A ESPOSA DE TODOS - Nossa Primeira Vez, Na Casa De Swing.



A ESPOSA DE TODOS.

THÉO.

Eu nunca vou esquecer a noite em que essa ideia nasceu. Foi na segunda quinzena de maio de 2025. Eu e a Luna estávamos na sala, pelados, deitados no sofá, após dar uma trepadinha.

Eu mexia no controle da televisão e entrei no XVideos, quando vi um vídeo de casa de swing. Um casal real, trocando de parceiro a todo minuto. Enquanto assistíamos, observei os olhos da Luna brilharem. Ela sequer tentou disfarçar. Comentou: “Que havia pensado na possibilidade, mas nunca teve coragem de me dizer.”

Como assim? Aquilo me acendeu de uma forma absurda. Era como se, naquele segundo, eu tivesse certeza: não havia mais volta no caminho que vínhamos trilhando.

Conversamos muito naquela noite, entre beijos e muita pegação, com o vídeo rodando na televisão. Disse a ela que queria vê-la com vários homens. Disse querer sentir o gosto de ser um espectador da minha própria esposa. E o mais gostoso foi ouvir dela, que isso também a excitava.

Depois disso, pegamos nossos celulares, fizemos uma pesquisa, listando cerca de dez casas de swing. Todas fora da cidade onde moramos, por segurança, por sigilo, e também porque queríamos viver aquilo sem o risco de esbarrar em alguém conhecido.

Salvamos as melhores opções, avaliamos fotos, comentários de quem frequentou, a discrição dos locais. Até escolhermos a melhor opção. Não direi o nome da casa para a nossa segurança.

LUNA.

Gente, a empolgação foi tanta que naquela madrugada decidimos: iríamos ao próximo final de semana, da sexta para o sábado.

Foi tudo muito rápido: em questão de minutos, reservamos um quarto de hotel na cidade onde ficava a casa de swing escolhida, preferimos assim, um quarto só nosso, para que, quando terminasse, teríamos um lugar para descansar.

A espera foi de dois dias. Dois dias que pareceram semanas. É ruim demais ter que esperar por algo que você sempre teve a curiosidade de entrar. A cada manhã, eu acordava com um frio na barriga, a ansiedade tomando conta de mim. Eu não conseguia me concentrar em mais nada, nem no meu trabalho, apenas imaginava as cenas, os sons, os olhares, tudo.

O que Théo não sabia: e que resolvi confessar para ele, somente naquele momento. É que eu sempre tive vontade de frequentar uma casa de swing, muito antes mesmo de conhecê-lo.

É sério! Era um desejo particular meu. Sempre me excitou a ideia de ser desejada por outros homens e, por que não, por outras mulheres? De me expor, de transar em outros ambientes, de saber que várias pessoas olham se excitando comigo.

Tinha essa fantasia de entrar numa cabine e aparecerem vários cacetes duros nos buracos para eu chupar, lamber, saborear e masturbar. Sentir o tesão de outros olhos em mim, ao mesmo tempo que eu me entregava sem pudor.

Hoje, agora enquanto escrevo: falo que frequentamos algumas outras casas, mas queremos escrever, narrar para vocês: como foi a nossa primeira vez numa casa de swing. Foi no mês de maio de 2025. Só de lembrar desse dia, galerinha, a minha boceta já está molhadinha. Afinal, a primeira vez a gente nunca esquece.

Para dar certo, tivemos que sair mais cedo dos nossos respectivos trabalhos. Théo foi dirigindo, viajamos cerca de 90 km da nosssa cidade, para a cidade da casa de Swing. Naquela sexta-feira, eu vestia um vestido preto de seda, justo no quadril. Théo também estava elegante, de blazer azul-marinho e calça clara. Como na foto abaixo, vejam lá.

