, ele a ajudou a se levantar. Ela inclinou-se para a frente, apoiando as mãos na parede, deixando seu corpo exposto para ele por trás. O maldito português, passou a língua pelas costas da Luna até a nuca. As mãozonas segurando a cintura da minha esposa, a enrabando, como se já estivesse comendo.

Luna gemia, era um gemido de fêmea no cio. Nesse momento, eu me levantei e fiquei com o rosto grudado na porta de vidro embaçada, sentindo muita raiva e inveja. Ela me olhou e depois, de propósito, para me provocar, pediu para o amante chupá-la, se oferecendo, como um cliente que paga a uma prostituta.

Ela ainda teve a pachorra de dizer: “Vida, vai deixar outro homem me chupar?” — falou sorrindo, cinicamente.

Ainda tive que ouvir isso do português: “Quero que ele veja tudo, quero que ele se sinta miúdo (pequeno).

Miguel sorriu de provocação, e começou a beijar os glúteos da Luna intensamente. Após, foram chupões, suas mãos percorrendo o corpo dela. Entre um beijo, um chupão e outro, ele a ergueu pela cintura, a prensando contra o vidro da porta do banheiro, querendo me mostrar, que era ele ali, e não eu.

Mandou-me ficar olhando, me encarando, com ela por trás do vidro, enquanto a penetração dedos, dizendo-me, para que eu olhasse e aprendesse como fazia uma mulher gemer e gozar.

Logo após, eu gozei tanto, o sêmen espirrou na porta do vidro do box pelo lado de fora. Foi um dos mais fortes orgasmos que tive na minha vida. Continuei, não tirava os olhos deles nem por um segundo. Vi cada beijo, ouvi todos os gemidos. Era humilhação, atrás de humilhação, entrando fundo no meu peito.

“Foi irritante… e também, a coisa mais tesuda que já senti. Ver a minha mulher nos braços de outro, rindo, gemendo, me olhando, me provocando, como se eu fosse um nada, como se dissesse ‘vida, você é muito otário’… Aquilo me deixou vivo, de pau duro, com a impressão: “que se eu tivesse nascido pra isso, pra ser o marido corno que assiste, que sente, que sofre… que ainda mais tesão.”

LUNA.

Estava louca para ser fodida pelo português bonitão. Fui devidamente chupada, mordida e bolinada. Só faltava ser penetrada. E isso não demorou a acontecer!

Théo, em pé, do lado de fora do box, somente assistia. Os dedos segurando seu pau. Não precisa ver para sentir o olhar dele queimando de prazer. Era nítido.

Meu povo. Miguel não perdeu tempo. Foi sem camisinha mesmo, no pelo. Eu me apoiei com as mãos contra a parede suada do azulejo, puxada pelo quadril contra o corpo dele.

Abri um pouco as pernas, e senti seu pau traçar um caminho, entre minhas nádegas, descendo devagar e forçando meus lábios vaginais inchados. Facilitei, abrindo os lábios, exposto minha boceta encharcada de tesão, querendo rola a qualquer custo.

Miguel, disse-me, sussurrando no meu ouvido, com aquele sotaque delicioso: “rapariga, já tá pingando, é?”

Nem o respondi. Mordi o beiço, sentindo a cabeça do seu membro duro bater contra a minha xoxota. Meu corpo e as minhas ações, já respondiam por mim. Os músculos internos da minha vulva se contraindo, implorando por penetração, qualquer coisa, dentro de mim. Então,

o português veio, forçando a cabeça. Entrou sem dificuldade, gemi alto, só parando quando entrou tudo. Théo, do lado de fora, acompanhando, nos observando enquanto se masturbava, adorava ver o amante me destruindo.

Ao contrário do Rodrigo, Miguel não era educado, digo: na maneira de estocar. Não era o tipo de homem que fazia carinho durante a transa. Ele era bruto, me fodeu como se a minha boceta fosse um buraco qualquer. As bolas dele, batiam em torno do meu clitóris, minhas pernas, tremendo. Suas mãos, tinham vida própria (não paravam). Hora, estava nos braços, nos seios, quadris, coxas.

Eu, nas nuvens, pedia mais forte, para provocar Théo, do lado de fora. A ideia de que ele estava ali, assistindo, me deixava poderosamente mais molhada, mais necessitada de rola.

Em algum momento da nossa transa. O amante tirou de dentro de mim, e afundou dois dedos na minha boceta sem avisar, esticando-me, e eu gritei, um pouco de dor, um pouco de tesão. Unhei as paredes enquanto gemia alto, olhando para o meu marido.

O português gostoso, começou a me xingar, assim, do nada, dizendo: “que eu era uma rapariga”, os dedos batendo no fundo, encontrando meu ponto “G”, que fazia meus joelhos fraquejarem.

— Goza, vai, rapariga” — Miguel, sussurrando pra mim.

Balançava a bunda contra a mão dele, desesperada, a um fio de ter chegado a um orgasmo fortíssimo. Mas, eu não gozei, pedindo para ele me comer. Ele riu. Antes que eu pudesse racionar, os dedos saíram, e o seu pau voltou fundo. Senti a cabeça grossinha do pau dele entrar todinho. Não era tão grande quanto a de Rodrigo, porém, Miguel sabia usá-lo bem. E o Théo, se acabando na punheta, os olhos entreabertos, assim como sua boca.

