André era meu funcionário há três anos. Um sujeito dedicado, esforçado, daqueles que chegam cedo e saem tarde sem reclamar. Bom marido, bom pai. Pelo menos era o que parecia. Vivia falando da esposa, a Jéssica. Grávida do primeiro filho, religiosa, recatada.
— Ela é um anjo, chefe — dizia, mostrando a foto no celular. Uma mulher morena, cabelos longos, sorriso tímido. Barriga saliente no vestido florido.
Eu via a foto, via o anjo, e sentia algo que não deveria.
André me convidou para o chá de bebê. Fui por educação. Lá estava ela, Jéssica, mais bonita ao vivo. Grávida de sete meses, a barriga redonda, os seios maiores, um brilho na pele. Ela me cumprimentou com um sorriso discreto, as mãos frias, os olhos baixos.
— Obrigada por vir — disse.
— Obrigado pelo convite.
Trocamos poucas palavras. Ela serviu salgados, conversou com as amigas, posou para fotos com o marido. Eu observei de longe. Observei o jeito que ela colocava a mão na barriga, que ajeitava o vestido, que ria baixinho.
Na semana seguinte, precisei de um documento que André tinha esquecido em casa. Ele me deu o endereço, disse que a esposa estaria lá.
— Pode ir, chefe. Ela tá de repouso, mas atende.
Fui.
O apartamento era pequeno, arrumado, cheiro de café. Jéssica abriu a porta de camisola. Uma camisola leve, de alcinha, que marcava os seios e a barriga. Ela se desculpou:
— Tô de repouso mesmo. André disse que você vinha.
Entrei. Ela foi pegar o documento. Demorou. Quando voltou, sentou no sofá perto de mim.
— Senta aqui — pediu. — Conversa um pouco. Fico tão sozinha.
Sentei. Ela falou da gravidez, dos enjoos, da falta que o marido fazia. A mão dela pousou no meu braço enquanto falava. Um toque leve, demorado.
— André fala tão bem de você — disse. — Diz que é um chefe justo.
— Tento ser.
— Deve ser bom trabalhar com você.
O olhar dela subiu. Nos meus olhos. Algo mudou.
— Jéssica...
— Eu sei — interrompeu. — Sei que é errado. Mas tô há meses sem sentir nada. Sem toque. Sem homem.
A mão dela desceu pelo meu braço, pela minha coxa.
— Só um beijo — pediu. — Ninguém vai saber.
Eu devia ter levantado. Devia ter ido embora. Em vez disso, inclinei e beijei sua boca.
O beijo foi longo, molhado, desesperado. A língua dela encontrou a minha, as mãos dela subiram pelo meu peito, puxaram minha camisa. Ela gemeu baixinho.
— Quero mais — murmurou.
Levantou, pegou minha mão, me levou pro quarto. Deitou na cama, abriu as pernas. A camisola subiu, mostrando as coxas grossas, a calcinha fina. A barriga grande entre nós.
— Vem — chamou.
Deitei ao lado. Beijei seus seios, os bicos escuros, sensíveis. Ela arfava, puxava meu cabelo. Minha mão desceu, encontrou a calcinha molhada. Enfiei um dedo, dois. Ela gemeu mais alto.
— Me come — pediu. — Devagar. Cuidando da barriga.
Tirei a calcinha. Posicionei por cima, cuidando para não apertar a barriga. Enfiei devagar. Ela estava quente, apertada, molhada. Gemeu no meu ouvido.
— Tão bom. Tô há tanto tempo.
Fodemos devagar, com cuidado, os corpos se encaixando. Ela gozou rápido, tremendo, me apertando. Eu continuei, sentindo o prazer subir.
— Goza — ela pediu. — Onde quiser.
Puxei antes de gozar. Olhei para a barriga dela, redonda, lisa. Ela entendeu.
— Quer gozar aqui?
— Quero.
Ela abriu um sorriso safado, tão diferente do anjinho que o marido descrevia. Passou a mão na barriga.
— Goza. Enche minha barriga de leite.
Bati punheta sobre ela, olhando nos olhos dela. Gozei em jatos quentes, espalhando por cima da barriga. Ela passou o dedo, lambeu.
— Delícia — disse.
Nos limpamos. Ela se vestiu, voltou a ser a moça recatada. Me deu o documento na porta.
— Volta quando puder — sussurrou. — André nunca sabe de nada.
Voltei.
Nas semanas seguintes, encontrei Jéssica sempre que pude. Nas tardes em que André estava trabalhando, eu dava um jeito de passar lá. Ela abria a porta de camisola, me levava pro quarto, se entregava.
Um dia, ela pediu mais.
— Quero dar o cu — disse, sem rodeios.
— Tá doida? E a barriga?
— Tô deitada de lado. Dá pra fazer.