Quando chegamos à cidade, fomos para o hotel. Descansamos um pouco, nos alimentamos, tomamos banho juntos, antes de partimos para a casa de swing. Entramos no veículo. Meu coração batendo acelerado. Eu mordia levemente os lábios, imaginando como seria a sensação de entrar naquele lugar pela primeira vez.

O GPS nos guiou até o local. Foram mais quatro quilômetros de distância. Théo perguntou: “Seu, eu estava bem?” Respondi que sim, mas que também estava preparada para enfrentar o desafio.


Quando chegamos, a fachada era discreta, o letreiro luminoso escondia a fantasia que existia no seu interior. Para mim, o letreiro brilhou como a entrada de um mundo novo.

Lembro do nervosismo que percorreu meu corpo quando entramos na casa. O ambiente era bonito, nada vulgar. Luzes coloridas, música eletrônica, casais sorrindo, taças de vinho, uísque e champanhe em mãos. Homens bem-vestidos, mulheres bem-vestidas. Para ser sincera: eu me senti bem naquele lugar.

Enquanto caminhava ao lado do meu marido, notei alguns olhares sobre mim. Mal entrei e já me sentia desejada, saber que Théo via tudo e gostava, que a fantasia dele se misturava à minha. Naquela noite, tudo era possível.

THÉO.

Desde o momento em que cruzamos a entrada daquela casa de swing, notei que Luna estava diferente. Não apenas linda, porque isso é comum. Havia na minha esposa um brilho nos seus olhos, que atraia cada olhar ao nosso redor.

Luna estava simplesmente deliciosa naquele vestido preto, justo, que deixava suas pernas à mostra, e o sorriso… o sorriso dela era a verdadeira isca. Observava tudo. Os olhares, os cochichos de casais à nossa volta, a maneira como alguns homens seguravam discretamente suas taças, sem tirar os olhos de Luna. E cada vez que alguém a fitava, eu sentia prazer torturante: orgulho de ser o homem dela e, ao mesmo tempo, corno. A excitação de saber que, em breve, outros também teriam a chance de tocá-la.

A casa, na verdade, era um galpão. Vejam as fotos. Não pudemos registrar muita coisa. Porque era extremamente proibido filmar ou tirar fotos num determinado tempo. Tinha avisos por toda parte, mas registramos um pouquinho.

O lugar era mais requintado do que eu imaginara. Luzes suaves, mesas de canto, música, muita bebida, pessoas bonitas, tudo isso deixou o local especial. Havia um clima gostoso no ar, como se todos ali soubessem o quanto aquele lugar era terreno proibido e, justamente por isso, excitante.

Foi quando apareceu esse rapaz bonito, vestindo smoking e gravata borboleta-azul. Ele era single, ou seja: não veio acompanhado de uma mulher. Aproximou-se de nós puxando conversa, no maior descaramento. Percebi seus olhos, não deixaram dúvidas: estavam cravados em Luna. Ele se apresentou a nós. Seu nome era Leandro.

Na hora, percebi o interesse da Luna no cara. Fiquei em silêncio por alguns segundos, observando. Era a primeira vez que, em um ambiente assim, alguém tinha a coragem de se aproximar diretamente dela.

Os convites eram sempre sutis naquele lugar. Um olhar que durava mais do que o normal, uma taça oferecida, uma pergunta aparentemente banal. Leandro perguntou de onde éramos, elogiou a beleza da Luna e do seuvestido. Comentou sobre a casa, sempre mantendo os olhos nela.

Eu estava ali, ao lado, e não me sentia diminuído. Ao contrário, fiquei mais empolgado. Cada palavra trocada, cada sorriso trocado, me excitava ainda mais. Era como se eu tivesse preparado Luna para aquele momento. Como se cada fantasia que cultivamos tivesse se tornado real diante dos meus olhos.

Quando Leandro segurou a mão da minha esposa pela primeira vez e a beijou na minha frente, percebi que a noite havia realmente começado. Vi a expressão dela mudar. O modo como ele se aproximou fez com que até eu sentisse um arrepio na espinha.

