Priscila virou o corpo para o pai, a camisetinha branca abrindo mais um botão "acidentalmente", peitinhos falsos empinados quase pulando do sutiã rendado:
“Pai… você gostou da vista lá no escritório? Ficou do lado de fora imaginando o pau grosso do velhinho entrando e saindo da bucetinha que você criou? Ouvi seus passos nervosos no corredor… parecia que você queria entrar e assistir de pertinho, talvez até bater uma punheta enquanto eu gemia alto pra ele.”
O pai engoliu seco, o carro dando uma guinada leve, pau pulsando dolorosamente:
“Priscila… cala essa boca suja. Foi só negócio. Não quero saber detalhes, caralho.”
Ela riu alto, sarcástica, inclinando-se mais perto, cheiro da bucetinha melada subindo forte. Sem hesitar, ela esticou a mão e apertou o volume dele por cima da calça, dedos envolvendo o pau duro, sentindo a cabeça inchada pulsar contra a palma:
“Ah, pai… não minta pra mim. Eu vi como você ficou olhando pra minha bundona quando eu saí da sala, com a porra ainda escorrendo no meu queixo. Tá vendo aqui?” Ela passou o dedo no canto da boca, coletando uma gota branca que ainda havia escapado, e esfregou o dedo nos lábios dele, forçando um pouco pra dentro: “Vai, pai… prova o gostinho da sua filhinha negociando contrato. É quentinho, salgadinho… igual o pau do velhinho quando gozou na minha cara e eu engoli tudo, menos essa gotinha pra você. Quer lamber direto da fonte? Minha calcinha tá toda melada ainda… abre as pernas e enfia o dedo aqui, sente como tá aberta e quente.”
O pai gemeu baixo, o pau latejando forte contra a mão dela, quase rasgando a calça, suor escorrendo pela nuca. Ele tentou afastar a mão dela, mas ela apertou mais, masturbando devagar por cima do tecido, sentindo a cabeça vazar pré-gozo:
“Você é louca… eu sou seu pai, porra. Isso é errado, Victor… Priscila… pare com isso.”
Priscila riu ainda mais, abrindo as pernas devagar, a saia subindo até mostrar a calcinha branca minúscula encharcada, a bucetinha travesti marcada e pulsando por baixo, cheiro de sexo e porra enchendo o carro. Ela pegou a mão dele do volante, guiando-a pra tocar a própria coxa interna, depois subindo até pressionar os dedos dele contra a calcinha molhada, forçando o tecido fino pra dentro do rego:
“Errado? Pai, relaxa… foi só uma foda na mesa, uma chupada gulosa onde eu engoli até as bolas dele, e uma gozada quente na cara. Nada que você não tenha imaginado mil vezes desde que eu virei mulher. Ou você ainda acha que eu sou seu menininho Victor? Porque eu juro que essa bucetinha travesti aqui tá bem aberta e pronta pra quem souber usar… inclusive pra você, se tiver coragem. Sente aqui, pai… enfia o dedo, sente como tá melada e quente. Imagina você enfiando nesse cuzinho que saiu de você, me enchendo de porra como o velhinho fez. Seria poético, né? O pai fodendo a criação… quem sabe você goza mais que ele, com esses dedinhos grossos abrindo caminho.”
Ela apertou a mão dele contra a calcinha, forçando um dedo a entrar por baixo do tecido fino, sentindo o pai tremer, o pau dele pulsando visivelmente na calça enquanto ela masturbava o volume com a outra mão, apertando e esfregando a cabeça inchada:
“Olha só… tá durinho pra caralho, pai. Ciúme ou tesão? Ou os dois? Quer que eu ajude a aliviar isso? Eu abro teu zíper agora, chupo devagar como fiz com o velho, engolindo até o talo, e você goza na minha boca. Ou paro o carro e você prova o que o velhinho comeu. Vem, pai… enfia dois dedos aqui, sente como tá piscando pra você. Lambe o dedo depois, prova o gosto da sua filhinha sendo puta por milhões.”
O pai acelerou, gemendo rouco, a mão dele agora mexendo involuntariamente dentro da calcinha dela, sentindo a bucetinha quente apertar o dedo, o pau explodindo na calça com jatos quentes de porra. Priscila riu baixinho, gemendo de prazer com o toque dele, passando a outra mão pela própria bucetinha melada:
“Relaxa, pai… o contrato tá fechado. Mas se quiser, eu fecho outro com você… de graça. Só pra ver se você aguenta o que o velhinho aguentou. Continua mexendo, pai… enfia mais fundo… me faz gozar na tua mão antes de chegarmos em casa.”
