Quando o interfone tocou, o coração de Paulo disparou. Era Ricardo, seu amigo do futebol, um homem robusto e bruto. Paulo, tremendo, foi servir o suco. Ao se inclinar, o peso do desejo e o medo o fizeram vacilar; o copo virou, derramando o líquido gelado sobre as coxas perfeitas de Beatriz.
"Seu verme imprestável!" Beatriz sibilou, os olhos brilhando com sadismo. "Você manchou minha pele na frente da visita? Ricardo, olha para esse lixo que eu chamo de marido."
Ricardo deu uma risada alta, avaliando Paulo com desprezo. "Ele sempre foi um frouxo no campo, Bia. Não serve nem para servir um suco."
"Pois agora o castigo vai ser à altura," decretou Beatriz. "Paulo, você vai ficar no canto, de joelhos. Vai assistir a tudo sem tocar em nada. E o pior: hoje você não encosta nos meus peitos. O Ricardo vai ganhar o seu privilégio. Ele vai esvaziar cada gota do leite que você tanto implora para mamar."
Ricardo não perdeu tempo. Ele puxou Beatriz pelos cabelos, jogando-a por cima do braço do sofá, bem na frente de Paulo. Ele abriu as calças, revelando um membro pesado que fazia a gaiola de Paulo parecer um brinquedo insignificante. "Olha bem, Paulo. Olha como se faz," Ricardo provocou, entrando nela com uma estocada bruta que fez Beatriz soltar um grito de prazer genuíno.
"Isso, Ricardo! Mete com força! Não como esse lixo do meu marido que só sabe choramingar no meu peito," Beatriz gemia, as costas arqueadas. Enquanto Ricardo a macetava sem dó, ele esticou a mão e apertou o seio de Beatriz, fazendo o leite jorrar. Ele levou a boca ao mamilo dela, sugando com uma voracidade que Paulo jamais ousara ter.
"Hmm, que delícia de leite, Bia. O Paulo gasta uma fortuna com remédio para eu vir aqui e beber de graça?" Ricardo ria entre as sugadas, enquanto continuava a penetração profunda. Paulo assistia a tudo soluçando baixo, a gaiola latejando de dor, vendo seu amigo drenar a nutrição que era seu único conforto, enquanto sua esposa o humilhava verbalmente a cada gemido.
O ato terminou de forma devastadora para o ego de Paulo. Ricardo gozou fundo dentro de Beatriz, enchendo-a com jatos quentes. Depois, ele se afastou, deixando o sêmen escorrer misturado com o leite que ainda pingava dos seios dela.
"Agora, o lixo faz o trabalho dele," ordenou Beatriz, com a voz carregada de autoridade. "Limpem-nos."
Paulo rastejou até eles. Primeiro, ele teve que se ocupar de Ricardo. Com a língua, ele limpou cada vestígio do prazer do amigo, um ato de submissão total enquanto Ricardo ria e batia levemente no rosto dele. "Obrigado por cuidar da minha mulher por mim, Paulo. Ela é bem apertadinha."
Depois, Paulo voltou-se para Beatriz. Ele teve que lamber o sêmen de Ricardo que escorria pelo cu e pela buceta dela, saboreando a prova da sua própria insignificância. Por fim, ele subiu até os seios, mas Beatriz o empurrou com o pé no peito. "Nem pense nisso. Eu disse que você ia dormir com fome. Limpa o leite que sobre com a língua, mas sem sugar. Você não merece ser meu bebê hoje."
Paulo obedeceu, limpando a pele dela enquanto chorava em silêncio, agradecendo em sussurros por ter sido permitido testemunhar a grandeza do amigo e a beleza cruel de sua dona.
Tesão, adoro servir os machos da minha Dona vestida de empregadinha e ser humilhada por eles e por minha Dona. Mas ela não deixa lamber na buceta nem no cuzinho, ela agacha e deixa tudo ir pro chão e aí sim manda eu lamber tudinho