A safada da minha esposa, por sua vez, sorriu com aquele olhar maroto. Então, o beijo, que era suave, ficou mais próximo. Eu estava ali, a centímetros de distância, testemunhando cada detalhe. Não só eu, mas como várias pessoas. Foi uma mistureba de prazer e humilhação para mim.

Prazer: porque a cena era tudo o que eu desejava, ver a minha esposa se entregando a outro homem diante dos meus olhos.

Humilhação: porque esse mesmo gesto me lembrava que, ali, eu estava cedendo meu lugar de marido exclusivo para ser apenas o espectador do prazer dela.

Porém, não fiquei só observando. Quando os lábios de Leandro se afastaram dos de Luna, eu mesmo me aproximei. O encarei. Senti a respiração quente dele e, num impulso, o beijei. Não foi um ato planejado, simplesmente aconteceu. Um beijo intenso, direto. E não, não era a primeira vez que eu beijava um homem.

A verdade é que sou bissexual. Sempre fui. Antes de conhecer Luna, vivi experiências com outros homens, algumas rápidas, outras marcantes. Carrego em mim essa dualidade: o desejo pelo feminino e a curiosidade insaciável pelo masculino. E, de certo modo, foi justamente essa abertura que me tornou capaz de viver esse fetiche ao lado da minha esposa.

O gostoso disso tudo. Leandro, ao me beijar, não recuou. Pelo contrário. Revidou me beijando, e naquele instante percebi que o bonitão também compreendia ao meu desejo. Não havia disputa. Não havia ciúme. Éramos três corpos prestes a se entrelaçar num mesmo ambiente de prazer.

Luna, minha esposa, assistia a tudo, os olhos arregalados, as bochechas coradas de excitação. E o sorriso dela, ao nos ver beijando, foi a confirmação de que havíamos ultrapassado mais uma barreira junto.

Depois do nosso beijo em Leandro, notei que algo havia mudado no pequeno espaço ao nosso redor. Era como se tivéssemos acendido um fogo que chamou a atenção de todos que estavam ali.

Olhares se voltavam para nós, curiosos, avaliando. O beijo em minha esposa e depois em mim não foi apenas um gesto normal, e sim uma espécie de convite que dizia: estamos abertos.

Outros casais começaram a se aproximar, devagar. Uma mulher de vestido vermelho sorriu para Luna, enquanto o homem ao lado dela me encarava já sabendo do meu segredo. Dois solteiros também pararam próximos, observando.

Eu, que sempre fui o maestro do nosso fetiche, me vi pela primeira vez sem controle da orquestra. Luna estava linda. Seus olhos brilhavam, sua pele ardia contra a luz da casa. Ela se aproximou de mim e falou baixinho no meu ouvido: “Amor, todos estão olhando, tô com vergonha.”

Aquela fala atingiu-me em cheio. A Luna com vergonha? Era exatamente o que eu queria ouvir. Era para isso que estávamos ali: para ela perdera vergonha de vez. Era para que os olhares a despisse, para que eu a visse ser admirada e disputada.

Leandro, percebendo a situação, envolveu Luna pela cintura e a manteve junto a ele. Sua postura era de posse, e aquilo, em vez de me incomodar, me excitava ainda mais. Eu queria vê-la sendo fodida, chupada por outro homem.

As pessoas ao redor não chegaram a nos tocar, mas os olhares eram convites. Foi como se a casa inteira nos empurrasse para a próxima etapa, como se dissesse: aqui não é lugar apenas para flertar, mas para se entregar.

Não foi filmado, nem fotografado. Porque já disse anteriormente: ser proibido registrar as dependências daquela casa.


Foi nesse instante que percebi: era hora de sair dali. O tesão cresceu entre nós três. Olhei para Luna, depois para Leandro, e falei: Vamos? E eles responderam sim. E naquele momento, seguimos juntos para umas daquelas cabines e seguidos por olhares curiosos.

