A madrasta me castigou porque a minha esposa deixou.



O que vamos contar aqui foi a muitos anos. O pai da minha esposa era casado com Dona Marta que não é a mãe da Marina, neste caso a madrasta. Mesmo assim não quero julgamento sobre o fato e sim compartilhar o que aconteceu sobre mais uma experencia em nossas vidas.

Era 2017, o calor na casa da Dona Marta parecia insuportável, mas nada comparado ao fogo que eu, sentia percorrer meu corpo cada vez que ela se mexia. Porque a Marta estava meio a vontade nesse dia. A Marina, minha esposa, estava viajando, e eu me ofereci para ajudar minha sogra com alguns serviços. Mal sabia eu que aquele seria um dia de provas e humilhações que jamais esqueceria.

Marta, aos 57 anos, mantinha um porte que muitas mulheres mais jovens invejariam. Seu vestido floral, leve e colado ao corpo, deixava pouco à imaginação. Toda vez que ela se abaixava para pegar algo, meu coração acelerava e meu corpo respondia de uma forma que eu não conseguia controlar.

— Ericksson, pega aquela caixa para mim, faz favor? — ela pediu, apontando para uma caixa pesada no alto do armário.

Quando me estiquei para alcançá-la, senti seu corpo quase colado no meu. Seu peito pressionou minhas costas por um instante, e meu pau endureceu instantaneamente. Ela recuou rápido, com um olhar afiado e todo torto. E saiu de perto de mim.

Então fui ao banheiro me recompor, pensei to com vontade de mijar então vou aliviar pra ver se a coisa melhora.

Ela me chama.

— Olha cade tu, vem aqui afastar a estante, pra mim. E quando sai do banheiro ela tava pensando que eu estava la fora e se abaixou justo para o lado errado, o lado que eu estava e deu para ver a mine calcinha e na mesma hora eu dei dois pigarro, tossindo. ela Gritou haa que susto, pensei que tu estava lá fora. E na mesmo hora o meu pau de novo sinal de vida.

Ela viu de novo e disse pera ai afasta esse móvel aqui que vou fazer uma ligação. Ligação essa que era para a minha esposa e eu não sabia, Vai lendo que depois vão entender. então depois disso ela volta dizendo.
.
— Você está se esquecendo de que é marido da minha filha, não é? — disse ela, com uma voz que misturava reprovação e algo mais… algo que me deixou ainda mais tenso.

Eu me afastei, fiquei vermelho, coração disparou, mas não adiantou. Minha reação corporal me traía a cada momento. Na terceira vez que ela notou meu estado, seus olhos ficou cheios como se tivesse espantada e com raiva e ela cruzou os braços.

— Chega. Isso já passou dos limites, Ericksson. Você está me desrespeitando há horas, e eu não vou tolerar mais.

Meu estômago embrulhou, e eu pensei fudeo!

— Dona Marta, eu juro que não foi por mal…

— Cala a boca! — ela interrompeu, erguendo a voz. — Eu vi como você me olha. Vi o que você esconde na calça. E se eu contar para a Marina? Para toda a família? Quem vão acreditar? Na palavra de um homem que dá em cima da sogra ou na minha? Vou dizer que você ficou me assediando viu!

O sangue gelou nas minhas veias, meu semblante caiu, porque não sou homem disso equando eu ia falar. Ela sorriu, satisfeita com meu silêncio.

— A partir de hoje, você vai aprender a me respeitar. E o castigo vai ser sempre que eu decidir. Sem reclamações. Sem hesitação. Entendeu?

Eu apenas balancei a cabeça, sem conseguir articular palavras.

— Está com sede? — ela perguntou, de repente.

A boca estava seca, e eu confirmei com um aceno que sim, tava um calor da porra nesse dia, e tinha cerveja na frezer então pensei ela vai pegar uma, então ela me chamou.

— Venha comigo.