Priscila piscou, voz baixa e safada, enquanto o SUV entrava na garagem da mansão. O pai estacionou tremendo, pau melado na calça, mão ainda presa na bucetinha dela, o ar carregado de tesão não dito.
No SUV luxuoso entrando na garagem da mansão, o ar estava pesado, carregado de cheiro de sexo, porra seca e tesão proibido. O pai estacionou tremendo, o motor ainda ronronando baixo enquanto ele tentava recuperar o fôlego. O pau dele latejava dentro da calça social cinza, melado de pré-gozo e agora jorrando por dentro do tecido, os jatos quentes encharcando a cueca e escorrendo pelas coxas. Ele gemeu rouco, cabeça encostada no encosto, olhos fechados, enquanto a mão dele — ainda guiada por Priscila — mexia involuntariamente dentro da calcinha dela, o dedo médio enfiado até o fundo na bucetinha travesti quente e apertada, sentindo as paredes pulsarem e sugarem o dedo como se quisessem devorar.
Priscila gemia baixo, voz rouca e safada, rebolando devagar contra a mão dele:
“Vai, pai… enfia mais fundo… sente como tá molhadinha e quente pra você. O velhinho me arrombou, mas você tá aqui agora, mexendo na bucetinha que saiu de você. Goza mais, pai… deixa a porra escorrer na calça enquanto me fode com o dedo. Imagina se fosse teu pau grosso aqui dentro… enchendo sua filhinha de porra quente, marcando o que é seu.”
Ela apertou a mão dele contra o clitóris travesti, forçando os movimentos, enquanto a outra mão dela apertava e masturbava o pau dele por cima da calça, sentindo os jatos quentes pulsarem contra a palma:
“Olha só… tá gozando forte, pai… jorra tudo, molha a cueca, deixa escorrer pelas pernas. Sente o cheiro? É o mesmo cheiro que eu trouxe do escritório… porra do velhinho misturada com a minha. Quer que eu sente no teu colo agora? Eu tiro a calcinha, sento no teu pau ainda duro e rebolo até você gozar de novo… dentro da sua própria criação. Seria o melhor contrato da vida, né? Milhões no banco e a filhinha cheia de porra do pai.”
O pai gemeu alto, corpo tremendo, os quadris empurrando contra a mão dela enquanto mais jatos saíam, a calça agora com uma mancha escura se espalhando na virilha, porra quente escorrendo pelas coxas e pingando no banco de couro. Ele apertou o dedo mais fundo na bucetinha dela, sentindo as paredes contrair em espasmos, Priscila gozando na mão dele com um gemido abafado, melzinho escorrendo pelos dedos dele:
“Porra… pai… você me fez gozar… agora lambe o dedo, prova o que você criou. Ou quer que eu sente aqui e te deixe limpar com a língua? Vem, pai… ninguém vai saber. Só nós dois… o segredo da família.”
Ela tirou a mão dele da bucetinha, levando os dedos melados até a boca dele, forçando-o a lamber:
“Prova, pai… o gostinho da sua filhinha depois de uma boa negociação. Tá salgadinho, quente… igual o teu gozo na cueca agora. Quem sabe na próxima reunião eu te chamo pra assistir… ou pra participar. Você senta do lado, vê o velhinho me arrombar, e depois me limpa com a boca. Seria um bom ‘time familiar’, né?”
O pai gemeu baixo, lambendo os dedos dela involuntariamente, o corpo ainda tremendo de prazer e culpa, pau amolecendo na calça encharcada. Priscila riu baixinho, ajustando a saia, deixando a calcinha melada à mostra por mais um segundo:
“Relaxa, pai… o contrato tá fechado. Mas se quiser, eu fecho outro com você… de graça. Só pra ver se você aguenta o que o velhinho aguentou. Ou vai ficar só na punheta solitária, imaginando?”
Ela piscou, voz baixa e safada, enquanto desligava o motor. O pai ficou ali, sentado na poça de porra própria, mão tremendo, o ar carregado de tesão não dito e o peso do tabu que eles nunca mais conseguiriam ignorar.