LUNA.

Quando seguimos, Leandro até uma das cabines. Ele ficou passando as mãos no meu corpo todo. Senti meu coração bater acelerado.

Assim que chegamos, num corredor estreito, pouco iluminado, e a cada porta havia gemido diferente. Ao entrarmos, nos deparamos com um lugar simples e bem-pensado para aquilo: uma cama de casal arrumada, toalhas brancas, limpas e dobradas sobre a mesa lateral, garrafas de água e preservativos à disposição.

Outra coisa que queria dizer. Eu sempre soube da bissexualidade de Théo. Ele nunca escondeu isso de mim. Contou histórias de experiências passadas, de homens que já haviam cruzado seu caminho. Mas nada se comparava a vê-lo beijando outro homem.

Quando Théo beijou Leandro, fiquei surpresa e excitada. Nunca havia visto essa faceta dele. E, para minha surpresa, percebi o quanto meu marido estava interessado em Leandro. Os olhos do Théo brilhavam. O jeito como suas mãos tocavam o outro. Gente, tudo era diferente, novo, excitante para mim.

Como o próprio Théo escreveu: não pôde ser registrado, ou seríamos expulsos. Só sei que o clima esquentou rapidinho.

Leandro se sentou à beira da cama e Théo se ajoelhou diante daquele macho. Fiquei alguns segundos incrédula, observando a cena. Meu marido, de joelhos, baixando as calças de outro homem.

A cueca box preta desceu junto, e a rola dele, dura, linda, saltou para fora. O impressionante, a boca do meu esposo, buscando o pau do Leandro. Fiquei boquiaberta, paralisada. Meu corpo inteiro gelou, a ousadia dele incendiava a minha própria. Não resisti. Me aproximei e alisei meus dedos nos ombros do meu marido, e me juntei a ele.

Mamamos o cacete do Leandro juntos. Minha boca se alternava entre chupar o cacete do amante e beijar o Théo. Meus lábios iam da cabeça até os testículos, enquanto os de Théo voltavam em seguida, como se competíssemos e, ao mesmo tempo, colaborássemos para dar prazer àquele homem.

Foi surreal, gente. Sentir a respiração contínua de Leandro mais em cima, e do meu esposo, ao meu lado, cúmplice, excitado.

Juro pela minha mãe: “Não esperava que um dia, assistisse Théo chupar o pau de outro homem, e diferente do que imaginei que sentiria ciúmes ou desconforto, o que me deixou perplexa foi a excitação deliciosa de impossível de segurar.

Fomos chamados de: putinha, pelo Leandro. Théo nem se incomodou. Talvez ele seja mesmo. O pau do Leandro era uma delícia de mamar. Tinha um gosto salgadinho, quando lambi, descendo até suas bolas. Leandro gemia e seu corpo tremia, nos olhando chupá-lo. Deixei Théo chupar sozinho e subi as mãos pelas coxas do amante, me levantando o suficiente para beijá-lo.

Nossos lábios se uniram com um estalo. Beijamos de língua. Pude sentir o gosto de cerveja e menta em sua língua. Minhas mãos alisaram para a sua cintura, puxando seu blazer para cima. Em seguida, tirei sua gravata borboleta e a camisa.

Recordo-me, de Leandro falar: “vocês dois são uns safados”.

Eu ri, Théo nem respondeu. Ficou interagindo, mamando no rapaz que nem uma putinha assanhada. Meu esposo não parou de chupar nem um segundo. O som de sucção dominou a cabine, com os gemidos que saíam de Leandro, cada vez que Théo o engolia todo.

Tirei a minha roupa na frente deles. Théo levantou os olhos o suficiente para me ver despindo. Meus dedos tremiam ao desabotoar o vestido. Por último, tirei a calcinha. Foi então que Théo se levantou, com os lábios vermelhos, inchados e babados, de tanto chupar o pau do rapaz. Fiquei nua, minha pele ficou formigando, não sei narrar o motivo. Pode ter sido excesso de tesão? Não sei.

