Do dedo ao vibrador no cu. (O começo de tudo!)



Olá a todos vou aqui contar o Inicio de tudo em nossa vida. Preparados.... vamos lá.

Casamos jovens, Marina e eu. Naquela época, éramos dois jovens cheios de sonhos, mas com pouca experiência sexual. Nossa vida íntima começou tímida, cheia de descobertas modestas — beijos apaixonados, carícias hesitantes e noites de amor que, embora especiais, ainda não exploravam os desejos mais profundos que ambos carregávamos.

O tempo passou, e com ele veio a confiança. Um dia, durante uma noite quente de verão, estávamos em nosso quarto, a luz do abajur criando sombras dançantes nas paredes. Marina começou a me beijar de maneira mais ousada, descendo pelo meu pescoço, meu peito, até chegar ao meu pau. Ela me chupava com uma mistura de ternura e vontade que me deixava louco.

Mas naquela noite, ela foi além.

Enquanto me chupava, sua língua desceu mais, passando pelas minhas bolas, até chegar ao meu cu. A sensação foi estranha no início — um misto de surpresa e prazer. Eu gemi, e ela percebeu que eu não resisti. Pelo contrário, me curvei levemente, incentivando ela passar mais a lingua.

Ela parou por um instante, olhou para mim com olhos curiosos e disse, com uma voz suave mas cheia de intenção:
— To afim de meter o dedo nesse cuzinho… Posso?

Eu ri, um pouco nervoso, mas excitado.
— Vamos tentar.

Ela pegou o dedo dela e colocou na minha boca e disse chupa vai, deixa bem meladinho e lubrificou o dedo com minha saliva e a dela, e começou a massagear devagar a entrada. A sensação era nova, intensa. Quando ela inseriu o dedo, eu prendi a respiração, mas logo me soltei no prazer.

— Isso… assim… — eu gemi, e ela sorriu, entendendo que havia aberto uma porta para algo maior.

Nos meses seguintes, aquilo se tornou parte da nossa rotina. Um dedo virou dois, e depois três. Marina descobriu como me fazer gemer e gozar como nunca antes. Eu jurava que ia perder a cabeça toda vez que ela me fodia com os dedos, me chamando de sua putinha, sua cadelinha. Cheguei a gozar sem tocar no meu pau, ela de fato sabe mexer em um cu.

Certa noite, após três meses dessa nova dinâmica, deitei ao seu lado e perguntei, sério:
— Marina, você me vê como gay? Porque eu não me sinto assim. Meu desejo é só por você.

Ela me olhou com carinho e deu um leve tapinha no meu rosto.
— Eu sei, amor. Você não é gay. Só estamos melhorando nosso sexo, explorando… e eu adoro isso. Apesar que você é homem, porem um homem mais especial pra mim.

Fiquei aliviado e ainda mais excitado por sua resposta.

Pouco tempo depois, estávamos experimentando uma posição diferente — eu de costas para ela, enquanto ela me penetrava com os dedos. Em um momento de êxtase, ela sussurrou no meu ouvido:
— Nessa posição, eu imagino que estou fodendo você, amor…

E então, ela começou a falar coisas que me deixaram completamente dominado pelo prazer:
— Deixa eu te fuder gostoso, minha puta. Você é todo meu, não é?

Eu alimentei cada palavra, respondendo:
— Sou todo seu, Marina. Me usa… Sou sua puta.

E assim, sem nem perceber, estávamos começando uma jornada que iria muito, muito além da nossa imaginação.
Algumas semanas depois da nossa conversa, Marina me surpreendeu.

— Vamos sair hoje, amor. Já reservei um lugar.

Ela não me deu detalhes, mas pelo olhar dela, eu sabia que algo intenso estava por vir.

Chegamos ao motel — um quarto amplo, com espelhos, uma cama king size, e aquela atmosfera quente e proibida que já deixava a gente com tesão. Assim que a porta fechou, ela me empurrou contra a parede e me beijou com uma fome que parecia inesgotável.

— Hoje você é totalmente meu, viu!. Não vai ter volta!

Ela abriu a bolsa e tirou um saco. Dentro, um vibrador grande e realista, lubrificante e um massageador de clitóris. Meus olhos arregalaram, mas eu já estava duro como pedra.

— Deita na cama. De bruços.

Eu obedeci, e ela começou a me preparar, beijando minhas costas, descendo até meu cu, lambendo e preparando com uma paciência que me deixou louco.
— Você vai virar a mulherzinha hoje, sabia? Vou te arrombar até você não aguentar mais. Sabe das vezes que você me arromba meu cuzinho? Então quero que sinta o que eu sinto.. prazer gostoso.