Não esqueço das mãos fortes de Miguel, me agarrando pelos quadris com força, os dedos marcando minha pele branca. Não esqueço das suas estocadas, que mais pareciam socos, violentos, o pênis batendo tão fundo que eu sentia no estômago. Cada vez que ele estocava, meu corpo era jogado contra a parede, os seios esmagados contra o azulejo do box. Não esquecerei dos seus xingamentos, contra mim e contra meu marido. Alguns: a gente entendia o significado, outros nem tanto.

Quando ele me encostou com o rosto do vidro embaçado, o pau já entrava devagar. O português foi se cansando. O rosto dele avermelhado, os lábios semiabertos.

Logo após, Théo o avisou: “sem gozar dentro dela, goza fora.”

Ele riu do Théo, respondendo: “que ia me engravidar.”

Ah, eu aguentei a piada e também ri nesse, olhando para a cara de besta que o Théo fez diante de nós. Em seguida, Miguel mandou eu olhar para meu marido e voltou a me penetrar. Foi: Absolut cinema. E Théo pediu: “mais, mete nela, fode essa vadia até ela gritar”. Miguel não precisou ser pedido duas vezes.

Ele agarrou meu cabelo com uma mão, enquanto a outra agarrou meu peito, apertando com força. Cada soco que tomava, parecia que eu ia falecer, a cabeça do pênis batendo no colo do meu útero, de uma maneira que fazia minha visão turvar e minhas costas vergar.

O amante me pedia para gozar, e usava os últimos cartuchos para afundar o pênis na minha boceta. Não teve jeito, tudo isso se juntou dentro de mim. Meu orgasmo veio num berro alto, descontrolado, as paredes da minha vulva se contraindo em torno do membro do português. Jorros quentes de gozo me inundaram.

Miguel não parou, faltava ele gozar. Me fodia como se eu fosse dele, sabia que ele estava próximo do orgasmo.

— “Vida, você está bem?” — Théo, preocupado comigo, do lado de fora.

— Sim, cala a boca, não entra aqui. — Respondi gemendo, falando alto, com medo dele entrar e sair na porrada com Miguel.

Finalmente, quando parei de tremular, recebi “os socos” de Miguel na boceta. O português tirou o pau de dentro de mim, mandando que eu ajoelhasse. Fui, obedeci, me ajoelhei, com os dedos cravados nas coxas do amante.

Os jatos de sêmen atingiram meu rosto. Foram dois ou três. Miguel urrou alto. Olhando pra mim. Olhando para o teto. O corpo em espasmo, quase tendo um troço. Então, tudo parou.

Ele se afastou de mim, entrando de baixo do chuveiro para molhar os cabelos, a cabeça e todo o corpo. Os pingos d'água que caíam nele, caíam em mim.

Eu me virei devagar para o Théo, do outro lado do vidro, ainda com o rosto, os lábios respingados de sêmen, os olhos fixos nos dele. Théo, apertava o pau, ao me ver gozada, daquele jeito.

Não sabia o que dizer. Não sabia se devia me desculpar. Se devia gargalhar. Se devia engolir sêmen e depois beijá-lo. Fiquei sem reação. Porém, sabia uma coisa: “queria aquilo para nós, para sempre, durante todo o nosso casamento”.

THÉO.

Fiquei ali, parado, assistindo, enciumado, tenso e preocupado.

Miguel pegou a minha esposa de jeito. O corpo da Luna se curvava a cada estocada. O som dos gemidos dela,era mais alto do que a gente faz amor. Via minha esposa sendo penetrada com força. E aquilo mexeu comigo de formas que só agora eu entendo.

Como marido, doeu muito. Doeu porque é inevitável sentir o ego sendo esmagado, ver outro homem fazendo o que eu não faço com ela. O português pegou pesado? Sim, mas o que eu podia fazer? Fui eu que corri e o chamei para uma aventura, para um fetiche?

Como homem, eu aprendi que a Luna não é minha. Ela é dela mesma, e me deixa participar da vida dela, porque quer, não porque eu prendo. Aprendi a ver beleza na entrega dela a outro, a me alimentar da excitação que nasce desse amor, desse casamento.

E no fim, quando tudo acabou e ela voltou pra mim, ainda gozada, ainda com o cheiro de sêmen na pele, eu só consegui olhar pra ela e dizer:
— Luna… eu te amo. Mais do que ontem, mais do que antes, mais do que eu mesmo entendo. Porque é no teu prazer que encontro o meu.

LUNA.

Ah, que lindo, amor! Amei, amei, amei…

— Por respeito ao Miguel, e a sua identidade, optamos por preservá-lo.
— Mais fotos, nos nossos álbuns.
— Vote e comente. O casal Théo e Luna, agradece.

Foto 1 do Conto erotico: A Esposa de Todos. — Litoral Sul, da Bahia. Parte Final.


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Comentários


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fernando1souza2 Comentou em 15/08/2025

Cada vez melhor!

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rodgilbert Comentou em 15/08/2025

Adoro ser corno e essa série de contos me trouxe lembranças de chifres que levei em meus relacionamentos. Parabéns ao casal.

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kasalguaru Comentou em 15/08/2025

Contos muito bom

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educontos Comentou em 15/08/2025

até o portuga passou a mandioca na esposa gostosa? portuga sortudo, tbm quero Théo, por favor, por favor.

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gabygaby Comentou em 15/08/2025

Théo - vc é mesmo um corno, um corno convicto e gosta de ser corno




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Esposa de Todos. — Litoral Sul, da Bahia. Parte Final.

Codigo do conto:
240225

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/08/2025

Quant.de Votos:
29

Quant.de Fotos:
1