Era um dia chuvoso, daqueles que convidam a ficar em casa, de preferência com companhia quente. Iamos receber uma amiga e o namorado dela — um tal de Bruno, que conhecemos há pouco tempo. O Bruno é daquelas figuras que chegam e já mudam o clima no ambiente: alto, confiante, com um sorriso fácil e um olhar que parecia despir quem ele quisesse. Na primeira vez que nos vimos, ele não disfarçou o interesse por mim, e a minha amiga, sabendo ser uma putinha sem vergonha, deu corda — ela adora ver ciúme e confusão.
Naquele dia, não rolou nada além de um flerte pesado, mas trocamos telefones. Durante a semana, não consegui parar de pensar nele. E o Ericksson também não — ele ficou tão excitado quanto eu com a situação.
Até que resolvemos ligar para o Bruno. Por incrível que pareça, ele estava na nossa cidade a trabalho — ele é técnico de uma empresa de TV a cabo e veio fazer uma instalação na região. Sem perder tempo, o Ericksson, todo animado, convidou:
— “Ei, Bruno, tá perto de casa? Quer vir almoçar aqui?”
Ele topou na hora.
E a partir daí… foi ladeira abaixo.
Chegou aqui, a gente botou cerveja gelada, música baixa e um papo cheio de double meaning. O Bruno não disfarçava — olhava para mim como se já me visse nua, e eu retribuía cada olhar. Meu coração batia forte, e o Ericksson ficava cada vez mais excitado, escondendo o pau duro com a mão.
Em certo momento, o Bruno foi ao banheiro e eu o segui. Na cozinha, ele me encostou na geladeira e me beijou. Foi um beijo molhado, pesado, daqueles que prometem tudo.
— “Você é uma delícia, Marina. Quero te comer hoje”, ele sussurrou, e eu senti o volume do pau dele contra minha perna — era enorme.
Respirei fundo e soltei:
— “Só se você fizer uma coisinha antes…”
— “O que?” ele perguntou, curioso.
— “Come meu marido com esse teu pau de 23 cm. Quero ver ele levar rola grossa.”
Ele riu, baixo e malicioso.
— “Pode deixar. Mas mais tarde… Agora eu quero é você.”
E ali mesmo, na cozinha, eu abri o jeans dele e bati uma punheta daquelas. O pau era tão grosso que mal cabia na minha mão. Ele gemeu baixo, gozou na minha mão, e eu lambi tudo enquanto ele me observava, com olhos de desejo puro.
Quando o Bruno foi embora — combinando de voltar à noite —, o Ericksson estava no quintal, tentando disfarçar a excitação. Cheguei perto, beijei ele profundamente — ainda com resto do sêmen do Bruno na minha boca.
— “Você sentiu, né? O gosto dele em mim…” Porra Marina tas uma putinha mesmo amor, nem me chamou!
Ele ficou louco, me puxou para o quarto e transamos como há muito não transávamos. Aproveitei para preparar o cu dele — usei bastante lubrificante, nessa epoca eu tinha um plugin inflável e decidi que era hora de usar no meu esposa lindo.., e vibrador… ele gemeu, reclamou, eu não inflei tudo mais ficou uns 5.5 cm inflado de largura no cu dele. Ele gritava e mandava eu parar mais no fim ele adorou. E nem desconfiava do que viria à noite.
Quando escureceu, o Bruno voltou. Dessa vez, a energia estava ainda mais carregada. Ele chegou, sentou no sofá e olhou fixamente para o Ericksson.
— “E aí, bonitão? Tá preparado?”
O Ericksson ficou pálido, mas o pau dele não mentia — latejava dentro do shorts.
Foi então que eu assumi o controle.
— “Vamos pro quarto, gente. Hoje a noite vai ser quente.”
Lá, eu deixei as luzes baixas, acendi velas e pus uma música sensual. O Bruno foi direto ao ponto: tirou a roupa e mostrou aquele monstro — 23 cm de pura virilidade, grossa e pulsante.
O Ericksson tremeu, mas eu o empurrei para a cama.
— “Relaxa, amor. Você vai adorar.” E peguei no Pau do bruno como se fosse mostrando ao meu marido como ele deveria fazer.
Foi quando disse amor vem aqui deita aqui na ponta da cama, levantei as pernas dele e comecei a fazer boquete no meu marido bem molhado para escorrer para o cu dele. O Bruno lubrificou o pau devagar, enquanto eu segurava as pernas do Ericsson pra cima. o bruno chegou perto eu segurei o pau dele pra entrar na portinha do cu do meu marido corninho.
— “Hoje você é minha putinha. Deixa ele te arrombar, Amor eu quero ver isso hoje acontecer, estou super excitada..” Sabe uma coisa que aprendi foi que se eu realmente estou excitada o Ericsson faz qualquer coisa.
E então… foi lindo. O Bruno entrou devagar, mas firme. O Ericksson gritou no início, mas logo os gemidos de dor viraram gemidos de prazer, ate porque ele não sofreu tanto porque ja tinha brincado com ele a tarde.. Eu não me contive — subi na cama e fui em cima da cara dele e me sentei, enquanto vibrava de tesão.
— “Isso, Bruno! Mete forte! Arromba o cu dessa puta!” — eu gritava, e cada palavra me deixava mais molhada. (Gente eu tenho uma coisa comigo, se eu me excita mesmo eu me mijo toda é involuntário, no começo eu tive vergonha mais isso é normal meu)
O Bruno socava com força, suando, e o Ericksson gemia como nunca. Eu olhava para trás e via a cena — meu marido levando rola como uma profissional, e aquele homem musculoso dominando ele por completo. Ai eu virei para ver melhor e dava pra ver nitidamente que as bolas do bruno tocava a entrada do cu do meu marido, e eu gritei, caralho amor que cu guloso, ta ate o talo amor. ta gostoso safado.
— “Vou gozar, Marina!” — o Bruno avisou, e eu gritei:
— “Goza dentro! Enche o cu dele de porra!” Marido corno tem mais uqe dar o cu também e levar porra la dentro.
E ele gohou — jorros grossos e quentes, enquanto o Ericksson contorcia de prazer.
Quando acabaram, deitei do lado dos dois, beijando meu marido ainda ofegante.
— “Gostou, corninho? Agora você é meu corno arrombado dor uma pica de verdade.”
Ele só sorriu, exausto e realizado.
E eu? Eu disse amor eu agora preciso que saia do quarto eu quero ficar com o bruno aqui sozinho e vc vai atrapalhar um pouco, porque o bruno ia comer meu cu também, só que eu não queria que meu marido visse. porque eu queria uma capa peniana no pau do bruno pra ficar mais grossa e me arrombar mais.
Foi inesquecível e eu e meu marido ficamos arrombados. O bruno me fodeu tanto que passei dois dias assada e quando eu lavava com sabonete meus dedos entrava fácil fácil no meu cu.
—
Espero que tenham gostado, pessoal! Em breve tem mais aventuras da nossa vida sexual ousada. E sim, o Bruno voltou outras vezes e com a minha amiga e foi resenha…
Se quiserem mais detalhes ou cenas específicas, é só pedir!
Amamos vocês e agradecemos a todos pelas msg. são muitas mesmo.