De repente, Théo me agarrou e me beijou muito gostoso, sua boca colada na minha, que me fez ficar mais úmida do que já estava. Pude sentir o gosto da rola de Leandro na língua do meu marido. Seu pau estava duro contra a minha coxa, latejando, pedindo atenção.

A gente foi para a cama. Não era uma cama confortável. Colchão fino, coberto por um lençol que cheirava a amaciante barato. Mas ninguém ali se importou. Leandro nos empurrou para baixo, com seu corpo nos cobrindo por cima. Muitos beijos. Eu beijava o Théo. Leandro me beijava. Théo e Leandro se beijavam. Foi uma doideira.

Fomos tirando a roupa de Théo. O pau ereto dele saltou para fora da cueca. A glande vermelha, saindo resquícios de sêmen. Eu não resisti, abaixei a cabeça e lambi a ponta, saboreando o gostosinho.

Leandro também não resistiu, tomou a rola do meu esposo da minha boca e o mamou, segurando as coxas de Théo. Os gemidos longos de meu maridoforam aumentando. Eu me inclinei para frente, peguei o pau de Leandro com uma das mãos, abri a boca e o chupei novamente, desta vez levando a cabeça até o fundo da minha garganta. Foi uma putaria intensa, imensa, sem regras alguma. Por um momento, foi só isso: três bocas famintas trabalhando. Leandro chupando Théo. Eu chupando Leandro. Théo me chupando na boceta. Leandro me chupando nos seios. E as salivas escorrendo de nossas bocas. Só queríamos mais. Só queríamos ir até o fim.

THÉO.

Nunca esquecerei aquela noite. Entrar na cabine ao lado de Luna e Leandro foi a melhor coisa que fiz na vida. Foi como ressuscitar meu lado: gay, bicha do passado. Eu sempre desejei, mas que, até então, apenas ficou na minha imaginação.

Ver minha esposa, a mulher que amo e que compartilha a vida comigo, de me ver chupando outro homem, foi surreal.

Da minha parte, não houve ciúme, mas acima de tudo havia fascínio. Cada vez que Leandro a tocava, cada vez que seus lábios deslizavam pelos seios, pela xaninha dela, eu sentia tesão.

Foi tão libertador para mim beijar o Leandro na frente de Luna.

Não era a primeira vez que beijei um homem, mas ali… diante dos olhos da minha esposa… foi tudo diferente. O beijo tinha gosto de desafio. A língua do lindão encontrando a minha despertou algo adormecido. Eu queria que ela visse a bichona que sou. Eu queria que ela soubesse que não havia mais segredos entre nós.

A mamada do Leandro em mim foi algo que não esquecerei. O viado era um especialista em chupeta. Comecei a chamá-lo de viado, de viadinho. Gemi alto, com as mãos apertando a bunda da Luna.

Quando ele parou de me chupar, sua boca linda escorria saliva. Olhei para baixo, vendo ambos. Minha linda esposa, com seus lindos olhos semicerrados de prazer. E Leandro, ao lado dela, com cara de putinha pidona. A Luna me chupou também, mamando do jeito que só ela sabe. Leandro veio me beijar. Nossas bocas se amando, grudadas como cola. Nossas línguas lambiam uma à outra.

Em seguida, Leandro se juntou a Luna. Desta vez, os dois se duelaram para me chupar. Minhas mãos afundam em seus cabelos, para guiá-los melhor. Fiquei falando enquanto gemia: Assim, seus safados. Chupem meu pau.

Os dois obedeceram, engolindo meu pau muito gostoso. Luna, safada como sempre, lambia meus testículos e ficava me olhando, sorrindo, livre como um pássaro.