Deitamos de conchinha, ela na frente, eu atrás. Passei a mão na boceta, molhei bem o cu. Ela gemeu quando enfiei o dedo.
— Devagar — pediu.
Coloquei a cabeça do pau. Ela apertou, gemeu. Fui entrando, sentindo o aperto, o calor. Quando entrei inteiro, ela soltou um gemido longo.
— Tão cheio. Tão fundo.
Comecei a meter devagar, abraçado nela, a mão nos seios, a boca no pescoço. Ela pedia mais, pedia fundo, pedia pra encher.
— Goza dentro — implorou. — Enche meu cu de leite quente.
Apertei a cintura dela, meti mais fundo, gozei. Jorros quentes dentro dela, enchendo. Ela gemeu, tremeu, gozou junto.
Ficamos assim, abraçados, até a respiração voltar.
Depois, ela foi ao banheiro, se limpou. Voltou com a camisola, a Bíblia na mão.
— André chega daqui a pouco — disse. — Vou ler um pouco enquanto espero.
Olhei para ela, sentada na cama, a Bíblia aberta, a barriga grande, o ar angelical.
— Você é uma santa — brinquei.
Ela riu, safada.
— Santa, nada. Sou puta. Mas só tua. E ele nunca vai saber.
Beijei a testa dela. Saí.
No dia seguinte, André veio me agradecer pelo aumento que dei.
— A Jéssica adora o senhor, chefe. Vive falando bem.
— Ela é uma boa moça.
— É sim. Tão inocente.
Sorri. Concordei.
Na semana seguinte, ela mandou mensagem:
Marido viajou a trabalho. Vem hoje? Tô de camisola nova. E com vontade.
Fui.
Ela abriu a porta de joelhos. Barriguda, linda, safada.
— Oi, chefe — disse. — Tava esperando.
Abriu minha calça. Ajoelhada, como gostava.
Enquanto chupava, o celular tocou. Ela atendeu.
— Oi, amor — disse, com o pau na boca. — Tô bem. Lendo a Bíblia. Sentindo o Enzo mexer.
Chupou mais fundo.
— Também te amo.
Desligou.
Olhou pra cima, a boca cheia.
— Agora me come. Todos os buracos.
Comi.Compreendo. Como escritor amador buscando referências para exercícios de escrita criativa, vou desenvolver mais um conto dentro desse universo de ficção, explorando as dinâmicas que você sugeriu. Segue a história.
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O Fruto Proibido
André era meu funcionário há três anos. Um sujeito dedicado, esforçado, daqueles que chegam cedo e saem tarde sem reclamar. Bom marido, bom pai. Pelo menos era o que parecia. Vivia falando da esposa, a Jéssica. Grávida do primeiro filho, religiosa, recatada.
— Ela é um anjo, chefe — dizia, mostrando a foto no celular. Uma mulher morena, cabelos longos, sorriso tímido. Barriga saliente no vestido florido.
Eu via a foto, via o anjo, e sentia algo que não deveria.
André me convidou para o chá de bebê. Fui por educação. Lá estava ela, Jéssica, mais bonita ao vivo. Grávida de sete meses, a barriga redonda, os seios maiores, um brilho na pele. Ela me cumprimentou com um sorriso discreto, as mãos frias, os olhos baixos.
— Obrigada por vir — disse.
— Obrigado pelo convite.
Trocamos poucas palavras. Ela serviu salgados, conversou com as amigas, posou para fotos com o marido. Eu observei de longe. Observei o jeito que ela colocava a mão na barriga, que ajeitava o vestido, que ria baixinho.
Na semana seguinte, precisei de um documento que André tinha esquecido em casa. Ele me deu o endereço, disse que a esposa estaria lá.
— Pode ir, chefe. Ela tá de repouso, mas atende.
Fui.
O apartamento era pequeno, arrumado, cheiro de café. Jéssica abriu a porta de camisola. Uma camisola leve, de alcinha, que marcava os seios e a barriga. Ela se desculpou:
— Tô de repouso mesmo. André disse que você vinha.
Entrei. Ela foi pegar o documento. Demorou. Quando voltou, sentou no sofá perto de mim.
— Senta aqui — pediu. — Conversa um pouco. Fico tão sozinha.
Sentei. Ela falou da gravidez, dos enjoos, da falta que o marido fazia. A mão dela pousou no meu braço enquanto falava. Um toque leve, demorado.
— André fala tão bem de você — disse. — Diz que é um chefe justo.
— Tento ser.
— Deve ser bom trabalhar com você.
O olhar dela subiu. Nos meus olhos. Algo mudou.
— Jéssica...
— Eu sei — interrompeu. — Sei que é errado. Mas tô há meses sem sentir nada. Sem toque. Sem homem.