Ela passou lubrificante em mim e no vibrador, e então começou a inserir. Foi devagar, mas firme. Eu gemi, enterrei o rosto no travesseiro, e ela sussurrou:
— Relaxa, amor, tas muito tenso, tem que relaxar, tas travando assim será pior minha putinha. Isso é só o começo, nem entrou nada. Relaxa amor vai.

E eu fui relaxando e ela forçando aos poucos. Quando ele entrou por completo, eu jurei que ia explodir. Pois mesmo ela ja tendo me comido com os 3 dedos não se compara a um exemplar de uma rola. Ela ligou o vibrador na potência máxima, e começou a mover e o cassete saltou pra dentro dentro de mim e eu gritei e gemi ao mesmo tempo. Ela vibrou na hora que falou alto.
— Isso, sua vagabunda, gosta de levar rola, não é?

Eu não conseguia falar, só gemer. Ela acelerou, e em poucos minutos, gozei pela primeira vez — jorrei na cama sem nem tocar no meu pau.

Mas ela não parou.
— Ainda não acabou, não. Vira de frente. Quero ver sua cara.

Virei, e ela montou em cima de mim, inserindo o vibrador de novo enquanto me beijava.
— Quero ver você gozar de novo. Goza pra mim, sua puta.

Na época eu novo conseguia gozar novamente fácil e ela sabia disso, ela me chupava e eu levantava as pernas como frango assado e ela enfiava todo pau la dentro ate o talo literalmente, chegava incomodar um pouco, mas estava gostoso. Foi então

Ela usou o massageador no clitóris dela, e quase imediatamente, começou a tremer.
— Porra, Ericksson, eu vou me mijar… Ai caralho, porra, porra que delicia..

E ela o fez. Um jato quente saiu dela, molhando a toalha que ela tinha colocado embaixo. Ela gemeu alto, e o som me fez gozar pela segunda vez — outra vez sem tocar em mim. Meu pau começou a escorrer porra para meu cu.

Ela disse eita porra que delicia, e pegou um pouco do meu sêmen com os dedos e chegou perto da minha boca e disse, amor meu sonho e ela olhou pra mim e com os dedos com porra disse.
— Engole. Agora.

Eu abri a boca e engoli minha própria porra, sob o olhar dela, que parecia cada vez mais dominadora. Ela disse pera ai amor, isso é ouro, tem mais e começou a pegar pouco a pouco minha gala e por na minha boca e me fez beber toda.

— Você me ama? — ela perguntou, séria.
— Amo, Marina.

— E tem nojo de mim? Do que a gente faz?
— Não tenho nojo, amor.

Ela riu, perversa.
— Quero ver agora então.

Ela pegou a toalha encharcada de xixi, se aproximou de mim e começou a espremer um pouco em cima do meu rosto.
— Abre a boca, amor. Se não tem nojinho então abre a boquinha amor.

Eu abri a boca, e o líquido quente e salgado escorreu pela minha garganta. Ela me observava, com os olhos ardendo de prazer e dominação, tipo admirando tudo os bicos do peito durissimos então notei que ela estava com tesão e eu com tesão em ver ela com tesão.

— Você é meu, amor, meu marido e agora virou minha puta. Só minha.

Naquela noite, eu entendi que não havia mais voltas. E, para ser sincero, eu não queria.

Na moral eu passei anos pensando se deveria contar isso em algum lugar e escolhi com ela esse site e como não escondo nada dela ela esta me ajudando a escrever aqui.

E se ficou com tesão? Na próxima parte, tem ainda mais… Vou contar o dia que eu sugerir trazer outra pessoa, para um dia de sexo com agente? Quer saber? É só pedir!

Foto 1 do Conto erotico: Do dedo ao vibrador no cu. (O começo de tudo!)


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Comentários


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edumanso Comentou em 27/08/2025

Ter esposa ativa tarada é um sonho, amo isso tbm ! Minha começou enfiando dedos e confessei pra ela que já dei meu cú, ela pirou comprou vários consolos gigantes, me fode falando relaxa teu cú marido viado que amo !

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acaco Comentou em 26/08/2025

Conte mais, por favor. Obs. esta foto é da tua bunda? Linda! Votado

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fudedordecu Comentou em 26/08/2025

muito bom

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lozo Comentou em 26/08/2025

Que delicia de conto e que maravilhosa descoberta, seria gostoso demais se os casais descobrissem o potencial erótico um do outro, sempre na busca de mais prazer, desejos e muito tesao. Parabéns ao casal. Votado e aprovado




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Ficha do conto

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ericksson

Nome do conto:
Do dedo ao vibrador no cu. (O começo de tudo!)

Codigo do conto:
240909

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
25/08/2025

Quant.de Votos:
11

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