Ela me levou até a cozinha, pegou uma jarra de vidro vazia e colocou sobre a pia. Sem cerimônia, levantou o vestido, olhou para minha cara e puxou a calcinha para o lado e começou a urinar dentro do recipiente. O som era alto, quase obsceno, e meus olhos ficaram presos no jato dourado que enchia a jarra lentamente.

Eu fiquei estático olhando para ela e as vezes para a porta da casa com medo de alguém aparece.

— Isso mesmo, olhe bem. É o que você merece por ser um genro safado.

Quando terminou, ela veio até mim, segurando a jarra cheia de urina ainda morna. Acredito ter quase um litro.

— Beba. Tudo. E se eu ver você fazendo cara feia ou tentando vomitar, eu garanto que você se arrependerá. Vou contar a todo mundo como você é comigo.

Minhas mãos tremiam quando peguei a jarra. O cheiro era forte e acre, e meu estômago se contraiu. Mas fiquei com tesão e não sei dizer se era porque eu ja tinha tomado urina da minha mulher algumas vezes ou era outra coisa eu sei que eu fiquei de pau duro.

— Devagar… — ela ordenou, enquanto abria as pernas e começava a se masturbar devagar, observando cada gole meu. — Beba tudo, sua puta. É isso que você ganha por me desejar, ela dizia satisfeita e eu tentando beber porque o dia era calor e tava morno eu queria por pra fora.

Cada gole era uma agonia. A urina era quente, salgada porem não estava amarga, e várias vezes senti ânsia de vômito. Mas os olhos dela me vigiavam, e a ameaça de expor meu “comportamento inadequado” me mantinha obediente.

— Não derrame nada… — ela sussurrou, esfregando a clitóris com dedos úmidos. — Bebe até a última gota, seu nojento.

Quando finalmente terminei depois de uns 8 minutos, ela se aproximou, pegou a jarra e passou o dedo no fundo, recolhendo os resquícios.

— Abre a boca.

Eu obedeci, e ela esfregou o dedo na minha língua.

— A partir de agora, sempre que eu quiser, você bebe. Sem questionar. Sem reclamar. E se contar para… — ela não precisou terminar.

Saí de lá me sentindo destruído e dominado, mas com uma excitação perversa que me assustou. E pior: sabia que, no fundo, parte de mim ansiava por mais.

Fui dela para meu canto me masturbar, lembrando da buceta dela ainda. Porem depois que terminei começou a bater uma angustia e tinha que fazer algo e liguei para Marina. E quando ia falar já pelo meu ton de voz, Marina disse, amor, amor, amor... Calma. tenha calma.. Eu já sei o que aconteceu...

E eu fiquei calado do outro lado e depois disse como? O que você sabe?

Ela disse, fui eu que mandei marta fazer isso com você amor... Ela me ligou antes e disse seu estado, e eu disse mãe. (Porque marina sempre chamou Marta de mãe) E disse mãe o que ele quer eu sei, toma o controle da situação, humilha ele, da susto nele e passa, quando chegar eu resolvo.

E foi isso a Marta combinou a situação com a filha.. E eu fiquei amedrontado por nada, na verdade para dar prazer as duas. E depois que Mariana voltou de viajem dois dias depois, fudemos gostoso, com marina batendo na minha cara e me chamando de safado com a situação que aconteceu e combinamos que sempre que a marta quere me humilhar vou ter que deixar porque eu não soube me controlar. Meu sogro nunca soube disso, apesar que ele não esta mais com ela. Mas uma das coisas antes deles se separarem aconteceu, foi que um dia tive que beber da fonte de dona marta a pedido da Marina coisa para outro dia eu contar..

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Comentários


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edumanso Comentou em 28/08/2025

Puta que pariu que delicia !!!! Isso sim é saber colocar cada um no seu lugar, corno manso submisso tem que só aceitar ! adorei !




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A madrasta me castigou porque a minha esposa deixou.

Codigo do conto:
241076

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/08/2025

Quant.de Votos:
8

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