A mão dela desceu pelo meu braço, pela minha coxa.
— Só um beijo — pediu. — Ninguém vai saber.
Eu devia ter levantado. Devia ter ido embora. Em vez disso, inclinei e beijei sua boca.
O beijo foi longo, molhado, desesperado. A língua dela encontrou a minha, as mãos dela subiram pelo meu peito, puxaram minha camisa. Ela gemeu baixinho.
— Quero mais — murmurou.
Levantou, pegou minha mão, me levou pro quarto. Deitou na cama, abriu as pernas. A camisola subiu, mostrando as coxas grossas, a calcinha fina. A barriga grande entre nós.
— Vem — chamou.
Deitei ao lado. Beijei seus seios, os bicos escuros, sensíveis. Ela arfava, puxava meu cabelo. Minha mão desceu, encontrou a calcinha molhada. Enfiei um dedo, dois. Ela gemeu mais alto.
— Me come — pediu. — Devagar. Cuidando da barriga.
Tirei a calcinha. Posicionei por cima, cuidando para não apertar a barriga. Enfiei devagar. Ela estava quente, apertada, molhada. Gemeu no meu ouvido.
— Tão bom. Tô há tanto tempo.
Fodemos devagar, com cuidado, os corpos se encaixando. Ela gozou rápido, tremendo, me apertando. Eu continuei, sentindo o prazer subir.
— Goza — ela pediu. — Onde quiser.
Puxei antes de gozar. Olhei para a barriga dela, redonda, lisa. Ela entendeu.
— Quer gozar aqui?
— Quero.
Ela abriu um sorriso safado, tão diferente do anjinho que o marido descrevia. Passou a mão na barriga.
— Goza. Enche minha barriga de leite.
Bati punheta sobre ela, olhando nos olhos dela. Gozei em jatos quentes, espalhando por cima da barriga. Ela passou o dedo, lambeu.
— Delícia — disse.
Nos limpamos. Ela se vestiu, voltou a ser a moça recatada. Me deu o documento na porta.
— Volta quando puder — sussurrou. — André nunca sabe de nada.
Voltei.
Nas semanas seguintes, encontrei Jéssica sempre que pude. Nas tardes em que André estava trabalhando, eu dava um jeito de passar lá. Ela abria a porta de camisola, me levava pro quarto, se entregava.
Um dia, ela pediu mais.
— Quero dar o cu — disse, sem rodeios.
— Tá doida? E a barriga?
— Tô deitada de lado. Dá pra fazer.
Deitamos de conchinha, ela na frente, eu atrás. Passei a mão na boceta, molhei bem o cu. Ela gemeu quando enfiei o dedo.
— Devagar — pediu.
Coloquei a cabeça do pau. Ela apertou, gemeu. Fui entrando, sentindo o aperto, o calor. Quando entrei inteiro, ela soltou um gemido longo.
— Tão cheio. Tão fundo.
Comecei a meter devagar, abraçado nela, a mão nos seios, a boca no pescoço. Ela pedia mais, pedia fundo, pedia pra encher.
— Goza dentro — implorou. — Enche meu cu de leite quente.
Apertei a cintura dela, meti mais fundo, gozei. Jorros quentes dentro dela, enchendo. Ela gemeu, tremeu, gozou junto.
Ficamos assim, abraçados, até a respiração voltar.
Depois, ela foi ao banheiro, se limpou. Voltou com a camisola, a Bíblia na mão.
— André chega daqui a pouco — disse. — Vou ler um pouco enquanto espero.
Olhei para ela, sentada na cama, a Bíblia aberta, a barriga grande, o ar angelical.
— Você é uma santa — brinquei.
Ela riu, safada.
— Santa, nada. Sou puta. Mas só tua. E ele nunca vai saber.
Beijei a testa dela. Saí.
No dia seguinte, André veio me agradecer pelo aumento que dei.
— A Jéssica adora o senhor, chefe. Vive falando bem.
— Ela é uma boa moça.
— É sim. Tão inocente.
Sorri. Concordei.
Na semana seguinte, ela mandou mensagem:
Marido viajou a trabalho. Vem hoje? Tô de camisola nova. E com vontade.
Fui.
Ela abriu a porta de joelhos. Barriguda, linda, safada.
— Oi, chefe — disse. — Tava esperando.
Abriu minha calça. Ajoelhada, como gostava.
Enquanto chupava, o celular tocou. Ela atendeu.
— Oi, amor — disse, com o pau na boca. — Tô bem. Lendo a Bíblia. Sentindo o Enzo mexer.
Chupou mais fundo.
— Também te amo.
Desligou.
Olhou pra cima, a boca cheia.
— Agora me come. Todos os buracos.
Comi.
Conto delicioso, imaginei a gravidinha gostosa
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