Daí, foi a nossa vez de interagir com a Luna. Masturbei minha esposinha. Leandro ficou chupando os seios dela. Fomos revezando, enquanto eu a chupava na xaninha, o amante a beijava e brincava cutucando os dedos no clitóris dela. A Luna tremia de tesão, suas coxas se contraindo, tremendo.

Quando Leandro pediu para foder a Luna. Ela se deitou, com ele subindo em cima dela. Leandro não esperou e já foi enfiando o pau na xaninha da minha esposa, preenchendo-a toda.

Assistir a transa, com Leandro, foi talvez o momento em que mais me senti um lixo como homem, como marido. Vi-a gemer, vi seu corpo se curvar, vi o prazer em seus olhos. E tudo isso alimentava o meu próprio fetiche. Não fui só espectador; fui parte da cena.

Incentivei Leandro a meter mais na minha esposa, pedindo: abre ela toda. Ele me obedeceu, suas mãos a seguraram pelas coxas, sua penetração nela aumentou de ritmo. Também coloquei meu pau na boca da Luna. Ela me chupava com prazer, gemendo, sentindo as estocadas do outro homem.

Fiquei falando para o gostoso do Leandro: tá vendo, tá vendo, olha como ela gosta de rola, olha como ela ama ser fodida.

Luna ficou sorrindo, nem precisou confessar. Ela só gemia e chupava meu pau e tomava rola na buceta do amante.

Minha esposa gozou gritando, com o Leandro mandando ver na penetração. Porém, de repente, Leandro parou. Seu pau saiu de dentro da Luna, gozando no corpo dela. Não resisti e fui atrás do Leandro, colocando as minhas mãos nas nádegas dele, puxando-o para trás. O sem vergonha riu, se ajoelhou no colchão, com as mãos apoiadas e tudo. Tasquei o meu pau no cuzão dele. Leandro gemeu, sua cabeça caiu para frente enquanto comecei a empurrar, devagar no início, mas com muita vontade, para não deixar dúvidas sobre o que eu queria fazer nele.

— Porra — Leandro falou para mim, suas mãos apertando as pernas da Luna à sua frente. Minha esposa, de olhos arregalados, me viu foder outro homem. A cena foi linda, mas não pôde ser registrada. Meu pau desaparecia dentro do seu cu a cada vez que empurrava. A expressão no rosto da Luna me deixou ainda mais excitado, de pau duro. Ela começou a se tocar sozinha, dedilhando a xaninha com força. E os quadris de Leandro se moviam, reagindo a minha penetração. Eu assistia aos dois interagindo.

A Luna começou a me incentivar: “vai vida, come ele”.

Podia sentir os músculos do cu dele se contraindo em volta do meu cacete. O tesão foi tanto que avisei: vou gozar. Vou gozar. Vou gozar.

Daí, eu ouvi: “goza dentro. Ele mandou e pediu novamente. — “Gozar dentro do meu cu.”

E foi isso que fiz. Meu corpo ficou enrijecido, meu pai jorrou espasmodicamente sêmen para o interior do ânus do Leandro.

Luna, de pernas abertas, na nossa frente, se tocando, com os dedos trabalhando dentro dela, ficou nos olhando espantada. Depois que gozei nele, continuei fodendo sem piedade.

— Agora é a minha vez, paixão. — Leandro pra mim.

Eu nunca pensei que chegaria até ali. Já havia sonhado, imaginado, como seria dar o cu a outro homem, ao lado da Luna. Mas imaginar é uma coisa, viver é outra. Dentro daquela cabine, diante dos dois, descobri um lado de mim que sempre esteve guardado, reprimido, esperando o instante certo para reviver.

Quando o lindão do Leandro pediu para me foder, pediu para me foder. Eu não demorei, pois queria dar mesmo. Fiquei de quatro na frente da minha esposa, que nem uma putinha. Meu corpo inteiro formigava. Meu cu piscava desesperado por rola. Fiquei olhando para a Luna, com brilho nos olhos. Leandro salivou no meu cuzinho antes de meter.

