Às sextas-feiras, eu e minhas amigas sempre parávamos num barzinho em Icaraí, Niterói. Era coisa de muitos anos frequentando o mesmo lugar; já sabíamos o nome do dono, da gerente e dos garçons, que são super legais e parceiros.
Tem um garçom em especial que é um charme: Moisés. Branco, cerca de 1,76, tatuado, cabelos pretos cacheados, corpo forte de academia, uma simpatia de homem, com aquela carinha de marrento que só deixa tudo melhor. Eu e minhas amigas frequentamos esse barzinho há mais ou menos dois anos, e ele é garçom lá há exatos oito meses. Com o tempo, fomos criando intimidade, conversando, brincando.
De uns quatro meses pra cá, ele passou a me olhar de um jeito diferente — um olhar tão gostoso que bastava um cruzar de olhos pra tudo cheirar a desejo e putaria. Mas ficamos só nisso: olhadas, sorrisos de canto de boca, tensão guardado.
Até que, num dia qualquer, resolvi passar lá pra almoçar. Descobri que ele tinha mudado de turno e agora trabalhava no horário do almoço. Nos cumprimentamos.
— Mudou o horário? — disse Moisés, com um brilho diferente no olhar.
Sorri e respondi:
— Hoje sim, lindão.
— E as meninas, não vêm?
— Hoje não. Hoje sou só eu.
Meu almoço chegou e ele me deixou comer em paz. No final, perguntou se eu queria mais alguma coisa. Criei coragem e disse:
— O que eu quero não tem no cardápio.
Ele sorriu daquele jeito de puto safado e retrucou:
— Daqui a vinte minutos eu saio. Moro aqui pertinho.
Não precisou dizer mais nada. Esperei, sem dar muita bandeira. Antes dele sair, fechei a conta e fui na frente.
Ele estava de moto. Subi na garupa e lá fui eu viver aquela aventura.
Quando chegamos à casa dele, estávamos nervosos. O que pairava no ar era tesão puro. Tirei os tênis; ele fez o mesmo, já se livrando da blusa. Ver aquele homem sem camisa… nossa.
Ele sentou no sofá e disse:
— Fica à vontade.
Antes mesmo de responder, ele se levantou, me agarrou com força, com brutalidade.
— Eu esperei muito por isso — a voz dele ressoava em mim.
Eu estava completamente entregue. Ele arrancou minha blusa com pressa. O olhar de Moisés era puro desejo. Me apertava com uma violência que quase tirava o ar. O beijo não tinha romantismo — era fome, invasão, vontade de devorar. Aquilo estava perfeito.
Nossos corações disparados, nossas pirocas pulsando. Moisés gemia dentro da minha boca. Beijou meu peito, chupou com vontade e foi descendo, enquanto minhas pernas iam ficando fracas.
Ajoelhado, ele começou a abocanhar minha piroca, olhando pra mim de baixo pra cima. Sem ar, sem palavras — só sensação. Abriu meu zíper, e meu pau saltou do short, todo babado. Ele se levantou, me encarou fundo e ordenou que eu sentasse no sofá. Assenti.
Abriu minhas pernas, cheirou meus pentelhos, linguou a cabeça da minha piroca com maestria. A língua dele dançava, ia até o final e voltava, alternando rapidez e lentidão numa mamada precisa. Ele sabia exatamente o que estava fazendo.
— Tô doido pra você me fuder gostoso — disse Moisés.
Não pensei duas vezes. Virei o corpo dele com brutalidade, empurrando o peito contra o encosto do sofá, quadris empinados, a bunda à mostra. Com uma mão puxei sua cintura; com a outra, desci sem cerimônia. Cuspi naquele rabo gostoso, espalhei com os dedos, esfregando, sentindo a pele reagir ao toque. O pau dele latejava, duro, grosso, pesado, cabeludo, com o cheiro quente de homem que suou o dia inteiro trabalhando. Minha piroca já estralava, mas ainda não queria parar. Brinquei com a cabeça no cu dele, e Moisés só gemia, agarrado ao sofá, coluna arqueada, rabo escancarado.
Comecei a meter com ódio, com fome, com o peso de tudo que ficou calado por meses. Os gemidos viraram súplicas, depois ordens invertidas:
— geme mais alto, putinha… abre esse rabo, vagabundo.
Uma das minhas mãos foi pro pescoço dele, apertando, só pra lembrar quem mandava. O cu pingava, o pau colado no sofá, duro, babando. As estocadas ficaram mais fundas, mais secas, até o som do impacto virar trilha de guerra.
Segurei a cintura dele com as duas mãos, como quem finca bandeira em território conquistado. Cada batida enterrava mais fundo minha rola latejante. O rosto colado no encosto já arranhava de tanto atrito, os olhos marejados de gozo e brutalidade.
Puxei os cabelos dele, forçando a cabeça pra trás, expondo o pescoço suado. Cravei os dentes na pele e mordi com força. Ele gritou, o corpo inteiro reagindo, tremendo, o rabo piscando em volta da vara enterrada até a base.
Me curvei sobre ele, suor pingando dos dois, e ali gozei. Veio com um urro abafado, numa sequência de estocadas violentas, até os jatos grossos espirrarem lá dentro — quentes, pesados, impossíveis de conter.
O rabo de Moisés pulsava, escorrendo gozo quente. Ele gemia satisfeito, ainda empinado, ainda querendo mais.
— Tu não sai daí até escorrer tudo — sussurrei no ouvido dele, lambendo o suor da nuca. — Esse cu agora tem dono.
Aproveitei que minha piroca ainda pulsava dentro dele e continuei socando, fundo e sem pressa, até o corpo inteiro começar a ceder. O ritmo foi desacelerando aos poucos, o tesão dando lugar ao cansaço gostoso que só vem depois de uma foda bem dada. Ficamos assim por um tempo, respirando pesado, recuperando as forças.
Moisés estava fraco, mole, entregue. Peguei ele no colo — mesmo com o susto e aquele riso sem graça — e levei pro banheiro. Cena quase de novela: água caindo, corpos ainda tremendo, o silêncio cortado só pela respiração descompassada. Dei banho nele com calma, sequei cada parte, conduzi até a cama e deixei deitadinho, ainda desnorteado.
Preparei um lanchinho rápido, organizei o que precisava, achando que a história tinha acabado ali. Fui até o quarto pra me despedir.
Quando entrei, Moisés estava de quatro na cama, a coluna arqueada, o rabo empinado, me olhando por cima do ombro com os olhos carregados de desejo e a voz rouca, quase implorando:
— Me fode mais, meu macho.
Eu nem pensei duas vezes.
Gostaram? Sabia que vocês podem me contar história de vocês, é só me mandar um e-mail.



Delícia man!! curti demais
Uma trepada memorável e intensa assim é digna se ser encadernada em edição de luxo. Narrativa de primeira, excelente!!!
Maravilha adorei