Helena entrou balançando os quadris, usando um vestilo próprio para mulheres q amamentam, as manchas circulares de leite já atravessando o tecido. "Ora, ora... o meu bebezinho está tão impaciente hoje," ela disse, a voz num tom maternal carregado de uma luxúria perigosa.
Ela começou a abrir as fitas da fralda, e o som do plástico rasgando fez Marcos dar um pequeno pulo. "Mamãe, quelo tetê... dátetê p nenê?" ele pediu, forçando uma voz infantilizada e trocando as letras, enquanto olhava para o volume molhado entre suas pernas.
Helena retirou a fralda suja e soltou uma risadinha maliciosa ao ver o membro dele, já pulsando de desejo. "Olha só para isso... o 'pauzinho' do meu bebê está querendo atenção, não está? Tão pequeno e já tão atrevido," ela provocou, passando os dedos gelados com lenço umedecido, fazendo-o estremecer. "A mamãe vai dar uma acalmada nesse brinquedinho para você conseguir mamar com calma, igual a uma criança comportada."
Ela envolveu o pauzinho dele nos dedos e começou uma punhetinha rápida e rítmica. Marcos gemia baixo, revirando os olhos. "Ísso, mamãe... blinca com bebê... faz calinho," ele balbuciou, completamente entregue ao papel. Helena acelerou o movimento até que ele soltasse um suspiro longo, relaxando o corpo conforme o prazer o dominava, deixando-o dócil para o que viria a seguir.
Helena sentou na poltrona e mandou ele deitar no colo dela. Ela desabotoou o vestido, libertando os seios fartos que saltaram, latejando com bicos escuros e prontos para jorrar. "Vem aqui, guloso. Bebe tudo o que a mamãe guardou o dia todo para você."
No momento em que ele abocanhou o mamilo, o mundo lá fora deixou de existir. Marcos sugava com uma voracidade selvagem, as bochechas encovadas, enquanto as mãos dele desciam a procura da bara do vestido, e logo ele encontrou a buceta encharcada e começou uma siririca frenética. "Ai, não para meu bebê, s-suga mais forte... continua!" ela implorou, sentindo a sucção lá em cima e os dedos dele lá embaixo criarem um curto-circuito em seus sentidos.
Marcos tirou os dedos de dentro dela, brilhando de mel, e os esfregou nos próprios seios de Helena enquanto continuava mamando sem parar. "Leitinho gostoso... mamãe tá molhadinha," ele disse entre uma sugada e outra. O prazer foi tão intenso que Helena arqueou as costas, o leite jorrando com tanta pressão que Marcos precisou engolir rápido para não se afogar. Ela gozou, sentindo o corpo todo tremer enquanto ele drenava cada gota até os seios ficarem murchos e macios.
No fim, ele soltou o bico do seio com um estalo e limpou o queixo sujo de branco com a mão. "Mamãe cuidou bem... agola quelo ninar," ele sussurrou, fechando os olhos e adormecendo profundamente no colo dela.