Quando Leandro me penetrou, meu corpo inteiro tremeu. Fazia anos que não dava o cu. Senti dor e prazer. O desconforto inicial era suportável. Não sabia se gemia pela dor ou pelo prazer.

Fiquei olhando para a minha esposa. Ela estava ali, observando tudo, cúmplice. Em alguns momentos, parecia mais excitada do que surpresa. Seus lábios se entreabriam, o corpo se inclinava para mais perto, como se me incentivasse em silêncio: “vai, se entrega, eu estou aqui.”

A sensação de dar o cu para outro homem na frente da Luna foi deliciosamente boa. Cada empurrada que ele dava em mim, eu precisava daquele tempo para atravessar a dor e encontrar o prazer. E quando finalmente deixei de lutar contra o que sentia, um calor, um tesão me dominou por completo.

Gemidos escaparam da minha garganta, não foi só físico. Foi a expressão de anos de fantasias guardadas, de medos, de fronteiras sendo rompidas. E a cada olhar para Luna, a cada sorriso de incentivo dela, percebia que não estava perdendo nada como homem, como marido. Estava, na verdade, ganhando uma nova dimensão de mim mesmo.

Como fiz nele, ele fez em mim. Leandro gozou dentro do meu cu. Depois, entre beijos e carinhos, ficamos os três deitados na cama, conversando, ouvindo as aventuras do amante, ele ouvindo as nossas aventuras.

Leandro foi muito carinhoso com a Luna. Enquanto a gente conversava, ele acariciava os cabelos da minha esposa, depois alisou os seios dela, tocou sua cintura. Havia carinho ali.

A noite naquela casa apenas começava. Eu e o Leandro tivemos que tomar banho. Para a nossa sorte, havia vestiários masculinos e femininos. A Luna foi se limpar no vestiário feminino.

Encontrei ambos na saída dos vestiários. A despedida foi simples. A Luna pegou o número de telefone dele para eventuais outras aventuras. Beijei o Leandro, depois a Luna, um abraço mais demorado do que deveria.

Eu e a minha esposa fomos de um lado, de mãos dadas, para o bar, e Leandro do outro, sozinho, para outras cabines.

Não me arrependo de nada. Não tenho vergonha. Naquela noite,
olhei para minha esposa e percebi estarmos sorrindo, cúmplices, excitados e apaixonados como no início.

— Em breve, postaremos a parte dois. — Aguardem.
— Em respeito a imagem de Leandro, escondemos seu rosto.
— Comente, Vote. O Casal Théo & Luna, agradece.

Foto 1 do Conto erotico: A ESPOSA DE TODOS - Nossa Primeira Vez, Na Casa De Swing.


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Comentários


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gabygaby Comentou em 25/08/2025

Bacana esse casal. Vocês são corajosos de se expor aqui, em um site cheio de FDP´S.

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educontos Comentou em 25/08/2025

ENTÃO O THEOZINHO É BICHINHA? QUE SURPRESA EIM?tBM QRO ESSE CUSZINHO THEO?

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krystalbuarque2 Comentou em 25/08/2025

Além de gato, Theo é o marido perfeitinho. Corno e bissexuallll

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paudurokerloira Comentou em 25/08/2025

Estou louco pra fuder sua mulher tbm

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lozo Comentou em 25/08/2025

delicia de conto e parabéns em dividir essa deliciosa gatona votado e aprovado

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ffsafadao Comentou em 25/08/2025

Que tesão esposa maravilhosa Me add como amigo




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Ficha do conto

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casaltheoeluna

Nome do conto:
A ESPOSA DE TODOS - Nossa Primeira Vez, Na Casa De Swing.

Codigo do conto:
240863

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
25/08/2025

Quant.de Votos:
25

Quant.de Fotos:
1